Naked

6 Sexo Inconsciente


Notas iniciais
Oiii queridaasss
Sinto muitíssimo pelo atraso, mas estava curtindo muito nos EUA e sabe como é né? kkkk
Mas agora to de volta e vou tentar manter um ritmo de postagem legal pra vcs.
Boa leitura,
OBS: Não leia isso com ninguém por perto, tem gifs eróticos (n sei se vai sair, mas se sair é melhor q ninguém veja)
Beijocas, Anonymous girl writer s2.

Pela manhã, me senti torturada quando aquele homem, com aquele corpo, saiu do banho com uma toalha na cintura e outra secando seus cabelos molhados. O abdômen e todo o resto me fizeram ter uma aceleração cardíaca repentina e sentir muito tesão, portanto, mordi meu lábio com força me contendo e virei de costas esperando ele estrar tranquilamente no closet.

Eu sei o que você está se perguntando. Mas quando ela começou a gostar dele? Eu não estou gostando dele! Em primeiro lugar. Isso nunca vai acontecer. O que está acontecendo é uma atração física involuntária que está me dando grandes problemas, como por exemplo, evitar de que ele perceba que eu estou sentindo isso.

Desde ontem, quando infelizmente aquele episódio triste aconteceu, não consigo tirar da cabeça o calor do seu tórax no meu peito, sua boca percorrendo a minha e meu pescoço, suas mãos me apalpando... Não sei o que está acontecendo comigo, nunca pensei que uma provocaçãozinha ridícula de um Don Juan qualquer ia acabar funcionando comigo. Mas aquele homem, com aquele corpo... Posso garantir que estava me sentindo uma vadia aqueles dias.

– O que está fazendo aí? — ouvi sua voz rígida me despertar de um devaneio. Me virei, um pouco perdida e ele estava abotoando a camisa, estava quase pedindo pra ajudar... – Vai tomar seu banho! Não quero me atrasar e infelizmente não posso sair sem você.

E resmungava. Eu fiquei um pouco parada até entender que estava ali parada faz tempo, só pensando naquele medíocre político. Fiquei tão transtornada que nem percebi que ignorei a arrogância dele na maior humildade:

– Ah, já vou.

E fui até o banheiro, recebendo o olhar dele quando caminhava, acho que estava esperando alcançar uma discussão e estranhou minha tranquilidade, desde ontem, devia mesmo estar procurando qualquer motivo para discutir e descontar sua raiva. Mas ainda bem que nem dei esse gostinho à ele. Entrei no chuveiro e fui bem rápida. A pesar de gostar de me arrumar de um jeito sexy sofisticado eu aprendi a não ser como toda mulher e custar horas no banho e na arrumação já que meu trabalho exige vigilância.

Saí do banheiro vestindo uma saia de couro preta, uma blusa caída com a bandeira dos EUA e salto alto agulha.

Justin me examinou brevemente e ao gostar do que via, fez uma careta e desviou o olhar, com raiva.

– Vamos logo.

E apressou-se a sair pela porta, adiantei o passo para acompanha-lo.

Eu não sei porque, mas naquele dia, eu fui extremamente paciente com ele. Estava na realidade, me sentindo um pouco vulnerável à ele e não sabia mais se era certo ou não fazer o que eu estava fazendo, não sabia como devia agir com ele, porque sinceramente, ele estava escondendo uma carinha de coitado desde o que aconteceu que estava conseguindo me deixar bem abalada. A pesar de que eu sabia que ele só queria meu corpo, estava ficando meio chato torturar ele... E era nessas horas que eu me sentia uma vadia maior ainda, quando achava que devia dar pra ele.

P.O.V. Justin

Essa mulher... Essa mulher vai me enlouquecer. Eu quero ela. Eu quero ela loucamente, não consigo me controlar, eu quero tirar a roupa dela, arrancar com os dentes, lamber cada centímetro daquele corpo perfeito, quero encostar aqueles lábios perfeitos nos meus outra vez, quero possuí-la, quero sempre, todas as noites.

Mas não estava conseguindo fazer isso, toda vez que achava que estava conseguindo alguma coisa, ela sempre arranjava um jeito de me ter decepcionado. Eu já consegui todas as garotas do mundo, mas aquela mulher... Estava me levando à loucura. Quanto mais eu não conseguia, mas eu ficava doido de desejo, estou obsessivo, eu preciso daquela mulher nua.

Mas agora, estava me deixando fora do sério, estava começando a me sentir ferido, não mais agredido, não sei como ela conseguiu fazer isso, mas estava começando a querer implorar, estava abaixando a guarda, não conseguia mais lutar, eu só precisava daquilo urgente e ia acabar morrendo de necessidade.

E não sabia como agir, não sabia como ter humildade ou como parecer derrotado, mas sabia que também não ia adiantar nada ser rude com ela. E toda vez que a gente entrava numa sala nova, ela me distraía com o simples fato de estar no mesmo lugar que eu. Não conseguia dormir, pensar direito.

E era arrogante com ela sem querer, pelo simples fato de querer me proteger de mais uma rejeição.

E quando nós ficamos sozinhos pela primeira vez no dia, na hora do almoço. Eu jurava que queria mandar ela comer na sala dos empregados, estava me sentindo tão ofendido que queria ofendê-la, mas ao mesmo tempo, já tinha me rendido àquela situação.

– Vou trazer seu almoço, excelência.

Uma empregada, informou, indo até a cozinha. Vi Betty se mover educadamente séria para sair da sala:

– Vou fazer minha refeição, com licença.

E ia passar pela porta, era óbvio que já acreditava que eu ia manda-la fazer isso. Mas por mais que fosse difícil, eu fiz o que era preciso:

– Não, Betty. – parou antes de passar pela porta, e me encarou um pouco surpresa. Não olhei em seus olhos, abaixei a cabeça e respirei fundo, forçando-me a conseguir mostrar a minha educação quando odiava dá-la o prazer de saber que eu estava fazendo algo bom por ela. Estava envergonhado, talvez, por deixa-la comer comigo depois do que ela fez. – Pode almoçar aqui.

Dei o veredicto. Em seguida sentei-me à mesa, arrastando um pouco bruscamente a cadeira com nervosismo e me jogando em cima dela, sem nunca encará-la. Ficou dois minutos parada antes de vir se sentar ao meu lado, em silêncio, mas podia sentir o sorriso de lisonjeio escondido em seu rosto.

– Obrigada, senhor.

Levantei a cabeça quando percebi que tinha me chamado daquele jeito pela primeira vez sem ironia. Olhei para ela e ela sorria docemente agradecida, pela primeira vez eu tinha conseguido desarmar aquela durona.

A comida chegou, e foi posta na mesa na nossa frente. Me preparei para comer em silêncio e não fazer mais que minha obrigação. Mas havia uma voz na minha mente que incomodava meus pensamentos e que queria que eu dissesse alguma coisa. Talvez porque aquela era a oportunidade de resolver tudo. Deixar em pratos limpos aquilo de uma vez, confessar tudo.

– Olha, Betty, eu sinto muito por ter tentando insistir. Sei que isso é escolha sua, valeu? Agora eu não vou mais... – meu tom era franco, porém, nada amoroso. – Te perseguir. Vai ficar livre pra fazer o seu trabalho.

Aquelas últimas frases saíram secas de mais e falei de dentes cerrados, na realidade a minha mente dizia “Tomara que esteja feliz agora, vadia!”. Estava odiando me desculpar pra ela.

Ficou em silêncio como resposta, senti que ela parecia em dúvida, ou em conflito, continuou comendo, mas não parecia serena.

Ela tinha conseguido fazer com que eu desistisse, e o pior é que eu estava sendo obrigado a fazer isso, por meu próprio orgulho, não podia me rastejar por nenhuma mulher, não aceitava que podia fazer isso.

Depois do jantar, à noite, quando voltamos para o quarto, eu queria encarar aquele momento o mínimo possível. Entrei no quarto já folgando a gravata e desabotoando a camisa, não a dirigi nenhuma palavra.

A hipócrita como sempre, não fez nada, se direcionou para o seu canto de sempre, a sala de televisão.

Entrei no closet quando a ouvi o barulho da televisão que ela havia ligado. Suspirei, mas para minha surpresa, não demorou nem um minuto antes de eu ouvi-la desligando.

Dei de ombros e continuei me livrando daquele paletó, quando ouvi sua voz da porta do closet:

– Justin.

Chamou. Me virei e a vi, parecia desconcertada, tímida talvez? Me fitava com receio.

– O que foi?

Perguntei, já me alterando, pigarreei tentando acalmar meu tom de voz, era automático que eu me sentisse enraivado quando a via.

– Eu... Queria saber se amanhã de manhã eu não poderia trocar meu turno com outro guarda para treinar. Tenho direito à uma hora de lazer por semana e tinha esquecido.

Parecia se embolar nas próprias palavras, tímida e muito calma. Foi então que eu percebi o que ela estava tentando fazer e abri um sorriso perverso no rosto. A vadiazinha tinha se arrependido de ter me rejeitado e agora tava inventando alguma desculpa pra falar comigo e ver se eu tentava alguma coisa de novo.

Bufei para o lado, muito esperto, sacando a jogada. Ela continuou na porta, esperando minha resposta.

Me aproximei lentamente com olhar ferino pra cima dela e te olhando de cima, a peguei pelos dois ombros e a empurrei para a parede dentro do closet.

Estava encurralada agora, vamos ver quem é que manda.

– O que você quer, Justin? Achei que tinha desistido.

Ela acha que eu sou bobo mesmo, sua entonação não estava nada convincente e ela só não estava querendo admitir que tinha ido ali para me pegar.

– Você acha que eu não percebi que isso é só uma desculpa pra vir aqui e me fazer transar com você?

Disse baixo enquanto aproximava minha boca da dela e colava nossos quadris, passeava a mão suavemente na sua bunda e a sua pele deliciosa só me deixava mais ansioso. Sabia que devia rejeitar ela dessa vez, só pra me vingar, mas não era novidade que eu estava louco por ela e queria aquilo mais do que tudo. Apertei muito a bunda dele e ouvi ela prender um gemido na garganta. A bati contra a parede. Ouvi ela soltar a respiração quase como um gemido de prazer, seus olhos imploravam pra que eu continuasse.

– Então faça ter valido a pena.

Seu sussurro me provocou muito, levantei seus pés do chão e apertei meu corpo contra o dela, forçando nossos lábios a se encontrarem, te dei um beijo quente e violento, suas mãos sedentas já estavam na gola do meu paletó, me puxando vorazmente.

P.O.V. Betty

Aquele homem sabia como me deixar maluca, já tinha sua boca passeando pelo meu pescoço, sua mão apertava minha bunda, minhas mãos nos seus cabelos e a respiração descompassada, meu nível de prazer nas alturas.

Ajudei-o a tirar o paletó e a camisa social, Justin me prendia forçando seu cintura contra a minha na parede e com facilidade tirou minha blusa, um sorriso safado abriu no seu rosto quando meu viu de sutiã e arrastou sua boca no meu pescoço, minhas mãos foram tateando suas costas enquanto eu gemia ficando seu fôlego.

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Suas mãos me puxaram cautelosamente para longe da parede e me fez ficar de pé, beijando-o, quando abriu meu sutiã pela parte de trás.

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Desceu pelas minhas costas e enfiou a mão na minha bunda. Apertou bem forte antes de me erguer e me fazer envolver minhas pernas na sua cintura, assim pôde me levar até a cama.

Justin me levou pra cama e lá me jogou, caindo em cima de mim.

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Ali me beijou mais uma vez, violentamente, apertando com força minhas coxas e esfregando o volume da sua calça na minha calcinha. Levantei e sentei na cama, já não aguentando mais suas provocações, agarrei a sua calça e desabotoei o mais rápido que pude, beijando seu pescoço.

Caiu novamente em cima de mim, já na posição de encaixar seu membro na minha genital quando parou de fazer tudo e sorriu perverso pra mim.

– Antes vou te deixar louca...

Sussurrou, desceu até meus seios e ali lambeu, com as mãos na minha bunda, quando eu gritava alucinada entrelaçando os dedos em seus cabelos. E descendo ainda mais ele tirou minha calcinha, jogou longe, com as duas mãos abrindo minhas pernas ele afundou o rosto ali dentro.

Foi ali que eu dei os primeiros maiores gritos. Sua língua me estimulava, lambendo minha clitóris, seus lábios esfregavam nas paredes da minha vagina, minha respiração estava deritmada, os batimentos cardíacos acelerados. Não conseguia parar de gritar, ofegava o nome dele:

– Justin... – mordi meu lábio. — Justin...

Eu senti o orgasmo chegar, mas ele estava decidido a me torturar, parou bem na hora do clímax. Levantou com seu membro ereto e se pondo em cima de mim outra vez ele ameaçou a encaixar o membro, mas parou bem ali, com a cabeça lá dentro e o resto de fora, até ele estava louco pra introduzir, mas estava muito concentrado em me excitar o máximo que podia.

– Enfia essa porra aí dentro, Justin...!

Meu tom estava mais como uma ordem que um pedido, estava gemendo entredentes pra ele, rangendo ameaçadora. Ele sorria ofegante e ainda muito malicioso, adorando a brincadeira:

– Você quer? – perguntou, mordi o lábio, ele mexeu um pouco o pênis e parou de novo. Gritei, louca e torturada. Assenti pra ele desta vez implorando. Sorriu ainda mais. – Então pede, chama meu nome...

Sussurrou indo até meu ouvido, mordendo minha orelha.

– Chama...

Estimulou mais uma vez, num tom irresistível.

– Justin... – soltei o ar, baixinho, implorando, quase delirando. – Justin... Entra... Justin...

E o filho da puta entrou.

Soltei a respiração, quase morrendo de prazer naquele gemido descontrolado. Ele entrou já na velocidade média pelo menos, foi entrando e saindo bem gostoso, sentia aquele membro molhado dentro de mim e minhas unhas cravavam nas costas dele. Aquele homem era bom, era muito bom, era fantástico... Me fazia implorar um milhão de vezes pra que aumentasse a velocidade, só se dava por satisfeito quando me ouvia gritar bem alto.

Sentia as gotículas de suor, colavam meus cabelos no meu rosto, e as costas dele já estavam molhadas. Quando em fim cheguei ao ápice, mas pra quem pensa que ele me deixou de descansar, ele continuou entrando mesmo depois de eu gozar, entrou e saiu umas três vezes até ele gozar também, quando eu já berrava enlouquecida, ele tirou de lá, espirrando todo aquele sêmen na minha barriga.

Eu ofegava na cama, me remexendo e sentindo as cruéis ondas de prazer percorrendo meu corpo, os seios duros, as mãos apertando forte os lençóis da cama.

Justin olhava pra mim, ajoelhado com uma mão apoiada no colchão, ofegava com os cabelos grudados na testa e os olhos brilhando.

– Quer descansar...?

Sorriu de lado pra mim, quase se gabando por ser maravilhoso. Sorri bem de leve de volta e mordi o lábio, levantei e fiquei de quatro de frente pra ele, pronta pra ataca-lo. Meu corpo ainda estava palpitando com seus toques e eu ainda estava completamente excitada, então por que parar? A intenção era tirar meu atraso, não é mesmo?

– Acho que eu aguento outra.

E beijei uma vez só sua boca. Ele me encarou por breves segundos antes de sorrir pra mim safado.

– Você é mesmo muito resistente...

Riu-se admirado, com uma mão no meu cabelo e já descendo pro meu seio, cutucou o bico do meu seio uma vez, foi o bastante pra eu gemer e depois agarrar seu pescoço, montando no seu colo.

– Hã-han. – neguei rindo, maldosa. E de repente forcei o corpo dele pro lado, fazendo com que eu ficasse por cima.

Sentei na sua cintura, bem próxima do pênis dele, só pra pirraçar.

– Senta Betty...!

Ameaçou em tom crescente.

– Eu não recebo ordens na cama.

Mordi o lábio sendo safada. Suas mãos foram parar nas minhas coxas, ele apertou forte, com nervosismo.

– Agora.

Continuou mandando.

– Pede.

– Por favor...!

Grunhiu irritado.

– Sendo doce.

– Por favor, Betty, por favor...

Em fim começou a implorar, desesperado, do jeito que eu queria.

– Assim é melhor.

Falei ao encaixar.

Ele gemeu pra dentro, quando eu aumentava o prazer, sentando e rebolando no pau dele. Meu cabelo já estava colado nas minhas costas suadas quando gozei. Em seguida ele ejaculou.

Deitei a cabeça no peito dele e respirei fundo o seu cheiro. Fechei os olhos, exausta, e quando percebi já tinha adormecido. Sua voz ecoava no meu ouvido:

– Você é incrível, gostosa...



Notas finais
Gostaram? Finalmente ela cedeu né?
Sei que vcs estavam esperando por isso, pervertidas kkk Pior eu q escrevi, fazer o quê;
Mas n aceito voltar de 20 dias em outro país e vcs n comentarem. Para né. Vai mais embaixo e fala qualquer coisa, mas fala.
Beijocas, Anonymous girl writer s2.