Naked
3 Será que dá pra se escafeder do meu mundo?
Notas iniciais
Ah sim, eu dei uma entrevista pra um blog de autores de fics e falei um pouco sobre as minhas fics e o livro q publiquei, quem quiser dar uma olhada e até se inscrever pra ser entrevistado, olha o link>> http://entrevistafanfiction.blogspot.com.br/2012/05/entrevista-mandy-vas-amanda.html#more
Ah, e tbm viram a capa nova? A outra achei mais bonita, mas é q eu pedi uma capa em dois blogs de design e acabou q as duas fizeram e quando fui perceber, tbm tinha pedido pra uma designer particular pra fazer uma pra mim pq os sites tavam atrasados à semanas e eu fiquei super desesperada, daí acabou q to com 3 capas da fic xD Aí vou ficar revezando pra dar prestigio ao trabalho de todas, né.
Só isso, espero que gostem do capítulo.
Beijocas, Anonymous girl writer s2.
P.O.V. Justin
Ainda bem que já tinha me livrado daquela vadia incompetente. Os guardas federais vão recrutar um guarda masculino pra mim e essa noite, eu tenho que estar completamente impecável para aquele evento.
Era uma reunião com o ministro do parlamento alemão, seria mais ou menos um jantar num salão presidencial fora da Casa Branca, e lá estariam não só ele, mas vários outros líderes mundiais, que se eu quisesse ter como aliados, precisava cativar. E isso era algo que eu conseguia fazer muito bem.
Examinei meu reflexo no espelho para ter certeza de que o smoking estava perfeitamente emoldurado no meu corpo, tinha que mostrar segurança se quisesse surpreender os caras, a final, muitos deles devem achar que eu sou só um garoto de 22 anos aventureiro na carreira política. Mas eu tinha metas e queria cumpri-las e sei que ia ganhar aqueles velhotes direitinho, pois eu conhecia muito da arte de bajular, era tudo que eu precisava saber.
Passei pela minha sala de estar e fui até a porta, preparado para a festa. Uma das vantagens de ser quem eu sou é que meu quarto é praticamente um domicílio particular. Começa com a cama, depois tenho um vão para assistir televisão, ler, um banheiro luxuoso, tudo só para mim.
Saí do quarto e meus seguranças estavam me esperando no corredor.
– Pronto, excelência?
Se certificaram. Eu respirei fundo, e sorrindo respondi concreto:
– Prontíssimo.
Segui meu caminho e eles me seguiram, um em cada lado. Depois de entrar na minha limusine blindada, eu estava no salão de reuniões governamentais. Um prédio antigo, com estátuas e escadas de mármore na entrada, mais adiante a porta repleta de policiais. Passei pelo tapete vermelho que caía sobre as escadas e entrei no salão.
– Boa noite, Mr. Bieber.
O recepcionista saudou-me na entrada. Fiz um cumprimento respeitoso com a cabeça e indo em frente me deparei com o salão amplo que se estendia bem à minha frente. O teto era de vidro, e o ambiente era iluminado por um lustre gigantesco de cristal. Bares ao lado direito servindo drinques e mais adiante uma mesa extensa de quase vinte e quatro cadeiras. Ao meu redor, uma música clássica e as pessoas mais poderosas do mundo transitando acompanhados de seus intérpretes e seguranças particulares.
Ao me virem, começaram a se apresentar. Fui convidativo e sorri para todos. Nós conversamos, eles me parabenizaram pelo ganho da eleição, tomamos um drinque. E enquanto isso, fiz questão de pautar todas as qualidades dos seus países para encher bem o ego deles, porque sei que é assim que conquistamos esses velhotes, finjo me sentir aprendiz deles e admirar seu trabalho, estar querendo aprender... Tudo para dar a acreditar que sou um líder humilde e confiante, vou tirar de letra.
De repente houve um estrondo. Gritos de pessoas e tiros em sequência. Ao olharmos em volta, num piscar de olhos estávamos cercados de mulçumanos segurando metralhadoras e apontando para nós.
Nossos guardas nos cercaram para nos defender e posicionaram suas armas, mas antes de qualquer coisa, houve um tiroteio. Meu coração balançou e meu sangue gelou no meio daqueles sons de tiros. Alguns agentes começaram a aparecer para me proteger e me levarem para outro lugar, os segui, tentando me esconder o máximo do alcance das balas.
Alguns policiais começaram a morrer, assim como alguns muçulmanos, mas os que sobraram começaram a me procurar e se aproximar de onde eu estava, os meu guardas me cercaram sem deixar que eles me ameaçassem e ocorreu a troca de tiros, um deles me levou para um canto e me mandou me agachar atrás de um balcão e me esconder. Fiquei encolhido assistindo o tiroteio com o coração na mão.
Havia sangue e gritaria, os demais líderes também estavam sendo protegidos por seus guardas federais. Fechei os olhos e tentei respirar fundo, pois sentia meu sangue queimar nas veias de tanto medo.
E de repente, um ruído bem próximo do meu ouvido me estarreceu. Abri os olhos lentamente, tentando ao máximo atrasar o que sabia que veria. Mas quando abri completamente os olhos, era exatamente a visão que imaginei. Uma metralhadora apontada no meu nariz, e os olhos sádicos do sudanês que a apontava para mim.
Minhas veias pulsavam e eu suava frio.
– E o que pensa agorra, hein? – me ameaçava. – Vou estourrar seus miolos e você nunca vai ter seu rostinho lindo de novo!
E riu sombrio e hipócrita.
Então era isso. Engoli o seco, fechei os olhos, e tinha certeza de que ia ser meu fim, um terrível fim que eu nunca desejei em ter, talvez fosse a hora de eu pagar meus pecados... Ouvi ele carregar a metralhadora, os demais agentes apontavam as armas para o terrorista, tentando fazer um acordo, e minha única esperança era que haviam mais policiais chegando no local, e talvez eles pudessem surpreendê-lo e salvar minha vida.
– Calma, senhor! Vamos fazer um acordo! Nossas nações não são inimigas, portanto tem que poupar a vida do nosso presidente, pois se ele morrer, haverá retorno!
Um deles tentava negociar minha cabeça. Eu olhava para os lados e nunca suei tanto em toda minha vida.
– Semprre houve retorrno!
Ele riu, sádico e voltou a apontar a metralhadora para mim quando um vulto apareceu do nada e o nocauteou.
Alguém pulou em cima dele, com um só golpe, conseguiu montar as pernas no seu pescoço e com força, jogá-lo no chão. Ao cair ele apertou o gatilho e deu vários tiros no teto. Foi minha chance de correr para perto dos agentes e me esconder. Ainda olhei mais para a pessoa que lutava com o terrorista até me dar conta de que era uma mulher.
O terrorista, depois de ter sido jogado no chão, perdeu sua arma, pois ela chutou com força seu braço e ela caiu longe, se arrastando no chão, mas ele ainda foi hábil e levantou-se, tirando uma faca das roupas e a ameaçando, tentou a golpear, mas ela desviou habilidosamente se curvando para o lado oposto em que ele tentava a atingir.
E rapidamente conseguiu pegar o braço dele, e torcer até as costas, fazendo-o gritar de dor e soltar a faca.
Ficava assistindo boquiaberto a luta, sem acreditar, enquanto os policiais começavam a invadir o local e ajudar os demais políticos a evacuarem o local e a capturar os demais sudaneses.
A mulher, estava de costas e um pouco mais adiante, então não podia ver seu rosto, mas logo em seguida ela deu uma joelhada forte na sua coluna e envolveu seu antebraço no seu pescoço, o forçando com a outra mão e o sufocando. Em seguida, tirou uma arma das calças e colocou na sua cabeça.
Ouvia seus berros grosseiros:
– Diga o nome! – exigia. O homem implorava para que ela o soltasse em diversas línguas e perdia o ar de novo. – Quem mandou você aqui!
– Nunca...!
De repente ele respondeu num fio de voz. O que fez ela apertar ainda mais seu pescoço e depois de dois segundos, com o ar raro do sujeito que se remexia já ficando roxo sem respirar, o largar no chão, morto.
Um chefe da guarda federal se aproximou de mim e me tirou da transe, eu não conseguia parar de encarar aquela cena, impressionado.
– Excelência, o senhor se feriu?
Me virei, o olhando ainda um pouco perdido e alarmado.
– Não. Graças àquela mulher!
Apontei, assustado pra ela. De repente ela se virou. Eu só conseguia ver seu cabelo negro por cima do rosto e seu corpo delicioso se movimentando enquanto brigava, mas ao se virar, pude ver seu rosto e quase morri de susto.
– É a agente Homanov. — O chefe disse, sorrindo um pouco, e eu só conseguia fita-la se aproximando, sem palavras. Pisquei uma, duas vezes, mas a visão não desapareceu, eu não estava tendo uma alucinação. Aquela puta gostosa tinha acabado de matar um cara com uma metralhadora. – Ela soube do ataque, estava deixando a base, mas resolveu vir ajudar.
Quando ela chegou mais perto, pode ver claramente o seu sorriso de superioridade escancarado em seu rosto. Ela andava rebolando, cheia de atitude e graciosidade e me desafiava com o olhar. Não precisava dizer nada para que eu soubesse o que estava pensando: “Parece que eu posso te salvar de um terrorista, sim, galãzinho...!”.
– Parabéns, Homanov.
O chefe tirou uma das mãos de sua metralhadora para cumprimenta-la. Ela aceitou e deu um sorriso mínimo de agradecimento.
– Obrigada.
Voltou a me encarar, enquanto eu ainda não sabia bem como agir.
Eu não queria agradecer, ainda estava com uma puta raiva daquela vagabunda por ter tirado uma com a minha cara, mas de fato, se não fosse ela, eu não estaria mais respirando agora.
Peguei o ar e franzi o cenho, procurando as palavras corretas:
– Obrigada... – disse-lhe, desviando o olhar dos seus olhos à todo momento, ainda orgulhoso. – Por ter salvado minha vida, Homanov.
Vi seu sorriso expandir-se, estava adorando fazer eu me humilhar.
– Por nada, é meu trabalho.
Afirmou num tom esperto.
– Senhor Bieber. – Alguém atrás de mim me chamou. Me virei e vi o Bolton chegando. – Acho que depois dessa deveria reconsiderar a sugestão que ela seja sua guarda particular, não?
Puxei o ar. Pois é. Nenhum daqueles incompetentes conseguiram ser eficazes o suficiente para me salvarem, e ela resolveu o problema em dois minutos. Querendo ou não, eu ia ter que contratar aquela biscate.
Virei-me para ela, estava de braços cruzados me provocando, sorria maliciosa esperando minha reação. Arfei o ar, irritado comigo mesmo. Ela estava me enraivando cada vez mais, uma das coisas que eu odeio é admitir meu erro e era exatamente isso que ela estava fazendo, detesto voltar atrás, detesto ter que ir por cima do meu orgulho.
– Bem-vinda, agente Homanov.
Decretei, sério e à contragosto e logo desviei o olhar. Ela sorriu cheia de contentamento e com o ego inflado agradeceu, falsamente grata:
– Será um prazer, excelência.
Triunfante na frente dos outros caras. Argh.
Saí dali bem na frente dela, fomos em carros separados, o tempo que eu pudesse ficar afastado dela eu ficaria, queria evitar o máximo ter que conviver com aquela puta, e agora que teria de ter ela atrás de mim seguindo todos os meus passos como uma sombra, qualquer oportunidade que tivesse que pudesse me livrar dela eu usufruiria.
Um grupo de investigação foi para o salão de reuniões e guardas federais cercaram todo o local para não dar chance da imprensa trazer uma repercussão. Era tudo que eu menos queria no início do meu poder, e exatamente o que ganhei, mas que onda de azar...
Desci na casa branca. Só queria ouvir falar daquele ataque amanhã, depois que estiver descansado e disposto para trabalhar, aquela noite estava exausto e sem mínima condição de ouvir mais nada sobre isso, estava abusando meu juízo. Os sons dos tiros e a visão daquele mulçumano com a metralhadora no meu rosto, as batidas do meu coração que podia ouvir pulsar nos meus ouvidos... Aquelas imagens continuavam na minha cabeça, fazendo-a latejar.
Segui para dentro e notei a Betty me seguindo junto com os demais seguranças pelos corredores. Iria direto para cama, não queria interrupções.
Logo que entrei no corredor do meu quarto presidencial, aconteceu tudo que eu não queria. Kate, minha secretária estava lá, e queria falar comigo.
– Com licença, senhor...
Ela me abordou, mas eu intervi antes:
– Por favor, Mrs. Harbor, dispense as informações essa noite, amanhã, você....
– Não é isso, Mr. Bieber, a sua mãe, ela...
– Minha mãe...?
Me assustei quando ela a mencionou, e assim que olhei para o outro lado, fui atacado por ela. Minha mãe me afagou num abraço apertado que quase me deixou sem ar e disparou a falar:
– Ai meu filho, ainda bem que eu voltei de Paris a tempo! – dizia aliviada. – Você esconde as coisas de mim! – e me soltou, para me repreender me encarando nos olhos. – Liguei pra você, mas sempre quem atendiam eram suas secretárias, servidores, funcionários... Sempre dizendo que estava tudo bem, quando resolvi chegar de surpresa descubro que quase foi morto, duas vezes!
Eu pigarreei, tentando não ver como as pessoas estavam me fitando ao meu redor, enrubesci. Minha mãe tinha que sempre me tratar como um bebê? Não sabe que agora sou um republicano de maior cargo?
– Escuta, mãe, já está tudo bem, você não tem que se preocupar com essas coisas, são ossos do ofício e...
Antes que eu terminasse, ela mudou de foco e abordou Betty, que estava atrás de mim:
– Ah, você deve ser a Betty! Me falaram de você! Você salvou o meu filho, não foi?
Eu escondi meu rosto com as mãos, não queria nem ver a cara de orgulhosa que a Betty ia estampar no rosto depois disso. Respirei densamente várias vezes, tentando ficar calmo.
Betty inclinou a cabeça para o lado, ao dizer:
– Basicamente.
Fazendo pouco caso do seu sucesso, sempre se gabando.
– Muito obrigada! – minha mãe disse-lhe emocionada. – Fico feliz que vá cuidar dele, ótimo trabalho.
– Não há de quê.
E deu um sorriso amarelo.
– Mãe...! — Interditei-a, chamando-lhe atenção já impaciente. – Se me permite, já estou bem, então vou pro meu quarto, tudo bem? Amanhã você me conta como foi a viagem.
– Ah, claro filho.
Concordou, e antes de entrar, fui surpreendido por seu beijo no meu rosto. Revirei os olhos e me joguei para dentro do quarto.
Andei rápido até meu closet e comecei a afrouxar a gravata para me livrar daquele terno e cair num sono profundo, apressado para esquecer de tudo aquilo.
Suspirei, aproveitando o sossego do meu quarto vazio, minha única hora do dia sem ninguém fardado me rondando. Agora era só eu e meu colchão de um milhão de dólares...
– A sua mãe é uma fofa.
De repente aquela voz me despertou. Quase tive um ataque cardíaco e ao me virar para o lado vi Betty de braços cruzados perto da porta. O que ela estava fazendo ali? O limite de irritação que ela estava provocando em mim estava quase chegando ao ápice... Garota atrevida, estava se metendo em tudo e ainda queria invadir meu quarto, e minha paz e sossego.
– O que você está fazendo aqui?
Indaguei, zangado.
– Só seguindo ordens. – se rendeu, falsamente inocente. – Me mandaram dormir no seu quarto... – começou a transitar pelo quarto e examinar as coisas que encontrava. – Já que os guardas do corredor não foram o bastante para conter a invasão do sudanês maluco, eu fui encarregada de te vigiar o tempo todo, vinte e quatro horas por dia.
E ergueu uma sobrancelha, sempre sarcástica.
Fiquei imóvel, meu sangue gelou nas veias. Meu corpo ficou todo vermelho e senti uma raiva começar a correr dentro de mim e aumentar... Cerrei os punhos e os dentes, e fechei os olhos bem apertados, respirando fundo antes que explodisse.
Aquela mulher estava me tirando do sério, estava tirando meus direitos de todas as formas possíveis e fazendo isso como se fosse uma brincadeira. Me deixando desarmado, logo eu, que sempre tive todas as armas nas mãos. Não estava gostando nada daquilo, nada mesmo.
– Mas quem é que dá ordens aqui? – grunhi. – Será que não posso nem mais ter minha privacidade?
– E o que você esperava? – ela riu, zombeteira. – Só porque é presidente não quer dizer que não tenha que obedecer algumas ordens. E elas são pra sua própria segurança, senhor.
Sempre que se referia à mim de um jeito respeitoso ela fazia gozação, não tinha mesmo o mínimo de martírio.
– E como eles esperam que façamos isso? Onde você vai dormir?
– No seu sofá ortopédico de um milhão de dólares.
E andou cheia de molejo para sentar-se no meu sofá.
– Nem pensar. – neguei, cuspindo com desprezo. – Você vai gastar, ele é só meu.
Foi daí que ela soltou uma gargalhada.
– Mas como você é fresco...!
Admirou-se. Eu bufei para o lado e a ignorei, não ia ficar gastando minha paciência com aquela qualquer.
Fechei a porta do closet pra me trocar, já que tinha perdido completamente minha privacidade. Tirei a camisa e vesti só uma calça de pijama.
Saí do closet e ela assistia televisão, preguiçosamente deitada no sofá, folgada.
– Mas quem mandou ligar a tv?
Indaguei, incrédulo.
– Eu quis, ué.
– Escuta, esse quarto é meu, não pode ficar fazendo o que quiser aqui.
– Ah, é? Então da próxima vez eu deixo o mulçumano te matar.
E recostou-se no sofá, ainda mais relaxada. Baforei impacientemente, não queria aceitar que ela ficasse no meu quarto e manipulasse minha vida desse jeito. Eu sou Justin Bieber, eu sempre decido as coisas por mim, e pelos outros e ela simplesmente queria chegar ali e fazer o que queria, quando queria, sem deixar que eu ditasse as regras e impusesse minha autoridade.
Eu simplesmente mudei de direção e fui direto pra cama, e ao meu deitar, dei uma checada discreta na imagem dela no sofá. Com aquele corpo escultural moldado onde sentava. Daria tudo pra ter só uma noite com ela gritando de prazer loucamente.
Talvez fosse isso que me aborrecesse mais, o fato de saber que ela não me queria, e que tinha simplesmente debochado do meu desejo, assim, sem mais nem menos, me rejeitou.
Mas analisando o corpo dela outra vez, sentia tanto tesão que talvez devesse fazer mais tentativas:
– Você podia ter aberto as pernas pra mim, agora pelo menos poderia dormir comigo na cama e não no sofá.
Investi, fingindo fazer pouco caso do que ela fosse responder.
– Tive um treinamento de artes marciais ninjas e tive de dormir durante uma semana num chão de mármore sem me mexer para dar resistência à minha coluna vertebral. Esse sofá não é nada de mais, ainda é ortopédico.
Deu de ombros, de novo com desdém ao meu convite ameno ao sexo. Puta que pariu.
– Então curta seu sofá.
Acabei desistindo, por hoje.
– Boa noite, lindinho.
Desejou, sendo irônica.
Me deitei e dormi. Ela ainda ficou assistindo televisão por mais um tempo.
Já tarde da noite, quando desligou a tv, acabou me despertando, fiquei com os olhos semicerrados e vi ela passando pelo quarto. Foi até sua mala e tirou uma blusa e um short de dormir. E quando menos esperei, ela tirou a blusa que estava vestindo. Não sei bem o que senti, aqueles peitos de fora, perfeitos e depois quando ela desceu as calças e ficou só de calcinha exibindo aquela bundinha linda. Mordi o lábio e me forcei a ficar quieto quando meu nível de tesão já estava nas alturas. Em seguida assisti ela vestir a roupa de dormir. Quando se virou, eu fechei os olhos rapidamente e fingi ainda estar em sono profundo.
Ah... Mas que gostosa, puta que pariu. Tudo bem ela me rejeitar, mas ainda ficar por aí exibindo esse corpo delicioso sem me deixar tocar nele é de mais.
Notas finais
Beijocas, Anonymous girl writer s2.
Fale com o autor