Mystery, Dear Mystery

21 Special Mystery – Minhas Memórias Natalinas 3/3


Notas iniciais
C'mon, c'mon, with everything falling down around me / I'd like to believe in all the possibilities... Eu estou misteriosamente feliz. Sério. Sabe quando você quer falar tudo, mas ao mesmo tempo não quer falar nada? Me sinto assim. Sério, eu estou muito estranha, hahahahaha. Cheguei cantando mais uma música que me lembra PJO. Tenho que me tratar porque senão daqui a pouco eu vou acabar cantando Soldatino (Nico's Lullaby), que foi feita só pro Nico. E aí saberemos que a porra está séria, hahahahaha. Eu gostei muito de escrever esse capítulo e eu nunca vou saber explicar porque. Foi divertido, dei umas boas risadas, hahahahaha. Enjoy! Mel. P.S: JÁ SEI O QUE HOUVE COMIGO. Foi a foto do Logan sem camisa que eu vi hoje de manhã, deve ter mexido com meus neurônios.

Narração por: Nick Trent

Depois de mais alguns palavrões da parte de Lucy, mesmo que de má vontade James acabou abraçando a todos nós e desejando um feliz Natal. O bom humor forçado de James durou pouco tempo, pois pouco depois ele já estava nos mandando abrir os malditos presentes logo.

Eu recebi presentes de todos, menos de James. Você leu certo, Diamont me presenteou com papel queimado. Ela não disse em voz alta, mas o olhar duro dela me dizia que aquele papel era do incêndio. Riley me deu um treco bem... Inesperado. Era um revólver calibre 38. Dizendo ele "um calibre 38 pode ser tão útil quanto um calibre 50, dependendo da situação em que você está". Bela filosofia, não? Megan me deu... Rufem os tambores! (Tambores rufando!) Um livro! “A Última Música”, de Nicholas Sparks. Lucy me deu um IPhone 4 que, dizendo ela, “custou o olho da cara e é melhor que você seja grato pelo resto da sua vida” provando o quão é delicada.

Nós comemos – James na verdade enfiou a cara na comida, mas pularemos esse detalhe – o peru e tomamos vinho, o suficiente para mantermos a sanidade. Eu não fazia a mínima ideia de quem tinha cozinhado, mas eu nem me preocupei em descobrir quem foi. Brindamos como se James e Diamont não fossem assassinos, e rimos muito. Parecia anormal, mas normal. Dá para entender? É, eu sei.

A questão é que eu queria acabar com aquilo logo... Digo, a parte de comer (talvez eu não estivesse tão sóbrio assim), porque... Bem...

Eu comprei um presente para a assassina psicótica. Um presente que não cabia dentro do chalé, por ser muito pequeno. E eu não queria que os outros soubessem que eu estava comprando um presente para ela. Seria razoavel e inteiramente estranho.

Todos terminamos de comer e cada um foi para o seu canto. Riley e Megan foram ler um livro. James e Lucy foram fazer não sei o que no celular – olhe o quanto têm em comum. Diamont estava com aquela cara de “um dia, o tédio ainda me consome”. Ambos estávamos sentados no chão, e quando percebi que os outros estavam ocupados demais para reparar em nós, decidi deslizar para perto dela. Diamont tirou o olhar do teto e olhou bem para mim, bem devagar. Dei um sorrisinho de canto e, para variar, ela ergueu as sobrancelhas.

– O que você quer?

– Que você vá lá fora comigo.

Só depois que ela arregalou os olhos e se afastou de mim como se eu fosse um animal asqueroso, eu fui perceber o que eu disse.

– Não... Não no mau sentido! Sua pervertida! – me aproximei novamente. – Eu quero te mostrar uma coisa.

A sobrancelha erguida dela provava que ela não estava confiando muito em mim.

– Eu juro.

– Jure pela sua vida.

– Eu juro pela minha vida.

Era incrível como ela conseguia continuar desconfiada, mesmo que eu tenha jurado pela minha vida.

Após nos levantarmos, fiquei um tempo olhando para os meus amigos. Ou eles estavam muito concetrados no que estavam fazendo, com Megan e Riley, ou estavam mesmo morrendo de tédio, como Lucy e James. Eu tinha pensado que eles não estavam reparando em nós, mas nunca pensei que era tanto. Ou talvez estivessem só fingindo. Nos observando com a mente, não com o olhar. Hum... Não, as mentes deles estavam suficientemente ocupadas.

Diamont estralou os dedos na frente dos meus olhos para que eu voltasse a realidade.

– Rápido, Trent. Tempo é ouro, já ouviu esse ditado?

Me segurei para não dar um sorriso sarcástico e fiz sinal para que ela me seguisse. Nós saímos do chalé e demos de cara com o silêncio da escuridão. Nem mesmo os grilos cantavam graças ao frio congelante do inverno americano. Chequei o medidor de temperatura do meu celular. Quatro abaixo de zero.

– Ainda vai fazer hora? – apressou Diamont, com as mãos enluvadas nos bolsos do casaco grosso e batendo os pés na neve.

Fiquei em silêncio por dois minutos antes de responder.

– Eu só estava... Só estava pensando.

– Legal, você já pensou, agora, podemos apressar isso?

Dei um último olhar para a floresta cheia de neve e dei meia volta.

– Siga-me.

Nós demos a volta no chalé e usei a lanterna do celular quando percebi que lá estava bem mais escuro do que quando nós chegamos. As árvores e o chalé não deixavam que a luz entrasse naquela área. O que antes era uma sombra agora era nada além que escuridão... Até que eu iluminei tudo com a lanterna.

Os olhos de Diamont quase saltaram das órbitas quando ela viu.

Ele tinha custado caro. E também era grande, foi um sacrificio colocá-lo ali sem que ninguém visse – devo essa ao meu amigo Jimmy da fed-ex – e não reparasse nele depois. Foi difícil encontrar um bonito o suficiente que não tivesse uma calda enorme, mas aquele era sob medida. Estava perfeito lá naquelas sombras, tinha até uma aparência mística.

O piano negro chegava a gritar: EU SOU DEMAIS!

Os olhos de Diamont brilhavam. Ela quase pulou por cima de mim, se debruçou sobre o piano e começou a... Tocar?!

É, ela estava tocando. Eu não sabia que música era, só sabia que... O.k, eu sou uma merda quando o assunto é clássica. Eu não vejo nenhuma, nenhuma diferença de uma música para outra. E eu não sabia explicar, mas eu gostava do que ela tocava. Parecia igual a todas as outras músicas que eu já tinha ouvido sair de um piano, mas diferente – tinha intensidade. Emoção. O.k, você deve me achar um maluco que está falando um bando de palavras sem sentido, mas a música de Diamont era inexplicável.

Ela tocou por mais dois segundos antes de parar de súbito e olhar para mim. Ela me encarou por uns cinco segundos antes de cair na risada. Eu devia estar com uma cara muito boba, porque ela ria como se eu fosse a pessoa mais engraçada que ela já conheceu.

– Surpreso, Nicholas? Achou mesmo que nem piano eu sabia tocar? – ela bufou. – Você é ridículo.

Opa! Pára aí! Ela ainda não sacou que o piano é dela? Hum... É, eu vou tirar proveito disso.

– Eu sou ridículo? Não fui eu quem passou por cima de alguém e começou a tocar feito uma maníaca, sabe... – comentei naquele meu tom de “só por comentar mesmo”.

Ela me lançou aquele olhar frequente de “Cala a merda da boca ou abrí-la vai ser a última coisa que você vai fazer”

– Isso não faz de você menos ridículo, Trent. – acrescentou. – E sabe o que mais te torna ridículo? Essa sua ignorância. Não é só porque eu sou assassina que eu não sei tocar piano.

– Ah, claro. Na próxima, assim que conhecer uma vou perguntar se ela toca clássica. Serão belas palavras antes de ter a mandíbula atravessada por uma bala. – momento declaração de amor: SARCASMO, EU TE AMO!

Eu pensei que ela fosse me dar um soco na minha cara, mas ela fez uma das coisas que eu menos esperava. (Não, ela não me beijou igual a Annabeth faz com o Percy, tipo, GRAÇAS A DEUS!) Ela fez bico, se virou e voltou a tocar.

Ela estava tocando com mais força, como se esitvesse com raiva das telcas ou algo assim. A melodia já não era mais suave e sim urgente. Ao menos era o que parecia, porque eu realmente não entendo nada de clássica.

– Opa, calma aí, o stress! Vê se não quebra as teclas do piano.

– Se eu quebrá-las, vai ser para matar você por asfixia, colocando todas de uma vez na sua garganta.

– Quanta violência...

– Se me interromper de novo, vai sentí-las descendo pela sua guela.

Eu ia interromper, mas Diamont ergueu a sobrancelha em desafio e eu fiquei calado. Não queria assinar minha carta de morte tão cedo.

Ela continuou tocando a mesma música, agora do início, suavemente. Um sorriso estranho – digo, ninguém nunca a via sorrindo se não fosse por sarcasmo ou ironia – brotava na sua face de vez em quando, como se a letra da música fosse engraçada ou algo assim.

– O que é engraçado?

Ela parou na mesma hora.

– Engraçado? Você é mesmo um acéfalo, hein?! Pessoas não sorriem só porque algo é engraçado, Nick. Pode ser um bom momento. Algo que ela não possa explicar por que lhe deu motivos para sorrir. Você não é um todo poderoso para perguntar uma coisa dessas para qualquer pessoa, quanto mais para mim. – ela sacou um canivete.

– Eu vou morrer?

Ela riu com o medo em minha voz.

– Não. Mas vai se não calar a boca.

Diamont continuou tocando a música de onde parou, calmamente. Fiquei me perguntando se seria seguro perguntar a ela que música era. Tipo, ela era fã de clássica, e eu tinha medo que se não reconhecesse uma das sinfonias de Beethoven, Mozart ou de alguém desse grupo aí, ela acabasse me matando por ser um segurança desreispeitador a música. Então... Digamos que eu estava meio receoso em arriscar minha vida de tal forma. (Palavras difíceis. Calma eminente. Hum, frase muito Riley)

– Ahn... Posso te perguntar uma coisa? E você jura não me matar?

– Desembuche.

– Ahn... Que música é?

Fechei meus olhos pronto para sentir uma faca em minha garganta, mas ela nem ao menos parou de tocar.

Seven Devils. Florence And The Machine.

Ufa. Ela não me matou! É um milagre! Vamos festejar!

– Ah, tá. – inteligentíssimo de sua parte, Nicholas. Sério, digno de você.

– Legal.

Ela continuou tocando, e tocando, e tocando. Me perguntei por vários minutos o quê, exatamente, eu estava fazendo ali. Então um sorriso veio ao meu rosto com a ideia que eu tive.

– Pelo visto, você gostou do seu piano.

Diamont congelou, ficou pálida e começou a suar. Parecia que ela ia ter um treco.

– Diamont? Ainda está viva?

Minha pergunta parecia ter trazido parte dela a realidade. Só parte, porque a outra estava gaguejando coisas sem sentido – ou como diria Riley, inteligíveis.

– M-meu? Esse piano é meu?

– Meu é que não é. Desculpe aí por isso, mas eu realmente odeio clássica. Não me mate. – acrescentei rapidamente.

– Espera, deixa eu ver se eu entendi. Você está me presenteando... Com um piano?

– Exatamente, gênio.

Ela teria me matado se não fosse pelo piano. Obrigado, piano.

– Por quê?! – ela aparentemente não conseguia entender. Sua voz estava aguda.

Eu ri.

– Porque sim, cara!

– Porque sim não é resposta!

– Continue, mamãe.

– Cale a boca! – ela soltou uma risada curta.

Nós ficamos em um silêncio desconfortável.

– Foi mal... Quer dizer, eu não duvidava que você conseguia tocar piano.

Diamont ergueu as sobrancelhas e me encarou.

– Eu... Gosto de pianos. Tipo, bastante. Eu tinha uma coleção antes de...

A voz dela morreu e meu estômago deu um giro 360º. Remorso. O que estava acontecendo comigo?!

Eu não sabia o que dizer. Simplesmente fiquei em silêncio, como o grande idiota que sou.

– Posso te mostrar uma coisa?

Balancei a cabeça relutantemente, em confirmação.

Diamont me lançou um olhar penetrante e fiquei com medo que ela fosse me mostrar era como você poderia morrer via olhar. Um medo irracional, eu sei. Mas o que aconteceu foi... Bizarro? Estranho? Hum, pense em sinônimos para essas palavras e você entenderá do que estou falando. Ela me tocou.

Eu já não estava ali e sim em uma sala lustrosa, em que uma garotinha de uns cinco anos tentava tocar piano, e parecia frustrada. Provavelmente estava só acertando algumas teclas. Mas eu sabia quem ela era – cabelo loiro, olhos azuis, duros e frios. Uma versão infantil de Diamont.

Ela tocava o piano devagar, sempre as mesmas teclas e sua frustração só aumentava. Eu não sabia quais ela estava errando, mas sabia o que ela estava sentindo. Era como tentar várias vezes andar de bicicleta e cair em todas elas. Diamont parecia estar se controlando muito para não arrancar fora todas as teclas do piano e tacar na parede.

– Você está melhorando. – elogiou um garoto loiro que aparecera. Ele parecia ser bem mais velho que ela, mas isso não o impedia de ser bastante parecido. – Só ter mais... Calma.

– Calma?! Isso é tão frustrante...

– Mas muito bom. – acrescentou o garoto.

– Sim. – Diamont sorriu.

Ela voltou a tocar bem devagar, como se estivesse se acalmado. Ela continuou repetindo as mesmas notas, ainda parecendo frustrada, porém não irritada. O garoto ficou por lá, até que uma mulher loira estranha – e com estranha digo, do tipo que faz com que você pense que ela é o próprio demônio só de olhar – apareceu na sala.

– JAMES! – rugiu. – AINDA NÃO ESTÁ PRONTO?

– Eu não vou, mãe. – James respondeu... Mas aquele não podia ser o James Lerman. O James Lerman era moreno dos cabelos e não era daquele jeito.

– É uma ópera, francamente! – ela o pegou pela roupa e literalmente o arrastou. – E você, se ousar sair dessa casa, vai ver. Seu pai, sua irmã, seu irmão e eu vamos à ópera e se você aprontar alguma coisa, mocinha... Nem queira saber o que acontecerá com você. – ela encarou Diamont. – Saia de perto desse piano.

– Mas...

– Saia. Agora.

Sem opções, Diamont obedeceu. Se levantou e se distanciou do piano. A mulher se abaixou e a encarou nos olhos, de modo que Diamont pudesse fazer o mesmo. Aquele é um velho truque. Você com certeza desafiaria alguém que ostentasse o olhar em você daquela forma. Com Diamont não foi diferente.

A cena era nojenta demais para ser descrita. James tentava impedir inutilmente que a mulher espancasse a Diamont criança com toda força.

E de repente eu estava lá. Exatamente onde estávamos, atrás do chalé.

– O que foi isso?! – perguntei.

– Não vê? Aquela era a minha mãe. Me bater fazia parte das diversões dela.

Eu não conseguia entender como alguém seria capaz de espancar uma criança, principalmente uma criança inocente – mesmo que assassina – que estava apenas tocando piano. Era repugnante. E, diferente dos meus pensamentos que estavam a mil, minha boca se recusava a abrir. Eu não tinha fala.

– É comum membros de organizações secretas terem um passado difícil. Eu não fui uma exceção. – ela me encarou. – E você, Trent? O que você era?

Eu abri a minha boca, mas a fechei depois. Eu não tinha o que dizer a ela.

Mas então eu ouvi um barulho de uma porta de madeira – mais especificamente a do chalé – sendo escancarada e eu soube que eu estava fodido.

Não eram só Riley e Lucy. Eram Megan e o pior de tudo, James também. E a cara dele não era muito boa. Ele parecia gritar por dentro WHAT’S THIS FUCK? Bem... Nem tão por dentro assim.

– WHAT’S THIS FUCK?!

Diamont começou a tocar outra música. Mais grave. Tipo: Hey! Você estragou tudo!

– Eu posso saber o que vocês dois estavam fazendo?! E que droga de piano é essa?

Rezei para que Diamont o pulverizasse, mas ela nem ligou.

Eu olhei do piano para ela e para as pessoas ali. Riley, Megan e Lucy estavam tipo: “Foi mal. Não devíamos ter interrompido a seção de... Ahn... Piano de vocês”, diferente de James. E então eu tive uma ideia meio que hum, genial? É.

– Ué, eu dei um piano de Natal para a loira assassina. Algum problema? – perguntei inocentemente enquanto encarava Lerman.

– EU VOU TE ESQUARTEJAR EM UM MILHÃO DE PEDACINHOS E JOGAR NO TÁRTARO, SEU FILHO DA MÃE! – James sacou uma faca.

Ele é bem calmo. Podia substituir o Riley, o cara precisa de uma folga. Falando nele, acho que eu teria sido esquartejado, sim (não sei quanto a parte do tártaro), se não fosse por ele. Ele segurou James e... Digamos que Riley quase se irritou.

AVISO: Aquilo foi quase se irritar. Caso o cara se irrite, cuidado, o planeta pode ser explodido. Nunca tente fazer isso em casa.

– ESCUTEM AQUI, É NATAL, SERÁ QUE VOCÊS PODEM CALAR A BOCA?! PELO AMOR DE DEUS, TENHAM RESPEITO! EU ESTOU COMEÇANDO A ME IRRITAR, E VOCÊS NÃO VÃO QUERER ME VER IRRITADOS!

Da última vez que vi Riley gritando, teve choro. E se não fossemos homens – o que nós somos! Humpf! – James e eu teríamos começado a chorar também. Se você imaginar com clareza, vai ver que a expressão de Riley era tão assustadora que você nunca mais vai conseguir dormir à noite.

– Estamos entendidos?

– Sim – James e eu falamos ao mesmo tempo.

– Ah, e... Desde quando você sabe o que é tártaro? – perguntou Riley, surpreso, para James.

– Eu não sei de muita coisa, mas não sou burro – o.k. Esse aí conseguiu me superar.

– Vocês poderiam fazer o imenso favor de voltar para aquele chalé? – pediu Lucy. – Estou com frio.

– Mas... – comecei a protestar, apontando para o piano.

– AH, ENTREM LOGO!

– Calma, Lucy. Já tivemos gritos demais por hoje – falei.

Lucy ergueu as sobrancelhas.

– É melhor todos entrarem agora ou eu vou cometer um assassinato em pleno Natal. Exceções são cabíveis a loira assassina.

Eu não estava muito afim de ouvir mais gritos no Natal.

E assim que entrei no chalé, e a minha noite de Natal acabava... Mas eu gostei. Foi bom estar ali, e foi... Maluco falar com um cara da fed-ex para trazer aquele piano para ali. Foi estranho saber daquele detalhe sobre o passado de Diamont. Mas acima de tudo, amei ficar ali, no meio do nada, com os meus amigos – mesmo que a loira assassina e o James Panaca Lerman estivessem lá também.

E querem saber de uma coisa? Acho que nem foi tão ruim assim.

Tirando meus pesadelos. Riley estava vestido de Jason, com serra elétrica e tudo! Eu hein...

Notas finais
Recentemente os termômetros chegaram a menos de cinquenta graus negativos nas regiões do norte dos USA. Se eu fosse o Jason, eu tomava cuidado, porque Riley irritado é um páreo duro hahahaha. Riley Stones em "O Massacre Da Serra Elétrica 2014 3D", kkkkk. Comentem / Favoritem / Recomendem / Whatever, okay? Kisses, Mel.