Notas iniciais
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHH VOCÊS QUEREM ME MATAR DO CORAÇÃO????????????????????????? BARBIE MILLICENT QUE RECOMENDAÇÃO FANTÁSTICA FOI AQUELA????????????????????? Sério, eu amei! capitulo é todo seu, flor! Ok, assuntos sérios (nem tão sérios assim): Temos uma nova beta, era para mim ter falado isso antes, mas sabe como é vida corrida, semana de provas, estudos... Enfim, a beta é a Ingrid Trent (http://fanfiction.com.br/u/258501/) ela é uma fofa gente! Gente eu quero me matar! EU PERDI OS BANNERS! AAAAAAHHHHHHHHH MERLIN ME SOCORRA! É, não é bem perder já que eu tenho eles salvos no PC, mas não consigo copiar e colar T-T peguei trauma... Agora sempre que me mandam um banner eu estou favoritando ele no PC! E o pior é que as MP's que me enviaram os banners de alguns caps já sumiram do mapa... TT-TT Chega de enrolação e borá pro capitulo!

Narração por: James Lerman.

– Lucy, você é a única pessoa que eu conheço que diz OMG, literalmente, em vez de Oh My God. – ouvi Megan dizer, logo após uma exclamação.

Fui até onde elas estavam e a expressão que elas tinham no rosto não era muito boa.

– Quem morreu, meninas?

– Ninguém. – respondeu Megan. – Ainda.

Foi quando eu prestei atenção na matéria na TV. Era um incêndio, e Stones e Trent estavam para ir em direção às chamas, com a maior cara de “Somos heróis e vamos entrar lá”, mas não foi isso que chamou minha atenção. Foi a falta de Dia ali.

– Riley Stones, seu egocêntrico do caramba! – disse Megan, enquanto discava um número.

Soube para quem ela estava ligando quando Riley atendeu ao telefone na tela da TV. Ele olhou para o telefone, depois para o incêndio e para as câmeras ao redor, com uma estranha cara de “Sorry”. E, cacete, como assim ele recusou uma chamada de Megan Hills?! (Loirinha bonitinha... MAS Lucy é mais.)

De repente ela ficou com aquela expressão de gênio dela e deu meia volta.

– Sigam-me. – disse. – Vamos investigar isso da forma que o alto escalão faz. Prontos para conhecer o outro lado da DM?

Nós ficamos totalmente sem palavras, mas isso não a impediu de continuar. Seguimos Megan por muito tempo, até que chegamos a grandes portas de vidro que, apesar de serem transparentes, tinham um jeito muito estranho de nos impedir de ver o outro lado. Ela sorriu para Lucy-Gostosa e para mim antes de abrir a porta.

Aposto minha amizade com Diamont que você imaginava que o alto escalão fosse um lugar enorme, cheio de equipamentos tecnológicos à lá CIA ligados e um monte de gente de terno andando para lá e para cá, não? Pois sinto cortar o seu barato, mas VOCÊ ESTAVA ERRADO. O alto escalão é sim grande, mas não é dessa forma. Tem muitos equipamentos tecnológicos ligados sim, mas a sala em que Megan nos levou parecia uma espécie de hall de entrada, porém como se tivessem juntado uns dez em uma coisa só. As pessoas estavam agrupadas, cada grupo em seu devido canto, e conversavam animadamente sobre motivos diferentes. Elas vestiam roupas comuns, não uniformes de espionagem, mas tinham aquele ar mais sério de “Eu levo tudo a sério” que Riley e Megan possuem. Megan cumprimentou algumas pessoas, mas muita gente nos olhou – Lucy-Gostosa e eu – como olharia para você se andasse com macarronada na cabeça no meio da rua.

– Esse aqui é o hall de entrada do alto escalão.

HALL DE ENTRADA?! O troço era uma sala enorme! E eu estou falando de onde acabamos de sair! Será que sou vidente?

– E esse aqui é o salão principal.

Portas, corredores, pessoas de todas as idades passando por ali. É o mais breve resumo que posso fazer. Megan foi até uma porta branca que parecia blindada, e pela cara de Lucy, não tem isso nas outras zonas da DM.

– Esse é o laboratório e aquele é o campo destinado ao DNA, onde trabalharemos.

Certo. Todos os seus sonhos foram realizados. Havia pessoas ali vestidas de branco, com máscaras e tudo, curvadas sobre microscópios, sentadas em computadores e mexendo em vários tubos de ensaio. O campo para o DNA tinha microscópio, armário, estante, muitos livros e, claro, um gigantesco microscópio eletrônico. Megan sentou-se sobre a bancada e começou a se mexer. Examinou o osso no microscópio eletrônico e, poucos segundos depois, se levantou em direção à saída.

– Já? – perguntei.

– Fiquei observando o osso por horas. Não precisei de muito. Essa aqui é a sala de computação específica. É toda destinada a todos os bancos de dados a que a DM tem acesso, ou seja, a todos deste planeta, com exceção da IK e da Máfia.

Computadores enormes e telas saltando de seus respectivos lugares. Bips, botões, comparações. Megan foi até um deles que estava vazio e colocou o osso sobre uma placa plana e negra, como uma balança. Um raiozinho verde surgiu e começou a examiná-lo verticalmente. O banco de dados reconheceu o osso e Megan digitou uma senha complicada de uns dois bilhões de dígitos e começou a abrir a primeira e mais cheia pasta.

– Esse aqui é o banco de dados em que nós encontramos o que precisamos com mais frequência. Polícia Civil. Exércitos, carteiras de trabalho, certidões de nascimento, registros de cartório, prontuários médicos, tudo aqui.

Ela clicou em um ícone pequeno na tela do computador em que estava o osso. Todas as imagens ali foram apagadas, de forma que ficassem apenas dois quadrados verdes, um com o osso e outro em que pareciam pernas de pessoas diferentes e o texto do banco de dados, dizendo “incompatível” repetidas vezes.

– Isso é incrível! – disse Lucy. – É como em CSI! Tem vozes aí?

– Audiências jurídicas gravadas e ligações de emergência. Ao menos nesse da polícia.

– Maravilhoso. – sussurrou.

– Agora é só esperar. Caso não nos traga nada, vou abrir o banco de dados com todos os desaparecidos nos últimos trinta anos, pesquisar sobre eles em outro banco de dados e pesquisar novamente para ver se encontro alguma compatibilidade entre os ossos. Vai ser complicado, mas não podemos desistir. – ela suspirou. – Enquanto isso, vamos... Vamos conhecer o resto.

Megan se levantou, e só aí vi o quão éramos estranhos se comparados aos outros membros. Verdadeiros patinhos feios. Cara, eu sou um mafioso, então pareço um mafioso. Lucy era muito gostosa, mas parecia bem estranha comparada aos outros ali. O alto escalão era sério, formal, o tipo de lugar em que todos parecem que estão preparados até para uma chuva de fogo, e que treinam até o andar.

– Você não vem? – perguntou Megan, pois eu ainda estava no mesmo lugar.

Concordei vagamente com a cabeça.

– Não acontece nada se deixar isso aqui dessa forma?

– Relaxe, Lucy. Os arquivos da polícia datam desde 1800, desde a criação da DM. O osso parece “novo”, sabe? – ela não sabia. – Não tem marcas, é de alguém que morreu recentemente. Temos mais de uma hora antes que cheguem neste ano.

– O que mais tem nesse lugar? Tanques de guerra?

Megan sorriu e de repente eu não tinha mais tanto interesse no alto escalão.

Passamos por aquela sala e entramos em corredores isolados e silenciosos. Pareciam passagens secretas cujos corredores eram cheios de armários de metal, como os de uma escola, mas a diferença era que eram pretos e você colocava a palma da mão no detector. Não andamos muito, rapidamente Megan parou em um armário em que havia escrito o número “1732” e colocou a mão no detector. Outra diferença é que os armários falam, e com aquela voz de “Oi, sou a mulher do Google Translate”.

– Boa tarde, agente Hills. Tenha um bom treino.

Quando o armário abriu, Megan prendeu o cabelo em um rabo de cavalo alto e pegou umas roupas pretas. Estávamos com uma cara de... WOW, mas ela nem ligava.

– MEGAN! – berrou uma voz masculina.

O cara devia ter uns vinte e sete anos e estava vestido com uma versão masculina das roupas pretas que Megan estava segurando, porém chamuscadas e rasgadas, e cheio de queimaduras no corpo. Ofegante, literalmente desesperado. Megan se sobressaltou, mas depois o encarou, surpresa.

– Gregory... O que aconteceu com você?!

– Você não pode entrar lá dentro com essas roupas, entre com qualquer coisa, menos com as roupas da DM.

– Mas...

– Eu não sei o que houve, tudo parou de funcionar e de repente passou funcionar desordenadamente! – no dia em que eu souber o que é isso, vou entender melhor do que ele estava falando. – Balas estão voando por todos os campos no centro de tiro, as charadas mortais estão estalando e mudando a todo momento, as tintas estão funcionando como veneno, todos os objetos estão simplesmente caindo, e o simulador é o pior de tudo. Está nevando como só neva na Antártica nas áreas de sobrevivência, os hologramas do arco e flecha estão vaporizando e está queimando lá dentro, Megan, como em um micro-ondas!

Megan ficou em silêncio por um momento, e no momento seguinte estava entrando e nos puxando junto.

Eu nunca imaginei como era o centro de treinamento do alto escalão, só sabia que era maior que o Connecticut ou algo parecido e que tem até uma floresta ali dentro, mas não foi naquele dia que o vi com clareza. Estava muito quente, mas você não podia ver mais nada porque o que estava a sua frente simplesmente te impedia de prestar atenção em alguma outra coisa. Sabe em um incêndio, que os elevadores pifam e tudo mais? Era tipo aquilo. Um elevador panorâmico mais grosso, gigante, cheio de botões e muita fumaça e sangue lá dentro. Flechas voavam por todo lado e muita gente tentava abrir as portas travadas. As peles das pessoas estavam cheias de queimaduras, e eu entendi o que Gregory queria dizer com micro-ondas. Aquilo era um micro-ondas gigante e as pessoas seriam o prato principal. Megan correu para a porta e logo soltou um grito de dor. As mãos dela estavam queimadas.

– Lucy, James, eu preciso de vocês. Temos que tirar todos daqui. Isso também vale para você, Gregory. E, a propósito, onde você estava?

– Na área do simulador das florestas tropicais brasileiras.

– Disso eu sei, seu idiota! Agora temos que fazer alguma coisa!

– Megan, você sabe o que é isso?! – Gregory olhou para Megan como você olharia para alguém que vai responder se pode ou não salvar o mundo.

– Eu não sei, Gregory. Mas sei quem pode ajudar. E sei também que nada pode ser feito enquanto não tirarmos essas pessoas daqui! Certo, vamos pensar. O vidro é a prova de balas e... Espera...

Megan correu para não sei aonde e trouxe uma arma cinza reluzente.

– Essa aqui é uma Magnum 47.

– Você vai matar todos lá dentro! – exclamou Gregory.

– Não vou atirar lá dentro, inteligência rara. Vou parar o sistemas da DM.

Megan deu um tiro no painel de controle do elevador e depois abriu aquela caixinha que temos em casa que controla a energia e puxou um fio. As luzes se apagaram e o sistema de travas das portas se abriu, o que só prova o quão uma organização é dependente de uma caixinha pequena.

– Vamos. – ela nos chamou, e nós a seguimos.

Narração por: Melody Potter Black

Enquanto Megan pensava com amargura em para quem ela teria que ligar, Riley e Nick criavam coragem para entrar no prédio em chamas. Nick se perguntava como um bombeiro conseguia tanta coragem e Riley tentava se lembrar dos treinamentos de incêndio, mas a coragem parecia ter ficado no Alasca. Quando uma grande janela explodiu, as reações nos dois caras foram completamente diferentes. Enquanto Nick congelava onde estava, Riley acordava para a vida. Se ficassem ali parados, todos os que estavam ali dentro morreriam e, apesar de Diamont Hale ser uma dessas pessoas, era covarde da parte deles deixar uma mulher ali dentro, e um baita tapa na cara o fato de que Diamont havia entrado no prédio antes deles.

– Vamos entrar, Nick. – chamou ele, mas Nick continuou lá. – Nick, vamos. – nada. – Agora.

Ele respirou fundo e assim os dois entraram nas chamas.

A primeira coisa que viram no prédio foram corpos carbonizados e, obviamente, fogo. As escadas estavam interditadas por madeira em chamas e só lhes restava se esquivar da estrutura que desabava e virar o corredor à esquerda, mas os dois ficaram parados ali por um tempo. Aquilo era tão familiar...

Uma bola de fogo os acordou.

Riley e Nick correram entre a madeira e o metal derretido, gritando por Diamont. Rapidamente tiveram que se separar pelo bem de suas próprias vidas. Resumindo, se perderam. Riley se lembrava dos treinos da DM, e tinha tantas lembranças ali dentro, entre as chamas, que de repente pensou como seria ser um cara de vinte um anos sem compromisso, que vive no próprio apartamento com os amigos e que sobrevive de pizzas e hambúrgueres. O tipo de cara que não entra em prédios em chamas para salvar a vida de pessoas que ele nunca conheceu.

Sobre o barulho do fogo, ele ouviu um choro infantil que era quase um sussurro. Nick que procurasse Diamont, pois ele salvaria aquela criança.

Enquanto isso, Nick Trent corria pela parte mais drasticamente danificada do prédio, gritando por Diamont de dois em dois segundos e pensando por que cargas d’água aquela loira pirada tinha que entrar ali dentro. Não fazia diferença, todos que estavam ali provavelmente já estavam mortos e, mesmo que não estivessem, eles não conseguiriam salvar ninguém sem morrer junto.

As chamas que envolviam a estrutura do prédio faziam Nick se lembrar daquele “episódio”, sobre o qual Diamont e ele sempre estavam discutindo. Aquilo era desconfortável. Onde estava o espírito de boa atriz de Diamont? Ela fora tão boa em esconder The Killer, por que não calava a boca sobre aquilo também? Mas aqueles pensamentos pertenciam à parte idiota de Nicholas. Sua parte sã agora se culpava. Como deve ter sido para Diamont estar sozinha ali, implorando a Deus e ao mundo para escapar das chamas que estavam em todo lugar?Assim, era essa a palavra que Nick usava para responder a própria pergunta. Sua consciência as insistia em dizer que estava na hora dele pagar, e ironicamente, na mesma moeda.

– DIAMONT! DIAMONT! DIAMONT, SUA MALUCA!

Nick olhou ao seu redor. Não recebera nenhuma resposta. Não via Diamont, não via Riley, não via corpos, não via nada além das chamas. Não via ninguém.

Estava sozinho.

Notas finais
Momento tenso esse do fim... AGORA É SÉRIO! Eu tava pensando em escrever uma outra fic com os personagens de MDM, mas essa fic não estaria interligada a MDM, o que vocês acham da ideia? Se quiserem ler a sinopse: Nick só queria ajudar as pessoas que precisavam dele, ele queria fazer as pessoas felizes. Até que ele se depara com Katherine, uma moça eu está no hospital a três anos, ela nunca saia da mesma posição, nunca falava, nunca sorria, nunca mudava a expressão, ele duvidava que ela comesse alguma coisa, por mais que as pessoas tentassem ninguém conseguia ajudá-la e descobrir o que tanto atormentava a loira. Ela o intrigava, o deixava curioso, ela era um desafio, ele queria ver ela bem de novo, ele queria ajudar ela, como sempre ajudou todas as outras pessoas, mas no meio do caminho a situação inverte, Nick precisa da ajuda da loira. Katherine, uma ex-pianista de muito sucesso, ela era uma moça leve, transmitia leveza e compaixão, era difícil vê-la sem sorrir, até que um acidente muda tudo. Kath nunca se considerou uma pessoa forte ou determinada, ela nunca conseguiu ajudar a ninguém nem a si mesma, até que certo homem de olhos azuis muda a sua maneira de ver o mundo e de ver a si mesma. "Eu nunca pedi a sua ajuda." "Você não precisava ter pedido." __________________________________________________________________________ Já perceberam que a fic é Nickmont, né? Eu só decidi usar o primeiro nome da Dia mesmo ^^ Beijos, ~ Ash