Notas iniciais
Dito e feito, aqui está mais um capitulo! Alias o próximo caso vai pegar fogo tanto é que o titulo e "The Fire Killer" hehehehe. Cara sei que estou usando o mesmo banner é que eu perdi os outros, kkkk, mas assim que os encontrar eu mudo. Pergunta básica: alguém lê o blog? E a Mel não vai poder postar os caps porque o Word dela não anda salvando alterações, então vai ser só eu mesmo. E ela também anda sem tempo no Nyah! Boa noticia: Temos até o caso treze tudo pronto para postar!

Narração por: Nick Trent

Os cinco dias seguintes seguiram com Lucy em estado estável na UTI, de acordo com a enfermeira, (belas curvas, isso soou muito Lerman) a coisa estava feia: Lucy estava com um grave traumatismo craniano, estraçalhado a tíbia e o fêmur esquerdo, torcido o ombro, quebrado dez costelas, fora todos os arranhões, cortes e hematomas. Após esses cinco dias, os médicos anunciaram que finalmente iriam operar a Lucy, “concertar” o crânio, a perna, o ombro e as costelas dela. E nós? Todos tínhamos contato com organizações secretas e sabíamos que nunca se deve confiar em médicos. Nunca. Por isso continuamos bem tensos. Depois que a operaram, disseram que finalmente estava tudo bem, mas que ela deveria ficar uns cinco dias no CTI.

Enquanto tudo isso acontecia, decidimos que tudo o que podíamos fazer era investigar o caso. Foi uma das coisas mais difíceis que já fizemos. A vítima não tinha nenhum tipo de documento com ela e a autópsia não nos revela nada, apenas que foi morta a machadadas, e foi com o machado que Lucy usou, mas “como ele está infectado com sangue de peixe, não podemos tirar nada dele” (palavras de Ted) não serviu de ajuda, na verdade não serviu para nada, e a única coisa mais complicada que encontrar vozes em um banco de dados é identificar alguém apenas pela foto, e por uma foto em que a pessoa está ensanguentada e morta.

Estávamos todos dentro do avião “encalhado” no gelo. Ainda haviam algumas coisas que ainda prestavam lá dentro, como algumas turbinas, algumas poltronas, umas luzes, uma TV e Wi-fi, mas fora isso, tudo estava depredado com a queda e a falta de uso. Considerando que ficamos dez dias sem usar um avião e que esse avião estava depredado e escancarado em uma floresta, congelando, dez dias parecem uma eternidade. Eu estava em uma das poltronas com o Banco de Bados/IPad/Tanto Faz em meu colo, procurando pela foto da vítima. Ted e Megan estavam espremidos no corredor, deitados no chão e jogando xadrez como se a vida deles dependesse disso. (Ted estava protestando por Min ter levado a rainha dele usando uma torre quando ela tinha tocado antes em um pião que estava na A2) Riley assistia calmamente a um jogo dos New York Yankees X Boston Red Socks (Riley assiste jogos de baseball e torce para os Yankees! O mundo vai acabar!), Kath não parava de xingar enquanto estava no Face Time e Lerman engolia uma garota em um trio de poltronas ao meu lado como se daqui a dois segundos o sexo selvagem começasse. Chegava a ser repugnante.

Ao que parece, a vítima mora em Kansas City. Estava no Alasca a turismo e... Eu descobri recentemente em um banco de dados que o primeiro nome da Barbie Killer é Katherine (porque mesmo eu estou falando isso?)

– STRIKE! – gritou Riley, sobressaltando todo mundo.

– Riley! – Megan, Ted e eu repreendemos ao mesmo tempo.

– Riley?! Como assim Riley?! – é impressão minha ou Riley... Excita-se com jogos de baseball? Ah, meu Deus. Fiz a descoberta do ano, Riley é um cara normal. – Mais um strike e os Yankees vão jogar com os Blue Jays! – nós garotos estávamos chocados, mas Megan e Kath o encaravam como se ele tivesse falado marcianês. – Sabem, o Blue Jays, o time de Toronto que é favorito...

– Mas os Blue Jays não iam jogar com os Marlins?

– Só se os Yankees perdessem. – explicou Riley. – Os Marlins vão jogar com os Phillies. Essa vai ser boa! Yankees e Blue Jays, New York e Toronto em um jogo só! Clássico!

– Mas os Red Socks não iam jogar com o Atlanta Braves hoje, ao invés dos Yankees? – perguntou Lerman. – Agora eu estou confuso.

– Os Braves estão jogando contra os Royals agora mesmo no canal 69. – explicou Ted, e todos olhamos para ele, como o cara sabia disso? – Ouvi um grupo de turistas comentarem.

Megan pigarreou.

– Ted, será que dá para você prestar atenção aqui? Estou esperando sua jogada a anos.

– Estava te dando mais um tempo para curtir sua rainha. – ele fez um movimento. – Peão na C5. Dê adeus a sua rainha, Megan Hills.

Megan sorriu psicopata.

– Tem certeza, Ted Winners? – ela derrubou o rei de Ted para fora do tabuleiro com o cavalo. – CHEQUE MATE!

– Megan! – repreendemos.

– O QUE?!

– Ted! – repreendemos novamente.

Continuei pesquisando sobre a vítima enquanto Ted e Megan discutiam através do olhar. Ao que parece, ela se chama Cassandra Grace e tirou o passaporte recentemente para vir ao Alasca por motivos desconhecidos. Após meia hora naquilo, decidi que não fazia sentido continuar. Cassandra seria apenas mais um nome na lista de casos jamais resolvidos.

– UHUU! – comemorou Riley – É ISSO AÍ! QUEM VAI JOGAR CONTRA O TORONTO BLUE JAYS? QUEM VAI JOGAR CONTRA O TORONTO BLUE JAYS? YEP, NEW YORK YANKEES!

Ted abandonou seu posto no jogo de xadrez. James se desfez da garota rapidinho e eu? Bem, confesso: também me juntei a eles. Em dois segundos estávamos gritando com o jogo, e Kath e Megan com uma bela cara de poker face.

Mudamos o canal para vermos outro jogo. Os Matts estavam entrando em campo quando senti um calibre 50 em minha cabeça. Kath parecia estar pronta para me matar, e Megan fazia o mesmo com Riley, mas para a sorte daquele filho da mãe, ela tinha um sorriso brincalhão na cara. Já Kath queria mesmo me matar.

– Você não vai me matar, Kath, você não teria coragem.- Ela olhou para mim não entendo o motivo de eu ter trocado o 'Barbie Killer" por "Kath" ou estava mesmo surpresa de eu tê-la chamado assim.

Muito inteligente, Nicholas, isso mesmo fala para uma psicopata que ela não consegue te matar, palmas, palmas.

– Não me desafie.- ela soletrou cada palavra como se fosse me abduzir em um segundo.

Megan revirou os olhos e desligou o jogo.

– Calem a boca.

– Mas... – Ted começou a protestar, mas Megan o cortou com um “Shhh.” – Mas...

– Shhhhh! – mandou Megan com uma expressão de: cale a boca ou você morre.

Todos ficamos em silêncio. Ela não olhava para nenhum lugar especificamente, mas estava com aquela mesma cara de gênio quando matou aqueles membros da máfia naquela floresta, pouco depois de Riley ter levado um tiro. E de repente e surpreendendo a todos pela incrível habilidade, Megan levantou-se e esticou o braço totalmente, apontando a arma para o teto do avião e dando um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, onze, doze tiros. Quando ela parou, ficamos imóveis e dois segundos depois, começou a chover sangue em nossas cabeças.

– Acho que cometi um crime ambiental. – disse Min, com pesar, suspirando.

– Um crime ambiental?! – perguntou Kath. – E daí?!

– Era um urso polar!- Min afirmou como quem acha que explodiu uma cidade.

– E ia nos comer!- a Kath falou o obvio, fazendo pouco caso dessa preocupação exagerada da Min.

– Mas ele com certeza devia estar se alimentando para hibernar e...

– Onde aprendeu a atirar desse jeito? – Riley interrompeu uma futura briga. – Megan, você tem caçado?!

Ela desviou o olhar enquanto recarregava a arma.

– Voltei a caçar com meu tio depois daquele dia, queria... Dar um jeito de me defender sozinha. Só tinha jeito com a espingarda, o machado e a foice. – ela riu.

– Sinto muito.

Após a fala de Riley, soube que o tio de Megan estava embaixo da terra. (Soou insensível demais?) Riley soltou um longo suspiro, que parecia que foi solto por alguém com a intenção de assobiar antes.

– Hey, não precisa fazer isso.

Status: Kath, James e eu confusos.

– É um gesto do alto escalão. – explicou Ted. – Ao invés de tirarem o chapéu, eles soltam um suspiro como se fossem assobiar nos enterros dos membros, em sinal de respeito e reconhecimento. Imita o silvo da neve, perceberam?

Era verdade. Era bem semelhante ao silvo da neve.

Ficamos em silêncio por um tempo.

– Fiz uns cursos de sobrevivência do alto escalão. – disse Min. – Acho que temos alguns fornos que funcionam na cozinha do avião.

– Só não faça aquelas formigas fritas que fomos obrigados a comer, por favor. – pediu Riley, rindo.

– Não se preocupe. Não quero comer aquelas coisas nunca mais.

Megan foi em direção a cozinha e nós ficamos sozinhos. Kath voltou para o Face Time, Riley, Ted, James e eu ficamos encarando o nada, pensando em como diabos íamos tirar todo aquele sangue de nossas roupas, cabelo e pele. A vadia de James tinha vazado, tudo estava em silêncio... Até que Kath pirou e tacou o celular na parede com toda a força possível e largou os fones na mesa com uma força igual.

– Riley, pegue minha lista na gaveta! – ela apontou para um criadinho mudo que estava no meio do corredor. Não me pergunte de onde saiu.

Assim que Riley abriu, um pedaço gigante de papel (não estou exagerando, deve ter no mínimo uns vinte metros de comprimento) saiu rolando de lá, e no topo, bem escuro, marcado com marca texto roxo e enfeitado com caveirinhas havia...

– “Lista do povo que eu vou matar”?! – repetiu Riley, incrédulo. Logo ele estava caçando o nome dele feito um maníaco naquilo. – Meu nome está aqui?!

– DÁ LOGO ESSA LISTA! NÃO TENHO CÉREBRO DE ELEFANTE PARA ME LEMBRAR DAS MIL PESSOAS QUE TENHO QUE MATAR DIARIAMENTE!

Ela arrancou a lista das mãos de Riley puxando pelo pedaço que estava perto dela e escreveu um novo nome no final. Não tenho certeza, mas acho que “Christine Sadler” vai morrer dentro de poucas semanas.

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Pela primeira vez, a presença de James e Kath não nos incomodou. Mas tudo parecia muito diferente. Se eu disser que Riley e Megan causaram uma guerra de comida enorme, vocês acreditam? Pois acreditem, porque foi o que ocorreu, mas tudo aquilo sem a Lucy não tinha sentido, não era natural, e nem um pouco justo com ela. Min e Ry em uma guerra de comida? AAAAAAAAHHHHHHHHH O PLANETA ESTÁ SENDO INVADIDO POR MARCIANOS DE UM METRO VERDES E COMEDORES DE ESTÔMAGO E TRIPAS! FUJAM PARA AS NUVENS AAAAAAAHHHHHHH TAMBÉM HÁ MARCIANOS NAS NUVENS, FUJAM PARA A LUA! TEM MARCIANO NA LUA, VAMOS NOS MUDAR PARA NETUNO E VIVER DE MARSHMELLOWS!

Já entenderam que esse é um momento épico na história e que todas as crianças vão ouvir falar no futuro.

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– O senhor gostaria de um pastel de frango? Eles custam só um dólar. Dois por dois dólares. – ofereceu a recepcionista, nos mostrando uma cesta cheia de pastéis.

– Não, obrigado. Não estamos com dinheiro.

A recepcionista sorriu vitoriosa.

– Pois se não estão com dinheiro, como vão pagar...?

– Ela tem conta no banco. Ande logo, qual o quarto de Lucinda Winners?

A mulher fazia hora, como se tivéssemos todo tempo do mundo. Ah, que vontade de dizer que trabalhamos para uma organização super secreta...

– A paciente está em um CTI. E não permitimos visitas no CTI.

Riley revirou os olhos.

– Se eu fosse você, calava a sua boca e nos dava o número do quarto, sabe muito bem que ela entra de alta hoje. Conheço um pessoal interessante que foi para a cadeia injustamente e que estão loucos para cumprir o crime pelo qual pagaram, e há também a polícia, tem a loira aqui do lado, você não vai querer se meter com essas pessoas, ah, e há também a belezinha.

Riley mostrou a recepcionista uma foto dele, ele estava mais baixo e com um rosto mais infantil, devia ter dezesseis ou dezessete anos, mas havia um detalhe mais chamativo, ele estava armado com uma BAZUCA.

Todos escancaramos a boca e a recepcionista se esquivou, assustada e anotou rapidamente o número do quarto da Lucy em um papel, nem esperei para estar longe o suficiente.

– Riley Stones, você tem uma BAZUCA?!

Riley riu.

– Nem queria saber o que mais eu tenho, Nick, essa aqui é a minha bazuca, mais conhecida como Belezinha 01, a Belezinha 02 pertence a Min. – Min sorriu inocentemente após o comentário.

Tentei esquecer o fato de que meus amigos possuem bazucas que se chamam Belezinha 01 e 02 e ir ao quarto de Lucy no CTI logo, mas aquilo era difícil – bazucas, cara! Nem quero pensar no que mais ele tem, hum, cérebros em conserva? Ternos feitos com globos oculares? Acho que muito provavelmente sim.

O médico disse que precisávamos esperar apenas alguns minutos, e teríamos que esperar de um jeito ou de outro, digamos que alguém encontrou uma conhecida.

Ted deu um grande abraço em uma garota ruivinha dos cabelos curtos chamada Mirella Campbell. Um abraço cheio de significados, se é que me entendem. Todos fitamos a fofura diabética mortal eminente ali. Megan aproveitou e beijou Riley.

E foi assim que Kath, James e eu quase morremos de câncer.

E quando Lucy saiu, as coisas pareceram só piorar. Ela estava muito bem, com a mesma cara de “acabei de sair de um hospital, obrigada por perguntar” de Megan, mas estava muito bem, sorriu para todos nós, por que as coisas pioraram?

Ela não viu Riley e Megan se beijado, mas viu o abraço fofo diabeticamente mortal de Ted e Mirella.

A cara dela era a de quem queria ter Belezinha 01 consigo nesse exato momento.

Tudo de ruim entre Megan e Lucy acabou, mas parece que há uma nova pedra no caminho. Quem é Mirella Campbell?

No próximo caso...

“ – Eu, particularmente, não vejo a hora de preencher devidamente um relatório. Temos uma reputação a manter. Não podemos deixar mais nada em branco.”

(...)

“ – AH. MEU. DEUS. QUE DIABOS É ISSO?!”

(...)

“ – Que cheiro de...”

“ – Fumaça.”

Notas finais
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK Dia tem uma lista de quem vai matar, KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK' Ok, parei! Mas alguém ai arrisca dizer o que Cristine fez a ela? Cara Riley tem uma BAZUCA! Hey alguém assiste Once Upon A Time? Estou precisando saber se Hook e Emma ficam juntos! Beijos, Ash