Mystery, Dear Mystery
16 Mystery 6 – O Ciclo 1/3
Notas iniciais
Narração por: Diamont Hale
Bom antes de tudo o fogo que eu taquei na DM foi apagado (droga!), mas segundo fontes confiáveis eu matei 37 pessoas ali, para o meu azar nenhuma delas foram o quartetinho nada fantástico, olha que legal!
Lá estava eu em frente a sede da IK, coloquei o meu dedo dentro do leitor de digital, e podem ter certeza que tinha uma bela segurança, em um segundo eu ouvi o sistema de segurança sendo desarmado e a grande porta de ouro, digo no sentido literal, sendo aberta dando passagem ao um enorme corredor cheio de quadros e armas que qualquer maníaco por assassinato, morte, suicídio, esquartejamento, sangue, explosões, armas, já falei morte? Gostaria de ter, ou seja, toda a IK, mas eu não preciso disso tenho a minha coleção pessoal, por esse motivo passo reto pela coleção, quando um calouro que deve ter pelo menos uns três anos de treinamento e no máximo dez anos de idade esbarra em mim e ainda por cima tenta pegar a minha calibri 50, que no momento está localizada na minha mão, em um movimento rápido eu o prendo na parede pelo pescoço começo a enforcar ele, e olho dentro dos seus olhos com uma expressão fria e dura os meus olhos continham a mesma expressão.
– Você sabia que roubar é feio?- ele estava se debatendo desesperadamente sob a minha mão, com uma clara mensagem: falta de ar, eu nem me importei apertei mais forte ainda, eu iria continuar se um membro do alto escalão, um tal de George Waster, com 21 anos ele tinha fama por ser uma pessoa “com coração” um idiota se me permite dizer, não tivesse aparecido e falado:
– Chega Diamont!- eu encarei ele desafiadora, não soltei um milímetro do pescoço do rapaz, porque eu soltaria? Só porque esse babaca estava mandando? Não eu não obedeço idiotas que não sabem o que é matar de verdade e nunca saberão.
– Quem vai me impedir? Você? Isso é piada, uma piada altamente engraçada!- eu falei com um tom de deboche, sarcástico e irônico, nada muito fora do normal, ele me encarou e olhou no fundo dos meus olhos com uma expressão de dar medo em qualquer um, mas não em mim, eu não sou qualquer uma.
– Posso fazer mais do que você! Bem mais!- eu esbocei um sorriso sarcástico e irônico e falei:
– Sabe que dia é hoje? É claro que sabe nem você é tão besta a ponto de não saber, é dia do Ciclo.- foi a vez dele de esboçar um sorriso sarcástico, eu soltei o menino, mas antes de ele sair dali e puxei ele pela gola da camisa deixando nossos rostos a milímetros de distancia deixei a minha expressão mais ameaçadora aparecer e falei:
– Eu nunca me esqueço de nada, e você não será uma exceção.- dito isso eu soltei ele o mesmo saiu correndo apressadamente, eu revirei os olhos, tinha coragem de roubar a minha calibre 50, mas depois fugia como um verdadeiro covarde, me virei para o Waster com os olhos frios e perguntei:
– Ele é só um menino, porque não me deixou matar ele? Afinal aposto mil dólares de que daqui a uma semana ele já vai estar morto do mesmo jeito.- ele me encarou incrédulo, eu apenas dei de ombros, fazendo pouco caso, afinal eu não me surpreenderia se ele morresse mesmo, muito menos me importaria.
– Exatamente! Ele é só um menino! Merece viver, ainda tem muito o que viver!- eu olhei para ele o avaliando com um expressão de nojo, ele estava mesmo falando isso? Que diabos um assassino tem pena de matar? Alguém me explica isso por favor...
– Chama isso de vida? Na vida nascemos para morrer e eu particularmente não me importo nem um pouco em adiar esse feito.- ele me olhou ainda mais incrédulo- Não sei como a IK te aceito você não sabe matar nem um mosquito.
Ele me ignorou e começou a andar para o Salão Principal da IK, e eu sem muitas opções segui ele, assim que chegamos a porta foi automaticamente aberta revelando um salão cheio de pessoas, uma mesa com comida, um palco, um teto de vidro em cima de nossas cabeças estava a sigla IK feita de vidro preto, em cima do palco tinha uma roda lotérica enorme, e ao lado um cofre imenso, que eu não duvidava que lá contivesse zilhões de reais, eu peguei um maço enorme de dinheiro e depositei em uma abertura que tinha em cima do cofre, Waster fez o mesmo
Em seguida apareceu o Sr. Haster, digamos que ele é o “chefe” da IK, ele me cumprimentou friamente, eu fiz o mesmo, ele passou reto pelo Waster, o mesmo olhou indignado para ele eu me permiti dar um sorrisinho de canto, afinal eu sabia, e ele também, que esse tipo de gente é tempo perdido, ainda me pergunto como a IK aceitou ele, e como ele virou do alto escalão, isso é inaceitável!
Eu reparei que todo o salão me olhava torto, mas também não é para tanto! Não á só porque eu tenho o histórico mais desejado do mundo, bati o recorde de quantas pessoas se matava em uma semana, sou do mais alto escalão possível da IK, sou decendente da fundadora, torturei um membro do alto escalão por traição, esquartejei umas 18 pessoas em trinta minutos (por causa de uma aposta, que continha loteria, armas, trafego, DM, IK, poilicia), tenho um cofre que ocupa metade de uma mansão, sou uma das pessoas mais respeitadas de toda a IK, tenho o meu próprio banco de dados de todas as pessoas do mundo, joguei uma bomba na casa branca que eles tem que ficar me olhando torto, mas como eu mesma falo é melhor ser temida do que amada.
Senti uma mão no meu ombro, eu me virei imediatamente, já pronta para tirar a minha calibre cinquenta da bolsa, sim eu tinha guardado ela, mas quando eu me viro é só o Sr. Waster.
– Pois não?- eu pergunto formalmente, afinal eu tenho uma reputação para manter, pois é eu sou uma pessoa de classe.
– Você sabe que o hoje é o dia do Ciclo.- eu arqueei as sobrancelhas, onde ele estava querendo chegar? Com certeza ele não veio me falar que o Ciclo é um jogo para assassinos, porque isso está mais do que óbvio.
– Quem não sabe?- ele deu de ombros
– A Internetional Killers precisa de um incentivo, afinal nós dois sabemos que hoje competimos com a Dear Mystery, e com isso vem as mortes, indesejadas e as desejadas.- eu suspirei impaciente.
– Aonde o senhor quer chegar?- eu indaguei, afinal eu sou uma pessoa direta e particularmente odeio quando me enrolam assim, parece que eu não vou conseguir entender o que quer que seja, ou no caso, realizar, ele me puxou para um corredor cheio de portas, cada uma com uma digital diferente, como eu sei? A ultima é a minha, voltando ao assunto de verdade, ele me puxou para a sala dele, seria intimidadora para a maioria das pessoas, mas para mim aquela sala não era nada, lá é escuro, só tem a luz de um abajur acesso, as cortinas sempre fechadas, uma mesa com duas cadeiras, em frente uma a outra, um computador em cima da mesa, gavetas milimetricamente arrumadas, que provavelmente continham relatórios, armas, bombas, em uma parede uma estande cheia de livros, provavelmente todos falando de assassinatos, investigações, essas coisas super normais, uma TV em frente a mesa, e com um telão, provavelmente a TV está conectada com WIFI e Skype, a tecnologia de hoje é foda, viu? Ele se sentou na cadeira e eu sem muitas opções (de novo) me sentei na outra cadeira.
– Então? Porque você me chamou aqui?- eu perguntei meio impaciente, afinal porque tanto mistério? Se é para matar uma pessoa fala logo! Ou será que ele quer que eu jogue uma segunda bomba na casa branca?
– Quero que você mate um membro do alto escalão e rapte um membro da Dear Mystery.- eu dei de ombros, aqui quando uma pessoa não está servindo direito a IK, ou se a IK a vê como uma ameaça, ou se ela não cumpriu uma tarefa direito, ou se ela traiu a IK, ou se a pessoa não é forte o suficiente ela é morta pelo mais alto escalão da IK, sim em qualquer uma dessas opções a pessoa é morta pela grande maioria das vezes por mim, e quanto a raptar um membro da DM considero isso uma tarefa razoavelmente fácil.
– Quem é o pobre coitado que vai sentir o poder da minha calibre 50? E o idiota da DM que eu vou ter que raptar?- ele esboçou um sorrisinho maléfico.
– George Waster e Lucinda Winners.- logo vi a fantasminha do mal assentindo para mim e em seguida sumindo, foi a minha vez de dar o meu sorrisinho maléfico
Narração por: Nick Trent
A DM estava lotada, sério é sempre assim quando é dia do Ciclo, para quem não sabe O Ciclo é uma aposta milionária com os membros do alto escalão que acontece todo ano. O objetivo é fechar quatro casos em um dia, sendo eles, respectivamente: assassinato, suicídio, acidente e morte natural, e como sempre eu participava sozinho, mas agora eu tenho uma equipe e vou ter que fazer isso com ela, digo mais ou menos em equipe, um ajuda o outro, mas é um jogo individual, eu encontrei eles em frente da mesa em que estava o cofre.
– Hey!- eu chamei atenção deles, em seguida eles se dirigiram aonde eu estava.
– Então até aonde eu saiba vamos ter que resolver esses quatro casos, o de assassinato é aqui do lado, a DM já fechou o lugar para nós investigarmos.- dito isso saímos de lá e fomos para a rua da esquina, porque rua da esquina e não rua aqui do lado? Porque a rua aqui do lado é a rua da esquina, assim que chegamos lá vimos um apartamento e entramos lá, tinha um sofá, uma TV desligada, sangue em algumas partes, assim que eu vi o tapete dei de cara com um corpo de uma garota de 16 anos, tinha uma mulher de uns 40 anos ao lado do corpo da garota ela logo falou:
– Vocês são os detetives?- eu assinto, eu percebi que não havia sinais de uma lágrima no rosto da mulher, só havia uma expressão carranca, dura e fria, gente que tipo de pessoa é aquela?
– Quem é você? A mãe da garota? Qual é o nome dela?- logo comecei com o interrogatório, pois não temos três dias para resolver O Ciclo, só temos um e eu particularmente estou a fim de ganhar uns zilhões de dólares.
– Não, sou a tia dela, Melissa Cahill, a mãe morreu de câncer a três anos, eu fiquei responsável pela guarda dela, o nome dela é Camilla Cahill.- interessante... Uma tia que parece não sentir nada pela sobrinha
– E o pai?- Megan se apressou e perguntou.
– Abandonou ela, fiquem a vontade para resolver o caso.- dito isso ela saiu, eu bufei irritado, o interesse dessa mulher pela sobrinha é admiravelmente admirável!
Equipe SHWT
Mystery 06 – O Ciclo
Vítima: Camilla Cahill
Autópsia:
Elementos da CC (Cena do Crime): Um sofá, uma TV desligada, sangue em algumas partes, assim que eu vi o tapete dei de cara com um corpo de uma garota de 16 anos
Suspeitos: Melissa Cahill
Assassino:
Observações finais:
Lucy se abaixou, ficando de frente para o corpo do vitima e começou a procurar vestígios do motivo da morte, enquanto isso eu avaliava a CC melhor, Megan e Riley estavam interrogando a tiazinha do mal.
– Hey Nick!- a Lucy me chamou, eu me virei para ela.
– O que que foi?- ela me indicou a porta.
– Vou ter que sair para conferir uma coisa, acho que vi a nossa “querida” The Killer ou Diamont ali.- ela apontou para uma rua sem saída, eu olhei para ela incerto, afinal a Diamont/The Killer é esperta e já fez todo o tipo de coisa que envolva: morte, DM, assassinato, atrapalhar a nossa humilde equipe e já falei morte?
– Tem certeza? – eu perguntei, ainda incerto.
– Tenho, ela não vai fazer nada demais.- eu suspirei
– Espero que você esteja certa Lucy.- ela me deu um sorriso tranquilizador e saiu, eu continuei avaliando a CC, apesar de os meus pensamentos estarem bem longe da CC.
Não se passou nem quinze minutos e eu ouvi o grito da Lucy, um grito de horror, em um segundo Megan e Riley apareceram.
– O que aconteceu? Cadê a Lucy?- a Megan perguntou, eu fiz uma careta rápida, como falar “eu deixei ela mergulhar em direção a morte”?
– Ela... Hum... É- Megan me olhou como se estivesse me apressando.
– Ela, hum, é o que?!!!- eu suspirei rapidamente e falei:
– Ela meio que viu a nossa Killer preferida e quis ir lá dar um jeito nela.- eles me olharam de olhos arregalados, o Riley falou:
– E você deixou?- eu engoli em seco
– Mais ou menos.- Megan nos olhou como quem diz “vamos logo seus bangarés temos que salvar a Lucy”! Só isso já bastou fomos em direção ao grito e assim que chegamos demos de cara com uma mensagem de The Killer.
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