Notas iniciais
Hey amores! Bom eu tenho umas coisinhas para falar: Eu e a Mel vamos fazer um Fast Food MDM, ou seja, vamos ficar todas as um mês sem postar nada, mas escrevendo feito loucas, para depois das férias termos metade da primeira temporada pronta e poder postar um dia sim e um dia não, o que vocês acham? Me mandem por MP. AGORA NÓS PRECISAMOS DA AJUDA DE VOCÊS! Eu e a Mel inscrevemos MDM em um concurso, vamos usar os créditos para a fic, só precisamos que vocês votem na nossa fic: http://katfanfics.blogspot.com.br/2013/12/premiacao-fase-1-completa.html?m=0 Sério não vai custar nem um minuto da vida de vocês. Boa leitura.

Narração por: Diamont Hale

Eu atirei o facão, que passou raspando pelos pombinhos e acertou a parede ao lado. Os dois olharam para ele assustados. Oh, quanta babaquice! Se isso acontecesse na IK, a pessoa revidaria e tentaria matar. E não só matar, provavelmente esquartejar ou queimar até a morte, alguma tortura bem torturante, e não ficaria parada feito uma estátua (o que foi exatamente o que eles fizeram. São um bando de idiotas, e não me refiro só a eles). Isso é só mais uma prova de que a IK é mil vezes melhor que a DM.

Eu me concentrei na luz e, em um instante, ela se apagou.

– O que foi isso? — a bobinha da Lucinda perguntou.

Tive que segurar a vontade de rir por causa dessa pergunta estúpida. Não era óbvio? Sim, era, mas eles eram tão lerdos que me deu até vontade de me jogar do precipício que as pessoas chamam de Dear Mystery. Só que não.

– Lucy, nós estamos em guerra. Pelo que eu sei, Diamont Hale vai querer matar a gente assim que der.

Até que ele não é tão idiota assim a ponto de pensar que eu vou ficar sem fazer nada, palmas para ele. Só que não. Mas agora, falando sério, ele é muito noob nisso tudo. Que tipo de assassina ele acha que eu sou? Deve achar que fui treinada como ele, porque só pode.

– Certo, eu vou ligar o alarme. — a idiota da Lucinda disse e saiu dali.

O babaca do Riley foi para a direção oposta e acabou entrando em uma sala qualquer. Peguei a minha calibre 50 e entrei na sala, no momento seguinte as luzes se acenderam.

Narração por: Riley Stones

Assim que eu entrei na sala, as luzes voltaram. Virei-me e me deparei com uma loira de cabelos curtos, olhos azuis tempestuosos e estrutura mediana. Ela me lembrava alguém... Só não me lembro quem, mas o que me assustou foi que ela estava segurando uma calibre 50 e não duvidaria que o alvo fosse eu, até porque eu nunca a vi na DM.

– Quem é você?

A loira soltou uma risada sarcástica. Nesse meio período de tempo, eu puxei a minha calibre 50. Ela estava na minha mira, só que, ao que parece, ela é rápida no gatilho. Ela atirou perto da minha mão, me obrigando a soltar a arma.

– Você é tão idiota, Stones! Ao contrário do que a besta da Donna te disse, Diamond tinha de tudo para vencer, a Internetional Killers tem de tudo para vencer e ter a Dear Mystery aos seus pés.

A compreensão passou pelos meus olhos. Aquela loira era The Killer.

Sem me dar tempo para ter uma reação adequada, ela atirou em mim. A última coisa que eu vi foi ela dando um sorriso vitorioso e sarcástico. Típico dela, ao que me parece.

Narração por: Diamont Hale

Eu sabia que o tiro não mataria o Stones, até porque eu tinha carregado com um dormente especial, só fiz isso para os idiotas sacarem que eu realmente não estou brincando. O plano de verdade virá esta noite.Peguei uma folha de papel e escrevi um recadinho para o quartetinho nada fantástico da DM:

Donna Mystery, a quarta funadora.

Acham isso demais? Donna e os Mystery são piada, uma piada tão antiga que devia estar em um museu, ou enterrada em uma catacumba.

Se preparem, pois a IK não vai descansar enquanto a DM não cair.

TK

Ou

Diamont Hale

Eu coloquei o bilhete no bolso dele e voltei para a Mansão IK e dei de cara com o Deus supremo da pegação, vulgo James Lerman.

– Onde você estava? — ele pareceu preocupado.

Revirei os olhos. Qual é? Eu sei me cuidar! Decidi ignorá-lo e fui direto para as câmeras, porém ele me seguiu. Chegando lá, “dei de cara” com o Trent, que estava sustentando o peso do Riley.

– O que diabos aconteceu com ele? — Lucy perguntou, parecendo meio desesperada.

Revirei os olhos. Isso era tão clichê e enjoativo que me dava vontade de vomitar na tela. O amor é tão repugnante e idiota, ainda mais quando se envolve ex-amigas e um carinha. Por favor, tenham originalidade! Espera, esqueci que estava falando do quartetinho nada fantástico! Esse daí só sabe fazer tricô, nem sei porque eles têm uma calibre 50! Que tipo de pessoa deixa a arma só com um tiro? Com certeza não sou eu.

– Como eu vou saber? — Megan perguntou ressentida.

Caralho, essa bicha é uma chata! A bobinha da Lucinda tem razão, não está mais do que óbvio que fui eu? Eles não têm cérebros? Acho que, de tanto tirar cérebros, a Lucinda deve ter traumatizado o dela para não pensar nunca mais, só pode ser isso!

– Certo... Hey, o que é isso? — Nicholas perguntou, achando o bilhetinho super legal que eu deixei. Por favor, sintam a minha ironia.

– Merda! — ele exclamou baixinho. — Diamont decidiu dar um “oi” e, como sempre, falando de como a DM é inútil, como ela é foda e que quer acabar com a gente, nada fora do normal. — o tom dele saiu zombador e ao mesmo tempo sério.

Ah, então esse babaca se lembrou? Que bom, porque quando eu for matá-lo, não vai ser só por mim, e quero que ele se lembre do meu nome e do meu sobrenome. Peguei o meu celular e comecei a digitar:

Hale, Hale, Hale. Se lembra desse sobrenome, Trent?

Sei que sim.

Naquela noite, você tirou o que era meu, e ninguém tira o que é meu, ninguém!

Eu sou o monstro que você, e exclusivamente você, criou, se sinta responsável pelo que está acontecendo, porque você é.

Se prepare, Nicholas Trent, pois eu não vou deixar barato, vou brincar com você, vou destruir cada parte do que você chama de consciência, vou acabar com você. Isso é uma promessa, e eu nunca descumpro uma promessa. Nunca.

Diamont Hale

Voltei a minha atenção para a tela, só que uma mão me impediu de continuar vendo. Na hora me virei e me deparei com o Lerman me olhando com aquele olhar.

– O que você viu? — me apressei para perguntar.

Ele parecia assustado com alguma coisa, muito assustado.

– Você.

Um arrepio percorreu todo o meu corpo. Pelo tom de voz dele, sério, chegou até a bater medo, e quando o James está sério é porque o negocio está feio. Muito, mas muito feio mesmo.

– Eu o quê?

Ele me olhou com certo remorso e ao mesmo tempo pena, saindo sem responder e me deixado estática. O que poderia acontecer comigo? A minha vida já é um inferno, o que mais pode acontecer para me deixar ela pior ainda? E uma das coisas mais importantes: ele me ignorou? Que tipo de pessoa me ignora? Uma pessoa idiota, porque, não sei se vocês sacaram, mas eu odeio ser ignorada! Principalmente quando a porra é sobre mim.

Sem pensar duas vezes, sem pensar que o que ele fosse me falar poderia mudar a minha vida para sempre, sem pensar que depois eu arcaria com as consequências, sem pensar que eu poderia sofrer depois, eu fui atrás dele e esse foi um dos maiores erros que eu já cometi na minha vida.

Ele estava no quarto dele, com a porta trancada. Bati na porta e falei:

– Abre, vai. Por favor. — pela primeira vez em anos eu reparei que usei o por favor de uma maneira delicada e sem um pingo se sarcasmo. Isso me impressionou.

E, ao que parece, impressionou a ele também, pois no momento seguinte ele abriu a porta. Pois é, minha curiosidade atacou forte hoje, mas eu ainda estou brava por ele ter me ignorado. Que tipo de pessoa me ignora? Ele é um idiota!

– Vai me falar o que está acontecendo?

Ele abriu caminho para que eu entrasse. Sentei na cama e cruzei as pernas, assim como ele. Em seguida bufei irritada. Por que tanto mistério?

– Nós estávamos em um lugar, eu não sei dizer onde, e não éramos só nós dois. O quartetinho nada fantástico, segundo você, estava lá também.

Abri um pouco a boca para dar uma resposta decente. O que eu estaria fazendo com esse bando de babacas? Com certeza não estaria tomando um chá como se fossemos melhores amigos há anos. Ele prosseguiu:

– E você estava do lado de um corpo, era óbvio que estava morto. Era uma menina nova, você chorava sobre o corpo, só que você não parecia você, parecia mais uma pessoa... Não sei, um segundo depois você jura vingança para uma pessoa, e eu não vi mais nada.

Eu estava em choque, estática. Chorar realmente não era do meu feitio. Chorar por alguém? Isso muito menos. Por que eu choraria? Não tenho muitos motivos aparentes para isso.

– Quem era a menina? Como ela era? – essas eram as únicas perguntas que eu tinha na mente, umas das únicas que me despertaram a necessidade de saber.

– Era a sua cópia na adolescência.

Assim que eu ouvi essas palavras, o meu mundo desabou. Senti como se tudo que eu conhece fosse uma mentira, mas por que eu me surpreendia apesar de tudo? Essa é uma resposta que eu nunca vou ter. Acho que porque sempre existia uma esperança dentro de mim, toda pessoa sempre tem que ter esperança, porque se não acreditar que um dia o que quer que seja possa acabar, ela enlouquece, então ela procura desesperadamente uma luz no fundo do poço. Esse foi o meu erro, não existe luz, tudo é, e sempre vai ser, escuridão.

No momento seguinte eu saí de lá e fui para o meu quarto. Me concentrei na fantasminha do mal, que no mesmo segundo apareceu na minha frente, com um sorriso sarcasticamente irritante.

– Você sabia? – indaguei.

Ela me olhou inocentemente, e isso só fez o meu estômago revirar de ódio e raiva.

– Não sei do que está falando.

Eu dei uma risada irônica e sarcástica. Ela era uma cara de pau, não? Minha vontade foi de socar a cara dela, mas fazer isso seria a mesma coisa de socar uma parede.

– Ah, sabe sim, e acho melhor você desembuchar.

Ela me olhou de forma cínica e ao mesmo tempo desafiadora. E eu odeio quando me desafiam. Odeio mais do que quando me ignoram, e não vai ser essa fantasminha ridícula que vai me desafiar, não mesmo.

– Quem vai me obrigar?

Senti o sangue ferver, mais do que já estava.

– Fala logo! — eu explodi.

No momento seguinte, tudo no quarto estava quebrado, aos pedaços, no chão. Ela não pareceu se abater com isso.

– Você não manda em mim.

Dito isso, ela sumiu. Minha vontade foi de matá-la, mas até hoje não achei um manual de como se mata um morto. E, sim, acho que isso é possível e que existe, afinal cada coisa que as pessoas enxergam não está nem perto do que é realmente.

Notas finais
Então? Quem achou que a briga foi feia? Quem acha que o James está escondendo alguma coisa? Quem acha que a Dia está escondendo alguma coisa? Beijos