Notas iniciais
Hey my darlings! AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHH, o que foi isso? Isso foi uma recomendação divástica da Mrs Potter! Obrigada sua diva perfeita! Tenho boas notícias para vocês, principalmente para uma certa leitora chamada Sammy K: Megan is back! Yeah! Achei esse capítulo tão fofo que quase morri de diabetes na hora de escrever, como o próprio Nick diz. Rilan (RileyXMegan finalmente definimos um nome!) shippers vão surtar! E quanto ao blog... Bem, vou nem falar nada. This will stays na curiosidade. N/Ash AHHHHHHHHHH MEU DEUS!!!!!! A RECOMENDAÇÃO FICO DIVA!!!!!!!!!!! Agora para os curiosos a respeito de The Killer se vocês virem o trailer é bem capaz que vocês descubram. Gente o blog está divo!!!!!!!! Sério assim que nós terminarmos de arrumar tudo certinho passamos para vocês. Enjoy!

Narração por: Nick Trent

O sol se pôs e a cada hora eu podia ouvir The Killer atirando em mais e mais vítimas. Fomos direto para a taverna do Bill dar uma olhada na nova vítima. William estava pouco distante de onde estivera o corpo de Dudley. Era visível que foi carregado: havia pouquíssimo sangue aonde ele estava e algumas gotas para fora da taverna.

– Vocês dois fiquem aqui. – mandou Lucy. – Eu sigo o rastro.

– Mas... – Riley e eu começamos a nos opor ao mesmo tempo, mas Lucy ergueu a mão direita em sinal para ficarmos calados.

– É o colar que ela quer. Não tenho dúvida nenhuma de que isso é obra de The Killer.

Trocamos um olhar. Não havia nenhuma expressão definida, apenas uma espécie de dialogo mental concordando que não tínhamos escolha. A cada hora, The Killer matava alguém. Às meia noite, esse alguém seria Megan. E eu não estava muito afim de deixar The Killer matar a Megan.

Lucy foi seguindo as marcas de sangue enquanto Riley e eu olhávamos a cena do crime. Tirei as clássicas, boas e velhas placas de acrílico (aquelas plaquinhas de acrílico que o pessoal do CSI usa para recolher DNA e outros tipos de amostras) para dar uma olhada no que havia de novo na nossa Crime Scene, enquanto Riley voltava (isso é o que eu chamo de teimosia) para os pequenos vidrinhos livres de marcas de pressão.

– CACETE!

Levei um susto tão grande que pulei por cima do corpo da vitima, literalmente.

– Desde quando você fala cacete?! AAAAAAHHHHHHHHH, É UM APOCALIPSE ZOMBIE, O MUNDO VAI ACABAR, FUJAM PARA AS COLINAS! NÃO, FUJAM PARA OS OCEANOS! AAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!

– É, o mundo vai acabar, oh. – caçoou Riley. – Onde eu estava? Ah, é. CACETE! NICK, EU ENTENDI!

Sentei em uma das cadeiras do bar, pegando novamente meu joguinho de pescar peixes. Sai pra lá, Espanha! Vaza! Vaza! Vaza! Aê! Peguei a piranha! Sou fodástico!

– E então?

– As industrias usam cortadores de vidro muito mais potentes para criar vitrais, sem nenhuma marca de pressão nos pequenos caquinhos.

– E daí?

– E DAÍ? ERA UM VITRAL! UM OBJETO DE DECORAÇÃO!

– E eu que achei que só houvesse vitrais em igrejas. – meu joguinho estava tão interessante...

Riley olhou para o vitral com as sobrancelhas franzidas e aquela cara de Einstein pensando.

– A julgar pela quantidade de vidro, o vitral tinha aproximadamente o tamanho de uma cartolina. Temos que descobrir a forma desse vitral. – ele olhou para mim com uma cara de quem diz “Sinto muito, amigo...”

Eu olhei para ele e rezei para ele estar brincando.

– Muito engraçado. – ri. – Dar uma de Warrick Brown naquela cena de CSI Vegas quando ele monta um pedaço enorme de vidro. – ele ergueu as sobrancelhas. – Não é uma brincadeira, não é?

– Sinto muito, amigo.

Enquanto isso...

Narração por: Melody Potter Black

Lucinda Winners andava pela floresta como quem não quer nada. A verdade é que estava muito tensa. The Killer parecia estar em todos os lugares ao mesmo tempo.

A trilha dera em uma parte da floresta com nada que indicasse minimamente o assassino. Então, ela decidira andar pela floresta. Parara na beira de um grande rio. Naquele mesmo momento, um garoto moreno dos olhos azuis entrava em seu campo de visão.

– AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHH! – gritou Lucy.

– AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHH! – gritou James Lerman.

Depois do susto, Lucy pegou sua calibre 50 e disparou dez tiros na direção de James, que desviava com facilidade, até que o pente da arma caiu, vazio.

– AH, MAS QUE DROGA!

James riu.

– Calma aí, nervosinha! – Lerman ergueu as mãos em sinal de uma rendição mais falsa que nota de três dólares.

– Nervosinha é o teu c... – Lucy se segurou para não soltar um palavrão. – É a tua cara.

– Onde eu estava mesmo? Ah, é. Nervosinha. E o que você diz da minha proposta?

A calibre 50 de Lucy acertou James na cabeça.

– Ai, nervosinha!

– Quais são seus contatos com a The Killer? – ela estendeu o colar sob o rio, pronto para jogá-lo na correnteza.

James olhou indeciso para o colar e a correnteza.

– Isso não te diz respeito. Me entregue o colar.

– Acho que o rio adoraria recebê-lo primeiro.

– Somos parceiros de crime e adoraríamos fazer uma visitinha a sua amiga Megan. Você tem cinco segundos. Um, dois, três...

– ESPERE! – gritou Lucy.

No meio das árvores, um homem os observava como um leopardo observa a sua presa. Como um raio, Lucy fotografou o homem usando o celular, antes que o mesmo desaparecesse nas árvores. Logo após percebeu o olhar de puro tédio de James.

– Tome. – ela jogou o colar. – Diga a The Killer que depois resolvemos com ela.

– Ah é? – perguntou James, com escárnio.

– É. Agora não tenho tempo para negociações. Meus parceiros resolveram o caso em que estamos trabalhando.

Narração por: Nick Trent

Riley e eu passamos horas usando pinças e papel pega moscas para remontar o vitral. Depois de juntarmos algumas peças, começamos a ver duas cores: vermelho e preto. Ficamos tão “entretidos” naquilo que só percebemos que Lucy ainda não voltara às três da manhã.

– Ótimo. Agora temos que ir atrás da Lucy também... – reclamei.

– Calado.

Estávamos na beira da floresta, armados com armas de choque, a clássica calibre 50 e nossas melhores lanternas (que pesam pra caramba). Rapidamente ouvimos passos em nossa direção. Era Lucy.

– Ah, que alivio, garota! – exclamou Riley, abaixando a lanterna. – Pensei que você tivesse morrido!

– Seu otimismo me dá câncer. AI, MEU PÂNCREAS! – brincou Lucy. – Ok, agora não é hora de brincadeiras. Descobri de onde veio o DNA de leão da montanha. Descobri de onde veio a fruta de que Nick falou. Somei dois com dois e, Riley, Nick, acho que vocês fecharam o caso.

Silêncio.

– Como assim... – comecei, mas Lucy me cortou.

– Riley, desde quando você frequenta a taverna? E com que frequência você a visita?

– Ah, faz uns dez anos. Costumava ir, em media, uma vez por ano, mas fiquei um tempo sem ir já que nasceram boatos de que Bill venderia a taverna...

– Você fechou o caso. Venham, vamos voltar para o chalé.

Demos meia volta, Riley e eu ainda meio confusos, em direção ao chalé. Nosso progresso com o vitral estava no chão, no centro da pequena sala do chalé. Agora, visto de cima, o desenho parecia...

– O símbolo dos narcisistas. – concluiu Lucy. – Idêntico.

– Os narcisistas serviram a Hitler no auge da segunda guerra mundial ajudando-o a assassinar judeus. Ainda hoje são encontrados ex-narcisistas que são presos e condenados, geralmente, a prisão perpétua pela justiça americana.

– Certo, agora pensem comigo. O vitral foi desmontado, e encontramos DNA de leão da montanha nas garrafas de whisky. Riley, Bill tinha alguma profissão alternativa? E ele é ficha limpa?

– Ele era... Ca... Caçador. E estava sendo caçado pela policia... Há anos.

– Vamos parando aí, meu povo, porque meu cérebro não é nenhuma máquina. – pedi. – Então quer dizer que Bill é um ex hitlerista que usou DNA de leões da montanha para nos confundir...

– Não, Nick. – negou Riley. – Como ele implantaria aquilo ali? Veja meu raciocínio: Ponto um: Bill vendeu a taverna e levou seu vitral com o símbolo do narcisismo para a taverna. Quando a policia visitasse a taverna, pensaria que o novo dono é que era Bill, um hitlerista. Ponto dois: as garrafas que encontramos serviam bem mais que trinta doses. Ponto três: Bill caçava leões da montanha e havia DNA de leões da montanha nas garrafas de whisky. E, visto deste ponto, só há uma forma de transferir DNA de leão da montanha para uma garrafa, e eu detesto tocar nesse tipo de assunto mas acho que Bill praticou zoofilia naquela noite.

Silêncio.

– Nossa. – foi tudo o que eu consegui dizer.

– E o vitral podia ter sido desmontado pelo atual dono da taverna. – disse Lucy, pegando o banco de dados e tentando descobrir quem era o atual dono da taverna, e o resultado fora surpreendente, mas ao mesmo tempo, previsível. Dudley era o dono. – Caso encerrado. – ela sorriu. – Bill está em um lago, a duzentos metros daqui.

– Partiu.

Saímos do chalé totalmente prontos. Bill pescava despreocupadamente – como se a morte de Dudley fosse um grande fardo fora das suas costas. Obviamente ele se surpreendeu. Obviamente tentou fugir. Mas não conseguiu. Podia sentir o gosto da vitória ao pronunciar as palavras seguintes:

– Você está preso pelo assassinato de Dudley Hargrove e por servir a Hitler na segunda guerra mundial.

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Estávamos no hospital, na sala de espera, enquanto eu fazia as últimas anotações no relatório do caso:

Equipe SHWT

Mystery 03 – From The Whisky

Vítima: Dudley Hargrove

Autópsia: A causa da morte foi dada como overdose de álcool causada pelo consumo em excesso de whisky. De acordo com a autópsia realizada por Lucy Winners, a vítima bebera trinta doze de whisky em uma única hora.

Elementos da CC (Cena do Crime): Uma taverna com vários bancos ao redor de um grande balcão. A madeira usada nas mesas é mogno, e há várias garrafas de vodka, whisky e tequila espalhadas pela cena do crime. Há também muito vidro e um pouco de sangue, tudo perto do balcão, o que indica que ali ocorreu uma pequena luta. Há também quatro quadros tortos na parede, dois de dois homens e outros dois de duas mulheres. A vítima veste camisa branca, calça caqui e sapatos de couro preto. Perto da vítima há cigarros. Em duas mesas há cartas de baralho, separadas como se alguém estivesse prestes a iniciar uma mão de copas. O vidro do balcão não apresenta nenhuma marca de pressão. Ainda é um mistério como é possível quebrar vidro sem pressão. O detetive Nick Trent sugeriu um cortador, mas de acordo com o detetive Stones e a detetive Winners, isso não seria possível.

Suspeitos: Bill Haynimann

Assassino: Bill Haynimann

Observações finais: Bill Haynimann praticou zoofilia com leões da montanha na hora do crime e serviu a Hitler na segunda guerra mundial. Caso encerrado por Riley Stones e Nicholas Trent.



Você provavelmente deve estar se perguntando o que estamos fazendo no hospital. Muito simples: depois de pouco mais de uma semana internada, o médico decidira que Megan poderia sair do hospital e voltar a trabalhar daqui a duas semanas, desde que mantivesse as costelas enroladas com gaze e que não faça movimentos bruscos até lá. A verdade é que eu estava tenso, e acho que todos estavam. O por quê? Até hoje não descobri. Mas acho que qualquer um ficaria tenso se estivesse esperando alguém que sobrevivera milagrosamente a um tiro de uma pistola calibre 50 nas costelas. Foi então que a porta abrira e lá estava ela.

Megan parecia a mesma de sempre, porém um pouco mais cansada e com o cabelo loiro preso em um coque.

– Oi. – ela sorriu.

Ela sorriu, sim, mas para o Riley.

Lucy e eu trocamos aquele olhar.

– Vou comprar um refri.

– Quero um doritos.

E então vazamos, entre aspas, porque o vão da porta dava para enxergá-los direitinho. Fizemos uma aposta silenciosa que Riley a beijaria, enquanto Lucy discordava dizendo que seria ao contrário.

– Oi. – ele sorriu.

E o silêncio reinou. Eu queria mesmo ter comprado meu refri.

– Éh... – Riley começou. – Tem como você dizer para o Nick e a Lucy que eu não vou te beijar enquanto eles não saírem da parede esquerda da sala?

Não resistimos e caímos na risada. Uma risada bem ao nosso estilo, que o hospital inteiro deve ter escutado. Fingimos sair, mas estávamos bem ali e não íamos perder aquilo.

– Olha... – Riley começou (ou tentou) novamente, mas foi interrompido por Megan.

– Me desculpe pelo que eu te disse há uma semana. Eu estava irritada... Não pensei direito no que eu disse.

– NÃO! Quer dizer... Sim, quer dizer, não! – falando sério, o Riley confuso é uma das coisas mais engraçadas que existem. – EU quem peço desculpas! Disse que deixaria você morrer! E depois você levou um tiro! Depois que você caiu, achei que estivesse morta...

– Opa, calma aí. Você não teve culpa... Eu podia ter dito “Obrigada”. – ela murmurou a última frase. – E, já que estamos aqui... Obrigada, Riley. Por todas as três vezes. Inclusive a primeira, devo acrescentar.

Ele sorriu, e ela também. Já tava achando que ia morrer de diabetes com tanta doçura, quando Megan decidiu acabar com aquilo.

– Vamos, vamos procurar aqueles dois.

E então... ACONTECEU! Megan estava passando ao lado dele.

– E... Megan...

Riley se virou e puxou Megan para um beijo com tanta delicadeza que faria qualquer um perguntar se ele é paranormal. Sem brincadeira, ele puxou a garota de um jeito tão suave que nem há como descrever. Eu podia jurar que Megan ia espancar o Riley até a morte. No mínimo. Mas ela correspondeu, passando os braços ao redor do pescoço de Riley.

Naqueles romances fofinhos que as garotas assistem, sempre tem algo para interromper. No caso foi a respiração de Megan. Provavelmente, quando fraturamos a costela respirar fica mais difícil.

E a cena seguinte foi cômica. Megan BATEU na cara de Riley.

– Por que fez isso?! – ele perguntou, com humor na expressão.

– Ninguém manda me seduzir! Jamais repita isso, está ouvindo?!

– Tudo bem, calma aí! – ele ergueu as mãos, depois abaixou-as. – Nick, Lucy, já podem sair daí.

A vida é uma comédia.



Mais um caso foi resolvido. Uma grande ajuda foi prestada a polícia americana. Agora resta apenas comemorar, certo? Errado.



No próximo caso...

“ – Um baile. Por prender um ex hitlerista. Ah, meu Deus. Um baile...”

“ – Todos nós já sacamos.”

(...)

“ – Ela... Pulou de bungee jump?”

“ – Sim.”

“ – E sobrou para mim?”

“ – Também.”

“ – Certo. Certo.”

“ – O que está esperando?”

“ – Cale a boca, não é você que vai saltar de quarenta metros de altura. Ta. Pelo caso. AAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!”

(...)

“ – Adivinha quem veio para o jantar? The Killer!”

“ – The Killer está aqui?”

“ – Não, é um modo de dizer. Você é lerdo, hein?”

(...)

“ – Resolvendo casos nesse ritmo, vou me aposentar aos trinta. E comprar um iate e uma casa com piscina. Yeah...”

“ – Sonhar faz bem, Nick.”

Notas finais
Awnt, ah meu Deus, gente eu acho Rilan TÃO fofo! Awnt, awnt, awnt... Awnt! Reviews e recomendações? Manifestem-se fantasminhas! Kisses, Mel