Mystery, Dear Mystery
8 Mystery 3 – From The Whisky 2/3
Notas iniciais
Narração por: Nick Trent
– O que?- ele indagou incrédulo, até eu estava incrédulo.
– Foi o que você ouviu.- bem nessa hora a Lucy apareceu, e nos olhou com cara de quem pergunta "o que eu perdi?".
– Eu encontrei uma coisa que pertence a The Killer.- ela arregalou os olhos, e veio correndo na minha direção e falou:
– Cadê? Cadê? Onde está? Vamos queimar como vingança!!!- ela falou empolgada, empolgada até demais, eu apontei para o colar ela foi e pegou, em seguida jogou o colar, a expressão era de puro horror.
– Lucy o que foi? O que você viu?- eu perguntei, ela piscou umas três vezes e respondeu:
– Eram vários túmulos, um vulto estava com uma arma apontando para a cabeça de uma pessoa essa pessoa chorava em cima dos túmulos e a pessoa atirou, quando isso aconteceu a bala parou no meio do percurso e se voltou contra o atirador.- ela falou como se nem acreditasse.
– Pera ai, vocês estão me falando que esse colar mostra imagens? E como vamos saber se é de The Killer? Como vamos ter certeza disso? Podia ter sido só uma mera coincidência. Onde você encontrou isso?- o Riley indagou de uma vez.
– É o que parece. Quando eu toquei vi uma assinatura TK. Não vamos mas o que mais temos para lutar contra The Killer? Encontrei nas montanhas.- nossa filosofei aqui! Todos me encararam com aquela cara de "ual".
– Me convenceu.- o Riley falou erguendo as mãos em um sinal de rendição, eu e a Lucy demos risadas.- E se isso for mesmo de The Killer temos uma pista é uma mulher, e as iniciais DH temos que descobrir o que significa.- todos assentimos, afinal The Killer não pode ser uma pessoa muito difícil de se descobrir. Ou será que pode?
– Agora temos que atrair The Killer, Lucy você podia andar com o colar para cá e para lá, e vemos no que essa merda vai dar.- o Riley falou, a Lucy deu de ombros e colocou o colar, ele exalava uma espécie de frieza e superioridade.
Narração por: The Killer
Eu acabei de voltar para a Mansão IK, fazem ideia de como é divertido procurar vitimas e obrigar elas a contarem o que você quer? Acho que não.
Assim que cheguei tratei de jogar a maleta em cima da mesa, subi para o meu quarto e me olhei no espelho, logo senti falta de uma coisa, passei a mão no pescoço só para confirmar se ele não estava lá, assim que obtive a minha resposta arregalei os olhos e me lembrei de como foi a minha ultima"caçada":
flashback on:
Eu estava nas montanhas, tinha marcado de me encontrar com um velho vendedor de armas, o mesmo chegou logo em seguida.
– Trouxe o que eu pedi?- ele assentiu com medo, essa é a reação que eu causo, em seguida me entregou AK 47, muito potente devo ressaltar.
– Você vai me matar?- ele questionou com medo, eu sorri, um sorriso que chagava a quase, quase, ser doce, em seguida encarei ele com uma falsa bondade, uma bondade que eu não tenho.
– Não tenha dúvidas a respeito disso.- eu afirmei, como se fosse a coisa mais fácil do mundo, e era! Um velho, mato ele em dois tempos! Ele arregalou os olhos, e em seguida pegou uma arma de choque e apontou para mim, eu só consegui dar um sorriso sarcástico e sair da mira dele, em um movimento rápido dei um chute na arma, ela caiu a uns dois metros, o velho me olhou horrorizado, correu, mas como eu já disse era um vovô da terceira idade, alcancei ele e com o braço enforquei ele, ele se debatia desesperadamente, em uma dessas alcançou o meu pescoço, dois segundos antes de eu atirar na cabeça dele.
flashback off:
Semicerrei os olhos, aquele filho da mãe! Fui direto para as câmeras de segurança, câmeras do que? Câmeras de todo o mundo, consigo observar as coisas a milhares de quilômetros de distancia, e vi que o MEU colar estava com a Lucinda, tive que me controlar para não mandar uma bomba naquele chalézinho de araque! Sai da sala, e gritei:
– James!- não ouve resposta, subi para o quarto dele, e entrei sem nem bater na porta, assim que entrei vi uma cena que preferia não ter visto, ele estava com mais três meninas todas seminuas, e ele sem camisa, encarei todas mortalmente com um olhar que dizia claramente "cai fora" e nojo no olhar, todas saíram de lá apressadamente.
– Tinha que ter estragado a minha diversão?- o idiota indagou já vestindo a camisa, eu revirei os olhos e olhei para ele com aquela cara de "vai se ferrar".
– Diversão é o que você vai ter assim que eu te contar as últimas novidades. — ele me encarou curioso, eu suspirei quase me sentei na cama, depois pensei melhor e me dirigi para a cadeira.
– Duas palavras: colar, DM.- ele logo sacou e deu um sorriso do tipo "se ferrou".
– Nossa estou começando a pensar que ou você é esperta demais ou burra demais.- eu encarei ele mortalmente ele deu de ombros, como quem faz pouco caso, o que não duvido que ele tenha feito.
– Ainda tenho uma calibri 50 James.- ele ergueu as mãos em sinal de rendição, eu continuei fuzilando ele, o mesmo ignorou, ele já se acostumou com o meu jeito de assassina psicótica.
– E agora, o que você quer fazer?- eu suspirei e pensei um pouco, dei um sorriso sarcástico e irônico e em seguida falei:
– Além de ferrar com a vida deles? Pretendo ter o que é meu até o final do dia, e The Killer vai me ajudar com isso.- ele deu um sorriso parecido com o meu.
– Qual o plano?
Narração por: Nick Trent
Ok, o plano podia ter umas mil e umas falhas e a probabilidade de dar muito errado, mas quem não arrisca não petisca, a Lucy iria "desfilar" com o colar para ver se chamamos a atenção de The Killer, enquanto resolvemos o caso, o Riley vai tentar rastrear as mensagens, e eu e a Lucy vamos voltar na taverna para resolvermos o caso, por ironia do destino The Killer mandou um "oi":
Você são mesmo um bando de patetas, é sério? Vão usar o colar para me atraírem? Tudo bem, mas a cada hora que se passar sem eu ter o que é meu uma pessoa inocente vai morrer, vocês tem até a meia noite, se até lá o colar não estiver comigo Megan Hills vai sentir, de novo, o poder da minha calibri 50.
Estão avisados.
The Killer
Lucy quebrou o copo em que estava bebendo água, cara The Killer está sabendo de tudo! Antes que eu pudesse falar alguma coisa o meu celular tocou:
– Olá você é um dos policiais que estão vendo a minha taverna?
– Sou sim.
– Hoje de manhã assim que eu abri a taverna vi um novo corpo sem vida lá.
– Quem era?- falei curioso, afinal não tem como uma outra pessoa beber 30 doses de whisky de novo e morrer depois desse caso.
– O nome dele era Willian Hastings, um antigo vendedor de armas de fogo aqui na região.

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