Notas iniciais
Hey minhas amoras, sentiram a minha falta? Espero que sim, graças a Merlin o meu teclado arrumou ~ uma salva de palmas para o teclado, antes que ele pife de novo ~ Eu vou surtar em 3, 2, 1: AAAAAAAAAAAAAAAAAAA O QUE DIABOS FOI ISSO??? UMA RECOMENDAÇÃO PERFEITA!!!!!!!!! Sério esse cap é todinho da Slytherin Sun Owlface, sério Su muitoooo obrigada mesmo!!! Eu particularmente acho que esse cap fico cheio de mistério, mas isso fica a critério de vocês. Teh Killer está cada vez pior! Até parece que ele está em todos os lugares, muahahahaha, o spoiler abaixo vai esclarecer umas coisinhas. Coloquei uma foto da nossa famosa calibre 50. Boa leitura

Mystery 2 – O Mafioso 3/3

Narração por: Lucy Winners

Eu soltei um suspiro aliviado, Riley abriu um sorriso também aliviado e, bem nessa hora, o Nick chegou com uma Coca-Cola zero dizendo:

– Eu sabia! Sabia que ela ia ficar boa!

Demos risada e Riley logo questionou:

– Eu posso vê-la?

– Ainda não, ela está em momento pós-cirúrgico.

Ele pareceu meio decepcionado, mas assentiu. A enfermeira saiu e, logo depois, o iPad apitou mostrando a seguinte mensagem:

The Killer machucou muito a Megan??

Espero que sim.

Só um aviso: não se metam no caminho de The Killer a menos que queiram ser mortos em dois tempos.

The Killer já está brincando com vocês. Se acham que isso é sério, nem queiram ver quando as ameaças começarem para valer.

Se The Killer quiser vocês mortos, vocês vão morrer, não tenham dúvidas disso.

Só um aviso: eu estou do lado de The Killer e se vocês não desistirem dessa maluquice de Dear Mystery vão acabar mortos. E eu não vou esperar um segundo para matá-los, vocês ainda têm uma chance.

O Mafioso — James Lerman

Arregalei os olhos. O que ele sabe sobre The Killer? A porra está ficando séria, mais séria do que já estava.

– Que droga é essa? — Nick indagou indignado. — O que esse cara sabe sobre The Killer? Já não bastava esse daí? Tinha que aparecer o Lerman com esses bilhetinhos ridículos? E quem ele pensa que é para falar para nós desistirmos?

– É isso mesmo, nós não vamos desistir! — eu afirmei.

– Se esse tal de The Killer acha que pode brincar assim com a gente, ele que se ferre!

Dito isso, uma outra mensagem apareceu:

É assim que vocês pensam?

Pois bem! Vocês vão se arrepender amargamente de não terem desistido. Vão se arrepender de duvidarem do que eu sou capaz, não esperem piedade da minha parte.

Que os jogos comecem!(!)

TK

Revirei os olhos. The Killer não tem tanto poder assim! Ou tem? Decidi ignorar e falei:

– Bom, eu não sei vocês, mas eu preciso de ar livre, então eu vou a esse bar aqui do lado. Se alguma coisa acontecer, me chamem.

Dirigi-me até o bar, sentei na bancada e notei que um cara também se sentou ao meu lado. Pedi um fire e, assim que entregaram, bebi direto.

– Cuidado, não se pode abusar na bebida. — o homem ao meu lado falou.

Dei um sorriso e respondi:

– Sabe como é, não estou dirigindo.

Foi a vez dele de sorrir. Alguma coisa nele me fez ter uma sensação meio ruim, mas ignorei, afinal não se pode desconfiar de uma pessoa que nem se conhece.

– Prazer, John Smith. — ele me estendeu a mão. Quase dei risada desse nome.

– Marry White. — não era seguro dar a minha identidade para qualquer um por aí, até porque estou desconfiando que esse seja o nome dele mesmo.

– Então, Marry, o que você pensa a respeito desses assassinatos surpresa que estão ocorrendo?

Arqueei as sobrancelhas. Que tipo de pergunta é essa?

– Horríveis, completamente horríveis. Acho que o responsável por isso deveria ser preso.

Ele deu um sorriso quase que sarcástico.

– Concordo. — ele comentou.

– E em que área você trabalha? — minha vez de perguntar.

– Engenharia. E você?

– Professora. — respondi meio que rápido.

– Ensina o quê? — ele pareceu bem curioso.

– Economia. — respondi de novo, tentando parecer bem convincente.

– Interessante. — ele pareceu mesmo interessado, e a conversa foi fluindo até que chegamos ao assunto ex-namorados.

– Eu já tive uma ex, depois de três dias descobri que ela estava me traindo.

Demos risada. Ele até que era legal. Nós nos aproximamos.

– Já tive um que era ciumento demais! Tinha vontade de mandar ele para a puta que pariu!

Soltamos um risinho. Continuei a conversar e iria conversar mais ainda se o Riley não tivesse aparecido e falado:

– Lucy, vem, temos que ir agora!

John olhou sem entender nada.

– Mas ela é a Marry. — ele falou meio confuso.

– Pois é, eu sou a Marry, Riley. A Lucy é a minha irmã gêmea. — eu inventei logo essa desculpa esfarrapada, e ele pareceu entender.

– Vamos nessa, Marry. — ele falou me puxando para fora daquele lugar, sem ao menos deixar que eu me despedisse.

– O que aconteceu, Riley? — eu indaguei.

– Eu é que pergunto! Você estava conversando com um desconhecido?

– Ele não é um desconhecido!

Ele me encarou com aquela cara de "não me diga".

– Tudo bem, o que você sabe a respeito dele?

Eu abri a boca, mas fechei. Ele tinha razão, o que eu sabia a respeito dele?

– Foi o que eu imaginei. – ele continuou.

Entramos no hospital e encontramos Nick no andar de cima, ainda com o refrigerante (impressionante como ele durou). Vimos um carro com o símbolo da Máfia pela janela.

Antes que nós pudéssemos reagir, várias balas estouraram a janela do hospital (que por sinal era enorme), fazendo um monte de cacos entrarem na minha roupa. Corri para debaixo da mesa, e reparei que nós não tínhamos como revidar. Vi uma bala caída e logo a peguei.

– Vamos pela saída de emergência. — Riley falou.

Saí correndo da mesa e vi uma bala passar raspando. Ignorei e continuei a corrida, peguei a minha calibre 50 e dei um tiro em um cara lá de fora que estava com o uniforme da Máfia. Descemos as escadas e adivinha? Saímos em um lugar onde vários mafiosos e mafiosas estavam, mas não encontrei o Lerman lá.

“Vamos morrer!!”, foi o que pensei. Mas aí apareceu o carro blindado da DM com vários agentes apontando para os mafiosos. Não perdi tempo e entrei direto no carro junto com o resto do pessoal. Demos uma partida bem acelerada. Olhei para trás e pude jurar que vi, no topo no hospital, um vulto negro, com olhos azuis frios e tempestuosos. Devo admitir: aquela figura deu um medo que só Deus!

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– O que aconteceu? Podem, por favor, apresentar uma desculpa no mínimo muito bem convincente? E o que aconteceu com a agente Hills?

Todos abaixamos a cabeça, pela segunda vez em um dia, quando o Sr. Greeleaugh falou isso.

– Conseguiram pegar o Lerman, pelo menos? – ele perguntou novamente e nós continuamos de cabeça baixa.

– Dois erros em uma missão, em ataque sem nem saberem um motivo, isso é muito decepcionante! Vocês irão para a Sala dos Castigos.

Eu sei que esse nome parece meio bizarro, mas a verdade é que esse lugar é muito pior do que aparenta ser. Lá tem cadeiras elétricas, dardos em humanos, choques altamente projetados, entre outras coisas. E o pior: nós é que vamos ser as vítimas desse treco.

Uns caras fortões apareceram e nos levaram para lá. Fomos colocados em uma cadeira elétrica e bum! Choque, dor, choque, dor, e foi isso até eles perceberem que humanos também podem morrer, mesmo sendo agentes da DM.

~ Duas horas depois ~

Estamos em uma espécie de lugar para descansar agora, depois de duas horas de tortura e, bem nessa hora, aparece na TV:

– Hoje foram encontrados três corpos, com balas no cérebro que continham as iniciais TK. Ninguém sabe do que se trata, mas os horários das mortes foram bem próximos: às 13 horas e 30 min foi a primeira vítima, às 14 horas e 30 minutos foi a segunda e às 15 horas e 30 minutos foi a outra. Todos eram policiais.

Se a porra estava séria antes, agora piorou tudo. TK= The Killer.

Hoje é dia 13, às 14 horas e 30 minutos The Killer anunciou que os jogos começaram e nós duramos exatamente 15 minutos na casa do Lerman. Não pode ser coincidência.

– Seja lá quem for esse "The Killer", não está brincando. — parece que nós chegamos às mesmas conclusões.

– Eu sei. — eu respondi.

Nessa hora apareceu mais uma droga de mensagem:

Não é que vocês entenderam a mensagem?

Vocês cometeram um erro ao pensar que eu entro para sair.

Se eu entrar, eu entro com tudo.

A DM vai cair, e vocês vão juntos.

Se eu fosse vocês, prestaria muita atenção nos assassinatos da cidade.

TK

Bufei irritada. Quando ele/ela vai parar de fazer esses joguinhos manipuladores?

Um cara entrou naquela sala e liberou a gente. Dirigi-me ao meu quarto e apaguei.

Eu estava na França de novo, Damon estava do meu lado sorrindo. Em seguida ele coloca a mão no meu coração e quando eu digo coração é coração mesmo. Vi-o arrancá-lo e destrui-lo enquanto sentia uma frieza inexplicável dentro de mim. Deu vontade de gritar, mas aguentei firme.

Depois disso a imagem mudou: eu estava em um precipício com Megan de um lado e Damon do outro. Ele me estendeu a mão. Estava quase à beira do precipício e aceitei. Quando eu ia cair, Megan me segurou.

– Não faz isso, Lucy! — ela pediu olhando para mim.

Eu quase me soltei dele, mas ele apertou o toque e disse:

– Esquece ela, Lucy, pelo menos vamos ficar juntos.

Eu me senti tentada e pular.

– Lucy, ele está te usando.

Eu olhei para os lados sem saber o que fazer.

– É assim, você é indecisa, não sabe que caminho tomar, Lucinda. -uma voz do além falou, e em seguida eu acordei.

– Que merda foi essa? — indaguei para mim mesma, com a respiração ofegante.

Logo apareceu uma mensagem no meu celular. Adivinha de quem?

Cuidado com os pesadelos, Lucinda, afinal eles refletem o que mais nós tememos.

TK

The Killer entrou para valer nesse "jogo". O que será que ele/ela planeja? E o melhor: quem ele/ela é?

– Mas que droga! The Killer sempre sabe das nossas coisas!

– Novidade!

(...)

– O que é isso?

– Uma coisa importante para The Killer, e nós vamos usar isso contra ele.

Notas finais
Então quem achou que The Killer vai jogar todas as cartas?? Bom eu espero que tenham gostado, quinta a Mel posta o começo do próximo caso, pode ser que a Mel me mate por esse spoiler, mas... Teremos um P.O.V de um personagem especial. Beijos e não esqueçam de comentar.