Notas iniciais
Antes de qualquer coisa, quero dizer que era para a Ash estar postando, mas o teclado dela decidiu dar pau, então postei no lugar dela. Ela escreveu esse cap TODINHO, então os créditos são todos dela. Como ela mudou o user e a assinatura já é antiguinha, não me restou nada a não ser usá-la. Desculpe Ash, vou mandar fazer mais. Capítulo todo da divosa divástica divissima Sammy K., que deu a primeira recomendação da fic! Obrigada sua fofa! ~le faz dancinha maluca. Eu sou uma completa enrolada e não pedi os banners para a Scarlett, então eu coloquei esse gif (perfeito, por sinal, e a cara da Min, fora ser em preto e branco [sou estranha e doida - sério mesmo que eu to dizendo isso? Todo mundo já deve ter reparado, hahahahaha - e tenho uma quedinha por preto e branco...]) da Tay Swift para representar nossa Min (caso alguém tenha dúvidas, o antigo apelido da Megan, dado por Riley quando eles eram crianças) Hills. Falando em enrolação, EU RESPONDEREI VOCÊS! Sério. E eu tenho percebido muitos erros nas notas iniciais dessa fanfic. Editarei já já e, caso prossiga, terei que falar com o suporte do Nyah, porque falando sério, não dá. Está o cumulo da confusão. Me avisem por reviews caso as notas desse capítulo saiam do mesmo jeito. Eu sei, eu sei, eu falo demais, demais, demais. Confesso que tenho medo de cansar minhas leitoras, só que um papinho nunca é demais, não é? (Cri cri, cri cri...) Né? Ta, vou deixar vocês lerem. Mas antes (é, de novo.) eu quero dar mais uns pulos de alegria e agradecer a Jacih e a Slytherin Sun Ownface, que me fizeram ficar tipo assim: "UHUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU" com os reviews. Fiquei meio triste com o capítulo 02 por causa da queda dos reviews, mas o simples ato de vocês fizeram a escala de números do gráfico MDM voltarem a bater (eu tenho um gráfico com as estatísticas dessa fic. Sou filha de Atena então acho que sou meio que... Paranoica? Por gráficos. Eu AMO gráficos. Amo mexer com gráficos.) e isso me deixou MUITO, MUITO, MUITO feliz! Espero que vocês continuem aparecendo, viu suas lindas? Ta, ta, agora é sério, vou deixar vocês lerem. Enjoy!

Narração por: Megan Hills

– Será que o Sr. Greeleaugh vai dizer alguma coisa? Quer dizer, está tudo bem... — o Riley perguntou.

– Riley, você levou um tiro. É claro que não está tudo bem. — eu respondi e olhei para a marca que aquela bala deixou. E devo ressaltar que era muito, muito feia.

(...)

Aqui estamos nós na mesa de reuniões recebendo uma bela bronca do Sr. Greeleaugh, exatamente como o Stones falou:

– Como vocês foram irresponsáveis ao ponto de perderem uma testemunha? E o Sr. Wilson? Como e, principalmente, quem atirou aquela bala? E como uma bala te pegou, Stones?

Nós abaixamos a cabeça. Isso me lembra do que The Killer falou. Na verdade, tudo o que falamos nessas últimas horas quando estávamos no carro me lembra do que The Killer falou.

– Não sabemos. — Lucy respondeu. — Mas prometemos compensar no próximo caso, senhor, prometemos que vamos concluir qualquer missão dada. — ela se apressou para consertar a burrada que havia feito.

– Ótimo, vamos para o próximo caso: existe um mafioso, seu nome é James Lerman, e achamos que ele está com certas informações que serão muito úteis para a DM. Quero que o tragam até mim. E não me decepcionem dessa vez. — ele lançou um olhar severo para nós.

Nos apressamos e saímos de lá o mais rápido possível.

– Nossa, essa foi por pouco! — Nick comentou.

– Bem pouco mesmo. — Lucy concordou.

– Vocês acham que deveríamos ter contado para ele sobre The Killer? — Nick perguntou em voz baixa.

– Não. — eu respondi. — Não sabemos do que The Killer é capaz, e também ele iria ficar mais bravo ainda por estarmos sendo ameaçados por uma pessoa que nem sabemos quem é. — todos concordaram.

– Riley, você pode pegar os dados desse tal de James? — Lucy perguntou. O mesmo assentiu e foi lá. Depois, ela voltou a questionar: — Alguém aí tem ideia de quem pode ser esse tal de The Killer?

– Seja lá quem for essa pessoa, manja na calibre 50. — Nick comentou.

– Manja? Manja? Isso é sério, Nick? — Lucy perguntou brincando.

– Oras, Lucy, o que você queria que eu falasse? Tipo, aquela árvore estava a pelo menos uns três quilômetros de distância.

Correção: três metros. Eu e Lucy abafamos a risada.

– O que mais me preocupa é que, quem quer que seja, sabe muita coisa sobre a gente e a gente não sabe nada sobre ele.

Foi só falar isso que uma mensagem aparece no celular de todo mundo:

Isso mesmo, escutem a Megan, afinal vocês não sabem nada a meu respeito.

Sabe o que se teme? Se teme o desconhecido, o que você não sabe o que é. Vocês nem tem ideia do que os atingiu.

Eu aconselharia vocês a desistirem dessa missão e ficarem aí nessa toca que vocês chamam de Dear Mystery.

Façam o que quiserem, mas depois não venham me falar que eu não avisei.

Quando alguma coisa ruim acontecer, podem ter plena certeza de que eu vou estar lá para assistir de camarote.

TK

Senti o sangue ferver. Quem esse tal de The Killer pensa que é para nos ameaçar assim?

– Vocês também receberam? — o Stones apareceu com um iPad (em outras palavras: o banco de dados) debaixo do braço e na mão o celular com a mensagem de The Killer. Nós assentimos.

– Mais um motivo para irmos nessa missão e mostrarmos para esse tal de The Killer que ele não pode nos atingir. — eu falei, com um brilho de determinação no olhar. Quase pude ouvir uma risada sarcástica vinda desse tal de The Killer, mas ninguém se mete comigo e sai impune, nem mesmo naquele dia.

– Então, cambada de pobretões, vamos nessa mostrar para The Killer quem é que manda no pedaço. — Nick falou e todos demos risada.

– Então, Stones, qual é o destino? — eu perguntei.

–Havaí. — ele respondeu.

– Muito protetor solar, minha gente! — o Nick comentou.

Dito isso, fomos para o avião particular da DM e partimos.

(...)

– Então esse tal mafioso está nessa casa super assustadora. Não acham que está fácil demais isso? — a Lucy perguntou, e eu tive que concordar.

– E se... e se ele for The Killer? — Riley indagou. — Ele está fugindo da DM, a DM quer ele, ele tem informações que podem ser úteis para nós.

Tivemos que concordar.

– Se ele for The Killer, ele vai ter o que merece. — eu falei. — Agora o plano: eu vou estar atrás da casa, bem aqui. — coloquei o meu dedo onde eu estaria. –Stones, você vai ficar fora da casa. Caso algum mafioso ou mafiosa apareça, você nos avisa.

– Não! Eu posso entrar...

Eu logo o cortei:

– Pode nada, o seu braço não está cem por cento ainda, o tiro foi bem feio. – isso o fez calar a boca. – Lucy, você vai entrar junto com o Nick pela entrada principal. Vamos nos encontrar no hall de entrada, onde há uma escada. Nós vamos subir e procurar esse cara, lá em cima nos separamos e vemos onde ele vai estar. Se alguém o encontrar, vai dar um tiro com a calibre 50 no teto e nós vamos ao encontro uns dos outros. Isso vale para você também, Riley, ok? — eu perguntei e todos assentiram.

Peguei a bolsa de armas (tem uma bolsa dessa para cada caso) e retirei quatro calibres 50 de lá, entregando a cada um deles. Separei uma arma de choque também e comecei a preencher a prancheta:

Equipe SHWT

Mystery 02 – O Mafioso

Acusado: James Lerman

Motivo de ser acusado: Informações importantes

Motivo de ter o que quer que seja:

Elementos da CC (Cena do Crime):

O que conseguiram:

Observações finais:

Guardei a prancheta e levantei da mesa onde estávamos sentados. Ao olhar para a janela, reparei que já era de noite. Suspirei e disse:

– Vamos fazer isso amanhã às 6 horas da manhã. Nos encontramos no saguão. — todos assentiram e saíram do meu quarto.

Tomei um banho e pensei:

Quem é você The Killer? O que a DM fez para você?

Posso não saber quem ele é, mas sei que ele sabe muito a respeito das nossas vidas e isso não é uma coisa boa. Saí do banho e fui me deitar. Assim que eu dormi, vieram os pesadelos:

Eu estava em um cemitério e vi as lápides de todos os meus amigos, todos sem nenhuma exceção. Senti um aperto no coração quando vi a lápide do Riley e, como se fosse uma lembrança, ele apareceu na minha frente. Apareceu também uma pessoa atrás dele, que sorria maldosa. Não consegui distinguir se era homem ou mulher, só vi os olhos azuis tempestuosos e frios, e, em um segundo, ela coloca uma arma na cabeça dele e atira. Senti as lágrimas caírem e me aproximei de seu corpo inerte. Olhei para frente para dar o troco naquela pessoa, mas, em vez de uma pessoa, eu vejo a DM em ruínas na minha frente. Ouvi um grito vindo de lá e me apressei naquela direção. Vi o Sr. Greeleaugh falando:

– Me ajude, por favor.

Ele estava no meio de um círculo de fogo, mas havia uma brecha. Eu me afastei, corri e pulei – ou melhor, tentei –, mas, na hora H, o círculo se fechou ao redor dele.

– Vá! Corra, salve-se! — ele caiu lá mesmo, e eu não tive forças para ir pegá-lo.

Obedeci e saí correndo de lá. Quando já estava no meio do cemitério, pisei em falso e caí em lugar cheio de... aranhas. Para quem não sabe, tenho um pavor tremendo de aranhas.

Comecei a gritar e tentar afastá-las de mim, mas não deu certo. Quanto mais eu as matava, mais apareciam. Então uma mão apareceu lá de cima, e eu aceitei sem nem pensar duas vezes. Assim que subi, dei de cara com a Lucy toda queimada. Ela dizia:

– Por quê, Megan? Por quê, Megan? Por que você nos abandonou?

Olhei para ela sem entender notei que esta na sala de reuniões da DM. Ela continuava a falar:

– Eu não vou ficar nessa organização super secreta de fracassados, vocês nem conseguiram salvar uma testemunha! Eu me recuso a continuar na DM! — eu afirmei, e todos me olharam com certo espanto.

– Megan, você... Você não pode sair assim! — o Riley falou.

– Por que não? Se não fosse por sua culpa, aquele caso não teria sido um completo desastre! Se enxerga, Riley, você vale tanto quanto um grão de poeira, ou seja, nada! A Dear Mystery não vale nada! Os agentes da Dear Mystery não valem nada! E eu não vou ficar aqui com você, nem com eles e nem com esse bando de estúpidos! — eu praticamente cuspi isso na cara deles.

Todos me olharam incrédulos e eu apenas sorri fria. Em seguida, saí de lá com pose, e o pior foi que eu nem senti remorso de ter feito isso.

– Megan, espera! — senti o Riley me segurar e me virei o mais fria possível para encará-lo.

– O quê que você quer? — perguntei com desprezo.

– Só quero saber o porquê.

– Porque eu finalmente abri os olhos e percebi que a DM é para perdedores como você e seus amigos, Stones. — eu cuspi de novo, fazendo-o me soltar e me encarar com mágoa.

Resolvi apenas ignorar e continuar o meu caminho.

Assim que passei pela porta que daria para o meu quarto, eu voltei para o cemitério, só que dessa vez sem a Lucy. Lá estava o Nick, que me encarava de maneira fria. Ele disse:

– A culpa foi sua, Megan, só sua. Você destruiu a Dear Mystery e matou a gente por culpa da sua ignorância. — e de novo eu não senti remorso, tudo o que eu queria era acordar daquele pesadelo. — Você não presta, não presta para nada!

Senti as palavras dele me atingirem de alguma forma, mas decidi ignorar. Então, como num passe mágica, todos os meus amigos estavam lá.

– Acorda, Megan! -ouvi uma voz de fundo, não consegui distinguir de quem.

Você não pode fugir do seu próprio passado!

– Acorda!! Megan!!! -a mesma voz. Continuo sem saber quem é.

– Tudo o que se faz tem consequências! Você não pode fugir delas. – esta foi a última frase que ouvi antes de acordar sobressaltada.

Lucy me encarava preocupada. Reparei que eu estava suada e que meu coração estava a mil, então suspirei e disse:

– Está tudo bem, foi só um pesadelo.

Ela continuou me encarando preocupada, e eu senti um alívio por saber que ela estava lá, viva, e que continuava minha amiga.

– Ok, só se apresse, são cinco e trinta e cinco, não queremos nos atrasar não é? – ela questionou e eu fiz que não com a cabeça.

Levantei, peguei uma roupa qualquer, entrei no banheiro e tranquei a porta, soltando um suspiro.

Um sonho, foi só um sonho. Com esse pensamento, entrei no chuveiro e tentei relaxar o máximo possível. Saí depois de uns onze minutos, me troquei – ainda com o sonho na cabeça –, desci para tomar café – ainda com o sonho na cabeça –, me sentei na mesa em que eles estavam tomando café e, com o sonho na cabeça, eu me servi. Repassamos o plano.

– Então vamos pegar um táxi para lá agora mesmo. — o Nick falou.

Todos assentimos e chamamos o táxi. Demoramos uns trinta minutos para chegarmos lá. Era uma mansão velha e bem dark, lembrava uma casa mal assombrada. Fui para a porta de fundo e vi que as luzes estavam apagadas. Era exatamente essa a intenção, ele ser pego de surpresa. Segurei com força a minha calibre 50 e entrei.

Notas finais
E aqui estou eu again. O que acharam do cap? A Ashley é muito mal por deixarem vocês assim? Entendo, ela é má assim mesmo. Alguém aí já se deu conta do que vai acontecer no próximo cap? Não sei se é porque sou autora, mas acho que se vocês prestarem MUITA atenção, da pra sacar! É, não dá. Reviews e recomendações? ~meus melhores olhinhos de gato de botas. Beijos estalados e um abração de urso, Mel.