Notas iniciais
Hey estou aqui como o prometido! Cara esse capítulo aguarda várias emoções... Enfim, shippers serão levados a loucura, hehehe e.e, ok #ChegaDeSpoiler E bem o aviso das notas passadas ainda estão valendo para esse capítulo... Enfim, esse caso é uma loucura total e gigante, temos reviravoltas e muita água para rolar (e o "#ChegaDeSpoiler" não serviu para nada :P)... Então, povo, espero que comentem e me falem o que estão achando, eu JURO que vou tornar as postagens constantes, porque essa demora que estamos tendo ninguém merece, o próximo capítulo sai ou dia 22 ou em algum dia da próxima semana, alias dia 22 é meu aniversário, quero comentários, e.e, até porque quando ficamos muito tempo sem postar acabamos perdendo o "fio da meada". *Enfim, temos ainda um bônus, mas eu e a Mel estamos conversando a respeito dele, porque NÃO conseguimos terminar esse maldito bônus e nós precisamos postar! Enfim, gente sugiram "temas" de bônus para nós postarmos, não sei se rescrevemos o nosso bônus atual com outra história ou outro shipper ou se tentamos termina-lo, enfim nos digam se vocês querem que a gente escreva sobre um shipper ou alguma ideia de uma "história", obviamente há coisas que não poderemos escrever, mas vamos tentar o que for de acordo com a linha do tempo da fic. Agora povo, quem é Team Nick? Hehehehe' eu sou O/, Team Nick, Team Killer, Team Miller, Team Lerman e Team DM FOREVER *-*, ninguém protesta! KKKK Alias alguém ler "I Need You"? Pois é, estou de bloqueio :(, e também estou meio bloqueada em MDM, tipo não consigo escrever NADA realmente... Bom? É bom, ao menos bom para mim, porque tudo o que eu escrevo eu sei que poderia fazer melhor, mas não consigo, então... Hey, sabe os banners? Vou deixar os links deles aqui caso vocês queiram ver, estão no meu álbum que eu criei, na conta do Google: https://plus.google.com/u/0/photos/106426092281963324366/albums/6027445079164325249 E o Banner não foi, que sorte... Aproveitem o capítulo!

Drew estava aflita. A garota andava pelas ruas de sua cidade, já bem tarde da noite. O motivo de sua aflição? Ela não sabia explicar, mas não estava confiando muito na escuridão. Houve uma queda de energia, por isso tanto as casas quanto a rua estavam mergulhadas na escuridão. Sem ter consciência dos próprios movimentos, ela desacelerou o passo. Acelerar o passo nunca era bom.

Talvez tivesse sido no caso dela.

Narração por: Lucy Winners.

– Eu já vi de tudo, mas isso é novidade – comentei, enquanto fotografava o corpo de nossa mais nova vítima.

– O alto escalão sempre nos surpreenderá, Lu – disse Min.

Depois que Megan e Riley, a dupla de sortudos do caramba, terminaram as suas férias prolongadas e Nick, Diamont, Lerman e eu voltamos de nosso “caso” (depois que identificamos a vítima, preenchemos relatórios e tal, tal, tal, Sr Greeleaugh relaxou um pouco), nós finalmente voltamos a nossa rotina normal de detetives de uma equipe não oficializada, e nunca estive tão feliz com o meu trabalho.

Enfim, um homem chamado Noah Kane encontrou o corpo da morta da vez e acionou a polícia (ao menos é o que ele pensa, porque ele acionou foi a DM). Ela é uma mulher branca dos cabelos cor de chocolate, que foi encontrada morta no meio da rua, com uma estaca de madeira enfiada entre os seios como se ela fosse uma vampira. Estranho!

Nick ria feito um bobo da situação.

– O mundo está sendo atacado por vampiros! É, e tem um caçador por aí! Enfiou uma estaca em uma mulher no meio da rua! Olha que criativo!

– Cale a boca, Trent – Diamont estava no bom humor de sempre, como deu para reparar.

Bem, fora a mulher estranha, tudo estava normal. James continuava me cantando e eu como sempre, o ignorando. Riley continuava resolvendo tudo na calma. Megan continuava fazendo discursos sobre a ciência. Nick continuava fazendo piadas, Diamont continuava a ameaçá-lo de morte e eu, bem, eu sou eu, não é? Na minha, só rindo.

Fiquei com a honrosa tarefa de preparar o relatório, enquanto Diamont e James recolhiam folículos nas roupas da vítima, e Riley e Megan tiravam umas fotos.

Não eram só nós que estávamos ali, acho que fora nós, haviam uns vinte outros agentes do alto escalão fechando a cena do crime e falando com algumas pessoas que diziam ter visto o assassinato. O cara que ligou, o Noah, estava esperando que algum de nós tomasse a iniciativa de interrogá-lo. Ele parecia bem impaciente, porque não parava de checar o relógio. Alguém vai ter que inventar uma desculpa bem plausível para o chefe...

– O olhar desse cara está me assustando – falei. – Vamos interrogá-lo logo. Nick, tudo bem para você me acompanhar?

Nick bufou.

– Manda esse cara ir tomar banho na soda.

– Nicholas! – repreendi.

– Que foi?

– Ele foi quem viu o corpo primeiro. Nós temos que falar com ele, e rápido! Daqui a pouco ele vaza e nós acabamos sem nossa principal testemunha.

– E suspeito – Riley acrescentou. – Ande logo, Nick. Você tem aptidão com interrogatórios, pelo que me contaram – ele voltou a atenção para Diamont e James. – Alguma novidade?

– A blusa dela é feita de algodão poliéster. 100%. Ainda quer detalhes? – James é tão grosso.

– Vamo’ ‘bora, Nick – dei um puxão na roupa dele, após me levantar, e nós finalmente fomos em direção ao cara.

O Noah não é um velho, se é o que está pensando. Devia ser no máximo, uns três anos mais velho que nós. Ainda não era nem um adulto e presenciou um assassinato. Pobre Noah – o.k, ele é um gato. Me dêem um crédito.

– E aí, Noah Kane – falei. – Comece a falar.

– O que querem saber? – apressadinhos sempre saem mais culpados no fim da coisa.

– Como encontrou a garota? – Nick perguntou.

Noah revirou os olhos.

– Eu já repeti milhões de vezes. Eu saí cedo para o estágio e encontrei ela aí.

– A conhece de algum lugar?

– Nunca a vi na vida – apressadinhos sempre saem mais culpados, repito.

– Do que é seu estágio?

– Engenharia mecânica – a expressão dele era de tédio.

Nick me deu um olhar de canto, porém penetrante. Eu o conhecia o suficiente para saber o que ele estava pensando. Emprego que envolve estacas.

– Onde? – ele perguntou.

– Na Wayne & Doyle. Não me diga que eu terei que dizer o que é a Wayne & Doyle também, detetive.

Nick fez uma carranca, mas em seguida a apagou de seu rosto e a substituiu por um sorriso sarcástico.

– Existe um crime internacional chamado agressão verbal, Kane. E eu não estou dizendo que você está cometendo agressão verbal contra mim, claro que não – Nick riu com gosto. – Policiais nunca pagam pelos crimes que cometem. Eu poderia te xingar dos nomes mais horríveis agora.

– Nicholas Trent! – reprimi. – Ande logo. Use seus talentos investigativos místicos para fazer esse idiota dizer o que nós queremos.

– Certo, então – Nick lançou seu olhar penetrante para Noah. – Ninguém pára o que está fazendo para avisar a morte de uma completa desconhecida. Você conhece essa garota.

– Claro que eu não...

– Você está menti mentindo, Noah! E se você continuar mentindo, teremos que levar você para uma delegacia e te apresentar o detector de mentiras. Aí você perderia de vez todo o seu estágio. Abra a boca e diga de onde você a conhece. Agora.

Noah praguejou.

– ‘Tá legal. Ela é a namorada do filho do meu chefe. Não sei o nome dela, sei que o garoto se chama Tate Wayne e meu chefe Wilbur Wayne. É com eles que vocês devem falar.

– Obrigado. Dispensado.

Fiz sinal para que ele sumisse da nossa frente e voltamos para os outros.

– Temos novidades. Conseguimos três novos suspeitos. Noah Kane, Tate Wayne e Wilbur Wayne.

– O Wilbur Wayne da Wayne & Doyle? – perguntou Megan, em choque. – O mesmo Wilbur que tem um filho chamado Tate Wayne?

– Foi o que eu disse.

– Coloque-o no topo da lista. Esse cara é nosso principal suspeito.

Ergui uma sobrancelha.

– Mas...

Antes que eu pudesse terminar minha pergunta, um trovão soou. Todos os agentes da DM, inclusive nós, congelamos onde estávamos.

Dois segundos depois, pingos grossos começaram a cair. Ouvir Riley soltar o mais lindo dos palavrões – só que não – e sacar uma câmera como se tivesse sido treinado para isso (não duvido nada).

– FOTOGRAFEM TUDO! NÃO DEIXEM NADA PASSAR!

Saquei a minha e comecei a tirar fotos da cena do crime feito uma louca. Em trinta segundos, eu já estava encharcada, a morta idem, as pistas estavam indo para bueiros e as provas estavam contaminadas.

– RAIN RULES! – gritei, frustrada.

Equipe SHWT

Mystery 11 – Rain Rules!

Vítima:

Autópsia:

Elementos da CC (Cena do Crime): Uma calçada no meio da rua. Nada além de asfalto.

Suspeitos:

Assassino:

Observações finais: Todas as provas foram levadas/contaminadas pela chuva.

[][][]

– I keep falling, I keep falling down / I keep falling, I keep falling down / If you could only save me...

– QUEM FAZER O FAVOR DE CALAR A MERDA DA BOCA?!

Isso aí em cima fomos Nick e eu, berrando “Nothing Left To Say” da Imagine Dragons em alto e bom som. E isso aí, em baixo de nós dois, foi James gritando ainda mais alto para que calássemos a boca. Não sei por que, cantamos tão bem... (Só que não, hahaha.)

Megan lia um livro e Riley idem, cada um em seu canto. Diamont e James não faziam nada. E Nick e eu ouvíamos música.

– MY SONGS KNOW WHAT YOU DID IN THE DAAAAAARK... / SO LIGHT ‘EM ON! ON! ON! / LIGHT ‘EM ON! ON! ON! / LIGHT ‘EM ON! ON! ON!/ I’M O FIREEEEEEEEE!

– CALEM A BOCA OU EU VOU ESTRANGULAR VOCÊS DOIS!

Após a fala de Diamont, Nick e eu nos encolhemos em nosso canto, porém não desligamos a música. James, pensando que nós não estávamos prestando atenção neles, fez um gesto com a cabeça, pedindo a Diamont que o seguisse.

Nick e eu trocamos o mesmo olhar do hospital.

O que houve? Ah, nada demais. Os dois se desculparam, blá blá bla, totalmente sem graça! Não que eu me importe, claro... Claro que eu não me importo!

Nick e eu voltamos para a nossa música, até que Riley e Megan saíram de seja lá em que mundo eles estavam.

– Acabei de ler – reclamou ele. – Vou procurar sobre guerras medievais nas prateleiras...

– Ah, meu Deus. Tive uma ideia incrível.

Acho que Nick e eu estávamos tão entediados, que até ler um livro sobre guerras medievais seria uma boa opção.

– O que acha de irmos para o simulador e travarmos uma guerra de lanças?

Megan criativa. Não esperava nada assim.

– Eu ouvi a palavra “lanças”? – Diamont surgiu, com James em seu flanco.

– Ouviu sim! Podíamos travar um desafio. Sem matar ou ferir gravemente, claro.

Ótimo. Reconfortante.

– Estou dentro – disse Diamont. E isso é ainda mais reconfortante.

– Maravilhoso. O.k, o Mr. Happy aqui e eu vamos morrer também.

– Deixemos essas alcunhas malditas enterradas nos cantos menos usados dos hemisférios do cérebro, por favor – eu ODIEO quando Riley usa palavras difíceis.

– Deixemos. Alcunhas. Hemisférios. Lindas palavras, Riley – disse Nick. – Vamos logo, estou afim de enfiar uma lança em alguém.

– Ui, que violento – zoei. – Vamos lá, então, Nicholas. Vai ser comigo que você vai lutar – ele abriu a boca, chocado. – Ah, já sei. Você tem medo de ser derrotado por uma mulher!

Esse é o ponto fraco da dignidade de todos os homens. Você pode desafiá-los para qualquer coisa, usando essa frase a seu favor.

– Vou fazer você chorar, Winners!

Não disse?

– Não se você não chorar antes, bebezão.

– O.k, o.k, sem ofensas – Riley interrompeu. – Sejam menos competitivos, pelo amor de Deus. Podemos ir sem que eu escute nenhum tipo de palavrão, ofensa e etc.?

Nick e eu nos olhamos de canto como duas crianças mimadas.

– Podemos.

– Ótimo.

[][][]

Eu nunca pensei que algum dia lutaria ali, mas pelo visto eu estava errada.

O simulador estava desértico, sem ninguém, então a área de lutas era só nossa. Nós entramos, cada um armado com uma lança de aço, e saímos em uma arena que me lembrava o Coliseu de Roma. Só faltava sair um leão dali, se é que me entende.

Diamont quis ir primeiro. Riley sugeriu que James e ela lutassem juntos, já que cada um conhecia a jogada do outro, e isso faria da primeira luta a mais interessante.

– Certo, vocês vão e lutam. Nada de ferir gravemente ou matar, e fiquem longe de nós, o.k? – Megan ressaltou. – Precisamos de juízes. Riley... Tudo bem para você ser juiz... E eu ser também?

Min é tão fofa, ela não queria dizer “comigo”, awnt. SE BEIJEM LOGO, DROGA.

James e Diamont se prepararam. Riley bateu uma mão na outra, dando início à luta. Eles eram bem rápidos, investiam com tudo. Atiravam a lança uns nos outros e tentavam atacar até quando o adversário estava com a guarda baixa. Diamont quase matou James quando o mesmo tropeçou, a sorte é que ela parou no meio do caminho. O que deu tempo suficiente para que James se erguesse e ficasse sobre ela. O problema era que Diamont era muito rápida, também. Se livrou fácil, fácil do garoto.

Quem não se livrou dela foi James.

Quando Diamont atacou, ela e James ficaram em uma proximidade absurda. Teria sido uma linda, linda cena, se eu não estivesse zonza demais para apreciá-la.

Ele a beijou.

Foi um beijo calmo, demorado, estranhamente silencioso e o pior de tudo: apaixonado. Nick, Min e Ry os olhavam chocados, mas eu duvidava que houvesse alguma expressão em meu rosto. Choque não era bem o que descrevia... Era uma mistura de choque com decepção e muita raiva.

Taquei minha lança com força no chão e saí dali. A arena, a grama seca e tudo o mais sumiu quando eu abri a porta.

– Winners! – Diamont exclamou com um tom de indignação. Ops. Acho que interrompi um beijo. – Poxa, interrompeu geral aqui!

Mandei a garota ir catar coquinho mentalmente enquanto saía dali, disposta a abrir um buraco no chão.

O QUE ESTAVA ACONTECENDO COMIGO?! Eu não estava com ciúmes de James Lerman porque eu já senti muito ciúmes, e sabia que não era aquilo. Mas o que era?! Me senti como Megan deve se sentir quando não sabe de alguma coisa. Porém eu estava me sentindo uma completa ignorante, burra e tonta, também. Talvez seja assim que Riley se sinta quando não sabe de alguma coisa.

– Lucy!

Sabe aquela expressão que diz que é falar no diabo que ele aparece? Pois se você pensou que era Riley Stones que estava atrás de mim, você pensou certo. Meus parabéns, você merece um Mc Lanche.

– Quer fazer o imenso favor de vazar daqui? – eu parei no meio do meu caminho para não sei aonde, e o encarei.

– Não. O que foi aquilo?!

– Qual é, não posso mais ficar irritada?

– “Eu odeio James Lerman”. Isso te lembra alguma coisa?!

Perguntei-me se ele estava surpreso por eu estar confusa ou se ele estava mais confuso do que eu. E isso é confuso... Ah, deixa para lá!

– O que... O que está havendo comigo?! Eu sei que eu não estou com ciúmes, porque eu já senti e isso não é!

– Por acaso é uma mistura estranha que pode ser levemente descrita como a de choque, decepção e raiva?

Perdi a fala. Riley não é desse planeta, sério.

– Qual o seu problema? Você é gay?

– Não! De onde tirou isso?! – se você quer irritar um cara, faça essa pergunta, porque Riley parecia bem ofendido.

– Você entende demais as mulheres. E qual o problema com os gays?!

– Nenhum, mas não sou gay. E eu não entendo bulhufas de mulheres. Mas já senti isso.

– E o que é?!

Riley se afastou um pouco.

– Você, de alguma forma, está gostando de James Lerman.

Notas finais
(LEIAM AS NOTAS INICIAIS, LEIAM AS NOTAS INCIAIS, APESAR DE GRANDES SÃO IMPORTANTES!) *Enfim, temos ainda um bônus, mas eu e a Mel estamos conversando a respeito dele, porque NÃO conseguimos terminar esse maldito bônus e nós precisamos postar! Enfim, gente sugiram "temas" de bônus para nós postarmos, não sei se rescrevemos o nosso bônus atual com outra história ou outro shipper ou se tentamos termina-lo, enfim nos digam se vocês querem que a gente escreva sobre um shipper ou alguma ideia de uma "história", obviamente há coisas que não poderemos escrever, mas vamos tentar o que for de acordo com a linha do tempo da fic. É eu colei esse texto das notas porque são importantes Mel e eu queremos saber as opiniões de vocês a respeito disso, a cada 100 comentário fazemos um bônus, mas como explicado ai em cima nenhuma de nós duas temos criatividade para fazê-lo... Enfim, nos avisem o que vocês querem que nós escrevemos como bônus. Beijos, ~Ash