My little children

1 Uma nova vida começa


Notas iniciais
Hã...oi! Estou um pouco cansada, mas após o dia das mães essa ideia louca me ocorreu e queria compartilhar com vocês para...sei lá, coomprenderem um pouco mais sua família. Isso parece coisa de vó né? Bem...tenho menos de 20 e não tenho filhos então acredite , isso realmente não é uma lição que (na minha opinião) vocês vão ligar muito e , além do mais , essa história tem mais aventura que amor materno , então estou desculpada? Nos vemos nas notas finais!

Charlie Clark era uma mulher destemida , sabia exatamente como fazer e quando fazer, era perpiscaz , ágil e portadora de uma das mentes mais inteligentes que já conhecemos até hoje. Porém , estava correndo com uma bebê em seu colo com carruagens atrás da mesma , e os homens montados nela gritavam :

—Sua bruxa! — Gritava um com nojo.

—Filha da @#"* ! — Continuou o outro.

—Pedaço de estrume ! — afirmou o último.

Sabe como chegou até aqui? Bem , lhes contarei com prazer. Charlie tinha acabado de fugir de outro reino na época, e já entrou de primeira em um dos bares da cidade , ocupando um acento confortável no balcão. Ela sabia que teria de fugir de lá um dia , aliás era nômade. Uma ladra não pode viver tranquilamente , não é mesmo? Bem , ela só foi para esse reino pois ninguém a conhecia , e era por isso que se mudava constantemente também. Um homem de capuz entrou no bar uns minutos depois é sentou ao seu lado , puxando conversa com a recém-foragida.

—Que mileide encantadora temos aqui — disss apreciando-a — Como vai minha cara?

Ela só o encarou , incapaz de ver seu rosto pelo capuz. Deveria ter notado seu tom formal antes de se arrepender.

—Já matei por menos — disse desafiando-o a um combate corporal se a desafia-se também.

"Nossa" pensou o rapaz " geralmente as garotas do reino dão falsas risadas de vergonha ! Ela me intriga tanto por ser diferente!"

—Ora , não queria ofende-la senhorita — disse galanteador — Pois não sou covarde o suficiente para ofender uma bela dama merecida de respeito.

—Fale mais uma coisa , e te mato! E , uma perguntinha...Quem pediu sua opinião?

O homem riu e a tentou convece-la que era apenas um jovem camponês atrás de uma boa bebida em um bar local. No final , a mulher acabou cedendo ao seu pedido de amizade.

—Te vejo amanhã , doce dama. — Mas ao perceber seu olhar , corrigiu sorrindo — Desculpe , tchau Minny.

A mulher acenou de volta. Por que o nome? Resposta óbvia, não? Ela não podia ter só uma identidade. Não pode falar seu verdadeiro nome temível e procurado. E cada vez mais ,os dois se encontravam , ela o deixava louco e ele também a deixava a desejar pela primeira vez na vida , um par. Um dia , o homem misterioso , chamado de Magnus , tirou seu capuz como sinal de confiança , mostrando verdadeiramente quem era. Ele era alto, loiro , forte e atraente para a mulher carente de seu carinho.

—Preciso lhe contar sobre minha verdadeira identidade — disse o homem recém-desmascarado.

—Não precisa , o segredo as vezes é tão bom..- disse finalmente lhe dando um beijo que sempre sonhar em dar ao seu amado.

Magnus e Charile , tanto um quanto o outro ,queriam mais que um simples beijo. Charlie se entregou aos seus braços enquanto a noite passava sorrateiramente...silenciosa e rápida. No dia seguinte ,porém , a mesma sentiu enjoou ao acordar em sua cama. Correu ao banheiro , agarrou o vaso e vomitou fracamente.

—Magnus...

Porém , o mesmo não estava lá. Procurou ele em todo o quarto , mas não o achara. Magnus a deixara. A mulher aos prantos , já sabendo o que lhe ocorrera para estar assim , saiu do quarto agarrando o lençou para jogar na frente da porta para deixar a raiva esvaziar. Depois de algum tempo , as mulheres do reino foram chamadas ao um baile junto ao rei para ele encontrar a pessoa certa. Charlie já estava cansada de homens , mas fora obrigada a ir. Pobre coitada...não deveriam ter feito isso com ela. Foi ao baile de cabeça erguida , procurando a cara do rei. Seu plano já estava formado , ela iria seduzi-lo para fazer responder se tinha ligações com os reinos que já passou. Vestia um lindo vestido vermelho cintilante longo que deixava uma das pernas a mostra , e tinha um decote em formato de V. Ela havia roubado ele de uma garota zonza que tinha tantos vestidos que nem notou o desaparecimento do tal. O rei se aproximou da mulher , que imediatamente fez uma cara de nojo. O incrível rei que patrocinara o incrível baile , era na verdade Magnus , seu ex-amante que teve a chance de engravida-la. Mas ia se vingar , a se ia. Ela estava irreconhecível pois nunca era vista com maquiagem ou vestido , e sim com jeans , tênis e camisas surradas.

—Escutem todos! — disse colocando um garfo na mesa mais aproxima em encontro com uma taça de vinho , chamando a atenção de todos — Esse homem já engravidou uma mulher!

Murmúrios começaram a surgir e o rei trve uma expressão de terror em seu rosto , provando a eles que continha uma máscara.

— Como sabe disso?-sussurrou o rei indiginado.

—Oh , meu rei ! Uma herege me contou isso! Estava chorando sozinha em seu quarto e perguntei-a o que havia de errado. Só estou falando a verdade — disse com sua melhor atuação.

—Pode descreve-la? -Pediu.

—Como poderia senhor? — disse fingindo raiva — você não sabe nem como é sua aparência?

O homem Gritou exasperado :

—Procurem essa mulher! Caçem-na! Quero sua cabeça em meu banquete por inventar uma mentira ultrajante como essa!

Um guarda se aproximou.

—Como ela é , meu senhor?

—Morena , alta e pálida — disse rápido — só precisa saber disso.

—Mas varias mulheres têm esssa aparência , meu lorde!

—É fácil identifica-la ,venha ! Lhe mostrarei sua aparência através de um desenho.

Meses passaram-se e a bebê finalmente nasceu. Sabia que era só questão de tempo para identificar como filha do rei, era loira com os olhos azuis como o pai. Um dia , realmente a descobriram. E é por isso que nossa pequena Carol está no colo de sua mãe que foge. O que será da pequenina?

Notas finais
Oi...essa fic doeu meus dedos...espero que tenham gostado! Essa foi a minha primeira fic em terceira pessoa. Beijos com paçoca ! Até a próxima!