Notas iniciais
Konichua minna! Estou postando esse novo capítulo! Espero que gostem é comentem bastante !


– O... Oi , seu nome por acaso é ... — estava meio hesitante em falar, mas era preciso — Higurashi Kagome?! — em sua voz podia-se sentir o embargar do medo,porém a ansiossidade caminhava junto, será que realmente a tinha encontrado?
– Sim! Como sabe? — Seu tom fora tomado pela curiosidade, quem estaria falando com ela ao telefone?
InuYasha continuava atônito, reconhecia aquela figura, mas não sabia de onde.
– Apenas vire-se — ordenou o hanyo, a morena estranhou aquelas palavras, aquilo não estava sendo uma conversa muito comum, apenas girou seu corpo para trás deparando-se com um homem aparentando ser alguns anos mais velho que ela, ele vestia um traje social, esse estava com o celular no ouvido, porém assim que a viu tirou o aparelho da orelha desligando a ligação, ele parecia tão perplexo quanto a morena, Kagome demorou um pouco a perceber, mas logo se tocou.
– Você! — disse apontando para o indivíduo, InuYasha um pouco assustado com a reação da mulher deu um passo para trás com os orbes arregalados, em meio a esse gesto a reconheceu, de repente ele franziu o cenho colocando as mãos na cintura e cerrando os olhos de forma a fazê-lo enxergar melhor, não era possível — O que faz aqui senhor "empresário de relações exteriores" ? — a morena fez cara de esperta, que o deixou com raiva arqueando uma sobrancelhas, nunca haviam o tratado com tamanha ironia, principalmente envolvendo seu posto — Ainda não me respondeu — ela se aproximou com a mesma expressão só que conforme foi dando os passos um sorriso foi sendo esboçado em sua face, aquele que o deixara ruborizado novamente.
Agora a morena havia parado a poucos centímetro dele, quando finalmente voltou a realidade se perdeu totalmente naqueles olhos dourados, eram idênticos ao dele, porém tinham um toque especial, torcia para que ela não fosse a princesa, mas era inegável, ela era a cara da Rin e tinha os mesmos olhos de Sesshoumaru.
– Estava passando por aqui e eu precisava de um lugar para passar o final de semana e eu vi a placa na entrada e me interessei em alugar um quarto — InuYasha ainda não podia contar que havia uma grande probabilidade de ela ser a princesa, tinha que antes, por ordem de seu pai, contestar se ela tinha realmente chance de ser.
– Hum... — ela o olhou de uma forma desconfiada enquanto se virava, porém logo a seguir surgiu um sorriso um tanto quanto maléfico — me acompanhe- disse fazendo um gesto para que ele a seguisse.
Assim que entraram o meio Yokai se impressionar o lugar era impecável e incrivelmente grande, era um sobrado de dois andares, subiram um lance de escadas e foram andando no extenso corredor até chegarem a uma porta de madeira, essa abriu.
– Poderá ficar na suíte master! — apontou para dentro do cômodo, InuYasha o adentrou e viu que em comparação ao resto da casa aquele quarto era minúsculo — Claro que por 5000 Iens.
– Ci ... Cinco mil Iens? — Ele foi tomado pelo surpresa, bem que estranhava tamanha gentileza dela, Kagome apenas assentiu com o mesmo sorriso de antes — Cinco mil Iens por esse lugar minúsculo ?! — está incrédulo, o hanyo cerrou os olhos com indignação, como poderia aguentar um fim de semana ao lado dela? — você só pode estar de brincadeira ! — aumentou o tom de voz como se de alguma forma o fizesse se sentir maior.
– Nunca falei tão sério na minha vida ...- os lábios esboçando o sorriso maquiavélico não haviam se retirado em nenhum momento, de repente a morena estendeu uma das mãos — ... E eu quero a vista — apontou a mão com o dedo, seu tom sarcástico fez InuYasha reconsiderar sua decisão sobre ajudar seu pai, revirou os olhos enquanto remexia seu bolso, pegou um pequeno bolo de dinheiro que tinha e foi contando até chegar a cota desejada por ela, lhe entregou as notas, essa pegou-as gratificante e satisfeita que sua vingança pelo mal comportamento dele na dia anterior seria feita, sorriu satisfeita.
– Espero que aproveite a sua estadia — falou ironicamente, ele revidou da mesma forma sarcástica dando um sorriso de falsa satisfação fechando a porta.
Suspirou frustrado colocando ambas as mãos na cabeça e se jogando na cama, tudo pelo seu pai, era o único pensamento que o vinha para aliviar o estresse, o que não resolvia muito, mas ajudava.
" -Pai o que está acontecendo? — se via confuso em meio àquela multidão, estava de mãos dadas com um homem de longos cabelos prateados, andavam calmamente, como se ele nunca quisesse chegar ao destino, não sabia o porque de tanta formalidade para algo que nem entendia, ambos vestiam um terno perfeitamente alinhado.
De repente pararam em frente a um caixão banhado a ouro, diversas pessoas choravam e outros se lamentavam, a criança olhava novamente para o caixão e viu logo acima várias rosas com um grande porta retrato com a foto de seu irmão, Sesshoumaru, e ao lado viu algo mais ou menos parecido, mas sem o caixão e tinha a foto de uma criança, mais especificamente uma garota, tinha cabelos negros e lisos até os ombros, sorria com o brilho de uma criança, era uma espécie de memorial feito a ela, mas.... Porque ? Quem era a garota? Nunca a havia visto.
Nenhuma resposta nem da pergunta feito ao homem que acompanhava e nem por nenhum dos indivíduos ali presentes "

Suspirou com a cabeça ainda enfiada no travesseiro, estava suando, devido à falta de umidade daquele dia, percebeu agora que acordara que havia dormido, que sonho foi esse? Era só o que conseguia pensar, nunca em toda sua vida teve um sonho parecido.
Resolveu se levantar, olhou para a janela que tinha uma paisagem tomada pela escuridão da noite, estranhou pois quando se lembrava de estar acordado ainda era de dia, olhou o horário em um pequeno relógio digital ao lado da cama e se impressionou ao ver que já passava das 20:00, devia estar realmente cansado para dormir tanto tempo assim.
Se espreguiçou bocejando, o cansaço ainda estava a flor da pele mesmo depois de horas de descanso, e enquanto movimentava seus braços de uma forma a relaxar seus músculos ouviu uma música suave, porém bem alta, com certeza não vinha da sala da parte debaixo, suas orelhas faziam um movimento frenético em busca de onde vinha o som.
Se aproximou de sua janela e visando o jardim do lado da casa pode ver Kagome sentada em um banco que balançava, o qual era sustentado por duas estacas de metal, logo à frente havia um pequeno projetor o qual projetava imagens na parede.
InuYasha desceu, o que será que ela estava fazendo? Assim que chegou no pequeno jardim o frio do inverno o tomou, se abraçava em uma tentativa falha de se esquentar, a olhou e essa não havia percebido a sua presença, continuou com o olhar fixo na parede, na qual ela tinha posto um filme, se aproximou dela.
– O que faz aqui? — Kagome olhou-o por impulso da surpresa, estava tão perdida em seus devaneios que nem o notara chegar -Posso me sentar? — apontou para um espaço ao lado da morena.
– Claro! — Disse escorregando um pouco mais para o lado, InuYasha sentou-se e passou seus longos braços em por trás dela no encosto do banco, inicialmente ela se sentiu meio envergonhada pelo gesto, mas deu de ombros voltando a assistir ao filme, o hanyo que percebeu o movimento dos olhos dela em direção a projeção e a acompanhou olhando para o mesmo lugar.
–Então ... — murmurou com o olhar ainda fixo no filme — o que faz aqui nesse frio? — passou a observá-la, ela ajeitou o cobertor de forma que os dois estivessem cobertos.
– Cinema ao ar livre ... — disse por fim terminando de ajeitar e o olhando.
– Faz isso desde quando?
–Meus pais começaram com isso como comemoração quando adotaram eu e minha irmã quando eu tinha uns 8 anos.
– Você é adotada? — perguntou com a mesma tranquilidade, Kagome começou a brincar com a ponta do cobertor como se não quisesse responder, InuYasha achou que aquilo poderia ser a peça chave para que pudesse desencadear uma conversa que constatava se ela era ou não a princesa — Você sabe quem são seus pais biológicos?
– Perdi a memória, não me lembro de nada antes de eu acordar no orfanato- Kagome segurou algo no pescoço, um cordão de ouro com um pingente grosso de coração — e desde então estou tendo sempre o mesmo sonho, quer dizer.... Não sei se é um sonho ou uma lembrança, no começo me assustava, mas agora já estou acostumada — disse com um pequeno sorriso de canto enquanto falava, parecia mais encantada com a ideia de poder ser uma lembrança.
– E como é esse sonho?
– É um inverno rigoroso e um homem deixa sua filha em um monte de entulhos e sai correndo prometendo voltar, só que nunca volta e a garota sai correndo e escorrega e acaba batendo a cabeça em uma pedra de gelo e ficando desacordada — o meio Yokai se ajeitou melhor no banco para observá-la.
– E como era esse homem?
– Ele era bonito e alto com longos cabelos prateados e os olhos âmbares — Não esbanjou a surpresa que sentia ao ver que ela falava exatamente as características de seu irmão que eram praticamente as mesmas que as dele.
– E a menina? Você sabe como
Era o nome dela?
– Midoriku — Com certeza eram lembranças e ela era a princesa, não havia mais dúvidas, o nome era exatamente o que seu pai falava, de repente imagens de seu sonho aparecem em sua mente principalmente a foto da garota, a cada flash ficava mais perto a imagem, até que conseguiu ver exatamente uma garota idêntica à ela, o mesmo sorriso que fazia qualquer um se apaixonar os olhos de um dourado penetrante e os lisos cabelos negros azulados.
Ambos se encaram intensamente, ignoravam o alto som do filme que rolava, InuYasha não podia negar que a beleza dela era incomparável, enquanto que ela pela primeira vez percebia o quanto ele era encantador, o hanyo foi se aproximado dela, estava totalmente hipnotizado.
– O que você está fazendo ? — pareceu não dar ouvidos continuando o movimento com o corpo para frente, chegou uma hora que ela não queria mais ir para trás, apenas queria se entregar à aquele momento, InuYasha era muito atraente, permaneceu parada sem reação só esperando por ele terminar por quebrar a distância, porém seu ato fora interrompido a milímetros de beijá-la pela campainha que tocará despertando-os de seu transe.
– Er.... Vou lá atender — disse se levantando e saindo correndo, como poderia quase beijar alguém que nem conhecia ? E o pior foi que quase se entregará à tentação.
Ainda sentado o hanyo se repreendia mentalmente, ela era sua sobrinha, como poderia se sentir atraído por ela? Era apenas a beleza, com certeza.
A campainha tocou novamente, e o meio Yokai arqueou as sobrancelhas.
– Ela não foi atende a porta? — se levantou entrando direto na sala, quando vou Kagome descia as escadas toarmos arrumada e alegre até demais para o gosto dele — Kagome? — parou ao lado da escadaria a encarando, essa apenas parou em uma fração de segundos para lhe responder.
– Não tenho tempo de falar agora tenho que atender a porta! — voltou a descer os degraus antes mesmo de terminar a frase.
– Mas quem é? — indagou estranhando tamanha felicidade da morena, ignorou abrindo a porta e se jogando nos braços do homem a sua frente.
– Professor Kouga !
– Ka.. Kagome — Kouga disse ainda meio confuso, ela saiu de seus braços — que surpresa ... — o homem sorriu para ela, que sorria para ele desde que o vira, InuYasha de alguma forma não havia gostado nada disso é se encostou na parede mais próxima com os braços cruzados é um olhar severo e ao mesmo tempo amedrontador para o homem.
– O que faz aqui professor Kouga ? — disse pegado as bagagens dele e pondo para dentro fazendo uma menção para que ele entrasse, Kouga pôs entrou e Kagime fechou rapidamente a porta atrás dele e se pôs ao lado do moreno novamente — então professor, você não me disse o porque de estar aqui?
– Aahh ... — deu uma pequena pausa — você sabe que eu gosto de me aventurar, não ?! — sentaram-se no sofá mais próximo e em Kagome assentiu — então m, esse fim de semana eu e uns colegas meus decidimos que iríamos fazer uma escalada, porém não encontrei-os e estava esta nevasca, então decidi cancelar.
– Que pena.... Deve estar muito cansado, não?! — ela teve um tom de compreensão que deixou InuYasha, que observava os dois ainda no mesmo lugar, de queixo caído, ela nunca o tratará assim.
– Não — deu uma risada meio constrangido — até que não — ambos riram e o hanyo os olhava com irado, sentia uma vontade enorme de surrar aquele indivíduo, de repente Kouga virou-se para trás e logo em seguida voltou-se para a morena — quem é esse? — apontou para InuYasha que sorriu vitorioso ao ver que ao menos ele havia percebido sua presença.
– Ele quem? — disse distraída, o sorriso do hanyo se desmancho deixando no lugar uma expressão emburrada, Kagome olhou para onde Kouga apontava e viu que InuYasha permanecia lá parado a encarando — Aaahhh... Ele é...
– Sou o namorado dela ! — descruzou os braços e foi andando em direção a Kagome que estava surpresa com essa interrupção repentina dele e aquela falsa declaração, ele se ajoelhou atrás do sofá até ficar um pouco acima do encosto e com uma das mãos pegou levemente o rosto dela e beijou sua bochecha, a morena ficou totalmente sem reação, apenas encarava o hanyo estática — Não é linda?!
– Não, não é não ... — tentou se explicar ao professor — somos apenas amigos, de repente senti um dos braços de InuYasha em volta do seu pescoço a puxando repentinamente para mais perto dele.
– Não precisa esconder, amor ! Eu acho que já está na hora de todos saberem do nosso namoro, não?! — ela o olhava incrédula, como ele teve coragem de fazer aquilo? Ele apenas continuava sorrindo.
– Bom... — pronunciou Kouga se levantando — eu não quero atrapalhar os pombinhos, então eu vou subindo para o meu quarto.
– Deixa que eu te mostro — disse Kagome se levanta do, porém foi impedida por InuYasha que a puxou de volta para o sofá.
– Ele sabe onde fica os quartos — afirmou o meio Yokai a segurando, Kagome já não aguentava mais aquele teatro dele e o encarou com a raiva explícita.
– Oyasumi — declarou Kouga iniciando a subida as escadas.
– Oyasumi — responderam em uníssono o observado até sumir.
– Finalmente ele foi embora — declarou InuYasha.
– O que você estava fazendo? — disse se levantando ficando de frente para ele, que continuava atrás do sofá, a raiva na expressão de Kagome o deixou meio assustado, já a tinha visto irritada, mas com raiva.
– Achei que quisesse que eu a salvasse daquele cara ... — arranjou uma desculpa esfarrapada, nem ele mesmo sabia o porque de ter feito aquela encenação toda.
– Me salvar? .... Olha aqui se eu quisesse me salvar dele eu teria pedido, ok?! E com certeza não teria recorrido a você ! — ela estava furiosa com o hanyo, ele achou que agora era o momento de contar a ela, antes que ela nunca mais quisesse olhar na cara dele na vida.
– Vem comigo, pegou a morena e a puxou para fora contra a própria vontade, essa se debatia alegado que ele estava a assediando, porém ele parou em certo momento e pôs sua mão na frente da boca dela, com o tempo ela se acalmou e ele delicadamente tirou a mão dos lábios da morena.
– O que você quer? — InuYasha suspirou e a largou de vez, andando de um lado para o outro passando a mão na franja, era mais complicado do que imaginava, ficou um bom tempo fazendo círculos no chão — se você não tem nada para contar eu vou embora — Kagome começou a andar na direção contrária, mas foi impedida quando o hanyo segurou-a pela braço a fazendo olhá-lo.
– Espera, é que.... É que é mais difícil do que imaginei — Kagime percebeu que ele estava realmente nervoso com algo e ficou preocupada.
– O que foi ? — disse calmamente, ele suspirou, era agora ou nunca.
– Eu acho que eu sou o seu tio! — disse por fim, ainda nervoso de revelar a total verdade.
– O que? — respondeu arqueando uma das sobrancelhas não entendendo o que ele estava querendo dizer.
– E você é a princesa ! — falou antes que não tivesse mais coragem de pronunciar mais nada.
– Pri,pri, pri.... Princesa?
–Sim!
– Eu ? — apontou para si mesma incrédula ele apenas assentiu — impossível — disse dando um passo para trás.
– Kagome entenda, eu vim aqui esse fim de semana para ver se havia realmente alguma chance de você ser ela, no início eu só a achava parecida com a rainha e o meu irmão, mas ... Quando você me contou o su sonho eu confirmei que você é realmente filha deles...
– Como assim? — o interrompeu.
– O nome da filha do meu irmão com a rainha Rin se chamava Midoriku — assim que pronunciou esse nome o coração dela congelou será que era realmente uma lembrança? — e você descreveu exatamente as características de meu irmão mais velho, o pai da Midoriku, ... Quero dizer... Seu pai e você confirmou mais ainda quando disse que era adotada e ... — a olhou e viu as lágrimas brotando em sua face — o que foi ? — não houve resposta, porém ele teve o extinto de abraçá-la para reconforta-la, via que Kagome tentava falar alguma coisa mas o soluço não a deixava — não precisa me responder agora — sussurrou para a morena que assentiu se reconfortando no peitoral de seu suposto tio — Olha Kagome você vai ter que ir comigo na segunda de manhã falar com o meu pai, ok?! — de repente ela se afastou dele o encarando com os olhos ainda inchados.
– Pra que ?
– Não sei também, mas ele me pediu para te levar, ok? — sentiu seu peito doer só de vê-la daquela forma triste.
– Mas, ... Mas eu tenho faculdade na segunda.
– Não se preocupe com isso, a gente da um jeito, ok?! — ela assentiu, InuYasha se corroía curioso para saber o motivo do choro, mas sabia o quanto a morena estava angustiada e não quis forçá-la — e mais uma coisa... Você não pode contar a ninguém sobre você ser a princesa! — ordenou.
– Porque ?
– Também não sei, são ordens do meu pai, acho que ele não quer um escândalo ou algo do tipo.
– Entendi... — disse fixando seu olhar no chão, o hanyo a observou atentamente e achou melhor eles entrarem.
No dia seguinte se comunicavam como se nada tivesse acontecido, ela voltará a odiá-lo enquanto ele a irritava fazendo-se de seu namorado para o tão querido e amado professor.
Até que a tão esperada segunda-feira chegou, Kouga tinha ido embora na noite anterior alegando ter que se preparar para as aulas no dia seguinte.
– O carro chegou, Kagome, .. Vamos? — dizia olhando pela janela ao lado da porta da frente, a morena descia as escadas lentamente.
– Se acalma, já estou indo!
– Temos que ir rápido, meu pai esta ansioso para vê-la! Só de esperar esse fim de semana ele já está se corroendo em curiosidade — A morena finalmente chegou ao seu lado.
– InuYasha
–Hum...
–Posso te fazer uma pergunta?
– Se for rápida...
– O que vai acontecer se eu for a princesa? — indagou preocupada.
– Olha, para falar a verdade nem eu mesmo sei, mai pai tenta manter tudo confidencial até a constatação, mas ... Deixa isso para perguntar a ele, ok?! ... Nós temos que ir — ela assentiu, Kagome pôs a mais na maçaneta para abrir a porta, queria acabar com tudo aquilo o mais rápido possível, mas se surpreendeu ao ver a maçaneta girando sozinha e vê porta se abrindo revelando a pessoa que menos esperava ver naquele momento.
– Ma... Mamãe?



Notas finais
Eai, o que acharam? ... E a mãe da Kagome? I que ela vai achar de ver os dois juntinho? E como a nossa querida morena vai guardar esse segredo ? ... Até o próximo capitulo ( espero que eu não esteja fazendo esse romance acontecer muito rápido, se eu estiver sendo muito precipitada me avisem, ok?!)