Notas iniciais
Oioioi! Desculpem o atraso. IGNOREM minha falta de imaginação para escrever. Boa noite e boa leitura. Joko *v*

Quentinho. Macio, confortável e parecia mais aconchegante e acolhedor que qualquer outra coisa nesse mundo. O braço forte me envolvia com carinho pela cintura e dava um aperto que mais parecia dar segurança que querer me esmagar. Era tão confortável ali, fora o cheiro maravilhoso de morango que vinha dos fios, acho, dos cabelos.

Abri meus olhos de leve e logo via Swan dormindo. A boca entreaberta, a face tão serena e tão tranquila, alguns fios loiros caíam sobre o rosto dela e cabeça dela estava pendida para perto de mim. O braço e colo dela estava servindo de travesseiro para mim enquanto o braço dela me segurava pela cintura. O outro braço dela estava repousando sobre a barriga dela, que estava levemente a mostra, o que quer dizer que dava para ver totalmente da cintura para baixo- isso incluí a calcinha vermelha da Supergirl dela.

Corada, me desvencilhei dela e pulei por cima dela, para então conseguir sair da cama. Peguei a toalha que usara na noite anterior e fui até o guarda-roupas, tentando fazer o menos de barulho possível. Peguei uma roupa que era de Emma, eu sabia que era dela pois era BEM a cara dela- uma blusa de um desenho japônes, tinha o nome em cima, algo como Elfien Lied-, peguei um short e roupas intimas. Então corri para o banheiro junto com meu celular, que, felizmente, foi algo que eu trouxe comigo.

Olhei a hora enquanto me despia. Ainda era cedo, cerca de 8 da manhã. Pus o celular na pia e fui tomar banho, logo saí e me vesti. Nem molhei o cabelo nem nada, apenas me lavei. Peguei o celular que despertava avisando que dia era, então eu senti uma angustia e nervosismo crescer em minha garganta. Ação de Graças.

Saí do banheiro e quase gritei ao ver uma loira sentada na cama encarando o chão com as mãos na cabeça. Suspirei e fui até ela.

– Bom dia, senhorita Swan. – sentei ao seu lado sorrindo.

– Voltamos ao “senhorita Swan”? – ela riu.

– Força do hábito.

– Bom dia. – ela ficou em pé e se espreguiçou, então me olhou, sorrindo. – E feliz ação de graças, Gina.

Corei, mas sorri para ela.

– Para você também.

Ela foi para o banheiro e eu levantei, caminhando para fora do quarto. Eu precisava dar um jeito de voltar para Storybrooke. A essa hora, a cidade inteira já sabia que eu estava fora da cidade e a filha mais nova do prefeito e da diretora da Storybrooke University não está com a família para o almoço em graças, seria quase ser condenada a prisão perpetua por atirar uma pedra em um passarinho.

Na sala, estava apenas Mary. Ela estava bem ocupada, andando de um lado para o outro a procura de coisas. Percebi que ela estava enfeitando a casa para o Natal e para o dia atual, talvez fosse alguma mania, mas eu achei desnecessário.

– Bom dia, Mary. Feliz Ação de Graças. – cumprimentei.

– Oh, querida! – ela sorriu para mim. – Para você também. Ficará conosco, certo?

– Na verdade, estou vendo isso. Acho que pegarei um ônibus para casa, sabe... Passar esse dia com a minha família.

Antes que Mary falasse algo, uma mão gélida pousou em meu ombro. Quando olhei, Emma sorria para mim.

– Por que não passa com a gente? Uma vez não mata.

– Eu ficaria honrada, mas é que minha mãe é meio rígida com isso. Ela não curte passar feriados assim com a família longe. – encarei a loira. – Posso pegar um ônibus e você fica para curtir isso com a sua família.

– Ora, querida, por que ir de ônibus? – Mary se juntou a nós duas e sorriu para mim. – Pegue um táxi, eu pago.

– Oh, não. Não posso aceitar, Mary, seria pedir demais. Você já me acolheu aqui e tudo mais, eu não posso...

– É claro que pode. – a loira sorriu. – Vamos, eu te ajudo a pegar um táxi.

Não consegui mais retrucar. Mary entregou duas cédulas de 100 dólares a filha, me abraçou como despedida e murmurou coisas meigas- “foi um prazer lhe conhecer”, “apareça, é sempre bom ter a casa cheia”, “da próxima traga mais gente”- e logo a loira me encaminhou para fora da casa. Nós duas nos encostamos na grade do pequeno jardim na frente do prédio e ficamos esperando um táxi aparecer.

– Você quer mesmo ir? Meu pai e o Neal foram comprar o peru e vinho branco. Não quero mesmo ficar? – Emma me olhou com um leve sorriso.

– Eu bem que queria, as não posso. Minha mãe arrancaria meu couro fora se eu não fosse passar a ação de graças com eles. – me aproximei dela e encostei a cabeça no ombro dela. – Tente não me deixar no vácuo nas mensagens, ok?

– Por que? Não vai prestar atenção na ceia com sua família?

– Eles vão falar coisas que eu não suporto, prefiro apenas ignorar. – dei de ombros vendo Emma chamar pelo táxi, esse que parou a nossa frente e um senhor desceu, abrindo a porta do carro para mim. Virei-me para Emma e ela me olhou. – Nos vemos amanhã.

Ela sorriu.

– Nos vemos amanhã.

Ela me puxou pela cintura e me beijou, não um beijo com língua, apenas um beijo demorado. Quando nos separamos, ela me roubou um selinho e me soltou. Sorri e entrei no carro, o senhor fechou a porta, deu a volta e entrou.

– Para onde?

Emma se apoiou na janela e deu os 200 dólares.

– Leve-a em segurança direto para Storybrooke. Pode ficar com o troco.

– Nossa... Ok. – ele sorriu.

Emma acenou para mim e eu fiz o mesmo, logo o senhor dirigia pelas ruas de Boston, ficando cada vez mais longe de Emma.

– Namorada boa essa sua, hein? – o senhor riu. – Ela te ama mesmo.

Eu ri olhando pela janela.

– Ela não é minha namorada.

Não demorou a chegarmos a Storybrooke, já que fui o caminho inteiro conversando com o senhor, até descobri que ele estava trabalhando porque a filha e a esposa não estavam no país e o resto da família dele é meio desregular, então ele resolveu trabalhar.

Caminhei até a mansão Mills a minha frente, onde já se podia ver que tinha certo movimento lá dentro. Provavelmente Robin viera e trouxera a família esfomeada dele toda. Entrei na casa e logo ouvi vozes vindas da sala de estar, então aproveitei que ninguém me vira e subi as escadas correndo direto para o meu quarto. Tirei a blusa e pus em um lugar que eu lembrar-me de por para lavar depois junto das outras roupas de Emma. Peguei uma roupa minha, que fosse aceitável para a senhora Cora em um almoço tão importante quanto o atual.

Assim que vesti tudo, fui até o banheiro, passei uma maquiagem de leve e penteei os cabelos. Quando saí do banheiros, mãos grandes me puxaram pelo braço e colocaram-me a um corpo ainda maior. Revirei os olhos.

– Me larga, Robin. – mandei me mexendo.

– Ora, não vai falar com o seu cunhadinho favorito?

– Um, eu só tenho você de cunhado, infelizmente. Dois, me solta antes que eu grite.

O loiro riu e me soltou.

– Para que essa agressividade, até parece que nunca trocamos nenhum beijinho.

– Tem razão, trocamos... Porque você me obrigou. – passei por ele indo até a roupa de Emma, pegando-a e então olhei para Robin. – Posso não suportar Zelena, mas nunca trairia ela com você. Ela merece coisa melhor que você, seu safado.

Saí do meu quarto e fui direto para a lavanderia. Por sorte, não tinha nenhum empregado, então botei a roupa para lavar e logo fui para a sala. Cumprimentei o senhor e a senhrora Hood, falei com a irmã de Robin, Marian, e com o irmão mais novo dele, Roland. Falei com meus pais e irmã e ignorei Robin.

Sentei um pouco mais afastada deles e peguei o celular, logo percebendo que tinham cerca de 50 mensagens, todos da mesma pessoa: Emma Swan. Ri assim que vi as fotos dos que ela me mandara. Em uma delas, Nela estava com o peru na cabeça e, em outra, Mary tentava tirar enquanto David a ajudava. Emma não apareceu em nenhuma foto, mas comentou em todas dizendo o que fazia e, normalmente, era dizendo que estava tindo.

Regina: Pelo menos você tá tento uma boa ação de graças.

Emma: O que tá pegando?

Regina: Nada de mais. Só meu cunhado idiota...

Emma: Robin Hood, o garoto idiota que eu vi Zelena engolindo na facul?

Regina: Ele mesmo.

Emma; Que nojo...

Ri do ultimo comentário de Emma, um pouco mais do que deveria.

– Regina? – olhei para minha mãe. – Querida... O que é tão engraçado?

– Hã... É que uma amiga me mandou uma foto muito engraçada.

– Que bom que voltou a sorrir, querida. – sorri para meu pai, que ficou em pé. Ele caminhou até mim, estendeu a mão e me ajudou a ficar em pé, me abraçando logo depois. – Vamos comer? Estou com uma baita fome.

Nós nos levantamos e fomos todos para a mesa de jantar, onde já tinham algumas coisas postas. Papai sentou na ponta, mamãe do lado direito, eu e Zelena do lado esquerdo e os Hood’s se acomodaram em todo o resto da mesa. Não demorou para que todos nós começássemos a comer, em meio a conversas e “planos futuros”. Ao que entendi, Zelena e Robin pretendiam formar uma família em breve. Ou seja, casar e ter filhos.

Só Deus sabe como eu estava me segurando para não retrucar e dizer que era uma péssima ideia, mas, se eu fizesse isso e contasse tudo o que Robin fez pelas costas de Zelena, ou seria expulsa da mesa ou seria expulsa da casa, já que ninguém acreditaria na garota desequilibrada que ainda sofria pela namorada que morrera tinha meses.

Enquanto eles conversavam, recebi uma mensagem de Emma. Sorri ao vê-la tirando uma selfie com uma torta de morango que parecia deliciosa.

Emma: Um pedaço é para você. Quer?

Regina: Com muito prazer!

Emma: Ainda estou falando da torta, madame prefeita!

Regina: Que bom, porque eu também.

Emma: Aff, Gina, podia estar falando de mim!

Ri da infantilidade de Emma, mas isso me rendeu um belo chute na canela vindo de minha mãe. Ao olha-la, vi que ela me repreendia com o olhar por estar mexendo no celular. Revirei os olhos e guardei-o dentro do bolso do blazer.

– E você, Regina? – olhei para a senhora Hood. – Pretende casar-se com algum rapaz?

– Com todo respeito, senhora Hood, mas a minha vida é desrespeito apenas a mim.

– Regina! – olhei para minha mãe com um olhar inocente.

– Não liga, mãe. – Robin sorriu, o sorriso que escondia o quão safado ele era. — Regina não vai encontrar nenhum homem. Ela está bem sozinha. E ai de algum se aproximar da minha cunhadinha.

– Na verdade, Robin. – fiquei em pé e mexi em meu celular, mostrando a foto de Emma. – Eu já estou em um relacionamento. A diferença é que minha mulher vale muito mais a pena que um homem como você.

– Regina, agora chega. – sibilou minha mãe vendo que eu mostrava a foto de Emma para Robin, que começava a ficar vermelho.

– Ela vai brincar com você e depois te largar, Regina. Aceite isso, você não tem nada por ela. Ela é apenas uma miragem da sua ex, o seu outro brinquedo. – Robin riu.

Pulei sobre a mesa até chegar nele e pulei nele. Logo comecei a bater e arranhar o grandão.

– Nunca mais repita isso, seu monte de estrume! – gritei.

– Regina!

Meu pai me tirou de cima dele e me segurou, mas eu ainda estava tentando chegar perto daquele imbecil, que sorria vitorioso enquanto Zelena, minha mãe, Marian e a mãe dele estavam ao redor dele, tentando descobrir quão estragado eu tinha o deixado.

– Não estou mentindo, Regina. Sabe disso...

– Cala a boca! – gritei e em soltei de meu pai. – Pelo menos ela não vai me trair obrigando a minha irmã a ficar com ela. A beija-la ou a quase transar com ela. Pelo menos ela não irá estuprar Zelena só porque não está feliz comigo e porque acha Zelena mais bonita como você faz comigo, por sinal!

Silêncio.

Cora ficou em pé, veio até mim e me deu um tapa.

– Nunca mais faça uma acusação dessas novamente, Regina Mills! – gritou ela para mim.

– Não é acusação, é verdade! Ele me estuprou no carro dele, depois veio me ameaçando sobre contar para Lissa, então ela morreu. Eu pensei que seria livre, mas ele continuou a me importunar e me obrigar a beija-lo, dizendo coisas horríveis para que eu não contasse para Zelena! É verdade!

Zelena negou com a cabeça e ficou em pé.

– Sua vadia desequilibrada! Pare de inventar mentiras sobre o meu namorado, não estou afim de ter de enfiar a mão na sua cara de maluca!

– Não é culpa minha se seu namorado é um safado!

– Ok, chega! – Cora me pegou pelo braço e me puxou até o meu quarto. – Fique ai até segunda ordem.

– Não sou mais criança, mãe!

– Mas parece! – e ela fechou a porta na minha cara.

Joguei-me na cama e me encolhi, chorando compulsivamente. Eles não acreditam em mim, como sempre. Não, minto, em outros tempos, tempos antes de Lissa, isso nunca aconteceria. Todos acreditariam em mim, justamente por ser a única garota capaz de ser justa, centrada e normal naquela casa. Mas tudo acabou.

Senti meu celular vibrar. Peguei-o e atendi, engolindo o choro.

– Alô.

Oi, Gina! O que houve? Sua voz está estranha...

– Não foi nada. – suspirei e sentei na cama. – Por que me ligou?

Não posso mais?

Desculpe... Não foi o que eu quis dizer.

Tá tudo bem. Meus pais saíram, Neal pediu que eu ligasse quando eles voltassem para ele poder sair e agora eu estou alone em casa.

– Own, coitadinha. Deve estar se sentindo tão só...

Não exatamente, tenho meu vídeo game, cerveja gelada e batata-frita. Mas, se quer mesmo saber, preferia que tivesse alguém para jogar comigo.

– Acho que eu deveria ter te ouvido e ficado aí, pelo menos não teria me aborrecido tanto.

O que houve, pequenina?

– Não sou pequena, sou do seu tamanho.

Ah, desculpa se te dei um apelido fofo!

Ri do jeito bruto dela ser fofa, então deitei-me de bruços na cama, abraçando o travesseiro grande em formato de rolinho.

– Enfim... Não quero contar assim... você sabe, por telefone.

Não seja por isso. Meus pais chegaram e Neal também, vou para Storybrooke, chego ai em trinta minutos.

– Mas é uma hora de viagem...

Não é mais. Te encontro na praia. – e ela desligou.

Levantei da cama, fui até meu guarda-roupa e tirei um biquíni, short e regata. Troquei-me e logo calcei uma chinela. Passei por todos sem dizer uma palavra e ignorei todas as chamadas de minha mãe. Quando saí, peguei meu carro na garagem e dirigi para a praia. A cidade estava bem vazia para ser sincera, afinal, todos estavam comemorando o dia de ações de graças unidos.

Parei o carro perto da praia e desci o pequeno morro, até chegar à areia. Sentei-me e abracei minhas pernas, pondo minha cabeça entre meus joelhos. Não tinha nada para fazer, Emma só chegaria lá para duas da tarde e eu já estava na praia. Talvez eu esperasse que ela aparecesse em um piscar de olhos só porque eu queria. Talvez tenha ficado um pouco desapontado, admito.

– Sozinha no feriado? – olhei para o lado vendo uma ruiva caminhar até mim e sentar ao meu lado.

– Pois é... – ri de leve e voltei a olhar para frente. – O que faz só, Ariel? Cadê Eric?

– Ele está em São Francisco com os pais... E nós estamos, mais uma vez, de tempo.

– Por que? Vocês se amam. – comentei.

Ariel suspirou.

– Não sei... Sempre brigamos por coisas banais, como ciúmes.

– Ué, mas ciúmes é normal em um relacionamento.

– Nós provocamos um ao outro. Argh... Sei lá, quando ele parece estar com alguma garota mesmo estando comigo, eu vou lá e faço ciúmes a ele. E vice versa. – olhei-a e a vi deitada apoiada nos ombros e encarando as nuvens. – Como conseguia manter seu relacionamento com a Melissa, Regina?

– Eu confiava nela. – ela me olhou e eu sorri fraco. – Eu sabia que ela não iria me trair e ela sabia que eu não iria traí-la. Nós apenas confiávamos uma na outra. É simples.

Ariel mordeu o lábio inferior.

– Olha, Regina, sobre o que eu e Melissa tivemos...

– Não, esquece. Foi no passado, tenho de superar. – olhei para frente.

– Não, eu preciso te contar. Naquela noite, eu sei que dissemos que nós transamos apenas nós e me desculpe por isso... Mas hoje eu preciso te contar. Não estávamos sós, estávamos com outros dois caras. Melissa pediu para eu não te contar, dizer que fora apenas comigo, mas eu tive de te contar.

– Esquece. Isso tá no passado.

– Mesmo?

– Sim. – eu a olhei dando de ombros. – Não me importo na verdade.

– Obrigada. – ela sorriu gentil para mim.

– Disponha.

– Gina!

Nós duas olhamos para trás e vimos Emma, vindo em nossa direção de blusão e biquíni.

– Oi. – ela disse sentando ao meu lado.

– Oi. – cumprimentamos juntas.

Ariel ficou em pé.

– Eu vou deixar vocês a sós.

– Espera... – mas ela nos ignorou.

Silêncio.

– Então, o que queria me contar?

– Então...

Contei a ela sobre a história enquanto ela andava de um lado para o outro. Emma chutou o nada quando terminei de contar a história. Ela me olhou com os olhos cheios de raiva.

– E por que não contou antes?

– Eu não podia. Ele me ameaçava, sabe disso.

– Ok, então eu vou enfiar a mão na cara dele. – ela cruzou os braços. – Ou então denuncia ele para a policia.

– Emma, não. Tem de prometer não contar a ninguém.

– Ok. Então eu vou arrumar confusão com ele e vou dar na cara dele.

Revirei os olhos e fiquei em pé, parando-a pelos ombros.

– Desnecessário Emma. Agora, escuta, não vamos nos envolver com isso.

– Mas, Gina...

Eu a beijei antes que ela falasse algo mais. Ela parecia chocada demais para retrucar. Nós acabamos trombando, eu por cima dela e ela me abraçando pela cintura. A loira inverteu as posições, ficando por cima de mim e beijando meu pescoço. Ri e a beijei.

– Não. – fiquei em pé e estendi a mão para ela, que bufou e aceitou, ficando em pé. – Vamos para casa? Na universidade?

– É, pode ser. – ela revira os olhos e passa um braço ao redor dos meus ombros. – Trouxe meu vídeo game, quer jogar?

Assinto.

Nós fomos cada uma em um carro. Minutos depois, estávamos no quarto, ela tentando me ensinar a jogar Streat Fighter. Eu estava entre as pernas dela e ela estava com um controle na frente do meu, que estava apanhando muito.

– Eu vou morrer! – gritei me desesperando quando ela estava dando golpes exagerados na minha bonequinha.

A loira riu.

– Acontece...

Ela destruiu meu bonequinho e começou a dançar feito doida.

– Não gostei!

Ela riu e se jogou em cima de mim, me beijando com intensidade. Eu ri e lhe empurrei para frente e sentei em cima dela.

– Quero revanche!

– Com prazer.

Ela riu e nós sentamos, recomeçando!

Notas finais
Boa noite, espero que gostem. Vou responder os comentários depois. Boa noite. Joko *v*