My girlfriend's twin
12 Open my eyes
Notas iniciais
Paramos os cavalos perto do campo de morangos, demos os dois para um senhor, que os levou. Segui minha tia até onde tinha uma loira acocorada com os cabelos presos em um rabo-de-cavalo, Emma estava colocando alguns morangos em uma cesta ao seu lado que já parecia cheia.
Corri até ela e lhe abracei por trás. Ouvi Emma rir e se virou para mim, com um sorriso divertido nos lábios. Eu a dei um selinho, o que a deixou levemente confusa, mas então tia Cat se aproximou de o suficiente de nós.
– Emma, onde está Ashley?
Emma a olhou.
– Oh, ela disse que ia rapidinho ao banheiro e deixou-me tirando os morangos. – ficamos em pé ao lado de tia Cat. – Mas acho que ela está com algum problema intestinal, porque está demorando um pouquinho...
– Mesmo? Certo... eu vou atrás dela. Meninas, continuem tirando os morangos, tudo bem? – nós duas assentimos e tia Cat nos deu as costas, começando a se distanciar.
Eu e a loira nos ajoelhamos perto das mudinhas e começamos a pegar os morangos, jogando os que estavam bons dentro da cesta e os ruins dentro de um cesto de lixo. Senti uma mão segurar a minha e, ao olhar, vi que era Emma, apontando um morango para mim.
– O que foi? – perguntei rindo de leve.
– Prova.
– O que? Não, não. Temos de levar para fazerem as coisas com os morangos.
– Vai, só um não vai matar ninguém.
Revirei os olhos e dei uma mordida no maldito morando. Era doce, muito gostoso, como tudo o que tia Cat cultivava. Via Emma comer o resto do morango e sorrir para mim, como se não tivesse feito nada.
– Ok, senhorita Swan, vamos voltar ao trabalho. – nós rimos e voltamos para o que estávamos fazendo. Então me lembrei que tinha de contar a ela que estava apaixonada por ela, mas não sabia como.
Virei-me para ela, abrindo a boca para falar algo, quando o celular da loira tocou e ela ficou em pé, pegando-o para atender. Emma caminhou um pouco para longe e atendeu o celular. Suspirei, voltando a pegar os morangos.
– Agente Swan. – achava tão bonito quando ela dizia aquilo. – Sim, eu mandei. Encontraram algo? Certo, me mande o arquivo, lhe informo amanhã. Sim, senhor. Bom dia. – e ela desligou, voltando ao meu lado. – Era meu chefe... Temos informações sobre o assassino. – ela sorriu para mim e segurou minha mão esquerda. – Graças a você. Obrigada, Gina.
– Não foi nada.
– É a melhor amiga que alguém poderia ter. – ela sorriu e ficou em pé, pegando a cesta. – Já venho, ok?
Assenti e a vi caminhar até um lugar com várias outras cestas de morangos. Encarei minhas mãos e suspirei, mordendo meu lábio inferior. Melhor amiga? É claro, como eu podia ser idiota em pensar que ela iria me corresponder, ela me conhecendo a tão pouco tempo. Olhei-a de novo e a vi sorrindo para uma moça que segurava algumas caixas também, as duas entraram no celeiro e bufei.
Fiquei em pé, pegando minha cesta e andando um pouco para achar mais morangos.
– Algum problema? – olhei e Ashley, apenas ignorei, ajoelhando-me de novo, e começando a pegar mais morangos. – Oh, foi por que eu deixei Emma só aqui? Ora, tenho certeza de que ela está bem.
– Não, não é por isso! – bradei e joguei mais morangos na cesta. Suspirei. – Desculpa, eu estou nervosa hoje.
– DR?
– Pior... – suspirei ficando em pé e cruzando os braços, virando para ela. – Onde estava?
Ela sorriu e segurou meus ombros.
– Estava preparando algo para você.
– Ashley... Olha, nós não...
– Fica calma. – ela riu e pegou uma foto do bolso da calça. – Lembra dessa feirinha que tinha quando éramos menores? Digo, ainda tem, mas enfim.
– Claro que lembro. – sorri vendo a nossa foto dando um selinho enquanto tinham fogos. – Mas ela é só no meio do ano. – dei de ombros.
– Beeeem... – ela deu de ombros. – Falei alguns amigos e nós vamos refazer a feirinha... toda para você... – arqueei a sobrancelha. – e sua namorada.
Suspirei e sorri para Ashley.
– Ashley, isso tudo é muita gentileza sua, mas não precisava e Emma não é minha namorada. Além do mais... Não estou no clima.
– Ora, vamos. Vai ser legal e deu um trabalhão para planejar tudo em uma semana. Vamos, por favor, Regis! – revirei os olhos e assenti, o que fez a loirinha bater palminhas e me abraçar enquanto eu ria. – Nos encontramos a noite, Regis. Quero dizer... se topar ir comigo.
– Ashley...
– Você e Emma, idiota. – ela revirou os olhos.
Olhei para onde vira Emma a ultima vez e a vi caminhar com um papel não e sorrindo vitoriosa. Provavelmente pegara o número da menina. Olhei para Ashley.
– Na verdade, topo ir só com você. Acho que Emma vai preferir ficar em casa.
– Ok... Então te vejo mais tarde. – ela beijou minha bochecha e correu até um cavalo, o qual ela montou e logo saiu cavalgando.
Acocorei-me perto dos morangos e voltei a separá-los.
– Não sabia que morangos eram tão pesados. – olhei para Emma, que guardava o papel no bolso. – E ai? Mais alguns?
– Mais ou menos. Vamos continuar.
Ela assentiu e se ajoelhou ao meu lado, começando a me ajudar.
O dia passou voando e, quando vi, já era noite e todos estavam voltando para suas casas pra irmos para o festival. Fui com Emma no cavalo dela, já que fiquei com preguiça de ir buscar o meu. Quando chegamos, ela foi primeiro tomar banho, mas logo saiu enrolada na toalha. Eu entrei no banheiro com uma mudinha de roupa logo depois.
Quando saí do banheiro, já arrumada, vi Emma sentada na cama. Uma espécie de fone estava presa ao ouvido dela e o computador estava ligado, como quase sempre, enquanto os olhos dela estavam vidrados na tela daquele pequeno aparelho. Contudo, ela já estava pronta, o que quer dizer que ela só precisaria desligar tudo para irmos.
– Você pode parar de trabalhar só por um dia? Ou... Noite? Depois você volta. – sentei na cama ao lado dela, tentando bisbilhotar, mas ela desligou o computador e o fechou.
– Chefe, depois te ligo. – ela tirou o aparelhinho preso ao ouvido e jogou na cama, sorrindo em minha direção. – Pronto. Vamos?
Sorri e assenti. Quando estávamos saindo, lembrei que tinha de avisar sobre algo para a loira, mas só lembrei mesmo porque vi Ashley siando do quarto dela. Virei-me para Emma e a empurrei para dentro do quarto de novo, fechando a porta apressadamente. A Swan me olhou franzindo o cenho.
– O que diabos está fazendo, Gina? Não estava com pressa?
– Eu não vou com você para a feirinha. – contei rapidamente, suspirei e mordi o lábio inferior nervosamente.
A Swan me olhou confusa.
– E por que não?
– Eu vou com Ashley... Ela me convidou e eu aceite. – dei de ombros.
Emma fechou a cara e cruzou os braços. Swan estava com raiva por eu estar indo com Ashley ou por eu ter a chamado para ir sem nem mesmo acompanha-la? A loira estava com ciúmes de mim?
Tentei afastar aqueles pensamentos, eram irracionais.
– Vai com a sua ex? Para a feirinha que vocês iam quando mais novas e que tiravam fotos de beijando? – bradou Emma, fazendo um bico de descrença com a boca aberta.
– Primeiro, eram só fotos, não tem nenhum significado. Segundo, o que deu em você? Ashley é minha ex, mas é minha amiga. Até hoje mais cedo, você parecia querer se dar bem com ela!
– Eu queria, Gina! Por você! Justamente por ela ser sua amiga acima de ser sua ex, mas não quero você vá com ela para a feirinha. O que é isso? Um encontro com a ex? – ela gesticulou nervosa.
Arqueei as sobrancelhas e cruzei os braços.
– Perdão, como? Você não quer que eu vá com ela só por ela ser minha ex? – questionei em um tom de deboche.
– Isso.
– E quem é você para me dizer o que devo fazer, senhorita Swan? – cruzei os braços, já irritada com tudo aquilo. Nós estávamos distantes, mas eu conseguia ver a briga que ela travava ela mesma pelas janelas que eram os olhos dela, esses que me encaravam com descrença.
Emma bufou e revirou os olhos.
– Eu sou a sua cunhada, a sua amiga colorida e agente do FBI. E eu digo que você não deve ir. E se ela for uma das suspeitas pelo assassinato de Meli? Hã? O que fará?
Ri secamente e pus as mãos na cintura. Dei-me conta de que, provavelmente, a casa inteira podia nos ouvir a aquela altura, já que brigávamos gritando já.
– Ela não fez isso, sua idiota! – suspirei. – Ashley poder minha ex, pode ser meio ciumenta, mas não mataria Lissa e muito menos uma atual minha! Além do mais, você só está dizendo isso porque está com ciúmes e não quer que eu vá com Ashley. Eu confio na minha amiga, ok?
Emma socou a cama e me olhou.
– Estou com ciúmes mesmo! Você é minha. Ela não te deu valor, você acabou tudo entre vocês e agora está indo simplesmente ter um encontro com ela? E ainda por cima confia mais nela que em mim? – ela pôs a mão espalmada no peito enquanto a outra apontava para o chão, deduzi que ela tentava indicar a menina lá embaixo.
– Não é um encontro, senhorita Swan! – berrei e bufei, passando a mão pelo meu rosto em uma tentativa de me fazer ficar mais calma. – Eu só não tive coragem de recusar. Não é nada demais além de duas amigas revivendo os tempos de infância.
– Ok então, Gina. Vá para o seu encontro. – ela me deu as costas e começou a tirar a blusa, a jogando na cama com raiva logo depois. – Avise que não vou. Estou com dor de cabeça...
Bufei e revirei os olhos.
– Está brincando, né? – ela sentou na cama e tirou as botas. – Não vai pro festival só porque eu não vou com você?
– Não, Regina. – Emma ficou em pé e tirou a calça, jogando-a para o lado e procurando o que vestir pelo montinho de roupa na ponta da cama. – Eu não vou porque você vai com a sua ex, eu não vou porque eu estou com dor de cabeça. Já disse. Tudo bem por mim... Só não quero ver vocês duas... Então vou ficar bem aqui e cuidar da minha cabeça.
Bufei, a dei as costas e saí do quarto, batendo a porta com força. Grunhi descendo as escadas de encontro com os outros, que estavam na sala. Todos me olharam em expectativa e eu sorri sem graça.
– Emma não vai, não está se sentindo disposta. Vamos?
– Está tudo bem com vocês duas, querida? – perguntou tia Cat.
– Tudo... – peguei Ashley pelo pulso. – Vamos para a nossa noite juntas.
Ashley abriu a boca para falar algo, mas eu já tinha a puxado para fora da casa e nós já estávamos dentro caminhonete. Ashley logo começou a dirigir para o rio, que não ficava muito longe da casa de tia Cat, mas como estávamos arrumados, era melhor ir de carro. Olhei pela janela para a casa, mas logo vi que apenas uma luz estava acesa: a do meu quarto e Emma.
Suspirei e virei para frente.
Egoísta! Loira mimada, só pensa em si mesma. Ela não vê eu não é um encontro? Por que tem de ser tão ciumenta como Lissa? É irritante!
– Regis? – olhei para Ashley assim que ela parou o carro. – Olha, se quiser, posso te levar de volta para casa. Não quero atrapalhar seja lá o que vocês tiverem.
– Está tudo bem, Ash. Vamos curtir?
Ela sorriu e assentiu. Nós descemos do carro e corremos para a feirinha, indo a todas as feirinhas que tinham, apesar de competirmos bastante. Até que chegamos a uma e tiro ao alvo com armas de brinquedo. Ashley pegou uma e eu outra, nós miramos e eu algo veio a minha cabeça.
– Eu odeio tiros! – bradou Lissa vendo os meninos atirarem com suas pistolas de brinquedo nos alvos. – Não acredito que me fez vir assistir isso.
– Oras, é algo legal. Pode servir algum dia. – sorri para ela e passei um de meus braços ao redor do pescoço dela. – Mas por que odeia tanto? Tiros não são tão maus assim.
– Uma pessoa importante para mim tem envolvimento com essas coisas e eu tenho medo que ela se machuque... Bem, uma pessoa importante para mim se envolveu com isso a um tempo e não deu muito bem, ai essa outra pessoa teve de ir lá resolver.
– Do que está falando, Lissa? – olhei-a confusa.
Ela me olhou e sorriu.
– Nada demais. Vamos tomar um sorvete? Eu pago!
– Ui, ganhou dinheiro hoje?
– Regis? – olhei para o lado, vendo Ashley de braços cruzados. – Atira. O cara tá ficando irritado com a demora.
– De-desculpa.
Mirei e atirei. Eu errei.
– Emma teria acertado... – murmurei só para mim.
Segui Ashley até a roda gigante, onde compramos pipoca e algodão doce, para logo entramos em uma cabine, misturarmos as duas comidas e ri da infantilidade e nojo que era aquilo. Ali em cima era lindo, dava para ver a fazenda inteira e muito mais além. Quando saímos, nem percebi, mas dei a mão para Ashley e ela logo me puxou para outros brinquedos, esses como: carrinho bate-bate, pescar o peixe, pegar a maçã, acertar a bola na boca do palhaço na parede, por o rabo no burro. Foi divertido fazer tudo aquilo.
Um bom tempo depois, nós fomos até um pequeno morro que tinha deparando o rio da terra, era gramado e algumas pessoas estavam ali também. Nós nos sentamos depois de abrirmos uma toalha que ganhamos quando nos aproximamos e então eu pus meus brindes de lado enquanto encarava o céu estrelado a espera dos fogos.
– Só vai acontecer daqui uma hora. – comentou Ashley. – Ainda podemos fazer algo.
– Não, estou cansada. – eu ri de leve. – Emma teria adorado isso aqui, tantas brincadeiras que eu sei que ela iria amar.
– Por que está aqui, Regis? – encarei Ashley confusa. – Eu sei que não é por mim, se fosse você não teria ligado quando o moço deu a toalha. Está tentando dar ciúmes em Emma? Olha, eu acho que ela vai me matar se continuar fazendo isso.
Franzi o cenho.
– Eu não... Mas foi você que me convidou. – comentei confusa.
Ashley deu de ombros.
– Sim, porque é minha melhor amiga de infância, mas eu não quero mais nada com você. Eu estou namorando, Regis, um rapaz por sinal. Sean é um cara incrível e nós estamos esperando nosso primeiro filho. – ela sorriu passando a mão na barriga que eu não via nada, por ser uma blusa solta. – Nós vamos nos casar quando o bebê fizer 4 anos, queremos que ele leve as alianças. Desculpe se causei algum problema entre vocês, Regis.
Sorri alegre.
– Imagina, Ashley, e eu fico tão feliz por você. – eu a abracei e lhe dei um beijo na bochecha. – Espero que sejam muito felizes.
– Obrigada... Mas não acha que precisa ir atrás de alguém? – suspirei e olhei para as minhas mãos. – Está apaixonada por ela, Regina, vejo isso nos seus olhos.
– E se não for por ela, Ash? E se for pela irmã dela e eu estou as confundindo? – encarei-a de olhos marejados.
Ashley limpou minhas lágrimas e segurou meu rosto entre as mãos.
– Isso não é verdade e é impossível.
– É possível, eu já as confundi antes e namorava a irmã GÊMEA dela.
Ashley riu e deu de ombros.
– Me conta... De quem você ficou falando desde que chegamos aqui? Que nome você ficou murmurando sempre que encontrava algo legal? – corei encarando minhas mãos. – Nem sequer mencionou o nome da sua falecida ex. Regina, você só tem olhos para Emma. Então para de ser orgulhosa e vai atrás dela.
Encarei-a sorrindo e pegando minhas lembrancinhas.
– Mas e você?
Ela olhou para trás de mim e sorriu, voltando a me olhar.
– Ficarei bem.
Assenti e corri morro acima, passei por um rapaz que parecia ser familiar. Ao chegar no topo, olhei para baixo, vendo o rapaz beijar Ashley e tocar a barriga dela. Sean era o outro morador da casa de tia Cat? Por isso ainda não tinha o conhecido. Sorri.
Voltei a correr com pressa para casa, passei por plantações para cortar caminho e, admito, senti um calafrio quando vi que estava tudo um pouco escuro, já que era de 200 em 200 metros que tinha um poste de luz e a luz era fraquíssima.
800 metros depois, cheguei a casa e tentei abrir a porta no mesmo instante que outra pessoa, essa que levou uma porta na cara. Entrei esbugalhando os olhos enquanto jogava minhas coisas em cima do sofá da sala e me ajoelhei ao lado da loira, que estava caída no chão. A blusa de Wonder Woman estava deixando a barriga dela aparecer, short jeans e chinelos. Onde ela estava indo?
– Emma? Desculpa! Eu não sabia que você estava abrindo e eu... – ela sentou e me olhou. – Desculpa!
– Por que voltou?
– Uma pessoa estava me esperando em casa. – sorri de canto.
A loira sorriu.
– Que engraçado.
– O que é engraçado?
– Eu estava indo buscar uma pessoa que eu estava esperando.
– Emma!
Joguei-me na loira e a beijei, sentando em seu colo logo. Ela riu entre o beijo, as mãos dela me seguravam com firmeza pela cintura enquanto meus braços estavam em volta de seu pescoço. Eu não tinha muita certeza do que eu estava fazendo, mas eu sabia e tinha plena consciência de que aquela não era Lissa e eu estava amando o fato de Emma ser... Emma.
Nós nos separamos arfando quando o ar se fez necessário. Os olhos verdes estavam brilhantes, como nunca tinha visto antes, e encaravam os meus âmbar com tanto desejo. Um sorriso brincava nos lábios rosados da Swan enquanto mordia o lábio inferior, o que a deixava sexy.
– Eu tenho planos para essa noite...
– Somos duas.
Fiquei em pé e a puxei pela mão até a escada. Emma me puxou pela cintura e colou meu corpo de costas para o dela, começando a distribuir beijos pelo meu pescoço e nuca enquanto subíamos as escadas. Virei-me para ela, puxando-a pela nuca para beijar minha boca, logo uma de minhas mãos tinha sumido nos cabelos dela enquanto a outra estava dentro do short dela, apertando a bunda dela por cima da calcinha. As mãos dela estavam uma nas minhas costas e a outra na minha nuca, segurando-a e me puxando para mais perto.
Senti apenas minhas costas se chocando contra uma parede. Nós saímos da parede e logo senti a porta, mas sem se desprender uma da outra. Tateei pela porta até encontrar a maçaneta, abri-a e logo nós duas entramos. Supus que a Swan fechou a porta com o pé enquanto eu acendia a luz com uma mão meio confusa.
Emma nos conduziu até a cama, onde me sentou e se separou de mim, tirando a blusa dela. Eu fiz o mesmo que ela, então a Swan voltou a me beijar e foi me deitando com cuidado na cama enquanto ficava por cima de mim. Minhas mãos agora arranhavam de leve as costas dela enquanto ela passou a beijar, mordiscar e chupar meu pescoço. Ela desceu os beijos até a divisão dos meus seios, logo ela tirou meu sutiã- que fechava na frente- e abocanhou o esquerdo enquanto a mão esquerda dela brincava com o meu mamilo do direito.
Soltei um gemido de leve.
Minhas mãos desceram pelas costas dela, entraram no short dela e começaram a aperta as nádegas dela enquanto me contorcia sobre a cama com a língua de Emma brincava de fazer círculos no meu mamilo, chupando-o depois e então dando uma leve mordiscada. Puxei-a para mim e lhe invadi a boca. Minhas mãos subiram pelas costas dela, tirando-lhe o sutiã e começando a massageá-los... Ou apertar e brincar com os mamilos, fiquei na dúvida de como definir. Emma gemeu por entre meus lábios. Aquela foi a melhor sensação da minha vida.
Uma das mãos dela desceu da minha nuca, passou por cima de um dos meus peitos, afagou minha cintura e então barriga, para então começar a passar a mão no pé da minha barriga. Logo senti a mão dela desabotoar meu short, ela passou as pernas ao redor de minha cintura e ela arrancou meu short, enfiando a mão em vagina por cima da calcinha, começando a fazer movimentos circulares por cima da minha calcinha. A outra mão dela voltou a apertar meu seio e ela logo estava beijando meu pescoço de novo. E o que eu tinha? Os peitos dela. Eu estava perdendo vantagem ali.
Juntei forças e a virei, ficando por cima dela. Emma riu, então eu sorri de canto, beijando-lhe novamente. Minhas mãos logo desceram dos seios dela para a cintura dela, desabotoei o short dela e o tirei, traçando beijos dos seios dela até o pé da barriga. Beijei o clitóris dela por cima da calcinha dela, pude ouvi-la arfar. Passei a linga por toda da vagina dela por cima da calcinha, começando a chupar e brincar com a língua o clitóris dela.
Tirei a calcinha de Emma, segurei suas coxas com as mãos de logo eu estava brincando com o membro dela usando minha língua. Em poucos instantes eu a penetrei com a língua e comecei a sair e entrar devagar. Pude ouvi-la bufar e logo ela segurava minha cabeça entre duas pernas. Eu ri de leve chupando-a enquanto a penetrava com a língua.
– Ok... Madame Prefeita, já se divertiu. – Emma me puxou e logo estava em cima de mim. Ela sorriu perversa. – Vamos desempatar isso aqui.
Abri a boca para retrucar, mas ela aproveitou e me beijou. As mãos dela aproveitaram e tiraram minha calcinha, jogando para longe. Ela desceu sem rodeios e logo deu uma bela lambida em minha vagina. Eu jurei que ela fosse fazer o mesmo que eu fiz com ela, mas a Swan lambeu um dedo dela e logo me penetrou com ele. Curvei-me para frente, abrindo a boca e gemendo. Emma riu e se deitou por cima de mim, ainda com o dedo dentro de mim enquanto ela me beijava.
– Em... Ma. Va... Vai mais... – tentei, mas eu só conseguia gemer com ela indo tão rápido e ainda chupando meus seios.
– Como quiser amor... – ela tirou o dedo de dentro de mim, riu logo me penetrou de novo, só que com 3 dedos desta vez e muito mais rápido. A loira me puxou para o colo dela e logo eu estava sentada no colo dela enquanto ela chupava meus seios, revezando entre eles, e me penetrava com os dedos.
Eu não conseguia falar mais nada, meus gemidos agora estavam incontroláveis e eu sabia que no que aquilo iria acabar. Escondi minha cabeça na curva do pescoço de Emma, gemendo baixinho no ouvido dela.
Não demorou a que eu gozasse na mão dela, então ela riu, saiu de mim e pôs os dedos na minha boca. Eu tinha um estranho gosto bom.
– Isso ainda não acabou, senhorita Swan. – eu a joguei para trás.
Emma recuou um pouco até o encosto da cama e me olhou sorrindo. Engatinhei até ela, segurei suas pernas com as duas mãos e tomei a boca dela com a minha, mas meu polegar aproveitou que ela estava aproveitando o beijo e a penetrou sem dó enquanto o outro polegar massageava o clitóris dela rapidamente. A Swan passou as pernas ao redor da minha cintura e logo eu já tinha dois dedos mais o polegar dentro dela. A loira gemia por entre o beijo enquanto uma das mãos dela apertava meus seios e a outra voltou a me penetrar com dois dedos.
Encostei meus seios ao dela e quebrei o beijo, jogando minha cabeça para trás e gemendo, o mesmo valia para a loira. Comecei a me movimentar, esfregando meus seios nos dela e, de repente, senti o gozo dela na minha mão e ela sentiu o meu segundo na dela. Ri e pus meus dedos na boca dela, que riu junto de mim e lambeu cada gota que tinha nos meus dedos. Quando vi, eu já estava caída ao lado dela encarando o teto e arfando, exausta.
– Banho? – murmurei.
– Só se for agora. – ela sentou e me olhou, sorrindo de canto. – Quer me ajudar a tomar banho? – ela sorriu de canto ficando em pé.
Ri com a nostalgia.
– Não mais tomar banho, senhorita? – repeti a mesma coisa que dissera meses atrás.
– Depende de quem pergunta. – ela estendeu a mão para mim. – Para a sua sorte, para você, a resposta é não.
Aceitei a mão dela, que logo me puxou e me abraçou pela cintura pelas costas. Nós caminhamos para o banho e logo tomávamos banho. Não demorou a que o que aconteceu na cama acontecesse novamente no chuveiro.
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