My girlfriend's twin

1 My Girlfriend's twin


Notas iniciais
Nada a declarar... apenas espero que gostem e, bem, como hoje é quinta, acho que consigo postar sábado. Até o próximo.
KISS IN YOUR ASS, MY SWEETHEART!

Joko *v*

A lua estava cheia, as estrelas pareciam não ter mais tanto brilho e a chuva intensa deixava uma leve nevoa pelas ruas vazias que davam naquele triste beco. Minhas lágrimas se misturavam aos pingos de chuva, mas eu tinha certeza de que esse não era um problema, já que eu já estava totalmente encharcada. Não só eu, Lissa também estava.

— Lissa... acorda. Por favor, Lissa... acorda. – pedi balançando-a de leve enquanto a via ficar cada vez mais branca.

Os olhos estavam fechados; a cabeça pendia para o lado, encostando-se ao meu peito; a mão esquerda estava caída sobre a barriga, perto do ferimento, que parecia não parar de sangrar e, mesmo que eu tentasse conter, não parava.

Um trovão foi ouvido ao fundo.

— Moça... – olhei para trás, vendo um senhor com um guarda-chuva na entrada do beco. – Moça, o que houve? Está tudo bem?

— Por favor! Me ajude, ela está morrendo. Por favor! – implorei.

Estiquei minha mão na direção do senhor, que não se moveu. Gritei novamente, mas logo percebi que não tinha voz saindo de minha garganta. O senhor começou a entrar no beco, porém, antes que eu pudesse comemorar, ele me apontou uma pistola e riu com uma risada esganiçada.

Berrei.

Sentei assustada na cama. Olhei ao redor de meu dormitório e suspirei, tentando controlar minha respiração. Minha mão segurou meu peito, logo sentindo meu coração acelerado e minha respiração desregular.

Foi só mais um pesadelo, pensei.

Passei a mão pelo rosto, bufando. Era provavelmente o décimo só naquela ultima semana e já tinham se passado seis meses desde o ocorrido. Meu olhar caiu sobre o relógio em forma de um cisne com uma coroa e logo percebi que ainda eram 6:30 a.m. Eu estava mais que adiantada.

Levantei da cama e caminhei vagarosamente para o banheiro, onde lavei meu rosto. Encarei-me no espelho. Revirei os olhos e logo me despi, entrando no box para tomar banho. Não estava afim de ir para a aula de administração hoje, aliás, não estava afim de fazer nada hoje. Tudo bem, eu não tinha mais vontade de fazer nada nem hoje e nem nunca mais. Era pedir demais ficar deitada na cama o resto da minha vida?

Senti a água correr por todo o meu corpo e nem sequer me movi. Eu podia a sentir passear livremente pelo corpo, eu não queria atrapalhar seu trabalho. Encostei minha cabeça na parede e engoli em seca.

O que diabos eu estou fazendo da minha vida?

Seis meses se passaram desde que Melissa, ou como eu a chamava, Lissa, morreu. Em um assalto, ela foi me defender de um dos bandidos e acabou levando um tiro de uma pistola. Lissa era... bem, eu posso dizer que minha namorada, mas isso não seria bem verdade, já que ela era muito mais que isso para mim. Lissa era minha amiga, era meu anjo... Melissa Swan era meu sonho. Mas ela se foi.

O que resta de mim? Nada. Ela se foi, meu anjo se foi, minha amiga, meu sonho... se foi. Então por que eu ainda estou aqui? Não acredito que consegui me manter viva por tanto tempo, posso dizer que isso é culpa de papai. Ele que me mantem viva, mas me pergunto por que. Se ele me amasse, ele deveria me deixar ir ver meu sonho. Então por que não?

Sai do banho e pus o roupão, secando com uma toalha meus cabelos um pouco abaixo dos ombros. Joguei a toalha em qualquer lugar e me encarei novamente no espelho. Não poderia deixar à mostra as olheiras da noite passada, a qual passei chorando. Peguei logo o corretivo e passei, espalhando logo em seguida.

Quando terminei de me maquiar, coisa que eu precisava fazer todos os dias, voltei ao quarto. A cama dela continuava arrumada da forma que ela deixou, não permiti que a tirassem de lá, mesmo que todo o resto das coisas dela eu não pude impedir.

Balancei a cabeça para dispersar pensamentos sobre ela.

Pus uma roupa adequável para mais um dia na Storybrooke University. Uma blusa de listras preta e azul de mangas compridas, uma calça jeans preta e um tênis sem cadarço também preto.

Olhei o relógio e logo percebi que já se passava das 7:20. Peguei minhas coisas e sai do quarto, começando a caminhar lentamente pelos corredores do dormitório feminino do campus. Minha cabeça logo começaria a explodir, já que logo todos na universidade acordariam e se arrumariam para as primeiras aulas do dia, que começaria por volta das 9h.

Perguntei-me como eu poderia saber todos os horários da universidade, mas minha resposta veio assim que vi o quadro de avisos. Nossa foto ainda se encontrava lá, ela segurando a câmera enquanto eu sorria um pouco mais atrás. Todas as manhãs eu passava por ali, via a foto e, por mania, arrumava o quadro de forma organizada, logo, eu acabava memorizando os horários de tudo.

Assim eu fiz, como todas as manhãs. Mas, infelizmente, acabei ignorando o outro.

Passei direto e fui para o refeitório, que ficava no prédio vizinho dos dois dormitórios. Como esperado, ainda não tinha ninguém, mas já tinha algumas comidas prontas. Peguei algumas frutas, uma caixa de leite de chocolate e um muffin. Sentei-me em uma mesa afastada, pegando um livro e começando a comer enquanto o lia.

— Sabe, algumas pessoas esperam para comer quando tem bastante opções. – levantei o olhar para Belle, provavelmente uma das únicas alunas do campus que ainda fala comigo, além de ser a única que, além de mim, acorda cedo.

— Algumas pessoas gostam de dormir e outras de comer. Eu gosto de silêncio para comer. – arqueei umas das sobrancelhas, voltando-me para o meu muffin e para o livro.

— Ora, vamos, Regina. – Belle me roubou o livro e o pôs em cima da mesa ao seu lado. – Alguma evolução?

Ela sentou-se a minha frente e me roubou um pedaço de maçã.

Eu sabia do que a morena estava falando, mas eu não sabia se dizia a verdade, que eu não evoluíra nada, ou se eu dizia que tinha tido uma evolução gigantesca.

— Você sabe... o de sempre. – dei de ombros.

Belle suspirou.

— Estou ficando preocupada com você, Regs. Já faz seis meses... era para ter tido ao menos uma evoluçãozinha. – ela me olhou preocupada. – Não quer mesmo que papai veja você?

— Rumple é um ótimo pai, Belle, mas, concordemos, de psicólogo ele é um fracasso. Além do mais, eu estou bem.

— Regina, ninguém mais nessa faculdade fala mais com você, além de mim, Elsa, Anna, Ruby e aquela menina estranha do curso de marcenaria.

Olhei-a ofendida.

— Fique sabendo que Agnes é uma ótima marceneira.

A morena suspirou.

— Regs... o problema é que você está se antissocializando. Sabe que isso não irá lhe ajudar em nada.

— Eu não quero ajuda, Belle. – fiquei em pé, pegando meu livro e começando a me distanciar. – Eu estou bem como estou.

Posso até ter sido grossa com Belle ou coisa assim, mas eu não estava com um bom humor. Belle é um amor, sempre tenta ajudar a todos que pode, apesar do pai ser levemente... hã... senhor das trevas? É, por ai. Além do mais, a French sempre consegue dar uma escapada ou outra e ir a meu quarto para ver se estou bem. Obviamente, geralmente ela não consegue me pegar quando estou chorando. Além do mais, a moreninha é uma das melhores alunas da faculdade de Letras e ajuda bastante na biblioteca- quando não está escondida em alguma estante se agarrando com a namorada, claro.

Olhei em meu relógio de pulso e logo percebi que faltava ainda muito para a minha aula e, como eu conhecia bem minhas amigas, logo Belle viria com as outras para “me por para cima”, era a maldita operação que elas nomearam com um nome idiota. Vez ou outra ainda conseguia rir de Ruby e Elsa brigando, ou dos nerdicesses de Bella, que normalmente irritavam Ruby, e muitas vezes conseguia abrir um leve sorriso com as brincadeiras infames de Anna, mas nada me faria abrir o sorriso de verdade.

Meu ultimo sorriso verdadeiro e grande? Seis meses atrás, quando uma loira de olhos verdes me disse que iria finalmente me apresentar a família dela. Naquela noite, os pais dela tiveram um compromisso e voltaram correndo para Boston junto dos irmãos dela- que ela não quis dizer se eram meninos, ou meninas, ou um casal- e nós tivemos de jantar só no Granny’s, onde ficamos a maior parte da madrugada, até que decidimos ir embora.

Não posso dizer que fico feliz em saber que a família de Lissa nunca me conheceu e, provavelmente, nunca saberá da minha existência, mas de que isso importa? Eles só lembrariam de mim como a ultima que a comeu, ou a ultima que esteve com ela no ultimo suspiro, ou coisas do tipo. Nunca como a namorada dela, talvez até futura esposa. Novamente, de que adianta eles saberem da minha existência?

Sentei embaixo de uma arvore e olhei ao redor. Estava começando a ficar claro, o que indicava que devia ser em torno de 8:30, 9:00. Mais alguns minutos e as meninas apareceriam atrás de mim.

Peguei meu caderno de dentro da mochila transversal preta com detalhes em vermelho e dourado. O caderno era pequeno, a capa era dura e de couro, o que me dava mais apoio para escrever. Logo comecei a escrever a redação, que eu deveria ter começado há três dias, mas eu estava ocupada demais ouvindo música, abraçando um urso enorme e chorando.

Se eu pudesse voltar no tempo e refazer aquela noite, eu jamais teria permitido que Lissa saísse do dormitório. Não me importo se talvez os pais dela não tivesse, o compromisso e ficassem nos esperando lá, não. Lissa estaria aqui e isso seria maravilhoso.

— Sabia que encontraria aqui. – levantei o olhar para onde Elsa vinha de mãos dadas a Anna e um sorriso nos lábios de cada uma demonstrava que tentavam me animar de algum jeito. Falho. – Não está fazendo o trabalho da Blue agora, está?

Ela riu de leve, sentando-se ao meu lado junto de Anna.

— Depende de quem pergunta. Por exemplo, se fosse a Belle, eu diria que não. Mas como é vocês, estou sim. – dei de ombros.

As duas reviraram os olhos.

— Já a viu hoje, certo? – questionou Anna.

— Sim. E eu acho que brigamos, não sei dizer bem se aquilo era bem um briga ou apenas uma discussão, mas depois eu falo com ela. – fiz pouco caso apenas voltando minha atenção para o caderno, onde continuei a trabalhar enquanto as duas conversavam, às vezes se beijavam ou perguntavam algo a mim.

Ainda me lembrava de quando Elsa contou-nos que estava apaixonada por Anna. Lissa no mesmo instante bolou um plano para a loira pedir a outra em namoro, já que minha menina já sabia que a mais nova tinha certa queda pela “senpai”.

Lissa tinha feito isso não só com Anna e Elsa, mas Belle e Ruby também, além de sempre se meter no relacionamento de qualquer um na escola, tentando junta-los. Como ela mesma dizia: amor verdadeiro não é para todos, por isso é tão difícil de ser encontrado. Uma vez, Lissa contou-me que quem tinha lhe dito tal frase fora sua mãe. Quase morri de rir da careta que ela fez ao contar-me que a mãe citara ao contar sobre o primeiro encontro com o pai e ter “A” conversa.

Saí de meus devaneios ao ouvir o primeiro toque. Olhei para as duas que começavam a ficar em pé.

— Já vão ter aula? – questionei.

— Hã, é. Diferente de uns de outros, temos muitas cadeiras para fazer. Então, sim. – Anna me deu um beijo na bochecha e sorriu. – Te vejo mais tarde, Regs.

— Até mais, Regs. – falou Elsa indo para o lado oposto ao de Anna. Provavelmente elas se despediram e eu não vi.

Suspirei ao ver que o caderno permanecia em branco, já que eu não conseguira por nada além da data e do meu nome. Blue iria me matar, o pior é que seria a primeira tarefa que eu não entregaria em toda a minha vida de nerd e rata de livros.

Fiquei em pé e logo corri para a biblioteca, começando a pegar vários livros sobre o assunto e sentando em uma mesa afastada dos outros- bem, mais especificamente da bibliotecária, já que não tinha mais ninguém além de nós duas naquele lugar.

Enquanto eu estudava e pesquisava sobre o assunto, percebi que eu tinha mais 20 minutos para terminar tudo e ir para a sala que, por sorte, era naquele mesmo andar. Foi quando senti uma mão cutucar meu ombro e uma voz rouca soar:

— Com licença.

— O que quer? – não me dei ao trabalho de olhar, apenas continuei copiando.

— Oi, prazer em conhecê-la. Sou Emma...

— Eu não me importo com quem você é, apenas diga o que quer. – cortei-a de forma grossa e bufando.

— Ouch! Acho que alguém acordou de mal humor hoje. Estou acostumada, minha irmã acordava assim também, o que era extremamente irritante, já que eu tinha de a suportar e...

— Apenas diga o que quer! – fui grossa novamente apertando os olhos com uma das mãos.

— Oh, certo. Poderia me dizer onde fica, exatamente, a sala da professora... hã... Blue? – questionou a voz.

— Saia da biblioteca, siga direto até o ultimo corredor e dobre nele. É a primeira sala e a ÚNICA que não tem ninguém. – expliquei, revirando os olhos e negando com a cabeça.

— Obrigada. Até a próxima, senhorita nervosinha. – ela riu de leve e logo ouvi passos se distanciando.

Bufei, logo começando a arrumar minha bolsa e ficando em pé. Não conseguia acreditar que a garota tinha vindo falar comigo, por que ela simplesmente não perguntou à bibliotecária? Tenho certeza de que a tia teria a respondido.

Porém, assim que me virei, percebi que a velha senhora estava chegando a sua recepção segurando uma pequena montanha de livros de biologia. Quando passei por ela, sorri de leve.

— Obrigada... – murmurei antes de sair.

Fiz o meu percurso todo revisando meu exercício de Blue me concentrando em consertar alguns erros, mas nada demais. Quando eu ia entrar na sala, dois corpos, um de cada lado, me puxaram para fora da sala, jogando-me contra a parede. Já estava pronta para brigar com quem quer que fosse, alguém que eu imaginei ser minha irmã mais velha irritante, Zelena. Fiquei surpresa ao ver Ruby e Merida me olhando apavorada de cada lado e Mulan na minha frente.

— O que foi desta vez? – perguntei arqueando uma sobrancelha. – Não briguei com ninguém... bem, minha discussão com Belle não pode entrar na categoria de uma briga, então...

— Regina... – cortou-me Marida.

— Você não pode... – continuou Mulan.

— Entrar naquela sala! – finalizou Ruby, que fez careta depois. – Discutiu com Belle?

— Bem, estava mais para uma tentativa falha de declarar novamente que eu estou bem a sua namorada. Mas, claramente, ela pensa que eu estou vivendo os fantasmas do passado. Aliás, vocês parecem que viram um.

— Se você entrar lá, vai ficar ainda pior. – ouvi Mulan murmurar.

— Ué, por que? – questionei e fiz uma cara de quem entende. – Foi Zelena de novo? Argh! Ela tem mesmo de parar com essas coisas...

— Não foi sua irmã abacate, Regs. – falou a ruiva, revirando os olhos.

— Então... Papai? Mamãe? Argh! Sabem que odeio adivinhação. Se me dão licença, eu tenho mais o que fazer. – passei por entre elas e fui para a porta da sala, sendo seguida por elas, que estava levemente às pressas.

— Regina, pare...

Eu abri a porta enquanto olhava-as como quem dizia claramente “Vocês fumaram hoje?”. Virei-me para frente e entrei com elas em meu encalço. Quando cheguei à metade da sala, percebi que esta se encontrava quase vazia, com exceção de nós 4 e uma outra garota, que estava com um mangá em mãos e um sorriso divertido nos lábios rosados. Os olhos verdes estavam vidrados no gibi japonês, os cabelos louros ondulados estavam caindo sobre os ombros. Ela estava com as pernas cruzadas em cima da mesa, a pele clarinha como a neve e macia- se bem me lembro- estava entrando em contraste com a iluminação do local. Era ela... mas como isso era possível?

Lissa... estava ali? Não. Isso era impossível, Lissa morreu nos meus braços. Como pode ela estar ali na minha frente?

— Regina? – ouvi minhas amigas me chamarem, mas eu ainda encarava a menina.

A loira pareceu nos ouvir e desviou o olhar do que estava fazendo, abrindo um sorriso largo de canto assim que seus olhos caíram em mim. Ela levantou-se e caminhou em minha direção. Definitivamente, aquela garota não podia ser Lissa. Lissa já mais usaria uma blusa branca, jeans escuro, botas de couro marrom e uma jaqueta de couro vermelha. Mas o modo de andar, como se não estivesse nem ai para a vida, como se ela só quisesse ser feliz com alguém, era exatamente igual. Os olhos verdes brilhando divertidamente e de forma tão inocente e infantil.

Quem diabos é essa garota? E por que ela está vindo na minha direção?

Ela se ajoelhou na minha frente e pegou minhas coisas, entregando-me. Nem tinha percebido que tinham caído até ela me entregar.

— Olá de novo, senhorita nervosinha. – ela riu.

A voz rouca...

- Qu-quem é você? – questionei, amaldiçoando a mim mesma milhões de vezes por ter gaguejado.

O sorriso dela vacilou, mas ela logo deu de ombros e riu de leve.

— Já me apresentei.

— Ora, apresente-se novo. – mandei.

— E por que eu faria isso? Já falei quem eu sou, você que não disse quem era.

— Escute, apenas diga-me quem você é! – bradei autoritária.

Ela se aproximou de mim e sussurrou em meu ouvido.

— Está nervosinha, vossa majestade? – brincou ela rindo.

— Diga-me quem é você, porra! – gritei enraivecida.

Aquele sussurro dela cortou meu coração, enchendo-o de esperanças. Esperanças falsas, pois eu sabia que aquela ali não era Lissa e não podia a substituir. Então, por que meu coração bate tão forte? Acho que é a semelhança entre as duas, talvez.

A loira riu. Ela estava mesmo se divertindo, o que me deixava extremamente irada com isso, já que ela estava se divertindo as minhas custas.

— Ok, ok, como vossa majestade quiser. – ela fez uma breve reverencia como se fosse um cavaleiro e eu a princesa. – Emma Swan, mesmo que já tenha dito isso antes.

— Swan?! – questionamos eu e as três meninas atrás de mim.

— Sim, Swan. – ela voltou ao lugar que estava antes e sentou-se na mesma posição. – Fui transferida de Boston para cá, pensei que seria legal conhecer Storybrooke. Talvez conheçam uma menina chamada Melissa Swan. Ela era, bem... – ela riu. – Exatamente como eu. Ela estudou aqui e sempre elogiava, decidi ouvir o concelho da mais velha.

— Espera... vocês são tipo... irmãs? – questionou Mulan.

— Hã, a menos que tenham inventado a clonagem humana nos tempos de hoje... Sim, somos irmãs gêmeas. A conheciam?

— Sim. – concordaram as meninas.

Em um ato para conter as lágrimas, larguei tudo no chão novamente e corri para fora da sala, indo diretamente para o banheiro. Enfiei-me dentro de uma das cabines e tranquei a porta, sentando na tampa do vazo e logo começando a sentir as lágrimas rolarem.

Só uma coisa me passava pela cabeça. Poderia ser qualquer coisa, mas eu só conseguia pensar nisso: Por que Lissa tinha de ter uma irmã gêmea?

Notas finais
E ai? O que achou? Espero que tenha gostado e que eu tenha conseguido cativar sua curiosidade. Infelizmente, posto novamente agora só sábado- sons de choro no fundo- Sim, sim. Maaaaaaaaas, a média de palavras em meus capítulos será como o deste. 3000 e 3500. Por ai. Estarei a espera de seus comentários, que podem servir para qualquer coisa- incluo também suas críticas, sempre bom. Perdoem-me por qualquer erro e até logo.
Boa noite.

Joko *v*