Notas iniciais
Oioioioioioi! Fico feliz em saber que vocês vão ADORAR o capítulo de hoje- sim, ele foi feito mais para dar mais suspense para a conversa de Zelena e Regina... mas enfim! Boa leitura, espero que gostem volto quarta, como de costume. Bye bye. Joko *v*

Seis meses antes...

Ouvi aquele barulho irritante soando por todo o quarto, estiquei minha mão para cima e tateei atrás do meu celular. Peguei-o, para logo depois desligar o alarme. Ao sentar na cama, olhei ao redor para ter certeza de que estava tudo bem, como fazia de costume logo que acordava. Após fazer higiene matinal, tomar um belo e quentinho banho, vesti-me com o uniforme do FBI e desci até onde minha mãe já tomava café da manhã com meu pai, Neal estaria dormindo muito provavelmente, já que estava de férias.

– Bom dia! – os cumprimentei sentando ao lado de minha mãe, que me olhou sorrindo, assim como meu pai.

– Bom dia, querida. – eles responderam juntos.

Peguei pão, o cortei e comecei e enfiar ovo, bacon, pasta de amendoim e geleia de morango. Depois, pus um pouco de suco de maçã para mim e, em um prato separado e mais fundinho, cereal colorido. Meu pai riu ao ver-me comendo tudo enquanto lia o jornal, enquanto minha mãe apenas revirou os olhos. Ninguém naquela casa acreditava que eu era tão magra comendo daquele jeito, mas eu trabalhava fazendo muito movimento, além de mal comer, comia de seis em seis horas.

– Emma, tem noticias de Mel? – perguntou minha mãe.

Assenti.

– Ela mandou eu lhes lembrar de que hoje vamos lá conhecer a garota misteriosa que ela está ficando.

– Como se fosse possível esquecer, a cada cinco minutos ao longo da semana ela mandou a mensagem nos lembrando. – os dois me mostraram as mensagens de minha irmã exagerada no celular. Eu apenas ri. – Enfim, está indo para a agencia?

– Yep. – fiquei em pé terminando de beber meu suco. – Já que irei sair mais cedo hoje, pensei que poderia chegar mais cedo.

Os dois assentiram, dei um beijo na bochecha de cada um antes de pegar as chaves do meu carro, minha carteira e sair de casa. Quando entrei no carro, já fui pondo o comunicador e o conectando ao meu celular e ao sistema do FBI, para logo depois ligar meu rádio e deixar que meu Pen Drive fizesse uma boa música de fundo para o clipe da vida real. Até que foi uma boa escolha, logo começou a tocar Welcome to my life.

Não sei por quê, mas estava com uma sensação ruim. Pensei que talvez fosse sono, já que chegara em casa às três da manhã na noite anterior- já era dia, na verdade- e tivera de acordar 7:30 para ir trabalhar de novo. Meli estava me devendo uma noite de sono bem dormida, o que não fazia pela minha gêmea maluca?

Meu celular começou a vibrar e, consequentemente, meu comunicador perguntou se era para atender.

Sorri divertida.

– Falando nela... – murmurei. – Atender!

Oooooi, espelho meu.

– Olha só, esse apelido nunca pegou, apenas desiste.

Eu gosto dele.

– Não foi isso que eu disse...

Bem, enfim... O que está fazendo?

– Falando com você.

Nossa... Como você é especial, ainda conseguiu falar comigo tão cedo. Que honra essa sua.

– Às vezes me pergunto o que houve com a sua modéstia... – ri estacionando o meu lindo e turbinado fusca amarelo. – Você está enrolando. São... – olhei o relógio no meu pulso e saí do carro. – Oito e quarenta e cinco, você estaria dormindo até o ultimo minuto para entrar na sala de aula e ainda está animada. Passou a noite a transando?

Ew! Emy, você é nojenta! – apenas ri imaginando cara dela... O que não era difícil, já que a minha cara era igual à dela, com exceção apenas da franjinha dela. – Ok, escuta... Eu liguei para confirmar que você vem.

– Melissa, já te falei mil vezes que estarei ai. – entrei no elevador, apertei no botão do ultimo andar e cruzei os braços. – E ainda acho que seria bom eu investigar sobre essa garota, está fazendo suspense demais e eu estou ficando curiosa.

NÃO OUSE, EMMA SWAN! – gargalhei entrando na minha sessão, dispensei os estagiários com apenas um aceno da minha mão e fui direto para a minha sala. – É surpresa. Ela é linda, é simpática, carismática...

– Suspeita...

Especial! Não vá a investigar Emma, ela não tem ficha criminal, fica tranquila. E também... Ela tem umas coisas que me lembra a você. – ela riu.

– Awn, maninha, também te amo, mas gosto de você só como irmã mesmo. – liguei meu computador, começando a estudar o caso que deixara em aberto mais cedo.

Ai, como você é chata, Emma. Eu disse algumas coisas, não que era você. Tá ai um ponto que combinam: são duas chatas. E tem também o fato de serem extremamente orgulhosas.

– Ei, eu não sou orgulhosa!

Emma, me diz a ultima vez que deu o braço a torcer por algo... – abri e fechei a boca algumas vezes tentando pensar em uma. Meli riu do outro lado da linha. – Exatamente. É orgulhosa sim. Acho que o orgulho de nós duas foi todo para você quando estávamos no útero.

– Não me lembre daqueles tempos sombrios.

Mas nem nos lembramos dele, sua maluca.

– É por isso que são sombrios.

Meli riu do outro lado, sorri divertida e olhei para porta, onde um garoto pôs cabeça para dentro, sorrindo de canto e me esticando uma ficha, indiquei minha mesa, onde ele pôs a pasta e logo se retirou.

Certo, tenho de ser rápida, ela está vindo. Quero que traga algo quando vier.

– Minha presença já é brilho suficiente para você, mocinha.

Tive quase que total certeza de que Meli revirou os olhos para minha ultima fala.

Sabe aquela lojinha no shopping que tem pingentes bonitinhos?

– Sei, o que tem?

Compra um para mim? Um que tenha as iniciais S e M, ou um cisne com coroa e/ou maçã. Algo assim. Por favor, Emma! Por favorzinho!

Bufei, massageei minha testa enquanto pegava a pasta com pistas sobre o meu caso em aberto.

– Me diz o que eu não faço por você, Melissa? Eu compro quando sair daqui, passo lá e vou em casa, trocar de roupa.

Eba! Te amo, Emma! Tenho que desligar, falo com você mais tarde. Não somos patinhos feios...

Revirei os olhos.

– Não vou mais completar essa frase, Meli. Tínhamos 9 anos quando fizemos.

Vai, sua chata! Não somos patinhos feios...

Bufei.

– Somos belos e jovens cisnes.

Eba! Eu te amo, espelho meu.

– Também te amo, cópia minha.

E então ela desligou.

Uma semana depois...

– Eu não me importo com a minha carreira, John! – gritei andando de um lado para o outro na sala do meu chefe, um de minhas mãos na cintura enquanto a outra eu passei na minha cara. – Ela é minha irmã! Eu preciso saber quem fez isso e fazê-lo pagar todos os anos que eu puder o fazer pagar nessa prisão! – bati meu punho com força na mesa de John, meu chefe, que segurou o celular antes que caísse no chão após a mesa balançar.

– Antes de tudo, senhorita Swan... Acalme-se. – disse ele. – Seu pai não já foi lá? Não investigou? Por que deveríamos nos meter?

– Somos o FBI, porra! – gritei de novo, voltando a andar de um lado para o outro. Respirei fundo para me controlar. – Foi um assassinato a mando de alguém, eu sinto isso, John! Eu tenho de prender esse cara.

O homem a minha frente arqueou uma sobrancelha.

– Ainda não me deu motivos suficientes para o FBI entrar nesta investigação.

Bufei, saí da sala dele, fechando a porta com força. Fui ao meu escritório, peguei alguns papéis e voltei, jogando a papelada em cima dele. John pegou os papéis e começou a lê-los. Ele me olhou confuso.

– Foram 105 casos resolvidos rapidamente desde que eu entrei. Só este ano, já foram mais 1000 casos que resolvi.

– Aonde quer chegar, agente Swan?

Pus minha mão em cima da mesa dele, apoiando-me par frente enquanto a outra estava na minha cintura.

– Ou entramos nesse caso... Ou eu me demito.

John riu.

– É isso? Vai jogar sua carreira fora? Uma carreira brilhante e que começou tem apenas 3 anos e meio? – assenti e cruzei os braços. – Está blefando. Sabe que nós temos outros agentes e que podemos trocar você a qualquer momento.

– Agente Trowborn foi descoberto em todas as missões disfarçados as quais foi mandado; as duas garotas que estavam na minha classe quando treinamos para isso foram expulsas por não saberem lidar sobre pressão junto de outros três caras, um inclusive chorou. O único agente que chegaria aos meus pés é o agente Jones, mas sabemos que ele deixou o FBI para cuidar dos irmãos mais velhos por um tempo. Então... – debrucei-me novamente para perto dele. – Você só tem a mim. É pegar ou largar.

– Se entrarmos nesse caso, Swan, sabe que você pode perder o distintivo por meter-se em um caso por pura teimosia, além de ser arriscado, já que você é, literalmente, a cara de Melissa. O assassino te mataria em dois dias.

– Ele que tente...

John suspirou, apertou os dedos contra os olhos e bufou.

– Tudo bem, nós iremos.

Assenti e o dei as costas, começando a sair para me preparar me infiltrar.

– Agente Swan? – virei-me para ele segurando a maçaneta da porta. – Pesquise antes de ir, não vá para um terreno desconhecido. Tudo bem? – assenti. – E mais uma coisa... Faça o que for necessário, tudo o que for necessário.

– Farei tudo e um pouco mais para por esse filho da puta ver o sol nascer quadrado.

Meses depois...

Empurrei a porta com força e passei direto entre os homens que ali estavam. O homem de cabelos castanho escuros estava na frente de todos, me olhando confuso enquanto caminhava soltando fogo pelo nariz.

– Não me contou que ela seria a isca! – berrei ficando na frente dele, cruzei os braços e o encarei com a mandíbula trincada.

John suspirou e fez um movimento com a mão mandando que os outros agentes saíssem, eles saíram e ele sentou na cadeira dele, eu ainda estava na frente dele de braços cruzados.

– Sabe que a assassina irá atrás dela. Zelena quer se vingar da irmã, não de você.

– Arranja uma agente parecida, usa um apetrecho que me transforme em Regina por um tempo. Ela não vai ser servir de isca!

– Você disse que faria tudo que fosse necessário! – ele ficou em pé gritando.

– Tudo que não a colocasse em perigo! Não vou por ela para ser capturada por uma mulher maluca que matou a namorada da irmã porque o namorado dela estuprou a irmã! – gritei de volta.

John passou por mim, começando a sair da sala de reuniões. Eu o segui rapidamente. Todos nos olhavam apreensivos, já que eu era a única maluca que tinha coragem de enfrenta-lo para impor meus desejos e direitos.

– Ela é a única que pode fazer isso, não irei lhe por nisso se é desnecessário.

– Vai se foder, John! – berrei quando dobramos um corredor. – Ela não pode ser mais ferida, eu não posso por ela nisso. Com que cara eu iria falar para ela que ela vai servir de isca para pegarmos a irmã dela, que por sinal foi a culpada pelo assassinato da mulher que ela amava?

– Oh, tem isso. – ele se virou para mim, no meio do corredor. Eu podia sentir o olhar de todos sobre nós. – Explique a ela como será o plano, ou pode ser perigoso demais. Ah, e diga-a também que deve agir como se não soubesse que nós estamos indo atrás dela. Deixe um comunicador com ela, ok?

– Mas, John...

– Chega, Swan! – ele berrou, o que me fez calar-me. – Ela deve ir, é necessário, entendeu? É preciso!

Assenti, olhando para o chão.

Uma semana depois...

– Não deveria ter aberto sua boca, John. – bradei encarando meu armário no escritório.

– Você pôs a vida dele em perigo, Swan! – bradou ele. – E se não tivéssemos chegado a tempo? Como nós iriamos tentar instruí-la para conseguir sair viva? Foi de extremo egoísmo seu, Emma, e muito mais irresponsável que qualquer deslize que já dera.

– Desculpa, chefe! – virei-me para ele, meus olhos cheios de lágrimas. – Mas eu não podia manda-la para a morta sabendo que estava indo para a morte, eu não podia deixar que ela soubesse que quem estava por trás de tudo aquilo era a própria irmã! Com que cara eu iria contar a ela que depois de capturar a irmã dela, eu iria embora da cidade como se nada tivesse acontecido, porque não podia ser descoberta? Eu a amo, não podia ver aquele olhar que ela me mandou e, apesar de fugir, ainda o recebi!

John suspirou e me abraçou. Escondi meu rosto no peitoral dele, não contive mais as lágrimas e logo eu chorava compulsivamente no terno preto de John. O qual fingira ser meu pai comigo no campus para que eu pegasse as coisas. Estava doendo tanto, meu coração parecia que tinha sido esmagado como quando Melissa morrera, e eu nem ao menos teria a chance de me explicar para ela, provar para ela que eu realmente a amo e que eu realmente não queria a magoar. Eu sei que o que eu tinha feito tinha sido o cumulo da traição e eu sabia que era imperdoável, na verdade, eu não queria que ela me perdoasse, pois sei que é perdoável, eu só queria poder explicar para ela direitinho e dizê-la que não menti sobre nada enquanto estivemos juntas.

Mas era tarde demais.

– Emma? – separei-me de John e olhei para a entrada. Papai estava parado lá com minha mãe, os dois me olhavam em expetativa.

– Prendemos a assassina. – quem respondeu foi John, ele ainda segurava minha mão. Eu, por outro lado, não conseguia parar de chorar.

Meus pais se aproximaram de mim e minha mãe me abraçou, enquanto meu pai apalpava minhas costas. Eu logo me vi como uma criança que rala o joelho e corre até os pais- muitas vezes até a mãe-, chorando como se não houvesse amanhã. Talvez, se eu tivesse ralado o joelho e ainda fosse uma criança, a dor fosse bem melhor do que a que eu sentia naquele momento.

– E por que está chorando, querida? – questionou minha mãe.

– Regina... Regina me odeia, mamãe! – escondi meu rosto na curva do rosto dela. – Ela me odeia!

Minha mãe me fez olha-la, beijou minha testa e enxugou minhas lágrimas com o polegar.

– Eu sinto muito, bebê. – ela pôs minha cabeça no ombro dela novamente e eu logo voltei a chorar.

Meus pais me levaram embora da agencia para casa, minha mãe ficou comigo no meu quarto: eu com a cabeça no colo dela enquanto chorava e ela afagando meus cabelos e cantando para que eu me acalmasse.

Uma semana depois...

Escondi-me por trás do jornal e continuei observando o homem de roupas estranhas. Foi quando ouvi meu celular tocar, soltei o jornal um pouco desajeitada e peguei o celular, sorrindo sem graça para o casal que estava ali do lado, fiquei em pé, afastando-me para só então atender.

– Alô? Swan falando. – ninguém falou nada. O homem começou a correr ao me ver, bufei e pus a ligação no meu comunicador, subindo em uma bicicleta e começando a ir atrás o cara. – Alôô? Hey, tem alguém ai?

Senhorita Swan? Sou eu, Regina Mills.

Pulei por cima do cara, jogando a bicicleta nele e o prendi, jogando-o para alguns agentes que estavam ali perto. Abri um largo sorriso ao ouvir aquela voz novamente.

– Gina! Não acredito que realmente me ligou. – não fiz questão de mascarar minha felicidade por receber uma ligação dela após várias tentativas falhas de tentar falar com ela.

Não liguei por causa das suas ligações, senhorita Swan.

Decidi não expor minha decepção ao ouvi-la dizer aquilo, apesar de sentir meu coração ser esmagado. Pus meus óculos escuros enquanto entrei no carro do FBI, que começou a me levar para a agencia do FBI.

– Poxa, Gina, acabou com minhas esperanças. Sim, pode levar para o chefe. Desculpe, o departamento da Califórnia é um pouco confuso. – mal entrei na agencia e já fui recebida por um estagiário.

Escute, Swan, Storybrooke precisa da agente de Swan de novo. Você prendeu a pessoa errada.

Entrei na minha sala, o lado de fora estava muito barulhento.

– O que? Impossível, eu não erraria e lhe deixaria a mercê com um criminoso a solta tão perto.

Da primeira vez você não se importou. – resmunguei. Segurei-me para não tentar me explicar naquela ligação mesmo. – Enfim, não é Zelena. É alguém que pode controla-la como quem treina um cachorro. Alguém que já tem um histórico terrível e alguém que é próximo de mim, de Zelena e de Melissa.

– Robin. Por que acha isso, Gina?

Primeiro, para de me chamar de Gina, não sou sua amiga. Segundo, recebi uma mensagem do assassino pelo celular. Se fosse Zelena, ele não teria citado ela em terceira pessoa, até porque para ela só existe ela em primeira e única pessoa. Senhorita Swan, prendemos o cara errado... Digo, a garota errada.

Segurei-me novamente para não demonstrar minha tristeza quando ela declarou que eu não era amiga dela.

– Consegue aguentar as pontas até amanhã? – peguei meu celular começando a digitar uma mensagem para um amigo que tinha um helicóptero.

Consigo. Por que?

– Amanhã de manhã eu chego ai.

Desliguei antes que ela falasse algo mais. Sorri ao ver que Jones estava na California junto de mim, logo digitei o número dele e levei meu celular ao ouvido.

– Quando volta para Storybrooke?

– Daqui uns cinco minutos, amor. Do que precisa?

– Preciso de uma carona.

– Killian Jones ao seu dispor, amor. Encontre-me na base em dois minutos.

Desliguei tudo, peguei minha mochila e saí do escritório, indo para a base aérea que ficava em cima do prédio para helicópteros. Killian já estava lá. Nós logo entramos.

Minutos depois, Killian pousou um pouco distante da cidade, onde um carro nos esperava. Jones me deixou na universidade, em um lugar que eu pudesse entrar sem ser vista e logo fui para onde era meu antigo quarto. Sorri ao ver todas as meninas reunidas, mas meu sorriso sumiu ao ver Regina desacordada na cama.

– O que houve com ela? – joguei minha mochila em qualquer lugar e ajoelhei-me perto dela, já olhando os batimentos dela.

– Ela está bem, Emma. – suspirei e olhei para o rosto dela, adormecido tão serenamente – Regina se meteu em uma briga, tivemos de separa-la e, como ela não se acalmou, mesmo Ruby, Mulan e Merida a segurando, tivemos de dopa-la.

Encarei as meninas.

– Obrigada por cuidarem dela por mim. – fiquei em pé. – E eu sei que ela lhes contou o que houve, eu prometo explicar tudo depois, mas quero lhes pedir algo antes.

– O que é? – perguntou Ruby, abraçada a namorada.

– Preciso fiquem de olho em três pessoas. – as meninas me olharam confusas. – Só façam isso. Ariel, Robin e Ursula. Por favor.

As seis meninas assentiram e saíram do quarto. Puxei um cadeira e sentei perto de Regina, esperando que ela acordasse. Sorri e depositei um beijo na testa dela.

– Senti saudades...

Notas finais
O que acharam? É a primeira vez que vemos Melissa viva EM TODA A HISTÓRIA e também vemos os sentimentos de Emma. Espero que tenham gostado e até quarta. Bye bye. Joko *v*