My girlfriend's twin

16 The dead is back


Notas iniciais
Oioioioiiiiiiiiiiiii! Hoje eu tô assim: MEUS DEUSEEEEEEEEEEEES! Não sei porque, estou LOUCA para saber o que acharão desse capítulo, criei espectativas demais. Espero que gostem... Boa tarde e boa leitura. Joko *v*

Respirei fundo logo que vi os olhos verdes de Zelena brilharem com a minha presença. Puxei uma cadeira e sentei, olhando-a tentando analisa-la. Ela estava bem abatida, parecia estar desesperada por algo, imaginei que fosse liberdade. Minha irmã nunca foi de gostar de ser mantida em cativeiro.

– Zelena, eu sei que eu sou a ultima pessoa que você...

– Está gravando nossa conversa, Regina? – franzi o cenho, confusa. – Por favor, diga que sim e que levará isso para Emma Swan!

– Zelena... Do que está falando?

A ruiva puxou a cadeira para mais perto da mesa e debruçou-se sobre a mesma, olhou de relance para porta e depois para mim.

– Ela não pode saber que eu te contei isso. Ela vai me matar.

– Ela quem Zelena? – me aproximei dela, debruçando-me sobre a mesa de aço igualmente ela. – Eu não vou deixar Emma fazer nada com você, mas eu sei que você não é a assassina.

Zelena negou com a cabeça.

– Não é esta loira que eu estou falando. Falo da outra. Ela vai me matar se souber que eu contei isso para alguém, mas preciso falar para alguém. – assenti, mandando-a um olhar de incentivo, esperando que ela continuasse. – Eu não matei a Melissa, Regina. Nem mandei ninguém matar. Ele disse que seria bom para a Becca, disse que poderíamos ser felizes depois que tudo acabasse. Ela disse que nós cinco seríamos felizes depois de tudo. Eu só precisava por um ponto final na grande mentira.

– Mentira? – Zelena começou a suar e olhar para os lados. – Zelena, fica calma. Ok? Quem é a outra loira? Quem são esses cinco?

– Regina... – lágrimas começaram a melar o rosto dela enquanto ela engolia em seco. – Cuida da minha filha quando isso acabar. Não deixa nada de mal acontecer com ela, por favor. Eu nunca vou me perdoar se aquela maluca pegar ela. – engoli em seco ao ver o pavor nos olhos de Zelena. – Ela disse que só queria o dinheiro e iria embora de Storybrooke, porque essa merda de cidade já tinha dado o que tinha de dar. Ela disse que ia nos levar, disse que logo nós estaríamos todos em qualquer lugar do mundo... Mas então Emma chegou e os planos dela se complicaram, ela ficou puta da vida. Eu disse que era para desistirmos do plano maluco, disse que deveríamos simplesmente pegar a minha parte da herança e ir embora, mas ela não quis. Ela me manipulou para que eu assumisse a culpa pelo assassinato, mas eu só fiz porque Robin disse que seria bom! Regina, por favor... Eu não queria ir tão longe!

Fiquei em pé, dando a volta na mesa, e me ajoelhei ao lado de Zelena, que me olhou desesperada. Abracei-a, apertando-a carinhosamente em meus braços, o que fez a ruiva esconder o rosto na curva do meu pescoço e logo chorar cada vez mais e mais. Nunca, em toda minha vida, tinha visto minha irmã chorar daquele jeito. Talvez fossem os hormônios, mas também podia ser o fato de ela estar apavorada com alguém que eu ainda não tinha ideia de quem fosse. Eu jurei que iria encontrar quem quer fosse e o faria pagar por fazer minha irmã chata, irritante e arrogante chorar.

– Regina... – ela se separou de mim. – Tome cuidado. O foco não era Melissa... Sempre foi você.

Fiquei mais séria do que eu já estava, sentindo meu corpo todo enrijecer e eu encarei Zelena com os olhos levemente esbugalhados.

– E-eu?

Zelena assentiu.

Fiquei em pé e comecei a andar de um lado para o outro, uma das mãos na cintura e a outra na boca, segurando-me para não gritar, sabia que nossa conversa poderia acabar se eu proferisse uma palavra mais alto que o normal.

Encarei minha irmã, que chorava soluçando ainda na posição um pouco de lado, onde eu estava para abraça-la.

– Você sabia que eles queriam me matar?

– Desculpe-me, Regina! Eu só queria me ver longe da sombra que eu vivia em você. Emma abriu meus olhos, a prisão abriu meus olhos. Por favor! Me perdoe! – ela soluçou.

– Eu sou sua irmã, Zelena! – pus minha mão sobre a mesa e usei a outra para fazer a ruiva me encarar, ver as lágrimas rolando pelo meu rosto. – Eu que estava com você em vários momentos da sua vida. Por que topou me matar?

Zelena respirou fundo e uma lágrima caiu, a última lágrima que os olhos verdes permitiram cair naquele momento.

– Porque ou era você... Ou era minha filha.

Dei um passo para trás soltando-a.

– Você agora que está grávida, Zelena, não minta para mim!

Zelena negou com a cabeça.

– Lembra que viajei por um ano? Eu tive minha filha fora... Quando voltei, papai e mamãe não sabiam e nem você, então deixei ela escondida com a família de Robin, eram os únicos da cidade que sabiam. Regina... Minha menina tem apenas 8 meses. Por favor... Proteja-a, ela é a única coisa boa que já saiu de mim.

– Rebecca... – murmurei. Zelena assentiu. – Então foi por isso que você passou semanas na casa de Robin, por isso você sempre corria quando a mãe dele ligava!

– É, era por isso. – ela encarou a mesa. – Eu fingi ser a assassina, porque sabia que Robin seria capaz de matar a própria filha em um piscar de olhos. Não eram apenas ameaças...

Abri a boca para falar algo, quando as duas únicas portas que tinham ali foram abertas. Uma atrás de Zelena e a por onde eu entrara. Um policial pegou Zelena, que olhou para os lados assustada, vendo o cara grandão solta-la e logo começar a puxa-la para fora pelo braço. O outro, tentou me puxar para fora pelo braço também, mas eu me soltei e corri até Zelena, que fez o mesmo. Nós nos abraçamos.

– Eu prometo, Zelena... Eu vou salvar a Becca.

– Obrigada, Regina... Eu amo você, maninha.

Meus olhos se encheram de lágrimas.

– Eu também te amo, Zelena.

Os policiais nos separaram e nós fomos puxadas para lados opostos. O policial que me arrastava para fora da prisão foi o mesmo que me acompanhou para dentro. Ele me jogou dentro de uma sala e eu tive de fazer o mesmo procedimento da entrada.

Cobri meus seios com as mãos bufando.

– O que eu iria querer levar daqui de dentro para fora?

– É o procedimento, moça. – bradou uma velha para mim.

Assim que me vesti, saí correndo dali. Para a minha total felicidade, Emma já me esperava do lado de fora encostada no meu carro, entretanto, ao seu lado estava Killian Jones, que tinha um sorriso bobo encarando a loira, que estava com os olhos focados em alguns papéis.

Aproximei-me deles, o que fez a loira me olhar com um sorriso enquanto Jones me lançou um olhar de “Poxa, tinha de chegar agora?”. Cruzei os braços e olhei de relance para Jones, voltando a olhar para Emma.

– O que o capitão delineador faz aqui?

– Oh, vocês não se conhecem como agentes, né? – encarei-a confusa. – Certo, Regina esse é o agente Jones, o único que conseguiu chegar perto de ser como eu na academia.

– Killian Jones? Um agente? O cara que tem uma bela ficha com os irmãos?

– Não, não, não, amor. – Killian me fez encara-lo ao finalmente me dirigir à palavra. – Todas as vezes que me via saindo da delegacia com meus irmãos, eram eu indo os tirar de lá. O único crime que cometi foi ter nascido assim... Tão charmoso.

Revirei os olhos, voltando a encarar Emma, enquanto arqueava uma sobrancelha.

– Eu disse que ele chegou perto de ser como eu, não que era. – ela abriu a porta do passageiro. – Vamos para um lugar mais reservado, não é seguro aqui.

Entrei no carro, já pondo meu cinto. Emma fechou a porta, deu a volta, entrando logo depois enquanto Killian entrou na parte de trás do carro. Emma começou a dirigir da forma mais natural possível, talvez não quisesse atrair olhares ou simplesmente estivesse com preguiça de acelerar. Para a minha total surpresa, Emma passou direto do campus da faculdade e, minutos depois, estacionou em frente a uma cabana perto do porto.

A loira e o rapaz logo desceram, o que eu fiz também, não queria ser tachada de idiota. Olhei para a cabana: arrumadinha. Parecia mais a casa de um pescador ou algo assim.

– Bem-vinda a minha casa, amor. – bufei ao ouvir a voz de Killian em meu ouvido. Ele foi andando comigo e a loira o seguindo. – É provavelmente o único lugar onde ninguém vem, nunca. Aliás, poucos sabem que eu não moro com meu pai. O carteiro, o prefeito, meus irmãos, meus pais e Emma, para ser especifico, são os únicos que sabem.

O moreno abriu a porta e nós entramos. Um cheiro de água do mar e toalhas molhadas invadiram minhas narinas, segurei-me para não fazer careta. A casa estava um pouco desorganizada, mas até que era bem jeitosinha. O homem nos levou até o porão.

Mal cheguei ao local e já percebi que se tratava do único lugar onde o rapaz talvez tivesse contato com o FBI. Tinha cheiro de produtos de limpeza, alguns computadores de ultima linha com alguns apetrechos estavam por cima de uma mesa. Logo percebi que o lugar até que era bem aconchegante: tinham poltronas, uma televisão e algumas minitelevisões- logo percebi que essas eram câmeras espalhadas por todo o terreno ao redor da cabaninha.

– Certeza de que ninguém vem aqui? – perguntou Emma, sentando no sofá e apoiando os cotovelos nos joelhos. Jones assentiu sorrindo. Sentei ao lado de Emma, olhando ao redor. – Certo. Pegou a gravação da câmera de segurança daquele lugar para eu ver o aconteceu quando mataram Meli?

– Positivo, agente Swan. – ele riu correndo até um computador.

– Senhorita Swan, por que estamos aqui e não no campus?

– Simples: nosso quarto pode ter alguma escuta, não podemos correr o risco. Killian é meu amigo, irá nos ajudar. – ela sorriu. – Desta vez, eu farei isso do jeito certo, não como John quer.

– John? – franzi o cenho.

– Meu chefe.

– Emma? – nós olhamos para Killian que segurava um computador com uma mão enquanto mexia nele com a outra e caminhava em nossa direção. Ele sentou do outro lado da Swan, logo apertou enter. O vídeo da noite do assassinato de Melissa começou a rodar na tv maior e, mesmo sem som, eu conseguia ouvir as palavras proferidas por cada um de nós naquela noite. – É essa a gravação.

Emma me olhou. Eu estava com algumas lágrimas nos olhos, então ela segurou minha mão e eu não tive forças para não me deixar levar. A Swan virou-se para a tv e logo estreitou os olhos.

– Killian, dê zoom e aumente visibilidade. – assim o moreno fez. Melissa segurava minhas costas com uma mão enquanto segurava meu braço com a outra, tentando me puxar para trás dela. – Jones, lembra-se da primeira coisa que aprendemos quando entramos na academia?

– Nunca deixar que o inimigo saiba quem somos?

– Ok, a segunda coisa. – o garoto negou com a cabeça. – Não se protege ninguém colocando a mão nas costas. Deve-se colocar o braço na cintura, porque se puxar pelas costas...

– A vítima pode se ferir mais que o necessário. – completou o rapaz.

– O que querem dizer? – questionei os olhando confusa.

Emma ficou em pé e foi até a televisão, apontou para irmã e então me encarou. Ela suspirou.

– Melissa não estava tentando te proteger... Ela estava querendo levar aquela bala, ela estava te tirando do caminho para a bala pegar nela.

Fiquei em pé, começando a andar de um lado para o outro. Não era possível! Melissa não iria querer levar uma bala, ela só queria me proteger, não estava atraindo a morte. Lissa me amava, por que iria querer morrer? Ela tinha tanto ainda pela frente, não tinha ocorrido nada para ela querer morrer. O que diabos estava acontecendo?

Um par de mãos brancas esqueléticas me parou. Quando olhei, vi Emma me olhando serenamente. Senti meus olhos se umedecerem ao ver a verdade nos olhos da Swan.

– Preciso da conversa de vocês, Regina... Por favor.

Assenti.

Emma pegou o microfone da minha roupa e foi até o computador de Killian, pegando-o e começando a mexer nele. A Swan mexeu, mexeu, mexeu e então nós ouvimos minha conversa com Zelena de novo. Caminhei até o sofá e tornei a sentar ao lado da loira.

– Outra loira... – murmurou a agente ao meu lado. – Killian, quantas suspeitas loiras têm nesse caso?

– Um minuto. – Killian pegou o computador de volta e abriu a pasta de suspeitos nos arquivos do FBI na televisão a nossa frente. – Hã, nenhuma.

Emma bufou.

– Tem de ter alguma. – ela começou a andar de um lado para o outro. – Tem de... – Emma se calou de repente, olhando para o chão. Ela mordeu o lábio inferior e eu pude ver uma lágrima cair deu seus olhos de encontro com o chão.

– Emma? Está tudo bem? – perguntou Killian, eu apenas a encarava.

Emma se virou para nós.

– Eu preciso fazer algo. Regina, pode vir comigo? – assenti, ficando em pé. – Killian, obrigada pela ajuda. Eu entro em contato logo.

– Espera... Swan, você sabe quem é?

A Swan mordeu o lábio inferior parando na escada e encarando a madeira de tal.

– Não tenho certeza ainda...

Minutos depois, eu e Emma estávamos em um campo no meio do nada. Emma estacionou e desceu do carro, eu a seguei enquanto ela caminhava por entre as árvores até chegar a um riacho com umas pedrinhas antes dele. Emma sentou ali e começou a brincar com as pedras. Sentei ao seu lado em silêncio. A loira começou a jogar pedrinhas no riacho, ela foi aumentando a força cada uma das pedras, até que ela gritou e jogou uma pedra com força demais, o que fez ela parar do outro lado da floresta.

Pus minha mão no ombro dela.

– Senhorita Swan, o que está acontecendo? – questionei.

Emma respirou fundo.

– Regina... Podemos esquecer essa história de assassinato só por hoje? – ela me encarou, os olhos cheios de lágrimas. – Só por hoje, fingiremos que nunca prendi a pessoa errada, que nunca menti para você, que nunca vim aqui para investigar nada. Seremos só eu e você nesse lago e, quando a noite chegar, eu te em casa com seus pais e volto para terminar a investigação.

Olhei-a confusa. Do que diabos ela estava falando?

– O que? N-não. Senhorita Swan, não podemos nos dar ao luxo de pa...

– Emma. – olhei-a confusa, quando a vi olhando novamente para o lago. – Me chama de Emma.

– Prefiro senhorita Swan. – retruquei.

– Por que não pode esquecer tudo só por hoje, Regina? Por quê?

– Porque... – neguei com a cabeça. – Porque eu não quero.

– Eu sei que quer que eu resolva logo tudo para ir embora, mas um dia apenas... Só te peço um dia esquecendo-se de tudo.

– Eu não posso, senhorita Swan. – ela me encarou, os olhos imploravam uma explicação. Suspirei e encarei o riacho. – Porque... Se nós não focarmos na investigação, eu vou voltar a pensar em você, eu vou voltar a lembrar do quanto me feriu e eu não quero ter de pensar nisso. Eu só quero terminar a investigação, para que você possa ir embora e eu possa procurar outra coisa para por a cabeça, pois já sei que quando a investigação acabar... Eu vou voltar a pensar em você e eu não quero me machucar mais.

Emma suspirou.

– Tenho de te contar algo, Regina... – eu a encarei. – John tinha mandado eu te contar, sobre você ser a isca... Mas eu fiquei com medo de você se sentir usada por mim, fiquei com medo de você pensar que eu realmente não tenho sentimentos por você. Eu só... Não queria que você se machucasse, por isso eu fui atrás de você. Não vou te pedir perdão, porque sei que eu não mereço, mas... Me desculpa, ok? Eu me arrependo todo dia por não ter te contado.

A Swan me olhou. Os olhos verdes demonstravam que ela não estava mentindo. Abri a boca para falar algo, quando a Swan olhou por cima do meu ombro e esbugalhou os olhos. Quando eu olhei, senti meu coração pular uma batida. Eu ia falar algo, quando ouvi um grito de Emma e, ao me virar, vi Robin sorrindo e pegando-a desacordada no colo.

– Emma!

– Até já, cunhadinha. – uma mão passou ao redor do meu rosto.

Novamente a porcaria do negocio que me faz apagar. Minha visão ficou turva e eu logo apaguei nos braços finos de alguém.

– Amor? – saí do banheiro e vi Lissa terminando de anotar algo em um bloquinho de anotações. Ela me olhou assustada, mas logo sorriu. – O que está fazendo?

– Nada, só uns cálculos para o meu trabalho. – ela sorriu e guardou o bloquinho. – O que foi?

– Ah, é que hoje, mais cedo, Robin me veio com um papo estranho...

– Eu tipo de papo? – ela ficou séria.

Joguei-me na cama dela e pus minha cabeça na perna dela, que logo começou a afagar meus cabelos.

– Algo sobre me achar bonita, coisas nojentas dele.

– Ah... Deixe-o, é apenas um homem nojento paspalho. Ele vai parar logo. – ela sorriu para mim. – Andei pensando: bem que podíamos começar a nos dar bem com sua irmã.

– Zelena? Lissa, você está doente? – pus minha mão na testa dela. – É a Zelena, ela nos odeia, lembra?

– Ah... É mesmo. Esquece o que eu falei. Mata a saudade desse fim de semana que passei longe?

Sorri e sentei de frente para ela.

– Com muito prazer. – eu a puxei para perto de mim e logo a beijava com desejo.

Abri os olhos assustada e arfando. Tentei me mexer, mas logo senti minhas mãos presas, assim como meus pés. Ergui o pescoço para conseguir ver, eu estava com as mãos afiveladas, assim como meus pés, enquanto eu estava deitada em uma maca de metal. Tinham fios presos a minha cabeça, principalmente nas têmporas- tinham dois fios presos de cada lado da minha cabeça.

Tentei me soltar, me sacudindo o máximo possível. Estava assustada, precisava saber onde Emma estava, precisava sair dali. Eu não conseguia ainda acreditar no que meus olhos viram, era alguma espécie de miragem. Nunca que aquilo seria possível.

– Não deveria se debater tanto. – olhei assustada para o lado, vendo-a caminhar pela sala indo até os controles e começando a mexer neles, os meus pulsos foram presos com mais força, assim como meus pés. Grunhi. Ela se aproximou de mim e acariciou meu rosto os nós dos dedos da mão esquerda. Ela sorriu para mim, debruçou-se sobre mim e me beijou, então voltou a ficar ereta. – Pode não parecer, mas é bom lhe ver de novo... Amor.

Ela meu deu as costas, foi até uma alavanca e a segurou.

– Meu presentinho de boas vindas. – ela abaixou a alavanca.

Uma descarga elétrica percorreu por todo o meu corpo, que logo começou a tremer enquanto eu gritava de dor. Era insuportável, era como me cortasse e ao mesmo tempo me colasse. Era um tremor que estava me fazendo ficar maluca. De repente parou. Eu fiquei arfando olhando para o teto sentindo as lágrimas rolarem pelos meus olhos.

Ela se aproximou de mim, sorrindo.

– Por... Que?

– Porque eu preciso. – ela me deu as costas e saiu do local, fechando a porta com força atrás de si.

– Por que... Lissa? – murmurei, sentindo meu corpo arder e eu logo perdi a consciência.

Notas finais
E ai? O que acharam? Eu sei, né?!!!!! PEGUEI VOCÊS! Uhuuuuuuul! Tuts, tuts, tuts! Gomen (desculpa) pelos errinhos, pode ter algum fugido da minha revisada por cima. Contem-me o que acharam e espero que não queiram me matar por isso ai. Bye bye. Joko *v*