My Son, My Secret
15 Capítulo 15
Notas iniciais
Prometo ser mais presente na próxima semana...
Beijos e aproveitem a leitura...
*_* S2 *_*
Nem acredito que terminei Hogwarts e estou voltando para casa. Como o tempo passou rápido...
Neste momento eu estou no expresso de Hogwarts com Gina me irritando para que eu contasse mais sobre o que está acontecendo entre mim e Severus. Ontem ela ficou me enchendo o dia inteiro para que eu falasse, até que não aguentei e falei tudo, ou quase, pois ainda não havia dito que ele havia me pedido em casamento.
- Fala logo, Mione! – disse a ruiva.
- Ai Gina, como você é curiosa! – respondi rindo. – Ok, fica quieta ai e vê se fala baixo, porque se não daqui a pouco o expresso inteiro vai saber que Severus Snape me pediu em casamento e...
- O QUÊ? – gritou Gina.
- Xiiiii... Já disse para você falar baixo. – tapei a boca dela com minha mão.
- O que você disse que o Ranhoso fez?
- Gina! Não o chame de Ranhoso. – repreendi e repeti. – Ele me pediu em casamento.
- E o que você disse?
- Eu aceitei. Eu o amo muito e quero fazê-lo feliz. – respondi.
- Hermione, você deve estar de brincadeira né? Ou será que os Zonzóbulos da Luna embaralharam suas ideias? — disse Gina.
- Nem uma coisa e nem outra, Gi, eu apenas gosto dele.
- Mi, você tem certeza de que é isso que quer? – perguntou ela.
- Sim, Gina, eu tenho certeza do que eu quero. E só depois que ele fizer o pedido oficial aos meus pais, eu contarei para todos... Por enquanto você pode manter isso em segredo?
Ela me olhou por um instante e falou:
- Tudo bem, não contarei a ninguém. Mas Mione pense bem no que você está fazendo...
Assenti e ela me abraçou. Neste momento chegarão Rony(com os braços cheios de doces) e Harry.
- Oi meninas! – disse Harry.
- Oi Harry, oi Rony.
Rony não respondeu porque estava com a boca cheia. Típico dele...
- Então, onde você vai morar agora Harry? – perguntei.
Ele sentou-se ao lado de Gina e disse:
- Os pais de Rony me chamaram para morar com eles. Eu ficarei n’A Toca por um tempo e enquanto isso, irei reformar a casa no Largo Grimmauld.
- Hum...
A viagem continuou tranquila, com todos nós conversando e Gina chorando de tristeza, pois no próximo ano ela estaria sozinha.
- Mas Gina, a Luna ainda vai estar lá para te fazer companhia. – disse Rony.
- Mas ela não é da Grifinória. Terei de dormir sozinha agora... – e voltou a chorar.
- Gi, vai ter alunas novas para te fazer companhia no quarto. Você nunca estará sozinha. – disse, tentando consolá-la.
Como ela era teimosa, nada do que foi dito ela aceitou.
Quando já estava escuro, chegamos finalmente na plataforma Nove e Meia. Atravessamos a parede todos juntos, com Gina ainda chorando. Meus pais me esperavam do outro lado, abraçados.
Ao nos ver, eles sorriram e disseram oi para meus amigos. Depois me despedi de Harry, Gina e Rony e fui para o carro, por fim, indo para casa.
Durante todo o caminho para casa, mamãe me encheu de perguntas sobre como foi meu último dia na escola.
- Ora, mãe, nós nos divertimos bastante.
- Só isso? Não teve comemorações? – perguntou ela.
- Sim, mamãe, o professor Slughorn ofereceu uma festa para os formandos. – respondi.
- Hum...
Chegamos em casa e eu corri para meu quarto, onde minha cama macia me aguardava. Assim que deitei na cama, houve batidas na porta e a voz de minha mãe disse:
- Posso entrar?
- Pode... – respondi.
Ela entrou e sentou-se perto de minha cabeça. Automaticamente eu me movi deitando minha cabeça em seu colo para ela fazer carinho. E foi o que ela fez.
- Filha, pode me contar agora o que há? – perguntou ela depois de um tempo em silêncio.
- Você promete não enlouquecer com o que vou dizer?
- Depende... Só enlouquecerei se você disser que está se drogando. – respondeu ela amavelmente.
- Não mãe, você sabe que não sou disso... – suspirei e disse. – Bom, eu e Severus estamos namorando...
Esperei para ver se ela falava algo, mas como nada disse, continuei:
- E ele me pediu em casamento.
Ela me olhou por um instante e disse:
- Tem certeza de que é isso que você quer?
- Sim. Não tenho duvidas disso. Por quê?
- É que ele é muito mais velho que você, filha...
- Mamãe, eu não me importa com a idade dele, somente o que me importa é que ele me ama e que eu o amo. – respondi.
- Hum... Foi por isso que ele te roubou de nós naquela noite do baile? Para te pedir em casamento?
- Sim. Algumas horas mais cedo eu estava conversando com ele sobre a sua desconfiança e então ele disse que não havia problema nisso, que pretendia pedir minha mão em breve...
- Aí ele foi e te chamou para aquele lugar e lhe fez o pedido... – completou ela. – Deixe-me ver seu anel.
Ergui a mão e deixei que olhasse meu anel. Ela começou a olhá-lo minuciosamente e enquanto fazia isso, caiam lágrimas de seus olhos.
- O que foi mãe? Por que chora? – perguntei me levantando e tentando, inutilmente, limpar suas lágrimas que teimavam em cair.
Ela não me respondeu de imediato, pois os soluços não a deixavam, somente quando ela recuperou o controle foi que conseguiu falar.
- Não acredito que perdi toda a adolescência de minha filha. – ela falava como se conversasse consigo mesma.
Fiquei petrificada com suas palavras. “Ela está se culpando por não ter participado de minha vida...” pensei. Eu não podia deixá-la pensar desse jeito, então disse:
- Não se culpe mamãe, você não perdeu minha adolescência porque quis, mas sim porque foi preciso. Eu havia lhe dito que era perigoso viver comigo e foi por isso que passei mais tempo longe de você e do papai, só queria protegê-los.
- Nada do que você disser vai amenizar minha culpa. – ela disse para mim e depois falou consigo mesma. – Quando acho que poderei passar mais tempo com minha Hermione e meu marido, como uma verdadeira família, descubro que ela irá se casar... – e mais lágrimas foram derramadas.
Puxei-a e a fiz deitar sua cabeça em meu colo.
- Mãe, você poderá ter o tempo que quiser comigo, pois eu e Severus não nos casaremos logo. Ainda demorará um pouco... Além do mais, Severus andará muito ocupado com a escola para dar-me atenção, portanto, precisarei de minha mãe comigo, para que eu não me sinta sozinha.
- Verdade? – perguntou ela, parecendo uma criança.
Sorri e respondi:
- Sim mamãe, verdade. Poderei ficar com vocês o tempo que quiser.
Ela levantou-se e me abraçou.
- prometo que não serei ausente em nenhum segundo mais na sua vida daqui para frente. Mesmo se o seu futuro marido não gostar de minha presença constante, eu não irei deixá-la sozinha.
Ela sorriu e me deu um abraço mais apertado. Após um tempo, soltou-me e disse:
- Agora chega de choro e já para a cozinha me ajudar com o jantar... Venha, vamos lavar o rosto. – e levou-me para o banheiro.
Não tinha notado que estava chorando, até que olhei no espelho e vi que meu rosto estava banhado em lágrimas. Lavamos nosso rosto e fomos para a cozinha onde papai estava tirando ingredientes da geladeira.
- o que você está pretendendo fazer, hein Sr. August? – repreendeu minha mãe, brincando.
Ele se assustou com nossa chegada repentina e disse:
- Nada querida. Só estava querendo fazer um lanchinho antes do jantar.
- Nem pensar, nada de lanche querido, se não depois você não jantará. – respondeu minha mãe.
- Lucy, por favor, eu vou morrer de inanição se não comer nada. O jantar vai demorar um século para sair e...
- Não August! Deixe de ser dramático... Se quiser comer algo logo, terá de nos ajudar com o jantar.
Ele pareceu vencido e disse por fim:
- Ok, eu ajudo, mas não espere muito de mim. Sabe que sou péssimo na cozinha... – ele se aproximou dela e deu-lhe um rápido beijo.
Ah... Como é bom estar em casa novamente... Adorava quando meu pai agia como um garotinho. Ele só fazia isso quando estávamos em casa, pois na rua ele mantinha o semblante de um homem sério e tudo o mais.
Ajudei minha mãe com as coisas e concluí que não foi uma boa ideia ter pedido a ajuda de meu pai, pois ele já havia queimado o arroz. Resolvemos colocá-lo para lavar a louça, no que ele se saiu bem melhor.
Terminamos tudo e fomos comer. Depois do jantar, lavei a louça enquanto minha mãe limpava a mesa, o balcão e o fogão e fomos assistir à um filme na sala.
Quando já estava na metade do mesmo, comecei a sentir sono e decidi subir para meu quarto. Dei boa noite a meus pais e subi. Troquei de roupa, escovei os dentes e penteei o cabelo. Adormeci instantes após ter deitado.
**************
Estava em meu quarto escutando música e lendo quando ouvi a campainha tocar. Não dei atenção, pois sabia que minha mãe atenderia. Depois de um tempo mamãe apareceu à porta com um olhar curioso.
- Diga, mãe.
- Tem um homem lá embaixo querendo falar com você. – respondeu ela.
- Quem é? – perguntei.
- Não sei, nunca o vi antes, nem mesmo no seu mundo... – disse ela.
Deixei o livro de lado e desci, sendo seguida por minha mãe, para ver quem era.
Cheguei na sala e vi que um homem loiro, alto e um pouco calvo olhava uns porta-retratos que encimavam a lareira. Vestia-se como um trouxa qualquer, mas ele tinha um ar de bruxo. Ao ouvir-nos ele virou-se e quando me viu, seus olhos se iluminaram.
- Hermione! – disse o homem cordialmente em uma voz rouca que logo reconheci.
- Severus?!? – perguntei cautelosamente, pois poderia ser um bruxo das trevas.
- Sim, minha Jean, sou eu. – respondeu ele. – Estou sob o efeito da poção polissuco.
Quando ele pronunciou meu apelido íntimo, relaxei instantaneamente. Sorri e corri para seus braços. Mamãe nos olhava confusa.
- Mas filha, Severus não é moreno e tem os cabelos negros e lisos? – perguntou.
Gargalhei e me separei de Severus.
- Sim mamãe, ele tem. Mas agora ele tomou uma poção para mudar seu rosto e corpo, para que não o reconheçam na rua. – respondi.
- Desculpe-me não ter dito quem era antes, Sra. Granger, mas estava muito ancioso para ver Hermione...
- Não precisa me chamar de Sra. Granger, me chame de Lucy. Hum, e por que você não quer ser reconhecido ao sair na rua? – disse ela.
- Sim, Sra. Gr... Lucy. Eu não quero ser reconhecido porque estou sendo caçado por bruxos das trevas. – respondeu ele. – Vejo que já sabe sobre nós...
- sei e quero saber suas intenções com a minha filha. É papel de meu marido perguntar isso, mas como ele está trabalhando no momento, esse papel caberá à mim. – disse mamãe.
Severus colocou o braço ao redor de minha cintura e disse:
- Lucy, eu amo sua filha e quero me casar com ela. Quero fazê-la feliz, assim como ela vem me fazendo... Hermione me fez renascer, me faz amar outra vez e tirou meu coração da escuridão que achei ser eterna.
Minha mãe pensou em suas palavras.
- Hum... E como você quer fazê-la feliz se está sendo caçado? – perguntou ela.
- Mãe, eu tenho consciência do perigo que corro, mas eu o amo demais para deixá-lo por causa de Comensais à toa. Sei que ele pode me fazer feliz, mesmo com todos os empecilhos. – disse.
- Eu já disse à ela Lucy, que não estaria muito segura ao meu lado, mas sua filha é muito teimosa e não gosto de contrariá-la. – disse Severus.
Sorri ao ouvi-lo dizer isso e o olhei. Vi que suas feições já estavam voltando ao normal e assim que ele voltou a ser o meu Prince, fiquei nas pontas dos pés e beijei-lhe a boca.
O beijo só foi interrompido porque minha mãe limpou a garganta e disse:
- Olá? Dá para vocês terem um pouco mais de respeito ou terei que fazer como antigamente que o namoro era só um sentado ao lado do outro sem se tocarem?
- Desculpe-me Lucy. –disse Severus.
- Desculpe-me mãe. – disse meio sem folego por causa do beijo.
Ele sorriu e falou:
- Você quer realmente se casar com minha filha?
- Sim! – respondeu Severus sem hesitar.
- Então terá que esperar meu marido chegar para que possamos conversar.
- Tudo bem, eu esperarei... – Severus disse.
- Bom, filha, eu precisarei sair para ir ao supermercado comprar umas coisinhas para o jantar, tudo bem? – perguntou ela.
- Ok mamãe, pode ir tranquila. Severus me fará companhia...
- É disse que tenho medo... – disse ela um pouco mais baixo e depois voltou sua voz ao tom normal. – Vocês dois se comportem, hein?
- Não se preocupe, Lucy, nos comportaremos. – respondeu ele.
- Então, tchau queridos, até daqui a pouco. – mamãe disse e saiu.
Assim que ouvi a porta bater, virei-me para Severus.
- Venha, quero que conheça meu quarto. – puxei-o escada acima e ele seguiu-me de boa vontade. Entramos em meu quarto e Severus olhou tudo à volta.
- O que achou? – perguntei.
-Achei-o normal, para uma pessoa como você. Esperava que você dormisse em uma biblioteca. – brincou ele.
- Engraçadinho... – respondi e o fiz sentar na poltrona que havia perto da janela. Ele sentou-se e eu sentei em seu colo beijando seu pescoço.
- Senti sua falta, Prince. Estou tão carente...
- Também senti, minha Jean. Mas ficamos apenas uma semana separados... Se você já está assim com só uma semana, imagine quando começar as aulas... – disse Severus e ergui minha cabeça para que nossos lábios se tocassem.
Começamos um beijo lento, mas que aos poucos foi ficando mais rápido e intenso, até que ele parou e disse:
- Hermione, acho melhor não continuarmos com isso, pois você já sabe onde dará e não quero fazer isso aqui, não na casa dos seus pais.
Suspirei e deitei minha cabeça em seu ombro.
- Tem razão... Acho que posso esperar... – respondi.
Ele começou a fazer carinho em meus cabelos, o que acabou me deixando sonolenta. A música ainda tocava no rádio, era uma sinfonia calma e reconfortante de Beethoven que também me estava causando sonolência.
Aos poucos meus olhos foram se fechando, até que acabei adormecendo, na confortável proteção dos braços de Severus.
***************
POV Snape
Adorava tê-la assim, em meus braços e enquanto ela dormia eu ficava acariciando lhe os cabelos e sentindo seu cheiro inebriante. Sentia saudades de seu cheiro, de seu toque, de seu beijo, voz, enfim, senti saudades de tudo.
Resolvi coloca-la na cama para que não tivesse dores nas costas por ficar de mal jeito em meu colo. Levantei-me cuidadosamente para não acordá-la e segurei-a como a um bebê. Levei-a até a cama e a depositei ali. Ela pareceu sentir a ausência de meu corpo e encolheu-se em posição fetal por causa do frio.
Peguei um cobertor que estava devidamente dobrado ao pé de sua cama e a cobri. Conjurei uma cadeira e sentei-me ao lado da cama para poder observar seu sono.
Que maravilha de anjo. Hermione parecia uma criança dormindo, com suas feições relaxadas como se não houvesse preocupações. Ela era simplesmente linda e eu não sabia mais que adjetivos dar à beleza daquela mulher.
Passou-se mais ou menos uma hora que eu já estava ali a contemplando, quando ouvi o barulho da porta lá embaixo, avisando que Lucy voltara. Momentos depois ela adentrou o quarto e aproximou-se lentamente da cama.
- Parece um anjo, não é? – disse ela.
- Sim... Sabe, adoro observá-la dormir, pois me traz uma calma incrível... – respondi sem tirar os olhos de minha Jean.
- Quando ela era pequena adorava ficar noites e mais noites o olhá-la dormir, até que August começou a reclamar que ele também queria atenção... Hummm, bons tempos que não voltam mais... Agora minha pequena Hermione está prestes a se casar e já tem outro alguém que a olhe enquanto dorme... – Lucy parecia triste ao dizer isso.
- Lucy, não quero afastar sua filha de você. Além disso, ela precisará de você enquanto dou aulas. Poderá olhá-la dormir quando quiser, pois não a impedirei porque vocês já passaram tempo demais afastadas. Acho que Hermione necessita de sua presença. – disse a ela com sinceridade.
- Tem razão... Hum... Posso lhe pedir algo? – perguntou ela.
- Claro, o que quiser. – respondi.
Ela olhou-me séria e disse:
- Nunca a desaponte, sim?
- Por que eu a desapontaria? Sei que ela já sofreu muito para uma mulher de apenas 19 anos e não quero que ela sofra novamente. Amo-a com todo o meu coração e não deixarei nada de ruim acontecer à Hermione. – respondi.
- Acredito em você Severus, só estou me certificando de que minha única filha fez a escolha certa e está em boas mãos... – respondeu Lucy.
- Entendo sua preocupação Lucy. Afinal, que mãe não se preocuparia com a filha que irá se casar com um ex-Comensal? – sorri sem muito humor com a lembrança de meus anos como seguidor do Lord das Trevas.
Lucy se aproximou e pôs a mão em meu ombro.
- Sei que você fez muitas escolhas erradas na vida Severus, mas sei também que está tentando consertá-las. Tente esquecer as dores do passado e aprenda a ser uma pessoa melhor. Não é tão difícil quanto parece, basta querer...
- Sabe, sua filha me disse a mesma coisa algum tempo atrás e é o que estou tentando fazer... Mudar pela Hermione, pela minha Jean. – respondi um pouco atordoado com o afeto da mãe de minha futura esposa. Desconfio que Hermione tenha contado à ela sobre minha infância terrível... Não queria que ninguém tivesse pena de mim, pois foi graças a essa infância turbulenta que aprendi a ser um homem forte, que suporta as dores calado. Mas Hermione destruiu todos os muros que haviam em torno de meu coração, me deixando um pouco vulnerável.
- Com o tempo você conseguirá alcançar seu intento, mas só se continuar persistindo... Agora deixe-me ir para a cozinha preparar o jantar, pois logo August chegará... – disse ela me tirando de meus devaneios. – Jantará conosco, sim?
- Hum... Sim, se o seu marido não me expulsar daqui ao saber do casamento. – respondi. Às vezes ficava um pouco confuso com meus novos humores, mas aos poucos estou me acostumando. Tudo por causa da minha Jean.
- Relaxe... August não é tão bravo assim... Ele provavelmente ficará chateado por achar que vai perder a filha, mas nada demais. – respondeu Lucy. – Quer chá?
- Aceito. – disse e ela saiu para buscá-lo. Voltou alguns minutos depois com uma bandeja com uma xícara. Agradeci e ela deixou-me sozinho novamente. Voltei a contemplar o sono da minha amada.
Notas finais
Beijos minha lindas...
Amo todas vocês...
Ah, add o msn do Severus: principe-mestico007@hotmail.com
e tem também o da Bellatrix: bellatrix_comensal_n_1@hotmail.com
*_* S2 *_*
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