Notas iniciais
Desculpem a demora... Aproveitem o capítulo...
Beijos amoras...
*_*

Abri os olhos lentamente e vi que o quarto já estava escuro. Deveria ser noite. Repentinamente me lembrei de que havia dormido nos braços de Severus, mas ao perceber que estava em minha cama, uma lágrima escapou-me dos olhos ao pensar que aquilo tinha sido apenas um sonho.

Virei para o lado e me assustei ao ver Severus sentado em uma cadeira ao lado da cama me olhando curioso.

- Por que choras minha Jean?

Sentei-me na cama e disse:

- Achei que tinha sonhado que você estava aqui e que eu havia dormido em seu colo.

Ele sorriu e se aproximou mais da cama, pegando minha mão e entrelaçando nossos dedos.

- Não, minha Jean, não foi um sonho. Você de fato dormiu em meus braços, mas eu a coloquei em sua cama para que não dormisse de mal jeito.

Apertei levemente sua mão.

- Tudo bem... Hum, onde está minha mãe? – perguntei.

- Ela está na cozinha preparando o jantar e seu pai está para chegar... – mal ele terminou de falar e minha mãe entrou no quarto acendendo a luz, o que me deixou cega instantaneamente.

- Ora, vejo que minha pequenina acordou... – disse ela.

- Mãe, não sou mais criança. – respondi e ela sorriu.

- Venham, vocês tem que descer antes que seu pai chegue, pois não quero que ele veja Severus em seu quarto sem nem mesmo saber sobre o casamento. – mamãe falou.

Assenti e ao levantar senti uma leve vertigem e caí sentada na cama.

- Hermione, está tudo bem? – perguntaram os dois ao mesmo tempo.

- Não foi nada, apenas levantei rápido demais... – disse.

- Certo... Então vamos... – disse Severus, mas minha mãe me olhava estranhamente.

Levantei, mas só que dessa vez mais devagar e descemos para a sala, para esperar por meu pai. Quinze minutos depois ele chegou sorridente, mas ao ver Severus seu sorriso se desfez.

- O que houve querida? – perguntou papai se dirigindo à mamãe, para lhe dar um beijo.

- Severus e Hermione querem falar com você... – respondeu ela. – Sente-se, August, que eu trarei seu chá.

Ele sentou-se e ficou nos olhando enquanto minha mãe foi buscar seu chá. Ela voltou trazendo uma xícara fumegante e entregou-a à ele, sentando-se ao seu lado.

- Diga-me... Sobre o que vocês querem falar comigo? – perguntou meu pai bebericando o chá.

- Sr. Granger, eu vim aqui porque quero pedir-lhe a mão de sua filha em casamento... – ia dizendo Severus, mas então papai começou ao ouvir a palavra casamento.

- O QUÊ? Eu ouvi bem ou você disse que quer se casar com minha filha? – disse papai.

- Foi isso mesmo que o senhor ouviu, Sr. Granger. Quero que Hermione seja minha esposa e quero fazê-la feliz.

- Não, só pode ser brincadeira... Mal tenho minha filha de volta e já vem um Comensal querendo leva-la... – disse papai, deixando a xícara sobre a mesinha de centro e segurando a ponte do nariz com o indicador e o polegar.

- Pai, Severus não é mais um Comensal e não está querendo me levar embora. – disse-lhe.

- Então quer dizer que você parou de ser influenciado pelo mal? – perguntou meu pai, tirando o dedo da ponte de nariz e fitando-o atentamente.

- Na verdade, nunca estive sob a influência do mal, pois o que eu fazia era só fachada. Eu trabalhava como agente duplo, mas eu estava lutando ao lado da Ordem... Sei que fiz coisas erradas, mas estou tentando consertar e, tudo isso por causa de sua filha. – disse Severus. – Hermione me salvou de duas formas diferentes. Primeiro foi com sua sabedoria e inteligência e agora ela está me salvando com o amor.

- Pai, por favor, não quero que você fique bravo e nem chateado, só quero que nos dê sua benção para que nos casemos... Saiba que mesmo casada, eu não deixarei os dois de lado, pois já fiquei muito tempo longe e quero poder aproveitar-lhes mais...

Papai suspirou e seu semblante ficou triste.

- Hermione, não estou bravo. Só estou triste porque minha filha única vai se casar... Os anos passaram tão rápido e eu e sua mãe mal vivíamos contigo, fazendo com que assim, perdêssemos sua adolescência. Então, quando eu achei que iria te ver mais tempo em casa, passarmos mais tempo juntos, você diz que irá se casar. – ele pausou um pouco. – Agora me diga, você é feliz com ele?

- Sim. – respondi sem hesitar.

- Então, como não posso impedi-la de se casar, eu lhes dou minha benção... – já ia me levantar para abraça-lo, quando ele continuou. – Porém... Só poderão se casar depois que Hermione arrumar um emprego.

Suspirei aliviada.

- Sr. Granger, isso não será problemas, pois com as boas notas que ela tirou nos N.I.E.Ms, poderá arrumar o emprego que quiser. Aliás, o Ministério já está de olho em Hermione. Eles querem que ela trabalhe lá.

Travei. “Ai meu Merlin, de novo eu não estou escutando direito...”

- O que você disse, Severus? – perguntei.

- Que o Ministério a quer como funcionária. – respondeu ele. – Provavelmente, dentro de alguns dias lhe farão uma visita propondo o emprego.

- A-acho que estou chocada. – disse gaguejando um pouco.

- Filha, é uma excelente noticia, devemos comemorar por isso... – disse meu pai; mas pensou bem e acrescentou. –E pelo seu casamento.

Levantei-me e fui abraça-lo. Ele afagou meus cabelos e disse:

- Eu te amo, minha criança. – chorei ao ouvi-lo me chamar disso, pois há tempos ele não o fazia.

- Bom... Parece que tudo está resolvido... Que tal jantarmos antes que a comida esfrie? – disse minha mãe se levantando.

- Sim, querida... – disse meu pai sorrindo. – Venha Severus, vamos comemorar...

Severus sorriu levemente e eu me soltei de meu pai para poder ir para seu lado. Não resisti e o abracei, enterrando meu rosto em seu peito.

- Estou tão feliz, Prince...

- Eu também, minha Jean. Agora vamos antes que seu pai fique bravo.

Separei-me de seu abraço mas segurei sua mão o conduzindo até a sala de jantar.

O jantar foi calmo, com todos conversando e bebendo um vinho que minha mãe havia comprado. Ao fim do jantar, meu pai e Severus estavam envolvidos em uma longa conversa sobre a profissão dele. Papai ficava fascinado de ouvir sobre os vários tipos de poções e o que causavam. Eles foram para a sala continuar a conversa enquanto eu e mamãe tirávamos a mesa e arrumávamos a cozinha.

Terminamos a arrumação e nos juntamos aos homens na conversa. Quando deu 21hs, Severus disse que teria de ir embora.

- Hum... Posso usar o banheiro? – perguntou ele.

- Claro! – disse minha mãe. – Siga pelo corredor, segunda porta à direita.

Ele assentiu e se dirigiu para lá tirando um frasco das vestes. Instantes depois ele voltou, mas não era o rosto de Severus que vi e sim o de um trouxa qualquer.

Meu pai estava atordoado, mas eu e minha mãe sabíamos que Severus havia tomado a poção polissuco.

- Quem é você? – perguntou papai.

- Sr. Granger, sou eu, Severus. – respondeu ele. – Acabei de tomar aquela poção transformadora que lhe falei.

- Ah sim.

- Deixe que eu o leve até a porta, pai. – disse quando meu pai ia se levantando.

- Então... Boa noite Sr. e Sra. Granger. – disse Severus cordialmente.

- Boa noite, Severus. – responderam.

Levei Severus até a porta e antes de abri-la, puxei-o para um beijo. Não me importei que o rosto que se encontrava ali não era o do meu Prince, só quis mostrar-lhe o amor e felicidade que estava sentindo no momento.

Separamo-nos quando faltou o ar. Estávamos ofegantes e ele sorria.

- Sabe, estou pensando em te levar para conhecer um lugar amanhã... – disse ele após recuperar o fôlego.

- Onde, Prince?

- Não quero estragar a surpresa. – ele sorriu da cara que fiz.

- Você é um chato, sabia?

- Sim, e você fica linda quando está nervosa. – ele abraçou-me e deu um beijo na minha testa. – Até amanhã, minha Jean.

- Até, meu Prince.

Abri a porta e ele saiu, desaparatando logo em seguida, levando consigo meu coração;

******************

Acordei na manhã seguinte ansiosa pelo passeio que iria ter com Severus dali a algumas horas. Tomei um banho, fiz minha higiene pessoal e desci para tomar café.

Meus pais estavam sentados na mesa comendo e conversando.

- Bom dia mamãe, papai. – dei um beijo em cada um deles.

- Bom dia filha. – responderam. – Porque essa alegria toda? – indagou mamãe.

- Vou sair com Severus. – respondi.

- Hum... – fez minha mãe.

- Vê se volta cedo para casa, hein mocinha? – disse meu pai.

- Pode deixar pai.

Ele assentiu e tomamos nosso café. Papai terminou primeiro e teve que sair para ir trabalhar.

Ajudei mamãe a arrumar a casa e quando deu 10hs a campainha tocou. Corri para atender e antes de abrir a porta, coloquei a mão que segurava a varinha atrás das costas.

Abri e vi que era o mesmo homem do dia anterior. Para saber se era mesmo Severus, perguntei:

- Como você me chama intimamente?

Ele pareceu entender o porque da pergunta e respondeu:

- Minha Jean... – assenti e praticamente me atirei em seus braços.

- Senti saudades... – disse.

- Também senti, minha Jean. Para mim é um alívio estar parto de você...

- Por quê? – indaguei.

- Por causa daquela minha parte de coração que sempre fica com você. – respondeu.

Peguei sua mão e o puxei para dentro de casa. Assim que fechei a porta, comecei a beijá-lo. Ele segurou minha cintura e eu segurei sua nuca. Fomos interrompidos por um pigarro.

- Desculpe-me mamãe. – falei ao me soltar de Severus.

- Bom dia, Lucy! – cumprimentou ele.

- Bom dia Severus! Hermione disse que vocês irão sair hoje. – disse mamãe.

- Sim, mas não direi onde a levarei para não estragar a surpresa. – respondeu Severus.

- Tudo bem... Bom, voltarei à meus afazeres... – ela disse e saiu em direção à cozinha.

- Venha, preciso me trocar. – disse arrastando-o escada acima.

Já em meu quarto, ele sentou-se em minha poltrona e ficou me olhando enquanto eu procurava algo para vestir, no guarda-roupa. Acabei escolhendo uma calça jeans preta, uma blusa azul de seda, um casaco também azul e uma sapatilha.

Levei as roupas para o banheiro e me troquei. Olhei no espelho, vi que meu cabelo estava terrível e resolvi fazer uma trança. Depois passei um brilho labial e um delineador nos olhos.

Terminei de me arrumar e saí do banheiro. Parei em frente à Severus e perguntei:

- Como estou?

- Linda... – ele se pôs de pé e segurou minha cintura. Levou sua boca à meu ouvido e sussurrou. – Mas eu prefiro você sem elas.

Sua voz me arrepiou e eu busquei desesperadamente seus lábios, novamente ignorando o fato dele estar ainda como o trouxa. Ele beijou-me com ardor e depois me afastou um pouco, dizendo:

- Se controle, minha Jean, teremos muito tempo para isso.

- Como vou me controlar se você me provoca? – indaguei.

Ele apenas sorriu e disse:

- Está pronta?

- Sim.

- Então vamos?

Aquiesci e descemos. Minha mãe se encontrava na sala, tirando o pó dos porta-retratos.

- Mãe, estamos de saída. – disse.

- Tchau filha. E você cuide bem de minha Hermione, hein? – disse ela.

- Fique tranquila, Lucy, Hermione está em boas mãos. – respondeu ele.

Ela sorriu. Nos dirigimos à saída e aparatamos assim que saímos pela porta. Fomos parar em frente à uma mansão linda.

- Onde estamos, Prince?

- Na mansão de minha família, a Mansão dos Prince. – disse ele.

Segurou minha mão e guiou-me para dentro. Suas feições já voltavam a ser as mesmas.

Ao chegarmos na porta, esta foi aberta por um elfo.

- Mestre! Dimbo está feliz em vê-lo. Dimbo sentiu saudades de mestre Snape. – dizia o elfo.

- Bom dia, Dimbo, também estou feliz em vê-lo. – disse Snape de um jeito bondoso ao elfo. “Uh? Severus sendo bondoso com elfos? Ai meu Merlin, acho que vou um ataque.” – Dimbo, esta é Hermione Granger, minha noiva.

- É um prazer conhecê-la Srta. Granger, Dimbo se sente honrado em servi-la. – disse o elfo se curvando para mim.

Não aguentei e abaixei-me dando-lhe um abraço:

- Você é um fofo, Dimbo! – disse soltando-o.

O elfo olhava atônito para Severus e este disse:

- Tudo bem, Dimbo, este é o jeito dela. Ela ama os elfos. – disse ele sarcasticamente. Belisquei-o levemente. – Hum... Dimbo, você poderia, por favor, preparar o almoço? Hoje almoçaremos aqui.

- Sim, mestre, Dimbo irá preparar uma refeição deliciosa.

- Pode ir agora, Dimbo, se precisar de algo lhe chamarei. – Severus falou e o elfo curvou-se exageradamente estalando os dedos e sumindo no ar. – Venha, quero mostrar-lhe a residência.

Segurei novamente sua mão e ele me levou para conhecer os cômodos. No andar debaixo havia uma sala de jantar, sala de estar, cozinha (enorme!), um escritório, um banheiro e área de serviço, além da varanda. No andar superior havia duas suítes, três quartos de hóspedes, um laboratório, uma biblioteca e um banheiro.

Ele mostrou-me seu quarto que era decorado nas cores verde e prata, típico de sonserino. Uma cama antiga se encontrava perto da enorme janela com vista para o jardim bem cuidado. Os lençóis da cama eram negros e de seda. Os travesseiros na mesma cor, tinham uma serpente bordada.

Andei pelo quarto e notei que havia um quadro com uma linda mulher pintada. Ela parecia-se muito com Severus e isso fez com que minha curiosidade falasse mais alto.

- Prince, quem é ela? – perguntei.

- Ela é Éillen Prince, minha mãe. – respondeu ele e a mulher do quadro olhou-me por um instante e virou-se para Severus, fazendo-lhe a mesma pergunta que eu tinha feito.

- Quem é ela, filho?

- Éillen, esta é Hermione Granger, minha noiva.

- Noiva, Severus? Ela não é um tanto criança para ser sua noiva?

Severus suspirou e disse:

- Eu a amo, Éillen, e ela também.

- Entendo... Bom, a única coisa que posso desejar-lhes é felicidades e que o casamento de vocês não seja como o meu. – os olhos dela estavam tristes. – Hum... Vou sair para que vocês possam “conversar”. – e dizendo isso, desapareceu pela moldura do quatro.

- Sua mãe parece ser legal... – disse-lhe.

- Sim, quando era viva ela era legal, mas como quadro ela é um tanto melancólica. – respondeu ele. – Bom, deixemos a tristeza de lado que agora quero aproveitar o tempo que tenho com minha noiva.

- O que quer dizer com isso, Prince? – perguntei.

Ele chegou mais perto de mim e começou a beijar meu pescoço e subir lentamente para a minha orelha. Mordiscou o lóbulo desta e disse:

- estou falando disso aqui...

Severus me jogou na cama, tirou o casaco trouxa que ainda vestia e deitou sobre mim, me enchendo de beijos. Meu desejo por ele era imensurável, mas Severus não estava com pressa, pois estava fazendo tudo lentamente.

Primeiramente, tirou minha sapatilha, depois meu casaco e logo após tirou minha blusa.

Tirei sua camiseta e ele tirou minha calça. Voltou a beijar-me, mas dessa vez seus dedos passeavam por meu corpo, me causando arrepios.

Resolvi tomar o controle da situação e movi-me, fazendo com que ele ficasse embaixo de mim. joguei-lhe um olhar malicioso e Severus perguntou:

- O que vais aprontar?

- Aguarde e verá. Agora, cale-se! – disse sorrindo maliciosamente.

Beijei-lhe os lábios e comecei a descer pelo pescoço, ombros, tórax, barriga e chagando finalmente ao zíper da calça. O volume em sua calça era berm visível, deixando-me muito excitada.

Desci da cama e tirei-lhe os sapatos e meias, subindo logo em seguida e abrindo vagarosamente o zíper. Quando este chegou ao fim, fiz com que ele tirasse calça e cueca juntos e sentasse na cama.

Ele notando qual a minha intenção, disse:

- Não, minha Jean, é melhor não...

- Quieto! – cortei-o. – Ou quer ficar de castigo? Posso muito bem vestir minhas roupas e sair...

- Tudo bem, você venceu, sua peste. Mas depois vai ter troco, ouviu?

Gargalhei e me ajoelhei entre suas pernas. Nunca havia feito aquivo, tinha medo de machucá-lo, mas a curiosidade e a vontade de lhe proporcionar mais prazer, falou mais alto.

Segurei seu sexo com delicadeza e comecei a massageá-lo lentamente. Ele queria segurar minha mão para que eu aumentasse a intensidade, mas por duas vezes eu o estapeei.

Quando ele já estava ficando maluco com aquilo, abocanhei vorazmente seu sexo, fazendo-o gemer de prazer. Usei minha língua para explorar seu sexo, o que o deixou cada vez mais excitado, até que ele não aguentou mais e segurou meus pulsos, me levantando e me jogando na cama.

Severus deitou-se novamente em cima de mim pressionando seu sexo no meu.

- Você não brincou comigo? Agora é minha vez de brincar com você... – disse ele e com um gesto rápido, desabotoou meu sutiã.

Jogou-o em algum canto do quarto e mordiscou o bico de meu seio. Começou a sugar um enquanto brincava com o outro e a mão que estava brincando com o outro foi descendo, me trazendo de volta os arrepios.

Ele chegou em minha calcinha e ficou passeando com os dedos por ela. Ao passar na borda perto de meu sexo, ele parou. Afastou a borda com os dedos e tocou meu clitóris, me provocando uma onda de prazer.

Seus dedos foram para a entrada da vagina, acariciando-me. Eu já estava ficando louca, mas tinha que seguir as regras do jogo. Sem aviso, penetrou-me com os dedos e começou um movimento de entra e sai, o que me deixou mais maluca ainda.

- Prince, por favor... – pedi-lhe.

- Shhh, fique quietinha, pois quem está mandando aqui agora sou eu...

O prazer foi tanto que acabei tendo um orgasmo, o que o deixou feliz. Minhas pernas estavam bambas, mas ele logo inicou um segundo round de prazer.

- Prince... – gemi. – Por favor, Prince...

- É isso que você quer, não é? – disse ele, tirando os dedos e pressionado seu sexo no meu de novo.

- Sim... – gemi.

- Então é isso que você terá...

Ele acomodou-se entre minha pernas e penetrou-me com força, achando que eu iria gritar de dor, mas eu gritei na verdade, foi de puro prazer. Eu o queria mais e mais dentro de mim e isso não passou-lhe despercebido, pois suas estocadas ficaram vorazes e seus apertos muito dolorosos, o que ignorei.

Chegamos ao ápice juntos e ele saiu de dentro de mim totalmente esgotado. Deitou-se na cama e eu deitei em seu peito brincando com os poucos pelos que ali havia.

- Eu te amo, minha Jean. – disse Severus.

- Eu te amo mais, meu Prince. – respondi também exausta.

Ele abraçou-me e ficamos ali até Dimbo aparecer, anunciando que o almoço estava pronto.

Notas finais
Quero meus reviews hein?
Beijos minha queridas flores...
Até mais...
*_* S2 *_*