Notas iniciais
MIL desculpas pela demora, mas é que minha internet deu um pau eterno, e só foi funcionar direito hoje, mas enfim, capítulo novo pra vocês! Boa leitura!

POV Hermione

Eu e Draco nunca estivemos tão próximos, e isso resultava numa enorme paz e felicidade diária, ter ele do meu lado é indescritível, e cada segundo sem ele fazia falta.

Draco ainda estava triste em relação ao pai, mas não se afastava de mim ou bolava planos para salvá-lo, apenas ficava com o olhar triste, e eu o abraçava, sabendo o motivo. Tudo o que eu queria desde o começo é poder cuidar dele, e finalmente agora ele estava deixando.

— Bom dia! – eu disse dando um selinho nele.

Todo dia antes dele sentar na mesa da sonserina, ele ia até a minha, mesmo com os olhares tortos e me dava um selinho de bom dia, se dirigindo depois para sua mesa.

— Mas você tem que fazer alguma coisa! É seu último aniversário em Hogwarts – insistia Gina

— O que eu vou fazer? Os Niem's estão chegando, como vou dar uma festa aqui em Hogwarts? – disse Rony

— Já falei milhões de vezes Rony, você é surdo? S-a-l-a p-r-e-c-i-s-a! – disse Gina pronunciando cada letra.

— Se você organizar, eu animo – disse ele voltando a comer.

— Você só pode ser surdo, era isso o que eu te falei desde o começo. Hermione me ajuda!

— Hãn, eu? – me virei para eles, prestando atenção na conversa agora.

— Por favor! – Gina fez biquinho.

Quando vi aquela cara dela eu sorri na mesma hora, revirando os olhos e consentindo com a cabeça. O aniversário de Rony era no outro dia, por incrível que pareça, o tempo em Hogwarts estava passando muito rápido.

xx

— Não posso, vou ter que ajudar Gina hoje depois da aula.

— Ajudar em quê? Posso saber? – disse Draco me olhando com as sobrancelhas arqueadas.

— No aniversário do Rony – eu disse depois de rir dele.

— "Aniversário do Rony", eu mereço! – disse ele se virando para frente

— É rápido, e de noite nós ainda temos monitoria... Podemos ficar juntos nos corredores – sorri.

— Tanto faz – ele olhava para frente.

— Senhorita Granger e Senhor Malfoy, sem querer interromper a conversa de vocês – disse o professor de defesa contra a arte das trevas –, podem me responder qual foi a época da idade das trevas?

— Após do declínio do Império Bizantino e Romano, professor – eu disse depois de alguns segundos.

— Hum, certo – ele semicerrou os lábios e me fuzilou com o olhar –, nada de conversas paralelas. – disse voltando a escrever no quadro.

O resto da aula Draco ficou virado pra frente, sem conversar comigo. Primeiramente achei que ele não queria levar bronca do professor, mas ele estava muito frio, e eu estava estranhando isso, seria ciúmes? Não imagino Draco tendo ciúmes de mim.

Quando a aula acabou, fomos até a porta da sala e ele sem olhar em meus olhos disse "mais tarde a gente se vê". E eu me coloquei nas pontas dos pés, dando um selinho nele, que não foi retribuído.

— O que foi? – eu o olhei confusa.

— Nada – ele virou, andando.

— O que é? – insisti, o puxando pelo braço.

— Nada Hermione, posso ir agora? – ele revirou os olhos.

— Está com ciúmes?

Ele gargalhou alto, me olhando divertido e depois balançando a cabeça em negação, ainda rindo de mim.

— Até parece! Posso ir agora? – ele olhou em meus olhos.

Mesmo ele tendo gargalhado, quando eu olhei em seus olhos, não tinham expressão de divertimento, ele tinha os olhos de quando estava nervoso.

— Tchau! – eu disse me virando furiosa e indo até a sala precisa.

Não era que eu quisesse que ele tivesse ciúmes, mas a maneira como ele riu me deixou chateada. E eu não entendi se ele riu porque não sentiria ciúmes de mim, ou se ele riu pelo fato de ser ciúmes de mim com Rony. Mas afastei aquele sentimento, entrando na sala precisa que não precisou aparecer, ela já estava sólida ali no corredor.

— Como fizeram isso?

— Com a ajuda da MCGonagall, ela enfeitiçou a sala, não vai sumir durante três dias. Ela disse que é tempo suficiente para limparmos qualquer bagunça caso aconteça.

— Legal! O que quer que eu faça? – eu disse pegando a varinha.

— Apenas organize, mova a caixa de música pra cima, para ficar na parede, o globo no teto, mesa de comidas na esquerda e a do bolo na direita. – disse Gina apontando em todas as direções da sala.

Não demorou muito, já que com magia tudo era muito facilitado. Quando terminamos, apreciei a sala. Estava tudo enfeitado de quadribol, grifinória e alguns balões laranjas, que se eu não me enganava, se referia ao cabelo dos Weasley. O bolo era um enorme gole com uma coroa em cima dele, o que eu preferi não perguntar quem o fez, pois eu sabia que não gostaria da resposta. Do mesmo jeito com a comida, que era muita, parece que os elfos tiveram um grande trabalho.

Como na festa de George, tinha uma pista de dança e várias luzes nela. A sala estava enorme, e tinha o espaço da dança, um com vários pufes, mesas e comida, outro com o bolo e docinhos, estava tudo lindo.

— Bom, agora é enviar os convites avisando o lugar e a roupa. Mas isso eu faço.

— Roupa?

— Sim, todo mundo tem que vir de vermelho! – disse ela abrindo um sorriso de curinga.

— Vermelho? – eu parei para pensar um tempo – Não tenho roupa vermelha.

— Eu te empresto! Sou cheia delas. – ela ainda estava com o sorriso.

— Tenho que ir agora, monitoria... – eu disse acenando e saindo da sala.

xx

Draco não estava me esperando na porta do quadro como sempre me esperava em noites de monitoria, eu o encontrei no quarto andar, andando com as mãos no bolso e assobiando.

— Demorei? — eu disse o abraçando por trás.

— Não — disse indiferente.

— Hum – eu comecei a andar ao seu lado –, ficou tudo lindo Draco, a Gina fez um ótimo trabalho. Vai ser legal! – eu disse o olhando animada.

— E que horas você volta da festa?

— Como assim? Você também vai, não?

— Tenho certeza de que não fui convidado.

— Nem precisa! – eu o olhei incrédula – É a mesma coisa que me convidarem, você vai, né?

— Não, não estou muito afim de ir na festinha do Weasley

— Ah, eu não acredito! – eu o parei – Tem certeza que não está com ciúmes?

— Me poupe... – ele disse voltando a andar pelos corredores escuros e se pronunciando depois de minutos de silêncio – ciúmes do Weasley... — murmurou

— Você não vai então? – eu disse triste.

— Na verdade, nenhum de nós dois vamos.

— Como? – o olhei confusa.

— Você não vai, Hermione – ele parou, se virando e olhando nos meus olhos.

Eu simplesmente fiquei sem reação, ele falou como se fosse meu pai. E eu não sabia se ria ou ficava assustada, ele olhava em meus olhos me intimidando, como se estivesse me preparando pra algo ruim se eu desobedecesse.

Mas numa fração de segundo eu me recuperei do susto, aproximando dele e o olhando com desdém, dizendo:

— Posso saber o porquê? – arqueei as sobrancelhas.

— Por que eu não quero que você vá. – ele também se aproximou de mim

— Você "não quer"? – arqueei ainda mais as sobrancelhas – Querer não é poder, Malfoy.

Seu rosto se contorceu ao ouvir seu sobrenome, mas não mudou a postura.

— No nosso caso é, você é minha noiva, não quero que vá e pronto.

— Desculpa, mas você não pode me proibir de ir na festa de um dos meus melhores amigos, não vou fazer isso com o Rony.

— De novo esse "Rony" – ele revirou os olhos – tem certeza de que vai? Mesmo eu falando pra não ir?

— Tenho! – eu o olhei nos olhos e me colei nele o provocando.

Ele olhou em meus olhos, no escuro seus olhos eram muito mais assustadores, pois eles destacavam muito mais e brilhavam. Depois deslisou o rosto devagar, levando o rosto até o meu pescoço e sussurrando baixinho no meu ouvido "absoluta?"

Na hora eu não aguentei, virei meu rosto e o beijei, e ele retribuiu, colocando a mão em meu cabelo e eu no seu rosto. O beijo era caloroso e desesperado, ele puxava meu cabelo e depois me guiou até a parede, me pressionando forte e grosseiramente nela, colado em mim. Sua outra mão percorria todo o meu corpo, e parou em minha cintura por dentro da blusa. A outra mão ainda puxava meu cabelo forte, e seus lábios mordiam o meu, o que me fez sentir um gosto leve de sangue.

Levei minha mão até seu abdome, por dentro da blusa e ele desceu a dele para a minha bunda, a apertando forte em seguida. Eu o acariciava no abdome, e o senti ficando duro.

Enquanto nos beijávamos, ele pegou minhas mãos e a prendeu na parede com uma das suas, que conseguiam prender as minhas facilmente, me deixando totalmente vulnerável e atacando meu pescoço. Ele mordia forte e chupava, me fazendo sentir dor e prazer. Draco nunca tinha sido assim tão grosseiro, não que eu não estivesse gostando.

Depois de morder e chupar todo o meu pescoço, ele me beijou de novo, mordendo mais ainda meu lábio e o puxando com o dente, e eu apenas o beijava, assustada e divertida. Enquanto sua outra mão que não prendia as minhas foi até meu seio, por baixo da blusa e do sutiã, o apertando forte, que me fez gemer. Enquanto ele apertava, seus lábios tocaram minha orelha e em seguida ele disse "isso é o que você ganha em me confrontar" enquanto subia minha blusa e afastava o sutiã, levando a boca até ele. Com as costas inclinada, ele mordia meu seio e o chupava, estava doendo mas eu não o impedia.

Sua mão largou meu seio e desceu, pousando dentro da minha saia e calcinha, me penetrando com um dedo. Eu mordia os lábios e quando comecei e gemer ele me olhou, me fuzilando com o olhar com um sorriso doentio no rosto, depois dizendo "silêncio, Granger". Ele me penetrava forte com o dedo, e depois acrescentou mais um, me fazendo gemer, então ele me beijou, mordendo mais meu lábio como um castigo. Seu movimento com a mão era rápido, ondas de choque percorriam todo o meu corpo, me fazendo sentir um prazer enorme, sendo cada vez mais difícil me manter calada.

Eu só ouvia meus suspiros altos e a respiração ofegante de Draco, que começou a me penetrar com três dedos, me fazendo soltar um gritinho de prazer. Ele me olhou divertido e atacou meu pescoço já dolorido, o mordendo mais.

Qualquer um que olhasse ou ouvisse essa história, ficaria horrorizado, mas eu não. Eu estava gostando, e muito.

Quando eu estava próxima ao ápice, mordi os lábios e fechei os olhos, a espera dele. Mas ele não veio, pois Draco parou de me penetrar, tirando os três dedos e me olhando, sorrindo. Eu o olhei confusa e ele se afastou de mim, soltando minhas mãos.

— Precisamos continuar a monitoria. – ele dizia seriamente, mas com um leve sorriso escondido no canto da boca.

Ele sabia que eu estava chegando no ápice, e fez de propósito, eu o odiei fortemente naquele momento. Mas para não dar aquele gostinho pra ele, apenas abaixei minha blusa, arrumei minha saia e meu cabelo, o fuzilando com o olhar e andando do seu lado entre os corredores.

— Para constar, – eu o olhei – ainda vou na festa.

Ele sorriu torto e ainda olhando pra frente e disse "vamos ver". No resto da monitoria ficou um clima estranho, meio bravo do meu lado e divertido do dele. Às vezes eu o olhava e ele estava com um sorriso escondido no canto da boca, o que me fazia rir também.

xx

Draco me deixou na porta do dormitório, me dando um longo selinho, com a mão nas minhas costas, me apertando contra ele. Depois sorriu torto olhando o meu rosto, depois meu pescoço o que me deixou desconfortável, imaginando se tinha algo errado, então ele saiu, sumindo no escuro do corredor.

Quando fui no banheiro escovar os dentes, me assustei com meu reflexo. Meu lábio inferior estava inchado e vermelho, e dentro dele tinha vários cortes, então puxei a blusa, a afastando do pescoço, onde tinham várias mordidas e chupões.

Eu acariciei meu lábio e meu pescoço, sorrindo para o espelho, me lembrando do momento com ele, de cada toque.

Notas finais
Fiquei meio receosa com esse capítulo, o que vocês acharam dele? COMENTEM E RECOMENDEM! Beijos amores!