My New Everything - Dramione
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Notas iniciais
POV Hermione
— Eu tenho muitos livros aqui na mansão, livros que com certeza não tem em Hogwarts. Com seu conhecimento talvez possa preparar uma porção ou fazer um feitiço. É a única coisa que tenho em mente.
— Tudo bem, me leve até os livros – eu disse indiferente.
xx
Eu e Narcisa estávamos na biblioteca da mansão. O lugar era incrível, enorme e tinha um teto muito alto, com livros até o topo. Estávamos numa mesa com pilhas e pilhas de livros, todos relacionados a maldição e magia negra.
Eu procurava maneiras de reverter o feitiço, maneiras de poder curá-lo. Havia alguns livros ali que eu já havia visto e ouvido falar, foram os que eu escolhera para avaliar. Alguns Narcisa até zombou, dizendo que não teriam nada.
— Narcisa, não quero te desesperar, mas não acho possível encontrarmos alguma coisa aqui. Os pais de Neville sofreram a mesma coisa que Lucio e até hoje estão loucos. Não vejo como nós duas podemos mudar alguma coisa.
— Até agora não percebeu o que esses livros representam? O St. Mungus não usa magia negra para curar seus pacientes, e se houver alguma coisa nesses livros, que são de magia negra, poderemos usar o feitiço e curá-lo.
— Se não está claro pra você, não farei magia negra.
— Eu faço, apenas me ajude a achar algo que possa ser feito – disse Narcisa voltando para os livros.
Ela procurava em uns livros que pra mim obviamente não teriam nada, mas ela insistia. Narcisa, que era tão elegante e confiante como Lucio, estava com o rosto acabado, o cabelo sem brilho e um semblante arrasado. Eu tinha pena deles por isso, tenho certeza que eles esperavam paz depois da morte de Voldemort. Mas parece que não tiveram a mesma sorte que os "mocinhos".
Eu procurava no livro "Maldições imperdoáveis", o livro dizia tudo sobre elas. A crucio era a mais complexa, pois ela era a que mais causava sequelas diferentes, enquanto a maldição da morte era um capítulo pequeno, já que ela causava apenas morte e era irreversível (a não ser para uma pessoa). O livro era muito grosso, e eu o foleava concentradíssima, o dia foi se escurecendo e eu ainda estava no mesmo livro, comecei aos poucos a me sentir fraca e cansada. Passaram uns minutos e minha visão ficou turva, e depois se apagou. Acordei com Narcisa me balançando, mas sem olhar preocupado, estava fria e dizia "acorde, menina", repetidas vezes.
— Você está muito pálida, comeu alguma coisa hoje?
— Não. – eu disse com a voz fraca.
— Vou buscar algo pra você, se tiver alguma coisa nessa casa – e saiu do cômodo.
Me levantei e minha cabeça doía, coloquei a mão na parte de trás e senti um corte, e quando olhei minha mão não havia nada, sem sangue, mas quando toquei meu cabelo ele estava duro, parecia que o sangue havia secado. Devia ser de quando bati a cabeça na casa perto do lago.
Levantei dali e fui a procura de um banheiro pela mansão. Enquanto eu andava pelos corredores, ouvi barulho de água em um cômodo, e quando espiei era Draco inclinado na pia, lavando o rosto. Ele ouviu meus passos e olhou pra mim, sério.
— Quer tomar banho?
— Não, eu só... – eu havia esquecido o porque estava ali.
Draco ficou olhando para o chão, e eu também.
— Porque não me procurou quando sai do seu quarto? – eu tinha que perguntar aquilo, estava me intrigando.
— Imaginei que precisava pensar.
— Pensar? Quem precisa pensar é você Draco, eu não estou com dúvida nenhuma na minha mente.
— Hermione, eu estou pensando, ok? Quero principalmente saber do meu pai, e talvez volto a Hogwarts.
— Que seja. – sai do cômodos, mas Draco segurou meu braço.
— Me entenda, Hermione – ele suplicou.
— Eu entendo que esteja preocupado, Draco, mas não há nada que você possa fazer. Se ficar aqui ajudando eles, o ministério pode achar vocês e te culpar por ajudá-los, ser cúmplice da fuga deles.
— Eu prefiro ir a Azkaban do que deixar meus pais morrerem!
— Tudo bem, não irei mais discutir com você. – sai do cômodo e comecei a procurar outro banheiro.
xx
Eu havia entrado no banho, estava quente e minha cabeça martelava, limpei com cuidado o ferimento, não estava grave, o difícil foi tirar todo o sangue do meu cabelo.
Eu sabia que não estava sendo muito compreensiva com Draco, ele estava preocupado com os pais e eu entendia isso, mas ele sabia que era mais seguro ir a Hogwarts e agora que as coisas estão melhores, os pais dele saberiam se cuidar. Eu não queria voltar para Hogwarts sem ele. Eu não conseguia parar de pensar nisso, até que ouvi alguém bater na porta.
— Entre – falei. Não havia problema, já que o box que eu estava não era transparente.
— Sou eu – disse Draco – trouxe toalha e uma roupa da minha mãe que talvez caiba em você.
Eu não o respondi, e tudo ficou silencioso, imaginei que ele tinha saído, então me concentrei no banho. Voltei a pensar nele, e o que eu faria sem ele em Hogwarts, então me assustei com a porta do box se abrindo.
— Draco! – o repreendi, tampando minhas partes íntimas.
Ele deu um sorriso torto e entrou no box, o fechando depois. Ele me encarou nos olhos e parecia querer me decifrar, saber o que eu estava pensando. Logo depois me beijou, se molhando todo com a água do chuveiro. Enquanto ele me beijava, foi tirando minha mão, que estava em cima dos meus seios, e depois tirou a mão que estava em minha intimidade, sussurrando "não tem nada aí que eu não tenha visto". Depois me pressionou contra a parede e se colou em mim. Coloquei minha mão em sua blusa toda molhada e a puxei para cima.
POV Draco
Independente da minha preocupação, não me contive com Hermione ali, dentro do box, nua. Além do mais, eu precisava dela, ela estava brava comigo e eu não sabia se voltaria a Hogwarts, precisava aproveitar enquanto a tinha ali, que já era um milagre incompreensível.
O que eu sentia por ela parecia crescer a cada dia, o que no início foi uma admiração, agora era uma paixão, uma obsessão. Era como se Hermione preenchesse todas as lacunas da minha alma cheia de vazios, porém eu tinha tinha aprendido a viver sem esse preenchimento, a dor já era normal, o estranho era a sensação de estar completo.
Coloquei minha mão em sua intimidade e Hermione suspirou em meio ao beijo. Eu queria poder compensá-la por todo o seu esforço, por ter me salvado, salvado meus pais e continuar aqui na minha casa, que eu sabia que não a fazia bem.
— Quero você toda pra mim, Hermione.
— Eu já sou toda sua.
Eu a beijei de novo e ela me apertou contra ela, diminuindo qualquer distância entre nós.
— Eu preciso de você, Draco. Não posso deixar que fique. – ela disse como uma súplica.
Apesar de não termos ainda conversado muito sobre isso, eu sentia como se Hermione tivesse vazios e buracos como eu, talvez por isso que nossas almas de conectaram neste tempo exato, como se não pudesse ter acontecido se fosse em outra ocasião. Hermione ajudou a salvar o mundo bruxo, mas quando nos encontramos naquele trem voltando para Hogwarts, ela estava tão sozinha quanto eu.
Eu não a respondi, apenas acariciei seu rosto e olhei em seus olhos. Ela me olhou e seus olhos se encheram de água, meu peito doeu aquela hora, eu estava fazendo Hermione sofrer. Desceu uma lágrima e eu a limpei, e ela forçou um sorriso. Voltei a beijá-la e ela acariciava minha nuca com as unhas, me fazendo arrepiar. Voltei minha mão para sua intimidade e a penetrei com um dedo, com cuidado e carinho, ela gemia baixinho me deixando cada vez mais duro. Ela pousou a mão em minha calça, a desabotoando e depois a descendo junto com a cueca.
Eu a beijava carinhosamente, encostando minha língua devagar na dela e dando mordidinhas em seu lábio, depois voltando a beijá-la. Ficamos um tempo aproveitando aquele beijo, depois puxei suas pernas e a prendi em volta da minha cintura, a carregando. Hermione colocou os braços em volta do meu pescoço e me beijou. Eu a beijei com carinho, dando selinhos em meio ao beijo. E depois a penetrei devagar, com cuidado. Ela gemia em meio ao beijo, e puxava meu cabelo de leve. Ataquei seu pescoço e o chupei, mordendo em seguida. Eu estava num ritmo lento, mas estava muito bom. Eu não tinha vontade de aumentar a velocidade, ou ir com força, daquele jeito estava perfeito, eu a devia carinho.
Eu suspirava alto, e Hermione gemia baixinho em meu ouvido, ela me deixava louco. Seu corpo nu e todo molhado se movimentava junto com o meu e sentia-me conectado com ela de uma forma perfeita, seu corpo encaixava perfeitamente no meu, era como se o sexo além do sexo fizesse sentido, como se os sentimentos fizessem sentido para mim agora. Eu conseguia ser alguém com ela como nunca fui com ninguém.
POV Hermione
Draco estocava devagar e apertava minha coxa, atacando meu pescoço. Eu o beijei e seus lábios me beijavam de um jeito que nunca tinha sido beijada antes. Sua língua me implorava, seus lábios me prendiam. Ele mordia meu lábio e o puxava com o dente, depois voltava a me beijar. Ondas de choque passavam pelo meu corpo, a cada estocada eu ficava mais excitada. Draco me guiava perfeitamente, me subindo e descendo devagar e eu sem me conter soltava gemidos. Comecei a arranhar suas costas com a unha a fim de controlar minha excitação.
Draco se esfregava em mim com sua pele gélida, e beijava todo o meu rosto, depois meu pescoço e meu ombro, transmitindo exitação. A água quente caindo em nossos corpos deixava tudo perfeito, aquele corpo definido de Draco colado no meu, seus cabelos loiros molhados e colados na testa, com as gotas d´água realçando todos os traços perfeitos dele.
As estocadas começaram a ficar mais fortes, Draco apertava minha bunda forte. Ele estocava tudo, mas com carinho. O movimento era constante, e Draco me beijava calorosamente.
— Olhe pra mim. – ele pediu, rouco.
Olhei e depois eu o senti gozar dentro de mim. Ele apertou os olhos e mordeu os lábios, depois eu os beijei, enquanto Draco mantinha o ritmo. Após um tempo, comigo aproveitando cada segundo, eu me desmanchei no prazer, me retorcendo e chegando ao ápice. Draco parou de me beijar e me olhou de forma devoradora, enquanto eu gozava.
Depois ele me soltou, se sentando no chão e me puxando para cima dele, me fazendo deitar em seu colo e me abraçando forte, com a água quente ainda caindo sobre nós, causando uma contrariedade com seu corpo gelado colado no meu. Nós tínhamos uma conexão quase sinistra e Draco despertava um lado meu que eu não conhecia, era como se eu pudesse fazer tudo por ele, como se pudesse ser controlada, e isso me assustava. Ele mal sabia como eu era inteiramente dele neste momento.
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