My Life Upside Down

4 Unicórnios, gostosos e uma vida \'normal\'


Notas iniciais
Ninguém lê essa fic, é?! :c
Demorei mas cheguei u__u' bem, eu demorei pq estava com muitas coisas para fazer e tals, e tenho uma preguiça enorme que não acaba de jeito nenhum! Esse capítulo ficou uma bosta, mas ok ._. se alguém quiser ouvir a música no início do capítulo, aqui está http://www.youtube.com/watch?v=wyx6JDQCslE bem, até lá em baixo, e me desculpem pelo atraso e por qualquer erro.

Sam POV’S ON

Senti algo me cutucando, continuei com os olhos fechados, mas o incomodo não parou e percebi que quem quer que estivesse fazendo aquilo não iria parar tão cedo. Logo cedi e abri os olhos, preparada para disparar uma enxurrada de palavrões naquela pessoa inútil, mas ao me deparar com uma espécie de unicórnio na minha frente, não pude conter o susto:

-QUE PORRA É ESSA? – eu olhei em volta e percebi que estava em um campo todo florido, cheio daquelas criaturas brilhantes e coloridas. Eu estava usando um vestido digno de uma princesa, só que ao invés de rosa, era preto. O unicórnio à minha frente era azul, e sua crista era rosa, com bastante brilho em volta.

-Bom dia, princesinha – aquele ser brilhante na frente falou. Sua voz era rouca e parcialmente aveludada, e enquanto ele falava, seu cabelo balançava estonteante, mesmo que ali não estivesse ventando.

-VOCÊ FALA? – eu perguntei de olhos arregalados, enquanto passava a mão na cabeça e percebia que ali tinha uma coroa e eu estava parcialmente careca – CADÊ MEU CABELO? QUE LUGAR É ESSE? O QUE ESTÁ ACONTECENDO?

-Esse é o reino do brilho e do amor. UM LUGAR ENCANTADO! – ele rodopiou para enfatizar a última parte. Bem, que ali tinha brilho eu já tinha percebido antes, mas porque eu estava ali era uma coisa a se descobrir.

-Mas é o que? Que loucura é essa? E por que eu estou vestida assim? – eu me levantei, mas ao mesmo tempo comecei a flutuar – POR QUE DIABOS EU ESTOU VOANDO?

-Vamos, querida, vou te apresentar o reino que você vai passar a governar daqui para frente

-Mas.. – eu não pude terminar de falar e ele envolveu seus cabelos na minha cintura e foi me arrastando por ali- Posso fazer uma pergunta?

-Claro que pode

-Por que raios tudo aqui brilha?

-Porque nós somos divas, e estamos sempre brilhando. NÃO É PESSOAL? BOTA PRA QUEBRAR DJ – ele me soltou. Tudo ficou escuro e de repente uma luzes coloridas começaram a piscar e ‘I’m sexy and i know it’ começou a tocar enquanto os seres dali dançavam loucamente.

-Que porra é essa cara? Puta que pariu...- eu sibilei. Senti alguma coisa puxando o meu vestido e olhei para baixo para ver o que era. Quando olhei meu cérebro deu lag, aquilo era uma espécie de cavalo-marinho flutuante com cara de macaco e rabo de cachorro, mas ainda sim, ele brilhava.

-Quer dançar comigo? – aquele ser não identificado me perguntou. Depois tudo começou a rodar e a ficar cada vez mais colorido e brilhante, a música ficou mais rápida e todo mundo mais louco. Até que tudo voltou a ser como era antes, todo mundo parou de dançar e se silenciou.

-ELE CHEGOU! ELE CHEGOU! CALEM A BOCA – alguém gritou ao fundo

-Quê? Quem chegou? – eu perguntei para aquele troço que tinha me chamado pra dançar.

-O seu marido, oras – ele respondeu como se fosse óbvio e saiu dali desfilando.

-MARIDO? MAS COMO ASSIM? – aquilo estava uma loucura. Olhei para frente e vi alguém montado em um cavalo vindo na minha direção. Claro que o brilho em volta não podia faltar. Vi melhor e percebi que era o Ian Somerhalder. Agora sim isso estava ficando bom. Ele parou na minha frente desceu do cavalo. Ele vestia uma roupa de príncipe super colada, que o deixava mais gostoso do que já era. Ui, esse homem na minha cama! Eu permanecia calada enquanto ele se aproximava de mim e me agarrava pela cintura. E quando ele estava quase me beijando...

-SAMANTHAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA. ABRE A PORTA!

-JESUS, MARIA E JOSÉ, SOCORRO! – eu caí da cama com o susto. Olhei em volta e vi que estava no meu quarto, então aquela loucura toda foi só um sonho? Nossa! Se eu já não estivesse no chão aposto que iria acabar caindo quando a campainha começou a tocar compulsivamente, o que deveria estar acordando toda a cidade.

-ABRE ESSE CARALHO SE NÃO EU VOU ARROMBAR! – eu ainda estava meio atordoada, então só alguns segundos depois pude reconhecer a voz de Cristal gritando em frente ao meu portão. Peguei meu celular para conferir as horas, mas ele estava desligado. Me aproximei da janela e vi Cristal toda arrumada, parecendo um pimentão de tão vermelha e quase quebrando minha porta.

-CRISTAL! Aqui em cima!- eu gritei, na tentativa que ela parasse com o escândalo. Ela olhou para cima, e quando seus olhos me capturaram, ela parou de gritar, respirou fundo e pareceu voltar ao normal.

-ATÉ QUE ENFIM! Estou aqui te chamando já faz uns dez minutos. A vizinhança toda acordou, mas você nada!

-Foi mal. Que horas são essas?

-Seis e cinquenta!

-QUE? Isso é sério?

-Pois é, atrasada como sempre. Será que dá para abrir a porta pra mim ou vamos ter que ficar nos comunicando pela janela enquanto seus vizinhos pegam baldes de água para jogá-los em cima da minha pessoa?

-Já estou descendo – sai correndo pela casa como uma maluca, quase caí da escada e chutei a quina do sofá.

-FILHO DA PUTA – segurei meu pé e fui pulando estilo Saci-Pererê em direção à porta. A abri e Cristal me deu abraço que quase nos jogou no chão

-Bom dia, amor da minha vida!

-Bom dia – eu disse de mau humor – agora me solta, preciso me arrumar.

-Que mal agradecida você, eu te acordo e ainda me trata com ignorância. Tô de mal também – ela cruzou os braços e fez bico

-Ai, meu Deus! Depois você faz essa ceninha melodramática, porque agora estou muito atrasada – subi correndo as escadas e percorri o corredor até entrar no meu quarto. Entrei no meu closet e tirei algumas roupas e uns acessórios de lá. Nem ligo quais eram. Entrei correndo na minha suíte e fiz minha higiene matinal na velocidade da luz.

-Como foi ontem no castigo? – a voz de Cristal soou abafada, perante a distância.

-Foi bem normal – enquanto isso eu lutava para vestir minha calça

-Vocês chegaram a conversar?

-Claro que não – menti.

-Uhum, sei

-É serio – eu disse enquanto saía do banheiro fazendo um coque no cabelo. Coloquei uma roupa bem básica ( http://www.polyvore.com/cgi/set?id=82572332&.locale=pt-br ). – Agora vamos, que horas são?

-Sete e dez.

-Caralho, vamos logo. – Peguei minha mochila e sai correndo, com Cristal bem atrás de mim – E as meninas?

-Elas foram mais cedo hoje, sei lá o porquê. – ela disse e entramos no carro. Sentei ao lado de Cristal, no banco do carona.

A janela do lado do motorista estava aberta, fazendo com que o cabelo laranja de Cristal balançasse. Hoje ela estava usando uma roupa bem normal, uma bermuda jeans, blusa dourada com um tom meio alaranjado- quase do tom de seus cabelos- um vans e uma maquiagem bem leve. Ela era o tipo de menina que usava roupas simples e delicadas, o que combinava bastante com sua personalidade. Mas quando ela quer ousar no visual, sai de baixo também. Ela é fofa, mas quando se estressa xinga meio mundo, é compressiva, e claro, muito maluca, ela é a mais apegada a mim, a conheço há muitos anos, é como se fôssemos irmãs, com as outras também é assim, mas minha ligação com ela é bem maior.

-Aquele menino que é sua dupla no castigo....como é o nome dele mesmo? – ela perguntou se virando para mim.

-Daniel – respondi seca. Lá vem ela falando dele de novo!

-Ah, sim, Daniel. Ele é um gato não acha?

-Não

-Ah, cara, como assim? Ele é super gostoso, um dos mais gostosos e garanhões daquela escola.

-E? –onde ela estava querendo chegar?

-Como assim, e? O que você acha dele? – revirei os olhos e bufei

-Tenho mesmo que falar?

-Tem

-Eu acho ele um garoto metido, ridículo, cafajeste, esnobe, idiota, retardado...- eu ia continuar, mas ela me interrompeu.

-Eita, calma. Ele te fez alguma coisa?

-Nada que me afete

-Hum, sei. Mas você não pode deixar de concordar que ele é gostoso – ela parou o carro, pois já tínhamos chego à escola, e eu desci, resolvendo encerrar aquele assunto de uma vez.

Ela começou a me gritar, mas eu fingi que não era comigo. De longe vi Ellie conversando com aquele tal de Luke. Nossa, ele era mesmo lindo, que isso gente. Ela percebeu que eu a estava a olhando e parou de conversar com aquele deus grego e veio andando na minha direção.

-Sammy, como é que está? – ela deu um sorriso enorme e me abraçou forte.

-Bem. Nem preciso perguntar de você, né?! – nos soltamos do abraço, e ela sorriu sapeca.

-Pois é, ele não é um gato?

-Poxa, até demais!

-Ei, tira olho – ela brincou.

-Calma, eu só concordei – levantei os braços em sinal de rendição — Respira fundo, ele está vindo na nossa direção.

Ela arregalou os olhos e abriu a boca para falar, mas não teve tempo, porque o gostosão começou a falar.

-Vai para a sala agora, Lê? – ele perguntou sorrindo. Nossa, quanta intimidade.

-V-vou sim, Luke.

-Então está ok. Quem é a sua amiga?

-A-ah, eu me esqueci de te apresentar ela. Sam, esse é o Luke, Luke essa é a Sam.

-Prazer, Sam – é impressão minha ou ele deu um sorriso malicioso? Ok, deixa isso para lá

-Prazer também – meu tom de voz saiu seco demais, como sempre. Levantei minha mão para apertar a dele, mas ignorou o gesto e me puxou para um abraço e um beijo na bochecha. Bem saidinho ele, né?!

-Bem, eu vou indo, te espero lá, Lê – ele saiu andando em direção ás escadas.

- NOSSA! Ele é muito gato – Ellie falou se abanando. Nós andávamos enquanto ela tinha seu surto pós-gato.

-Acalme seus ovários aí, guria.- nós duas rimos- Ele é bem rápido também, não acha?

-Por...- o sinal soou e atrapalhou sua fala

-Ah, não, meu segundo dia naquele inferno! – resmunguei

-Ah, calma. Cadê a Cristal e a Lily?

-Eu vim com a Cristal, mas depois que eu sai do carro não a vi mais, e a Lily, bem...não vi ela hoje

-Ah, olha lá, elas já estão na sala

-Safadas, nem vieram se despedir de mim

-Sem drama, a gente vai se ver no intervalo

-Aff, ok, beijos, Ellie

-Beijos, Sammy, até o intervalo.

Eu entrei na sala e já estava um grande alvoroço, todo mundo gritando como se dependessem daquilo para sobreviver. Estava procurando um lugar para sentar, será que não tem? Ah, merda, merda, merda, merda! O único lugar que tinha era atrás do Daniel e da Sophie, e na frente do Ky..como é mesmo? Ah, sim, Kyle! Não acredito, cara, de novo isso. Fui me aproximando da cadeira e quanto mais perto chegava todo mundo começou a olhar para mim. Quando estava quase sentando, aquele voz irritante da Sophie me interrompeu

-Ah não, você vai sentar aqui de novo, sua emo? – alguns daqueles idiotas riram, principalmente o Daniel, mas ele me encarava sem parar, e aquela risada dele foi mais falsa que a cor do cabelo da Sophie.

-Emo é o seu rabo, e vou me sentar aqui sim, se estiver incomodada pegue suas coisas e saia, e por favor, não me interrompa mais com essa sua voz de taquara rachada – ela fico de boca aberta, enquanto os babacas se controlavam para não rir

-Olha aqui...

-Olha aqui é uma pinóia. Cala essa boca, garota. Está pensando que manda em alguém aqui? Eu vou sentar aqui e pronto, apenas vire para frente e mantenha sua língua dentro da sua boca. – eu sentei na cadeira e ela ficou sem reação, ninguém se controlou e começou a rir. Ela ficou vermelha de raiva e começou a dar um surtinho básico, questionando o porquê do Daniel não a ter defendido. Ele só olhava para mim e tentava desviar dos tapas inofensivos que Sophie lhe dava.

Eu olhei para trás e vi um sorriso de canto nos lábios de Kyle, acho que era a primeira vez que ele sorria. Virei para frente e abaixei cabeça esperando o professor entrar na sala e começar a dar aquela aula chata de matemática.

O tempo passou muito devagar, alguns já estavam dormindo ali, e eu estava quase lá. Todo mundo despertou com barulho do sinal anunciando o intervalo.

-Graças a Deus! – praticamente sai correndo porta afora, sendo atropelada pela multidão no meio dos alunos.

Cheguei no corredor, mas decidi ficar parada, esperando todo mundo passar, se não ia acabar sendo esmagada ali, principalmente pelo fato de ser baixinha. Um garoto tropeçou em mim, quase me fazendo bater a cara em um dos armários.

-Ai, porra, está me vendo aqui não? – praticamente gritei, e me virei em direção ao ser

-Foi mal baixinha – ele deu uma risadinha irônica.

-Vai tomar no cú, Daniel – ele riu de novo

-Ui, parei – e continuou rindo feito um bastardo.

-Idiota. Cadê a vaca oxigenada?

-Está falando da Sophie?

-Quem mais seria? – ele riu, de novo. Quando eu olhei em volta só havia nós dois no corredor, para onde foi toda aquela gente? Nárnia?

-Sei lá, eu quero mais é fugir dela

-Ui, já enjoou?

-Quem é que não se enjoa dela? – dessa vez fui eu que ri – Ela parece chiclete

-Nossa, jura? Eu nem tinha percebido – essa sou eu sendo cínica

-Haha, engraçadinha

-Bem, não sei por que estamos nos falando aqui, não faz parte do acordo, então tchau, Daniel, e vê se não se atrasa hoje de novo.

-Já disse para me chamar de Dan

-Blér, tchau Dan.

Fui andando até o refeitório para encontrar as meninas. Elas estavam sentadas em uma das mesas sendo as loucas de sempre. Me joguei em cima da Lily e depois começamos a conversar.

DAN POV’S ON

Aquela garota é maluca, só pode. Fiquei um tempo encostado na parede pensando, depois comecei a caminhar até o refeitório.

-Daaaaaaaaan – ouvi uma voz feminina me chamar e segundos depois alguém se jogou em cima de mim

-Ah, olá Abigail – dei meu melhor sorriso galanteador.

Abigail era uma das líderes de torcida da escola. Tinha os cabelos castanhos cacheados e médios, estatura mediana, um corpo normal e era bastante bonita. Durante as férias ficamos algumas vezes, sem Sophie saber, claro, se não ela iria surtar, assim como surtaria por saber que fiquei com várias outras garotas e principalmente, que eu converso com a Samantha. Na cabeça dela eu a pertenço, mas na minha cabeça, ela é só mais uma que eu peguei, e que agora está me enchendo o saco.

-Como foram as férias?

-Acho que você sabe como foi – sorri malicioso

-Então elas foram ótimas, assim como a minha – ela deu uma risadinha – bem, vou indo lá, beijos, Dan – me deu um beijo na bochecha e saiu.

-Procurei uma mesa vazia e sentei, os caras estavam comprando algo para comer. Duas mesas à frente estava Sam e seu grupinho. Todas pareciam se divertir bastante, riam loucamente e faziam alguns gestos exagerados, um bando de malucas. Um garoto moreno se aproximou delas e Sam se jogou em cima dele e começou a gritar e a apertá-lo, não entendi muito bem o porquê de tanto alvoroço, mas ok.

Os caras chegaram e sentaram na mesa e ficamos conversando. Eu não consegui desvia meu olhar da mesa de Sam, e claro, o John percebeu isso.

-O que é que você tanto olha, cara? – ele se virou para procurar o que estava chamando a minha atenção – sério mesmo que você está olhando para aquele grupo de malucas?

-Não, cara, nada a ver, só estou distraído aqui e fico olhando para o nada mesmo

-Uhum, sei.

-Elas são malucas, mas se bem que são bastante bonitas – o Tony disse dessa vez

-Pois é, disso não posso discordar – John disse, e Scott balançou a cabeça confirmando o que estavam falando – Aquela maluca da Samantha, por exemplo, é bastante bonita e bem encorpada

-Verdade – os outros concordaram e eu não disse nada

-Mas me diz aí, Dan, rolou alguma coisa nesse castigo? – Scott perguntou, com um tom malicioso.

-É, cara, conta aí – Tony incentivou

-Que nada. Não rolou e nem vai rolar coisa alguma, aquela lá é maluca

-Fingimos que acreditamos – John pôs fim a conversa.

Poucos minutos depois o sinal tocou e todo mundo voltou ás salas. Os dois últimos tempos foram entediantes, como sempre, e a Sophie ficou me perturbando perguntando onde eu estava no intervalo, mas que saco, viu!

Quando chegou no horário eu fui para casa e fiquei jogando videogame até dar a hora de voltar para a escola para cumprir o castigo com a Sam.

SAM POV’S ON

O resto do dia foi normal, assim como o resto da semana. Durante o período de aula eu e o Dan não nos falávamos, só se estivéssemos sozinhos ou cosa e tal, mas durante o castigo nós conversávamos normalmente, era sempre uma conversa bem louca e a gente acabava discutindo e brigando, mas depois ríamos e tudo voltava ao normal.

A Ellie ainda estava caidinha pelo Luke, e ele, sempre que vinha falar comigo, fazia alguma gracinha, da qual eu não gostava, muito menos a Ellie.

Kyle continuava sério e caladão, o jeito dele era até meio assustador, mas eu acho isso uma coisa interessante.

Sophie era a mesma chata de sempre, e eu quase ria quando ela dava aqueles ataques de chiclete com o Dan.

Ou seja, estava tudo instável. Sexta-feira chegou, o último dia de meu castigo com o Daniel. Nós já tinhámos conversado bastante, e ele me deixou em casa como de costume.

-Tchau, Sam

-Adeus, Dan. Bem, eu acho que é partir daqui que tudo volta ao normal e nós fingimos que nunca tivemos nenhum tipo de relação amigável.

-É, acho que sim. Vou sentir saudades de brigar com você – nós rimos

-Ah, mas brigar a gente briga sempre, principalmente na frente das pessoas

-A diferença é que quando estamos sozinhos a briga acaba com uma crise de risos, o que não vai acontecer mais.

-Pois é, mas você vai conseguir viver sem isso – soltei uma risada e bati em seu ombro – bem, vou indo nessa, valeu pela carona- eu ia sair do carro, mas ele puxou meu braço

-Sam?

-Fale – virei para ele. Ele abriu a boca diversas vezes, como se estivesse buscando palavras, mas no final apenas falou:

-Até segunda

-Até – sorri e sai do carro.

Pois é, nós não iríamos mais nos falar civilizadamente, ao não ser que isso nos fosse imposto. Bem, pelo menos era isso que eu pensava, mas a vida sempre me surpreende.

Notas finais
Quero, reviews, hein U-U
Aqui a roupa da Cristal http://www.polyvore.com/sem_t%C3%ADtulo_25/set?id=83098314
Beijos, pessoas *-*'