My Best Friends Wedding
21 Capítulo 20 - My decision
Notas iniciais
Damon
Já fazia alguns minutos que estávamos beijando e o ar estava começando a faltar dos meus pulmões. Desgrudei os meus lábios dos de Elena e passei a beijar o seu pescoço, que fez com que ela enrolasse os dedos no meu cabelo e sentasse no meu colo. O contato das nossas peles, mesmo por cima da roupa fez com que eu soltasse um gemido baixinho.
Foi então que eu me lembrei da nossa conversa de mais cedo. Ela disse, com todas as letras, que não me amava e agora, simplesmente me beijava assim? Claro que eu esperava por esse momento há muito tempo, mas não pude deixar de pensar que ela só estava me usando.
Com muito relutancia eu me afastei dela.
- O que foi Damon? — sua respiração estava ofegante nesse momento – Pensei que estivesse gostando disso tanto quanto eu.
- Não é isso! – expliquei – Acontece que você me disse de manhã que não sentia a mesma coisa por mim...
- Eu menti, Damon – falou calmamente – Eu também te amo, desde que eu tinha uns 9 anos. No inicio era só uma paixãozinha a toa, mas foi crescendo com o tempo, sentia ciúmes de te ver com várias garotas difentes, foi por isso que eu comecei a namorar o Matt, para tentar te esquecer, mas é claro que não funcionou.
Deu um sorriso triste e eu passei a mão pelo seu rosto tentando consolá-la.
- Quando você me propos que casassemos quando eu tivesse 23 e você 25, acreditei que tivesse esperança para nós dois – deu de ombros – Foi por isso que não consegui namorar ninguém durante a faculdade, só pensando na sua proposta, pelo menos até aparece o Klaus – deu um longo suspiro antes de continuar – Então você vem e se declara para mim dois dias antes do meu casamento. Não sabe o quanto eu fiquei dividida, mas eu não poderia fazer uma coisa dessas com o Klaus, não seria justo.
- Pelo menos até ele te contar toda a verdade – completei a sua frase – Não é isso que você queria me dizer?
- Sim – concordou com a cabeça – Ele não estava sendo justo comigo, então também não tem que ser.
- Desse jeito parece até que eu sou a sua segunda opção – dei de ombros tentando parece indifente, mas eu estava sofrendo muito com isso.
- Você nunca foi a minha segunda opção, Damon – garantiu – Eu te amo, muito, muito e muito, o que eu preciso fazer para te provar isso?
- Não precisa fazer nada, Lena – garanti – Eu acredito no que você está me falando.
- Então qual é o problema? — perguntou – Eu quero e você também quer, então vamos ficar juntos.
- Só não quero que você faça nada do que se arrependa depois, como da outra vez – lembrei – Que só nos fez brigar.
- Eu não fiquei arrependida de ter transado com você da outra vez, foi maravilhoso –colocou meu rosto entr as suas mãos – Só não podia adimtir, não naquele momento.
Voltou a sentar no meu colo e me beijo profundamente. Levou as duas mãos até a barra da minha blusa e começou a puxá-la, relutei um pouco, mas, por fim, levantei os braços e ajudei a retirar a peça de roupa.
- Faça amor comigo e me deixe louca como naquele dia – sussurrou sedutoramente no meu ouvido – Me faça esquecer de tudo que aconteceu hoje.
Logo todas as nossas roupas estavam no chão. Já tinha me posicionado no meio das suas pernas, pronto para penetrá-la quando Elena inverteu nossas posições sentando em cima do meu membro, fazendo com que eu entrasse nela.
Segurei sua cintura com as duas mãos e ajuei a se movimentar, lentamente. Nossos gemidos eram as únicas coisas que podiam ser ouvidas no quarto.
- Mais rápido, Damoooooooon! — ela gritou, desesperada, e eu atendi seu pedido na mesma hora.
Não demorou muito para chegarmos ao ápice juntos. Desabamos juntos na cama, sem nunca deixarmos de nos abraçar.
- Perfeito! — Elena sussurrou no meu ouvido – Muito obrigada!
Elena
Ficamos ali pelo que pareceram horas, mas, na verdade, foram só por alguns minutos.
Eu me sentia tão a vontade nos braços do Damon, que chegava até me assustava. Não conseguia acreditar no quanto éramos perfeitos um com o outro, nunca me senti assim com um cara antes.
Levantei o meu rosto para poder olhá-lo melhor e dei um pequeno sorriso. Ele repetiu o meu gesto e deu um beijo no topo da minha cabeça.
- Sabe, Damon comecei a falar, calmamente – Eu já tomei a minha decisão e espero que você concorde com tudo que eu falar.
- Desde que nós dois fiquemos juntos eu aceito qualquer coisa – brincou enquanto entrelaçava os nossos dedos.
- Pode ter certeza de que você vai aceitar, então – garanti.
Dei um beijo no seu peitoral e passei a língua por um dos seus mamilos, fazendo com que soltasse um pequeno gemido.
- O casamento já está cancelado, isso ficou claro assim que o Klaus me contou que está com o Kol – expliquei – Então, eu vou voltar para Toronto junto com você.
- Tem certeza? — perguntou, mas eu tinha percebido o quanto ficou feliz com as minhas palavras – Quero dizer, esse vai ser um grande passo e não tem volta depois.
- Não tem nada me prendendo aqui em Chicago – dei de ombros – Já terminei a faculdade, não estou trabalhando e esse apartamento é do Klaus mesmo...
- Você sabe que nada me deixaria mais feliz que você ir embora para Toronto comigo – continuou – Mas quero que você tenha certeza de que é isso mesmo que quer?
- Sim, Damon, é isso que eu quero – dei um selinho em seus lábios – Quero me casar com vocês, ter vários filhinhos de olhos azuis e ficar bem velhinha do seu lado – o beijei ao final de cada frase.
Logo estávamos nos beijando novamente. Ele retirou o lençol que cobria o meu corpo e foi subindo a mão pela minha perna. Foi nesse momento que ouvimos um barulho vindo da sala.
- Chegamos! — era a voz de Caroline – Damon! Elena! Vocês estão em casa?
- Vamos ter ir até lá? — Damon deu um enrome suspiro de frustração – Sabe muito bem que a Caroline não vai desistir até a gente aparecer lá.
- Ah não! — reclamei o puxando na minha direção – Quero ficar aqui aproveitando cada minuto que temos sozinhos. Por que amanhã quando eu anunciar o fim do casamento e que nós dois estámos juntos, não vamos ter sossego.
- Mas vamos precisar sair daqui uma hora ou outra – lembrou – Afinal, vamos precisar comer.
- Não estou com a menor fome – passei a mão pelo seu peito nu – Tenho tudo que preciso bem aqui.
- Desde quando você ficou tão tarada, senhorita Gilbert? — perguntou mordendo, de leve, o meu lábio inferior – Nem parece a minha tímida melhor amiga.
- Fiquei assim desde o dia em que nos beijamos pela primeira vez – dei de ombros tentando parece casual.
Então voltamos a nos beijar. Estava tudo extremamente perfeito para nós dois. Espero, do fundo do meu coração, que nada estrague essa nossa felicidade.
Klaus
Na manhã seguinte, eu e Kol fomos tomar café no restaurante do hotel. Todas as palavras dele na noite anterior, fizeram com que eu me sentisse bem mas a vontade em relação a toda aquela situação e eu, com toda certeza, estava bem mais tranquilo para enfrentar tudo aquilo.
De repente, meu celular tocou e eu o retirei do bolso para ver quem era. O número de Elena brilhou na tela.
- Qual o problema, Klaus? — Kol me perguntou quando me viu encarando o aparelho – Quem está ligando?
- A Elena – respondi – Acha que eu devo antender.
- Claro que sim – deu de ombros – Vocês ainda tem um compromisso e mesmo que não tenha mais casamento, precisam resolver tudo como dois adultos.
Concordei e atendi o celular, foi só então que eu percebi o quanto minha mão estava tremendo.
- Lena! — disse assim que coloquei o telefone no ouvido.
- Oi, Klaus — era muito bom ouvir aquela voz, apesar de tudo – Acho que nós precisamos conversar o quanto antes, afinal, o nosso casamento está marcado para amanhã.
- Tem toda razão! — concordei – Posso te encontrar ai no apartamento ou você prefere que seja em outro lugar?
- Melhor ser aqui, vamos ficar mais a vontade – disse – Eu também pedi para o Damon, o Stefan e a Caroline saírem, assim ninguém vai nos interromper.
- Então está bem – respondi – Estou terminando de tomar o café da manhã e já vou para ir.
- Vou estar te esperando – completou antes de desligar.
Dei uma rápida olhada em Kol, que fingia olhar alguma coisa em seu prato para não demonstrar que estava prestando atenção na minha conversa com Elena.
- Ela me chamou para conversarmos – disse, embora ele soubesse muito bem – Sei que você não concorda com a minha decisão, mas eu preciso fazer essa última tentativa.
- Mas eu pensei que você tivesse decido que iriamos assumir que estámos namorando – lembrou -Nós concordamos com isso ontem.
- Olha, Kol, aceitei contar a verdade junto com você, mas, no fundo, ainda não estou preparado – segurei a sua mão – Então se eu tenho essa última chance de continuar fingindo para os meus pais que eu e Elena somos um casal apaixonado, eu vou tentar.
Ele ficou encarando o tampo da mesa por um momento. Sei que deviam ter várias coisas passando pela as cabeça nesse momento.
- Não acho que você deveria fazer isso, logo agora que temos a oportunidade de acabar com toda essa mentira – deu um longo suspiro – Mas se isso vai ter fazer feliz, vou te apoiar no que você precisar.
Então terminamos de tomar café tranquilamente. Me despedi de Kol e fui direto para o meu apartamento.
Notas finais
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