My Best Friends Wedding
22 Capítulo 21 - I promise to think
Notas iniciais
Klaus
*FlashBack*
Acho que tinha meus vinte anos, e tinha acabado de beijar um homem pela primeira vez, estava assustado mas com certeza não contaria para meus pais de jeito nenhum. Desci as escadas de bermuda e cheiroso pronto para ir á praia, sentei á mesa e olhei para a minha mãe que estava abismada.
—O que foi mãe?—perguntei sorrindo
—Estou muito mal pela Janete, ela... Ah filho, o Bryan contou a ela ontem á noite que é gay...—engasguei com o leite e minha mãe correu me ajudar—Calma Nik
—Mãe, e...
—E...? Ah sinceramente... Se fosse meu filho eu jamais perdoaria e simplesmente mandaria ele embora, foi o que eu a aconselhei ela, e então ele foi embora hoje, estava chorando... Se fosse eu nunca mais perdoaria, mas vocês me dão orgulho... Rebekah disse que te viu conversando com uma linda moça na saída do metrô
—Sim, o nome dela é Elena...
***
Jamais que meus pais me perdoariam se eu contasse, Elena teria que me ajudar, eu precisava dela, e tenho certeza que ela não me faltaria agora
Elena
Eu e Damon estavamos abraçados na cama a muito tempo de mãos dadas fazendo planos e rindo enquanto eu esperava a flor que desabrochou chegar, ok eu gosto muito do Klaus, porém ele mentiu para mim, tudo bem... Ele sempre fez de tudo para mim, mas não sei, talvez seja consciência pesada.
—Gosto de Nichole, já pensou... Nichole Gilbert Salvatore—Damon sorriu beijando minha testa—Eu iria amar esse nome...
—Nicholas se for menino, eu gostaria—Ok, nem sabia se um dia seria mãe, mas era o meu maior sonho, e então queria que fosse com ele.—Gosto de Nicholas
—Ok, então serão gêmeos, Nicholas e Nichole... Ah eu vou amar ser pai de gemeos, dois anjinhos correndo para lá e para cá—sorri—Elena,—Damon me olha e seus olhos brilham
—Sim?—sorrio
—Eu te amo mais que tudo minha pequena princesa, você é simplesmente tudo de bom que eu tenho, e eu não quero te perder.
—Não vai, porque eu te amo e muito...—Damon rola pela cama e sobe em cima de mim me imobilizando em baixo dele, sorri—Ataque de cosquinhas
—Ah não, pelo amor de Deus—rio alto, Damon me beija e somos supreendidos por Klaus
—Ah me desculpe, eu posso esperar lá fora—Damon sai de cima de mim sem graça e para o encarando, eu me sento na cama envergonhada e passo a mão na cabeça
—Não precisa, estou aqui e sou toda á ouvido, me diga o que quer.—cruzo os braços e o encaro, ele olha para Damon que faz menção de sair—Não Damon, você fica... Nunca temos segredos um para o outro
—Elena, pode por favor ser só nós dois?
—Tudo bem pequena, eu espero lá fora... Sem problemas, com ele eu não tenho que me preocupar—sorri malicioso, Damon sai e assim que a porta fecha Klaus me puxa para sentar ao seu lado na cama.
—Diga logo—falo com pressa
—Elena, preciso da sua ajuda... Eu, poxa eu fiz e faço de tudo por você, e preciso de apenas uma ajuda se é que me entende, eu preciso muito e...
—Fala logo caramba!
—Ok, Continua comigo... Por favor, não desiste do casamento, por favor... —Klaus se ajoelhou e segurou minhas pernas.—eu imploro, só de faixada, e por trás você estará com o Damon, eu prometo, é nosso acordo—Klaus estava desesperado—Eu amo minha familia, não me deixa sozinho
—Klaus—o olho—Não sei se...
—Eu imploro...
—Mas...
—Você vai ter tudo, tudo que quiser, e podemos fazer algo que nos convenha, tanto para mim e Koll e para você e Damon.
—Klaus
—Eu te imploro
—Posso pensar?
—Pode—sorri e me abraça—Pensa com carinho, eu preciso muito que você diga sim, ah Elena, me ajude por favor
—Ok, eu prometo pensar...—Klaus sorriu e saiu do quarto, assim que eu vi a porta fechar me sentei na cama, ok eu estava perdida, meu Deus, ele havia me ajudado tanto, havia sido meu companheiro, me dado tudo que eu queria, comprado tudo e me mimado, ok... Só isso valia á pena para tudo que havia acontecido e para que eu aceitasse isso? E Damon? Aceitaria...?
Assim que Klaus saiu Damon entrou no quarto, confesso que não estava nem um pouco agim de contar isso para ele agora, era noite e contaria logo de manhã, assim que decidisse o que e queria fazer.
—Amor, o que ele queria?—Damon entrou preocupado se sentando ao meu lado.
—Nada, só pedir desculpas—dei de ombros—Nada demais, queria fazer algo agora... Esquecer o mundo se me permitir...
—Esquecer o mundo safadinha? É isso que você quer? Esquecer o mundo?—sorriu torto e me pegou no seu colo me encavalando em seu corpo
—Sim, quero ir para outro mundo hoje, para o nosso... Esquecer tudo e todos, me leve a loucura—sussurrei em seu ouvido e puxei o lóbulo de sua orelha com os dentes sorrindo em sua pele, Damon sorriu e passou as mãos em minhas costas por dentro do vestido enquanto minha boca encontrava com a sua ferozmente e com volupia. Sorri deitando a cabeça para trás enquanto ele beijava meu pescoço e meus seios, fechei os olhos e passei as mãos em seus cabelos com rapidez e Damon me conduziu até a cama me beijando e se aproveitando de cada parte do meu corpo, gemi fraco da garganta e Damon apertou meus seios devagar, tirei meu vestido enquanto Damon beijava meu pescoço e salpicava lambidas deliciosas, tirou a camisa com minha ajuda e ficou apenas com sua boxer azul marinha que marcava seu membro ereto completamente, Damon retirou meu sutiã e enganchou os dedos descendo minha calcinha, sua experiente língua explorou minha intimidade puxando delicamente com os dentes meu clitoris e asoprando em seguida me fazendo rebolar e gritar guiando sua cabeça contra minhas pernas, Damon parou quando percebeu meu orgasmo se aproximando e subiu beijando minha barriga, beijou minha boca com agilidade enquanto retirava sua boxer e me penetrou devagar, só gemiamos enquanto nossos corpos se uniam e batiam suados e cheios de desejos, minhas pernas tremiam, e o desejo me pegava das pernas até a espinha, gritei a cada estocada e quando Damon enfiou fundo, apertou meus seios e puxou meu lábio inferior com o dente, gemi alto, Damon não parava e aumentou as investidas, gritava e gemia sem parar... Quando o orgasmo nos atingiu Damon caiu com a cabeça em minha clávicula e respirou fundo ainda dentro de mim, ficamos ali abraçados sem folego.
—Damon... Me promete... Que haja o que houver você sempre vai ... Me entender?
—Sempre pequena... Sempre
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