My Best Friend
15 This finally happened
Notas iniciais
Leiam as notas inciais, por favor, são importantes! Obrigada!
– Austin, qual é? Eu não vou sair daqui só de toalha.
– Então dorme ai – brinquei.
A porta do banheiro se abriu e a minha morena saiu. Assim que me viu, sua boca se abriu em um perfeito “o” e ela piscou algumas vezes, não acreditando naquilo.
– Austin, o que é isso? — perguntou apenas.
POV Ally
Terminar de tomar banho e lembrei-me de que não havia pegado um pijama.
– Austin! – gritei
– O que foi?
– Você pode trazer meu pijama? Eu o esqueci.
– Não.
– Austin, qual é? Eu não vou sair daqui só de toalha.
Ele está achando o quê?!
– Então dorme ai – zoou.
Amarrei a toalha em meu corpo e sai do banheiro, um pouco irritada, mas minha expressão mudou assim que vi o quarto cheio de pétalas de rosa e velas.
– Austin, o que é isso? – perguntei.
– O que isso parece para você? – perguntou um pouco tímido, caminhando lentamente em minha direção. Soltei um risinho baixo.
– Eu... Eu... – tentei dizer alguma coisa, mas nada saia.
– Não fala nada, meu amor. Só vem aqui e me dá um beijo.
Austin segurou minha cintura e colou nossos lábios, em um selinho demorado. Senti que precisava estar cada vez mais próxima a ele, então aprofundei o beijo, fazendo-o sorrir. Senti o meu loiro me conduzir até a cama e decidi que não pestanejaria mais. Já havia passado da hora de ceder aos desejos dele. E já havia passado da hora de ceder aos meus próprios desejos, os quais eu insistia em negar a existência.
POV Austin
Conduzi Ally até a cama e deitei-me sobre ela. Senti suas mãos subirem até meus braços e apertarem meus músculos com um pouco de força. Mordi seu lábio sensualmente antes de separar sua boca da minha. Comecei a explorar cada milímetro do pescoço de Ally, descoberto pela toalha branca. Dei uma leve mordida e senti Ally estremecer.
– Então você gosta disso? – perguntei ao pé de sua orelha.
– Não me provoque, loiro – advertiu e eu ri.
Ally inverteu as posições, subindo em cima de mim. Puxei a ponta de sua toalha, retirando-a. Mordi o lábio inferior ao ver a imagem da deusa perfeita sentada em meu colo.
– Você fica sexy assim, – disse Ally – mordendo o lábio...
– Você fica sexy assim, – a imitei – nua...
Ally riu fraco e começou a abrir os botões de minha camisa, tirando-a em seguida. Senti sua língua percorrer toda a extensão de meu abdômen e deixei escapar um suspiro. Ally sorriu vitoriosa e desabotoou meu shorts, deixando-me apenas de cueca.
– Não fará as honras? – perguntei a ela.
Ally riu, dessa vez, um pouco mais alto. Pensei que ela tiraria minha cueca, mas ao invés disso, ela começou a alisar meu membro por cima do fino tecido. Olhei a garota, encantado, observando cada movimento que ela fazia. Ally, enfim, tirou minha cueca e corou ao ver meu membro ereto tão próximo.
– Vem cá – pedi segurando as mãos da morena.
Ally sentou sobre o meu membro, penetrando-o.
– A-Aus-tin! – fechou os olhos e apertou minha mão com força.
Puxei a pequena menina para um beijo de alguns minutos. Logo, senti que ela começara a rebolar lentamente. Sorri, nos separando.
Ally segurou meu ombro e começou a subir e descer lentamente, enquanto gemíamos.
– Ally, vai mais rápido – implorei por velocidade, mas Ally apenas desacelerou mais ainda os movimentos, provocando-me.
– Ah, é? – perguntei.
Em um ato rápido, joguei Ally na cama e fiquei por cima dela. A morena me olhou com um sorriso sapeca e arqueou uma sobrancelha, como se me desafiasse. Comecei a dar estocadas fortes e rápidas.
– Ah, meu Deus! – disse Ally, fechando os olhos – Austiiiin...
Com mais algumas estocadas, senti o orgasmo chegar e me dei por completo. Sai de dentro de Ally, fazendo-a soltar um muxoxo. Dei um selinho em sua boca e desci os beijos, até chegar em sua intimidade. Comecei a masturbá-la, alternando os dedos e a língua. Ally gemia meu nome, o que me fazia acelerar os movimentos.
– Austin, eu... eu...
Ally chegou ao ápice.
Cansado, deitei-me ao seu lado e coloquei sua cabeça em meu peito. Comecei a afagar seus cabelos e quando pensei que a morena já havia dormido, ouvi:
– Obrigada.
– Pelo quê?
– Você sabe... Pela melhor noite da minha vida.
Sorri. Ela teve a melhor noite de sua vida. Era exatamente o que eu queria.
– Não precisa me agradecer, Ally. Eu fiz, porque eu te amo.
– Eu também te amo, Austin.
– Eu sei, minha pequena, eu sei.
– Boa noite, loiro.
– Boa noite, morena.
E assim adormeci, nu e com a cabeça de Ally em meu colo.
POV Ally
Acordei no dia seguinte com um cheiro de queimado. Abri meus olhos rapidamente e vi um papel na escrivaninha pegando fogo. Soltei-me de Austin e corri. Pisei em cima do papel, apagando o fogo. Soltei um suspiro, aliviada, e apaguei as velas que ainda estavam acessas.
Peguei uma roupa no armário e entrei no banheiro, apenas encostando a porta. Coloquei minha roupa sobre o vaso e analisei meu reflexo no espelho. Havia duas marcas roxas em mim: uma no meu pescoço e outra em minha clavícula.
Vi a porta atrás de mim se abrindo e Austin aparecendo, sonolento. O loiro estava apenas de cueca e eu me senti um pouco envergonhada.
– Bom dia, amor – disse me abraçando por trás.
– Bom dia, Aus.
– Como você está? – perguntou
– Um pouco dolorida – ri fraco e me virei de frente para ele – Mas tirando isso, me sinto ótima.
– Ótima, né? Sei...
– Idiota! – dei um leve soco em seu peito – E você? Como está?
– Perfeitamente bem. Nem acredito que finalmente aconteceu – disse com um sorriso enorme no rosto.
– Eu tenho que me trocar. Já desço para tomarmos café, tudo bem?
– Okay. Vou colocar uma blusa, te espero no salão.
Austin saiu do banheiro e fechou a porta. Peguei minha roupa do vaso e comecei a me vestir (http://www.polyvore.com/cgi/set?id=136394549&.locale=pt-br). Penteei meus cabelos e desci ao refeitório, onde Austin me aguardava com um sorriso de canto.
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