My Best Friend

25 She belongs to me


Notas iniciais
Heeeeeeeeeeey!! O que dizer sobre o capítulo? Esperava que ele ficasse menor e pior. Acho que nem está tão ruim assim. Bem, ele é cheio de romance e safadeza, então acho que vocês vão gostar. Beijos a: - Letícia Merlo - SaahMaryLynch - Nanda Marano Lynch - Vondyrauslly - Pequena Miss - CqC - Steacy - Shamara Lynch - auslly forever na ativa - Anna - veronica lynch - Sabrina Henderson - Reader Secret Obrigada, meninas! Vocês são incríveis! Responderei aos comentários logo! Ahn, eu gostaria de pedir para que pelo menos 18 pessoinhas comentem esse capítulo... Faltam 18 comentários para os 300 e não é pedir muito já que 110 pessoas acompanham! Por favorzinho *-------* A música do capítulo é Steal My Girl da 1D, leiam a letra, ok? Tem tudo a ver com eles :3 Boa safadeza pra vocês

– Olhe para mim — pediu.

Eu, fraca, obedeci.

Austin levantou a mão, deixando-a aberta, como se pedisse para que eu batesse ali.

Levei minha mão de encontro a sua, e as entrelacei.

– Eu te amo, Ally.

– Eu também te amo, Austin.


POV Ally

Austin tomou meu rosto com uma de suas mãos. Seu polegar acariciou levemente minha bochecha. Fechei meus olhos, aproveitando aquela maravilhosa sensação.

– Sabe... Acho que agora seria a hora perfeita para um beijo, não acha? – sussurrou em meu ouvido.

Eu, atordoada com a sensação de tê-lo tão perto, porém tão longe, apenas assenti. Seus lábios macios roçaram nos meus, delicadamente.

– Se eu te beijar agora, não vai me bater, certo? – perguntou cauteloso.

Assenti singelamente. Senti sua boca eclodir com a minha em um beijo quente, porém calmo. Austin deslizou sua língua pelo meu lábio inferior e eu permiti que ele aprofundasse o beijo. Nossas línguas batalhavam de maneira romântica.

Mas o que eu faria após o término desse momento? Eu não podia simplesmente fingir que nada aconteceu, como eu fazia antes.

O ar começou a faltar, mas eu não queria acabar com o momento. Desgrudei nossos lábios por um momento, puxando seu lábio inferior.

– Austin, isso não...

Austin atacou minha boca novamente. Dessa vez, de forma selvagem. O loiro levantou o divisor entre os assentos e puxou-me para o seu colo. Entrelacei meus dedos em seus fios loiros. Austin rodeou minha cintura com seu braço direito. Sua mão esquerda começou a acariciar minha coxa, por baixo do vestido.

Nosso beijo era quente e necessitado. Percebi seu dedo tocar minha intimidade, por cima da calcinha, e soltei um gemido baixo.

– Ally, você me deixa louco – admitiu, entre o beijo. Seus lábios se encaminharam para o meu pescoço, onde distribuiu beijos molhados.

Meus pensamentos eram tão pecaminosos!

Eu estava domada pelo desejo. Nunca senti tanta necessidade de ter alguém, como estou sentindo pelo Austin no momento.

Minha calcinha foi gentilmente afastada de minha pele. O indicador de Austin adulou minha intimidade.

– Austin... – o chamei – Ainda estamos no cinema – observei.

– Erótico, não? – perguntou, sorrindo maliciosamente.

– Erótico e proibido. Isso está errado.

Sua boca se descolou de meu pescoço. Austin retirou sua mão de dentro de minha calcinha e a colocou em minha cintura.

– Não é errado se nos amamos.

Suspirei.

– Mas estamos em um lugar público – contrariei.

– Mas está escuro. O fato das pessoas terem como nos ver não te deixa excitada? – perguntou, mordendo meu pescoço.

– Aus... – gemi baixo – Acho melhor irmos embora.

O loiro assentiu, sem expressão alguma no rosto. Ajeitei meu vestido e levantei-me. Austin segurou minha mão e saímos do cinema.

(...)

Alguns dias se passaram desde o ocorrido no cinema. Austin e eu trocamos alguns selinhos no caminho, mas ao chegar em casa, percebemos que meus pais estavam no quarto, o que não nos permitiu fazer alguma loucura.

Acordei às 6h30. Hoje é segunda e minhas aulas, infelizmente, voltam.

Coloquei um vestido simples e peguei minha bolsa com alguns cadernos.

Hoje teríamos apenas os três últimos horários. O diretor faria as apresentações dos novos alunos, daria os horários de aulas, os avisos, o calendário escolar e teríamos algumas apresentações, já que é mais uma festa do que qualquer outra coisa.

Sai de casa sem esperar Austin. Ainda estava envergonhada demais pelo que quase acontecera alguns dias atrás para conversar com ele.

Cheguei na escola em alguns minutos. Caminhei até o pátio, onde seriam as boas-vindas aos novos alunos.

– Hey, Ally! – chamou Nick.

– Olá, Nick.

– Ally, eu queria te pedir uma coisa – disse um pouco apreensivo.

Esperei que ele continuasse.

– Você pode fingir ser minha namorada?

– O quê?!

– É que... Eu gosto da Carol – admitiu, envergonhado – Mas eu não sei se ela gosta de mim e bom... Eu queria ver se ela sente ciúmes.

Isso não fazia o menor sentido!

– Nick, eu acho melhor não.

– Por favor, Ally – implorou.

– Desde quando você gosta da Carol? – perguntei. Pra mim, ele gostava de mim!

– Desde aquele dia do café da manhã, em Nova Iorque. Eu queria ficar com você, porque você é muito gata, convenhamos. Você é bonita, gostosa e esperta... Eu meio que queria esquecer a Carol e por isso te chamei pra sair. O que eu tinha a perder?

– Me desculpa, Nick. Eu não acho que seria uma boa ideia... Eu não sei fingir um namoro. Além disso, você com certeza arranjaria problemas com o Austin.

– Ally, por favor. Pense que isso pode sentir como uma pequena vingança!

– Vingança? – perguntei

– Sim. O Austin te traiu, não é? Você pode mostrar pra ele que virou a página.

Pensei um pouco.

Não. Definitivamente não. Eu não posso fazer isso de maneira alguma. Seria loucura, insanidade!

Austin pode ter errado, mas eu estaria errando fazendo isso também.

Se bem que ele merece um pouquinho de sofrimento...

– Eu aceito.

Nick sorriu alegremente.

– Ótimo, a Carol está ali – apontou para um grupinho de garotas conversando – e o Austin ali – apontou para o garoto que acabara de chegar – e o nosso plano está aqui.

Nick me empurrou contra a parede e tomou meus lábios em um selinho demorado.

– Caros alunos! Sejam bem-vindos! – anunciou o diretor.

POV Austin

– Você canta depois dela – disse o professor Collen. Assenti.

Esperei a garota terminar de cantar e peguei meu violão. Eu estava extremamente nervoso desde vi Ally beijando Nick. Não nos falávamos há uns seis dias, e eu não soube nada sobre ela nesse tempo.

Após as boas-vindas, fomos direcionados ao auditório onde realizaríamos as apresentações. Subi no palco.

Olhei para a minha garota e dedilhei algumas notas.

She's been my queen since we were sixteen
We want the same things
We dream the same dreams
Alright? Alright!
I got it all cause she is the one
Her mom calls me "Love", her dad calls me "Son"
Alright? Alright!
I know, I know, I know for sure

Ela é minha rainha desde que tínhamos 16 anos
Queremos as mesmas coisas
Sonhamos os mesmos sonhos
Certo? Certo!
Eu tenho tudo porque ela é única
Sua mãe me chama de "Amor", seu pai me chama de "Filho"
Certo? Certo!
Eu sei, eu sei, eu tenho certeza

Everybody wanna steal my girl
Everybody wanna take her heart away
Couple billion in the whole wide world
Find another one cause she belongs to me

Everybody wanna steal my girl
Everybody wanna take her heart away
Couple billion in the whole wide world
Find another one cause she belongs to me

Todos querem roubar minha garota
Todos querem levar seu coração embora
Para as bilhões de pessoas no mundo
Procurem outra pessoa, porque ela é minha

Todos querem roubar minha garota
Todos querem levar seu coração embora
Alguns bilhões de pessoas no mundo
Procurem outra pessoa, porque ela é minha

Kisses that queen, her walk is so mean
And every jaw drops
When she's in those jeans
Alright? Alright!
I don't exist if I don't have her
The sun doesn't shine, the world doesn't turn
Alright? Alright!
But I know, I know, I know for sure

Beija como uma rainha, seu jeito de andar é demais
E todos os queixos caem
Quando ela usa aquele jeans
Certo? Certo!
Eu não existo se eu não tiver ela
O sol não brilha, o mundo não gira
Certo? Certo!
Mas eu sei, eu sei, eu tenho certeza

Everybody wanna steal my girl
Everybody wanna take her heart away
Couple billion in the whole wide world
Find another one cause she belongs to me

Que todos querem roubar minha garota
Todos querem levar seu coração
Às bilhões de pessoas no mundo
Procurem outra pessoa, porque ela é minha

She knows, she knows
That I never let her down before
She knows, she knows
That I'm never gonna let them
Take her love away from me now

Ela sabe, ela sabe
Que eu nunca a desapontei antes
Ela sabe, ela sabe
Que eu nunca vou deixar
Outra pessoa levar o seu amor para longe de mim

Everybody wanna steal my girl
Everybody wanna take her heart away
Couple billion in the whole wide world
Find another one cause she belongs to me

Que todos querem roubar minha garota
Todos querem levar seu coração
Às bilhões de pessoas no mundo
Procurem outra pessoa, porque ela é minha

Terminei de cantar e recebi diversos aplausos. Ally me encarava com um pequeno sorriso. Ela sabia que a música era pra ela.

– Obrigado – agradeci.

Desci do palco e encontrei Ally, encostada em uma parede.

– Olá, namorada do Nick.

Ela sorriu.

– Então você já sabe...

Como assim? O quê? Ela estava mesmo namorando com ele?

– Estão mesmo juntos?

– Estamos – Ela suspirou e sorriu – Acho que estou apaixonada.

Encarei-a incrédulo. Apaixonada? Não! Isso era impossível! Simplesmente impossível! Apaixonada depois de tudo que aconteceu com a gente? Não! Definitivamente não!

– Eu não acredito – disse simplesmente.

– Não sei por quê. Nós fazemos um casal super fofo!

Nick chegou abraçando-a por trás.

– Oi, meu amor! – Ally sorriu e se virou, dando um selinho no garoto.

– Posso ir a sua casa hoje? – perguntou e Ally assentiu.

Cansei de observar aquela cena patética. Decidi ir para casa. Foda-se a escola.

(...)

Era 16:45 quando Nick chegou a casa da morena. Ele a cumprimentou com o beijo na bochecha. Os dois subiram para o quarto da garota.

Escondi-me atrás da cortina, a fim de escutar toda a conversa entre eles.

“- Obrigado, Ally.

– Relaxa, você viu como o Austin ficou? Está dando certo!”

Certo? O que está dando certo?

“- Eu vi sim. Ele estava se corroendo de ciúmes. A Carol também! Quando me viu te beijando, veio me perguntar se estávamos juntos e quando eu disse que sim, ela fechou a cara e ficou o resto do dia depressiva.”

Então o namoro é falso?

“- Acho que em alguns dias poderemos acabar com esse namoro falso. Eu terei conseguido meu objetivo e você, o seu. – Ally disse e Nick assentiu”

Não acredito que a Ally fez tudo isso pra me fazer sentir ciúme!

Nick foi embora minutos depois, despedindo-se com um beijo no canto da boca de Ally. Abri a janela e pulei na sacada de Ally, assustando a garota.

– Seu idiota, você me assustou!

Eu ri.

– Você não pode entrar mais aqui dessa forma. Eu estou namorando, preciso de privacidade – informou e eu gargalhei.

Em um gesto rápido, joguei Ally na cama e deitei sobre ela.

– Austin. Eu. Tenho. Namorado! – disse pausadamente

– Ah, morena... – suspirei – Você não me engana com essa história! E só pra avisar, eu sou o único que posso te beijar.

Dei um casto beijo em seus lábios. Nem precisei pedir permissão para aprofundar o beijo. Ambos sabíamos o que queríamos.

– Estava me espionando? – perguntou, entre o beijo.

– Você sabe que enquanto eu for seu vizinho, nunca terá privacidade.

Beijei seu pescoço, fazendo-a suspirar.

– Aus...

– Ally, sabia que eu não gostei nada de te ver com essa roupa na frente do Nick? – ela sorriu, tímida – Acho que você devia me compensar...

A garota gargalhou e negou com a cabeça.

Deslizei as alças de sua camisola pelos seus ombros e dei leves chupões na região.

– Austin, sei que é errado, mas... – ela respirou fundo – Eu te necessito.

Sorri, sabendo que agora nenhum de nós fugiria.

Retirei sua camisola lentamente, permitindo-me ver sua linda lingerie branca.

– Nossa, assim você me mata, morena.

Ally puxou meu pescoço, beijando-o. Suas pequenas mãos retiraram minha camisa lentamente.

– Sem pressa, ok? Meus pais só chegam às 23h – ela disse e em seguida sorriu.

Osculei sua clavícula e seus seios, com vontade.

– Você não vai parar, não é? – perguntei receoso.

– Não, eu prometo – disse, murmurando.

Sorri e soltei seu sutiã, dando-me acesso aos seus seios desnudos. Ally enlaçou sua mão em meus cabelos enquanto eu beijava e apalpava a região.

– Aus, por favor – implorou.

– Me diga o que você quer – disse, olhando em seus olhos.

– Eu quero você – ela deu uma pausa e cerrou os olhos – dentro de mim.

Retirei sua calcinha com cuidado. Ally ainda estava com os olhos fechados. Toquei em sua intimidade. Um simples toque.

– Aus...

Tirei minha calça e percebi que a garota me encarava, mordendo os lábios.

– Gosta do que vê? – perguntei malicioso.

– Gosto. Gosto muito – disse sorrindo – Posso tocar? – pediu, inocentemente.

Senti meu sangue subir.

Deus, garota, como você me deixa louco!

Ally subiu em cima de mim, nua. Olhou em meus olhos, timidamente, como se pedisse a minha permissão. Sorri para ela.

Sua pequena mão tocou meu membro, ainda sobre a cueca.

– Por que não faz as honras? – perguntei, extasiado.

Ally retirou minha cueca, devagar. Suas mãos apertaram meu membro mais uma vez. Gemi baixo. Ela começou um vai e vem frenético. Eu estava ébrio.

– Ally... – a chamei, com dificuldade, fazendo-a parar – Vem, por favor.

A morena sorriu e deitou-se ao meu lado, calmamente.

– Estou cansada – admitiu – Por que não me dá motivos para querer continuar? – perguntou, fazendo uma cara pervertida.

Sobre ela, encaixei meu membro em sua entrada e me permiti aproveitar o momento mais feliz de minha vida.

POV Ally

Acordei algumas horas depois. Minha cabeça estava sobre o colo de Austin. Estávamos ambos nus.

– Você e eu... Voltamos? – perguntou

– Eu não sei – admiti – Eu não posso fazer isso agora, estou ajudando o Nick a conquistar Carol.

Ele assentiu.

– Mas você aceita voltar comigo? – insistiu

Suspirei novamente. Eu sabia o que eu queria. Era necessário apenas responder um “sim”, por que isso parecia tão difícil para mim?

– Bom, quem cala consente... – ele riu.

– Eu aceito, Austin – disse, finalmente.



Notas finais
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