My Best Friend

26 No, I'm dating.


Notas iniciais
Heeeeeeeeeeey!!! Demorei muito?? Não?? Sim?? Eu não sei, acho que sim... Desculpem-me, estava viajando. Aqui está um novo capítulo fresquinho u.u Geralmente eu intercalo a postagem dos capítulos de American Movie e My Best Friend, já perceberam? Bom, como eu postei dois de American Movie "seguidos", estou postando o segundo de My Best Friend. O próximo será de AM, depois de MBF... E assim vai. Só um esclarecimento: Eles não são ninfomaníacos, ok?? XD Eles só estavam com saudades um do outro XD Tem um pequeno HOT nesse capítulo, mas não é lá grande coisa... E eles deram um intervalo de uma semana! Viu? Não são tão viciados assim... XD Não chegamos a 300 comentários, mas como faltam apenas 2... Fiquei feliz e fiz um capítulo com quase 2500. Eu sei, o prometido era 2000, sou incrível, eu sei... Beijinhos a: - lauralynchy - veronica lynch - Bia Lynch - Pequena Miss - Reader Secret - Filha de Atena - CqC - Little Secret - Steacy - Vida Brilhante - Kayllanie - Anna - Letícia Merlo Eu realmente não sei o motivo de não ter feito isso antes... Mas farei agora: Eu queria agradecer, de coração, a todas as minhas leitoras que sempre estão aqui para mim. Mas, em especial, gostaria de agradecer a Steacy (Tê-Tê) e a Anna (Aninhaaa). Meninas, obrigada por seus comentários tão lindos. Vocês não fazem ideia do carinho que eu tenho por vocês. Seus comentários são tão perfeitos que mesmo estando tão longe, eu sinto que vocês sempre estão ao meu lado, me dando apoio. Eu sempre choro ao ler comentários tão divos. Eu amo vocês, minhas diwas safadas S2. Responderei aos comentários em breve. Boa leitura!! PS: Adivinha quem teve ideias para uma nova fic?? EU!! Mas vou avisando que ela não virá tão cedo... Eu passei na Etec (YAY!!) e minhas aulas serão das 8h às 16h. Sabe como é, né? Ensino técnico integrado ao médio... Período integral... Pois é, a vida é dura. Enfim, estou feliz. Obrigada a todas que desejaram que eu passasse. Alguém ai prestou também?? o

– Mas você aceita voltar comigo? – insistiu

Suspirei novamente. Eu sabia o que eu queria. Era necessário apenas responder um “sim”, por que isso parecia tão difícil para mim?

– Bom, quem cala consente... – ele riu.

– Eu aceito, Austin – disse, finalmente.


POV Ally

Austin me olhou surpresa. Seus olhos possuíam um certo brilho de animação.

– Está falando sério? – perguntou.

– Pareço estar brincando? – respondi, com outra pergunta.

– Bom, não parece, mas... – ele sorriu – Eu te amo tanto, pequena.

Senti seus braços apertarem meu corpo com mais força.

– Boa noite, princesa.

– Boa noite, meu amor.

(...)

Acordei no dia seguinte com o despertador. Tateei a cama ao meu redor, a procura do loiro, mas ele não estava ali.

Levantei-me com um pouco de dificuldade e caminhei até a janela. Encontrei o garoto em seu quarto, se trocando. Mordi o lábio inferior.

Austin pareceu notar minha presença e sorriu para mim, maliciosamente. Ele usava apenas uma cueca branca.

Ele fez um convite silencioso para me juntar a ele, se é que me entendem. Neguei, rindo, e fechei a cortina.

Peguei uma simples blusa branca e uma saia azul bebê de cintura alta. Penteei meus cabelos e prendi um laço da mesma cor que a saia. Calcei uma sapatilha.

Desci as escadas lentamente, tentando evitar fazer barulho, para caso meus pais estivessem dormindo.

Senti um corpo grudar ao meu, em um abraço apertado.

– Bom dia – sussurrei.

– Bom dia.

Austin virou meu rosto e meu deu um pequeno selinho. Seus braços ainda me envolviam.

– Sabe... Eu devia ter te abraçado por trás mais vezes... – ele sussurrou em meu ouvido.

Mordi o lábio.

– Por quê?

– Porque isso é muito bom – disse, fazendo-me concordar – Seu corpo é tão pequeno, e se encaixa tão perfeitamente ao meu.

Suspirei. E antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ouvimos um grito animado:

– BOM DIA!! – era a minha mãe.

Austin e eu terminamos de descer a escada, ainda abraçados. Paramos os três na sala, em frente ao sofá.

Mamãe nos encarou com um sorriso malicioso. Ela arqueou uma sobrancelha como se perguntasse “Estão juntos?”. Em resposta, assenti. Minha mãe nos olhos um pouco desconfiada, talvez pensando que eu não havia entendido seu sinal. Seus olhos desviaram-se para Austin, depois para mim. Novamente para Austin, e para mim. Ela intercalava seus olhares, e eu, novamente, assenti.

– O que está acontecendo aqui? – perguntou Austin, um pouco irritado.

– Vocês voltaram ou não? – perguntou minha mãe, soltando tudo de uma vez.

– Nada está acontecendo, Aus. E, sim, mãe, nós estamos namorando de novo.

Minha mãe abriu um enorme sorriso e abraçou Austin.

– Eu sempre soube que vocês ficariam juntos. São feitos um para o outro.

Sorri.

Meu celular tocou, fazendo-me desvencilhar-me do abraço.

(Chamada ON)

Ally/Nick

– Alô?

– Nick?

– Oi, meu amor.

– Ahn, oi, Nick.

– Só queria desejar-te um Bom Dia, docinho. Te vejo na escola hoje?

– Claro. Até.

(Chamada OFF)

Minha mãe me olhava curiosa. Austin me olhava irritado.

– Eu posso explicar.

– Por favor... – pediu minha mãe, um pouco irritada.

– Estou fingindo ser namorada do Nick para que ele conquiste Carol.

– E como eu fico nessa história? – perguntou Austin, nervoso.

– Austin, eu te disse que estava ajudando-o.

– Sim, mas eu pensei que depois de tudo que fizemos ontem você mudaria de ideia!

– Tudo que fizeram ontem? – minha mãe perguntou, pervertida.

Ignorei-a.

– Eu te disse, depois de transarmos, que eu não podia voltar com você, pois estava o ajudando e você insistiu, assim mesmo! – elevei um pouco o tom.

– Uou, que palavra forte – disse minha mãe, se referindo ao que Austin e eu fizemos.

Estávamos mesmo discutindo aquilo na frente dela?

– Mãe, poderia nos dar licença? – pedi

– Claro, mas depois quero todos os detalhes, viu?

Minha mãe saiu e eu me virei novamente para Austin.

– Por favor, “termine” com ele.

– Aus, eu não posso. Eu sinto muito.

– Terá de escolher. Ele ou eu – disse, simplesmente.

Mas que coisa ridícula! Ele estava mesmo fazendo uma ceninha patética de ciúmes?

– Deixe de infantilidade, Austin! Você sabe que eu escolho você. Eu te amo, porra! – gritei, irritada – Mas não quero que você esqueça que quando você me traiu, ele, somente ele, estava lá comigo, me apoiando e tentando me fazer feliz. Se você gosta mesmo de mim, devia agradecê-lo e não me afastar dele!

Um silencio se estabeleceu na sala.

– Eu tenho que ir – completei.

Sai da casa, em passos rápidos para que ele não me seguisse. Mas foi em vão.

Austin correu atrás de mim.

– Me perdoa – pediu. Eu ainda andava, rapidamente.

– Já percebeu que isso é o que você mais me diz? – perguntei, irônica.

– Alls – puxou-me pelo braço, fazendo-me virar de frente para ele.

– Não tem de escolher nada, me perdoa. Resolva com ele o que você tem que resolver. Depois que vocês “terminarem” – fez aspas com os dedos – Nós voltamos, tudo bem? – sua voz tinha um tom de arrependimento. Talvez isso estivesse mesmo sendo difícil para ele.

– Eu não quero ficar mais tempo separada de você – admiti.

– Alls, você não pode simplesmente chegar na escola com dois namorados.

Suspirei.

– Mas nós já estamos juntos, não é? – perguntei, apenas confirmando.

– Sim, claro que já. Sempre estivemos e sempre estaremos. Eu te amo, meu amor.

– Eu também te amo.

Sua mão puxou minha cintura, levando-me para mais perto. Sua boca encostou na minha delicadamente e iniciou um beijo lento, cheio de paixão.

– Ér, Ally, você não está namorando com o Nick? – perguntou Carol, cutucando meu ombro.

Afastei-me de Austin, rapidamente. Olhei a garota, com os olhos arregalos.

Merda, merda, merda.

– Ér, Carol? O que faz aqui? – perguntei nervosa.

– Você traiu o Nick? Como você pôde? Ally, você sabia que enquanto você trai o garoto, várias meninas gostariam de estar no seu lugar? – ela sorriu, irônica – Eu queria estar no seu lugar, e me desculpa, mas eu não posso esconder isso que acabei de ver do Nick.

Arregalei os olhos e corri atrás dela.

– Carol, não, por favor. Deixe que eu mesma conto. Por favor – implorei.

– Tudo bem – assentiu – Mas eu quero vê-la fazer isso. Caso contrário, eu o farei.

Assenti. Despedi-me de Austin com um simples aceno. Caminhei até o colégio junto a Carol.

– Meu amor! – fui cumprimentada por Nick, na entrada, com um selinho.

– Nick, precisamos conversar.

– Claro, meu anjo, pode falar.

Respirei fundo e comecei a atuação:

– Eu te trai.

Nick arregalou os olhos.

– Austin, não é? – perguntou e eu assenti – Não acredito! Eu... Eu... Acabou, Ally.

– Nick... – fingi estar magoada.

– Acabou, acho que não somos um casal ideal.

Abaixei a cabeça e assenti, fingindo chorar.

– Adeus, Allycia.

Recuei dois passos e observei Nick ir embora com Carol. Ela o abraçou e ele sorriu para mim, convencido. Piquei para ele e me virei encontrando Austin.

– Então... Está solteira? – perguntou, rindo.

– Não, estou namorando – pisquei para ele, que sorriu animado, puxando-me para um beijo demorado.

POV Austin

As aulas correram chatas, como de costume. Aliás, nem sei se “correram” é a palavra certa para se usar nessa ocasião.

Ally e eu assistíamos à última aula: Filosofia. Estávamos formando um círculo com as cadeiras. Apesar de longe, eu estava de frente para minha garota.

É apenas o segundo dia de aula. Mesmo tendo começado há pouco tempo – há muito pouco tempo – eu já quero férias... Isso é pedir muito?

Eu só queria passar mais tempo com a minha morena, agora que estamos juntos novamente. Minha pequena é simplesmente a coisa mais importante para mim. Eu nem acredito que ela me perdoou... Eu a amo tanto.

– Austin Moon?

– Sim, professor.

– Gostaria de responder a essa última pergunta? – perguntou, com um sorriso de canto.

– Claro, professor. Poderia repeti-la, por favor?

– Qual é o objetivo da vida? – repetiu.

– Hm, certo — pensei. Por que eu disse que responderia mesmo? — Bem, para mim, o objetivo da vida é que aprendamos. Não sei se todos aqui acreditam, mas eu acredito em reencarnação. Acredito que viemos a Terra para cumprir nossa missão e aprender, tanto com nossos erros, quanto com o erro alheio. Ninguém, na verdade, aprende fazendo o certo. Temos de errar.

– Nossa, isso foi... inspirador! – o professor disse, sorrindo – E quanto as pessoas que cruzam nosso caminho?

– Bom, algumas pessoas foram pré-destinadas a estarem em nossas vidas. Algumas para fazer-nos errar, a elas devemos nosso agradecimento. Algumas para fazer-nos pensar no que é realmente certo ou errado. Algumas para compartilharmos nossos gostos e hobbies, nossos amigos. E outras... Bem, e outra, apenas uma, para fazer-nos amar – olhei para Ally, que sorria timidamente – Essa é a mais importante. Se você não encontra seu amor, sua vida foi em vão. Eu... Eu nem consigo explicar a sensação de saber que a minha não será gasta em vão. O meu amor me ensinou a ser fiel, a amar incondicionalmente, a desejar ter uma pessoa ao seu lado para sempre, a ser um homem melhor e a confiar — Todos olhavam para a Ally, sorrindo — Eu te amo, Alls.

O professor nos olhou satisfeito.

– Em todos os meus anos de professor, nunca ouvi algo tão bonito. Vá, garoto! Beije sua menina.

Ally e eu nos levantamos e apesar da distância entre nós, não tardamos nem um mísero segundo em juntar nossos lábios. Segurei sua cintura, apertando-a. Sua mão voou para meu cabelo e distribuiu um agradável carinho ali. Alguns alunos comemoravam, animados.

E eu senti, por um momento, que havia completado minha missão.

Minha missão era fazê-la feliz.

POV Ally

A semana passou voando. Hoje era sábado. Austin decidiu que teríamos nosso primeiro-encontro-pós-término. Minha mãe adorou a ideia e agora está me transformando em uma boneca. Sairemos hoje, em uma hora, mais ou menos.

Terminei de me arrumar completando meu look com nosso anel de compromisso.

A campainha tocou.

Não vou negar. Estou mais nervosa hoje do que estava no nosso primeiro encontro. Estranho, não?

– Olá, princesa – cumprimentou-me.

– Olá, príncipe.

– Vamos?

Sorri, segurando sua mão. Caminhamos um pouco e paramos em frente a um carro.

– Vamos com o carro do seu pai? – perguntei

– Ele disse que eu podia usá-lo para levar minha linda namorada a um lindo lugar.

– Você contou a ele sobre o nosso namoro? – perguntei

– Contei, para minha mãe também. Ambos ficaram muito felizes.

Sorri.

– Eu preciso contar ao meu pai...

– Sim, precisa. Mas eu posso esperar você estar pronta para isso.

Sorri novamente.

Austin deu partida e logo estávamos em frente a uma praia.

– Você não vai fazer isso comigo... – balbuciei.

– Ah, Ally, vamos lá. Você se lembra que aos seus 12 anos você nunca tinha ido à praia?

– Sim, eu me lembro. Eu sempre quis ir a uma, mas minha mãe nunca tinha me levado.

– Isso. E aí, certo dia, ela resolveu que te levaria! – continuou contando a história. – Mas ao chegar lá, estava chovendo.

– Você me arrastou para o mar, mesmo com a chuva – continuei – O mar começou a puxar e as ondas ficaram cada vez mais altas. Você começou a gritar para sairmos, mas eu não consegui.

– O salva-vidas conseguiu tirar você de lá – contrariou.

– É, e quando voltamos à areia, estávamos perdidos. Não achávamos nossos pais em meio a tanta gente.

– Um cara velho, gordo, de sunga vermelha, que na época você chamou de “Papai Noel”, te puxou pelo braço e disse que faria filezinho de você – disse rindo.

– Eu estava morrendo de medo, ok? Ele estava bêbado! E nós, perdidos na chuva.

– Você não gosta da praia, pois não tem boas lembranças.

Suspirei. Ele continuou.

– Você vai ver. Eu prometo que esse passeio será mágico!

– Tudo bem...

Austin estacionou o carro sobre a areia. A noite estava bem estrelada. Ao lado, uma festa estava sendo dada em um quiosque.

Austin segurou minhas mãos e me guiou até o mar.

– Eu não estou de biquíni – avisei.

– Vá de calcinha e sutiã mesmo.

Neguei rapidamente.

– Ally, aproveite! – pediu.

– Austin, tem garotos da nossa idade naquela festa – apontei para a multidão ao redor do pequeno bar.

– Então vá com esse vestido!

– Nunca! Ele é de marca, sabia?

Austin me olhou, decepcionado.

– Tudo bem. Você venceu. De novo!

Retirei meu vestido e o joguei sobre o capô do carro. Austin retirou sua blusa e sua bermuda, ficando apenas de cueca também.

A água estava gelada. Deveriam ser umas 21h. O mar estava calmo, quase sem ondas. Agradeci por isso.

Austin puxou-me para perto e me abraçou. Enterrei minha cabeça em seu ombro e senti seu cafuné em minha cabeça.

Alguns minutos depois, senti meu corpo tremer.

– Vamos sair, a água está fria.

Assenti. Saímos do mar e caminhamos até o carro. Austin abriu o porta-malas e pegou duas toalhas. Enrolei-me em uma, e ele, na outra.

– Tomei a liberdade de entrar em seu quarto e pegar uma peça de lingerie seca para você.

Olhei-o, confusa.

– Você não pensou na possibilidade de pegar um biquíni? Ou ter me pedido para colocar um?

O garoto revirou os olhos:

– Acha que eu perderia a oportunidade de te ver assim?

Estirei a língua para ele.

Ele sorriu para mim, e eu recolhi minha língua. Ele continuava sorrindo, e sem entender o motivo, perguntei:

– O que foi?

– Eu te amo tanto.

Foi a minha vez de sorrir. Austin deitou-me sobre o capô e beijou–me delicadamente. Seu corpo ficou sobre o meu, com todo o peso apoiado em seu cotovelo. Sua mão tocou a minha carinhosamente.

Seus beijos desceram para o meu pescoço. Sua língua deslizou por toda a extensão, chegando em minha clavícula. Uma leve mordida me fez soltar um gemido.

Seu dedo anelar tocou minha calcinha e fez uma leve pressão. Desgrudei minha boca da sua.

– Aus...

– Ahn?

– Estamos em um local público.

Austin bufou.

– Acho que você não percebeu que eu sempre quis transar em um local público.

Arregalei os olhos.

– Austin!

– O que foi? – perguntou, descaradamente.

– Eu... Eu tenho vergonha. E se alguém nos vir?

– Isso só torna tudo muito mais divertido — riu, achando graça da minha timidez.

Beijamo-nos novamente. Dessa vez, com "um pouco" mais de desejo.

Sua mão tocou minha calcinha novamente. Seu dedo indicador adentrou-me. Gemi.

Austin retirou meu sutiã e beijou meus seios, enquanto seu dedo trabalhava em minha intimidade.

– Quer parar? – perguntou, provocando-me.

– Ahn, não, continua...

Austin retirou minha calcinha. Alguns segundos depois, já estávamos conectados, em um movimento constante.

Cheguei ao clímax em poucos minutos. Logo, senti o corpo de Austin cair sobre o meu.

Levantamo-nos. Coloquei minha lingerie seca e meu vestido. Esperei Austin terminar de vestir sua bermuda.

Deitamo-nos novamente. Porém, agora, um ao lado do outro, observando o mar e apreciando as estrelas.

– Isso foi perfeito – ele disse.

– Foi. Acho que agora eu até gosto de praias... – considerei a ideia, fazendo-o rir.

Absorta em meus pensamentos, me lembrei de que, mais uma vez, esquecemos do preservativo.

Suspirei e me aconcheguei no peito de Austin. Meus cabelos foram afagados.

Não aguentei muito tempo.

Dormi, alguns minutos depois.

Notas finais
E ai?? Curtiram?? Não?? Deixem a opinião de vocês, ok? Gif de: https://31.media.tumblr.com/8875a0946f0de9f072f1cff234191cfd/tumblr_inline_mr8ccasgrm1qz4rgp.gif Eu sei, eu sei, o gif não tem nada a ver... Mas eu não acharia um que combinasse mesmo... XD