Muito Bem Acompanhada

24 Pior Impossível


Notas iniciais
Agradecimentos: À Elizabeeeth, KekahCollins, soshymalfoy1918 e Patti, que comentaram o Capítulo 23! Obrigada! Os comentários de vocês e as recomendações significam muito pra gente, de verdade!
Resumo do Capítulo: Marlene e Severus estão de volta a Hogwarts... Porém a situação entre eles não é muito melhor...

– CAPÍTULO VINTE E QUATRO –

PIOR IMPOSSÍVEL

Mais tarde, ao embarcarem no trem de volta para Hogwarts, o clima não era muito melhor entre Marlene e Severus: ela fingiu não se importar quando ele seguiu para o vagão em que estavam seus amigos e ele tampouco fez questão de continuar na presença dela quando Dorcas veio se juntar a prima; logo, Marlene e Dorcas seguiram para outro vagão, onde a grifinória não pôde evitar os questionamentos, afinal, ainda estava indignada com a atitude da prima quando a vira com Severus no Caldeirão Furado.

– Posso saberpor quevocê nem falou comigo ontem no Caldeirão Furado, Lene? – Dorcas reclamava inconformada.

Marlene deu um sorriso fino.

– Ah... Nós estávamos commuitapressa – improvisou ela.

A grifinória não perdeu a oportunidade de fazer sua campanha contra Severus.

Pressa? Pode me falar a verdade, prima – Dorcas apelou. – Euseique você só não falou comigo porqueSnapenão deixou...

– Eu já disse, nós só estávamos com pressa – Marlene sustentou a mentira. – Era o último dia do feriado, a gente queria aproveitar bastante...

Dorcas a interrompeu de repente:

– Sabe o que eu acho? – indagou ela em desafio. – Ele só está te fazendo mal, ele não serve pra você! E o principal em tudo isso, é claro: elenão gostade você e é por isso que você tem que terminar com ele!

Marlene tentou não se concentrar nisso, ainda estava abalada com o que acontecera. Não tinha nem coragem de expor para a prima qualquer sentimento que contrariasse a "felicidade" que ela tentava transparecer por estar com Severus. Só não sabia quanto tempo levaria até que alguém percebesse que o namoro "às mil maravilhas" não estava nada maravilhoso assim. Mesmo assim, aquela insistência de Dorcas em dizer"... ele não serve pra você... você tem que terminar com ele!", já estava cansando-a.

– Por favor, Dorcas, não fale assim... – ela pediu, incomodada com aquela implicância da prima com Severus e quis pôr um fim naquela discussão, acrescentando: – Sei que vocês não gostam dele, maseu gosto, tá bom?

Dorcas riu, surpreendendo-a.

– É, pensando bem – ela disse num sorriso divertido –, acho que ele não está te fazendo tanto mal assim...

– O que quer dizer com isso? – Marlene perguntou surpresa.

– O óbvio – a grifinória deu mais um risinho e disse maliciosa: – Vocês aproveitarammesmoo feriado, hein? Aposto que não saíram da cama...

– Está tão na cara assim? – a pergunta escapou dos lábios da corvinal.

– Nasuacara? Sinceramente, minha prima, estámuitona cara... – disse Dorcas, acrescentando com mais um sorriso jocoso: – Além do quê, nada te deixaria mais bonita do que um bom orgasmo! – e riu gostosamente depois da conclusão.

– Dorcas! – Marlene a repreendeu, mas sua prima continuou rindo.

Mas para seu alívio, o surto de Dorcas logo acabou quando Emmeline bateu a porta do compartimento e entrou para se juntar a elas, sentando-se ao lado de Marlene no banco. Depois de um caloroso abraço, Emmeline começou sem jeito:

– Atrapalhei alguma coisa? – perguntou ela, olhando para Dorcas.

– Nada importante – garantiu Marlene. – Mas e aí? Como foi de Natal?

Emmeline suspirou fundo e começou a contar:

– Ai ai... Benjamin Fenwick,meu namorado,é o cara mais interessante e mais profundo que existe – ela disse sonhadora.

– Como assim? – indagou Marlene, curiosa com a afirmação.

– Ele apareceu lá em casa de surpresa e... bem... – ela enrubesceu violentamente antes de concluir: – Eu tiveorgasmos estrelares...

– Orgasmos estrelares, é? – debochou Dorcas, e olhando zombeteira para Marlene, acrescentou: – A gente estava falando disso agora, não é mesmo prima?

Marlene ignorou e voltou-se a Emmeline:

– Ignore a Dorcas, Emme! – pediu Marlene, desviando a atenção para Emmeline novamente: – Mas como assim, você e o Benjy...? Me explica isso direito!

Emmeline então enrubesceu novamente.

– Não, lógico que não – respondeu ela assustada, explicando: – Orgasmos estrelares só depensarem tudo que eledisse,é claro... – disse ela, envergonhada. – Masissoserá apenas um detalhe do nosso relacionamento...

Dorcas torceu o nariz.

– Ih... Muita teoria é pouca prática, hein? – debochou ela, sem nenhuma vergonha na cara. – Cuidado com ele, Emmeline!

– Não ligue, Emme – pediu Marlene, de novo. – Conte mais!

– Eu acho quenesse momento– Emmeline voltou a falar com aquele ar sonhador –, nós estamos vivendo uma relaçãomentalmentesaudável...

Em meio aos relatos apaixonados de Emmeline, logo as três engataram uma gostosa conversa durante todo o tempo que levaram para chegar a Hogwarts.

###

À noite, durante o jantar, o mal estar entre Marlene e Severus continuava, embora apenas ambos soubessem disso. Sentados à mesa da Corvinal como perfeitos namorados, eles continuaramfingindoque estava tudo lindo e maravilhoso. Momentos mais tarde, o único instante em que Marlene se sentiu confortável naquele dia, foi quando ficou sozinha com Emmeline em seu dormitório; ela logo se sentou na cama, chamando a amiga para uma conversa:

– Emme, eu preciso desabafar com você...

Emmeline então se voltou a ela preocupada, sentando-se ao seu lado.

– Mas... o que aconteceu? – ela indagou incerta.

Marlene então suspirou fundo e disse:

– Eu e Severus... – contou ela. – Nós brigamos.

A loira a olhou sem acreditar.

– Mas você parecia tão feliz no trem... – ela comentou incrédula. – E depois, vocês estavam com a gente no jantar, e pareciam tão bem...!

– Em parte isso é verdade – explicou a morena. – A maior parte dessa felicidade realmente aconteceu, mas hoje de manhã, a gente se desentendeu, foi horrível...

Atenciosa, Emmeline voltou-se novamente a Marlene, preparando-se para ouvir o minucioso relato da amiga. E Marlene contou tudo em riqueza de detalhes, desde as confusões que tinham acontecido na família até os momentos perfeitos que passara ao lado de Severus, e de como tudo tinha mudado radicalmente e o tratamento nada amoroso que recebera dele depois daquela "conversa".

Ao final do relato de Marlene, Emmeline resolveu expor sua opinião:

– Bem... – ela começou temerosa, não queria que a amiga se sentisse pior do que já estava, mas não podia deixar de lhe dizer o que pensava: – Por favor, não pense que eu estou defendendo Snape, porque eunão estou;o que ele disse e fez com você foi realmente horrível, mas...

– Mas...? – Marlene pressionou a amiga.

– Se você disse que tinha sido tudofingimento,exatamente com essas palavras... – a loira hesitou novamente – ... acho que atéelese sentiu um lixo, né?

– Emme! – ela tentou se defender. – Eu não podia ter perguntado de outro jeito! O que você queria que eu dissesse?"Você ainda tem algum sentimento pela Lily...?"Argh!

Emmeline ficou séria:

– Se éissoque te atormenta, então era isso mesmo que você tinha que ter perguntado! – disse ela com uma sinceridade que assustou Marlene. – E pra falar a verdade, eu acho quequalquer coisaseria melhor do que dizer que ele não significavanadapra você...

– Mas eu não disse isso! – Marlene replicou confusa.

– Mas acho que foi exatamenteissoque ele pensou! – Emmeline insistiu, tentando convencer a amiga. – Imagine por um momento se fosse o contrário, seeletivesse dito isso; comovocêiria se sentir?

Marlene então fez o que Emmeline disse e refletiu sobre o que havia feito. A amiga estava coberta de razão. Claro que isso não justificava a atitude de Severus, mas ela mesma chegou à conclusão de que tinha feito tudo errado...de novo. Dando um sorriso amargurado, ela indagou à amiga:

– Por que eu sempre faço tudo errado, Emme?

Emmeline sorriu antes de abraçá-la.

– Ah, Lene... – lamentou ela. – É que você tem um jeito muitodiferentede resolver as coisas, só isso... E Snape também não podia adivinhar o que você queria dizer, já que você disse totalmente o contrário... Tipo assim... ninguém diz queamaquando na verdade quer dizer queodeia,entende?

– Acho que eu estraguei tudo! – Marlene disse triste, acrescentando com certo desespero: – O que eu faço, Emme? Me ajuda!

– Diz a verdade pra ele – disse a loira com simplicidade. – Diz que você gosta mesmo dele e que queria saber se ele sentia o mesmo, mas que acabou se expressando mal...muito mal, diga-se de passagem – ela suspirou, acrescentando pesarosa: – Mas se depois que você contar, mesmo assim Snape não entender, então acho melhor você nem tentar mais nada, porque ele realmente não gosta de você...

– É – concordou Marlene. – É isso o que eu vou fazer. Vou esperar até a poeira baixar, depois eu falo com ele.

– Faça isso mesmo – Emmeline disse e garantiu: – Eu tenho certeza que é a melhor coisa.

"Melhor coisa." – pensou Marlene antes de se deitar na cama.

E, imediatamente, seus pensamentos se voltaram para Severus e tudo que havia acontecido. O tempo todo ela se questionava sobre as coisas que ele havia dito e que lhe pareceram tão absurdas a princípio, mas percebeu que, naquela manhã, com aquelas palavras impensadas, ela conseguira colocá-lo na defensiva, o que mais temia. E agora, ele julgava que ela fingira o tempo todo, que nada do que sentira foi verdadeiro e pior: que ela havia feito a mesquinharia de lhedizerisso. E ela também não conseguia acreditar que premeditara aquelas palavras; ela não era desse tipo, conhecia a si mesma o suficiente para saber que nunca agiria dessa forma, pelo menos não conscientemente. Na verdade, ela apenas tinha agido assim por estar dividida entre a paixão que sentia e o medo de ser magoada mais uma vez.

Assim ela permaneceu, perdida em suas reflexões até que finalmente pegasse no sono.

###

Cinco dias haviam se passado e a situação não era muito melhor. Nada melhor. Marlene ainda não tinha conseguido falar com Severus sobre o acontecido, já que, durante todo o tempo em que não estavam na presença de outras pessoas, apenasfingindo,ele fazia questão de tratá-la friamente, desencorajando-a a começar qualquer conversa. A situação estava tão ruim, a tal ponto que até mesmo durante a semana, Marlene se recusou a ficar nas Masmorras com Severus, para o "reforço" em Poções; resolveu dedicar-se exclusivamente ao Quadribol que tanto amava, além daquele campo ter sido o seu refúgio para não enfrentar o desprezo dele.

Ao final da tarde daquele sábado, Marlene nem percebera o avançado da hora, mas ela teve que interromper o treino com sua equipe para ceder o campo para o time da Grifinória, que chegaria em instantes. E tão logo que ela saía dos vestiários, ela foi surpreendida pelo chamado de James:

– Lene, espere! – pediu ele, que acabara de chegar esbaforido. – Eu preciso falar com você!

– Olá, James! – disse ela, enquanto ele recuperava o fôlego e perguntou inquieta: – É algo urgente?

– De certa forma – respondeu o grifinório, tirando do bolso um pedaço de pergaminho, estendendo a ela. – Eu ainda não te entreguei a escala de Rondas Noturnas da semana...

Marlene ficou sem graça; com todo o acontecido dos últimos dias, ela sequer se lembrara disso e não queria que o amigo Monitor-Chefe pensasse que ela tinha sido negligente com os horários. Ainda sem jeito, ela então tomou o pergaminho das mãos de James e leu:

"Rondas Noturnas – Escala"

Ela levou um grande susto quando leu a última linha, e principalmente: comquemela ia ter que fazer aquela ronda. Dia 8 de Janeiro...

Domingo 08/01 – M. McKinnon/S. Snape

"Amanhã!" – ela pensou desesperada. De novo, parecia ser algo tão intangível e ao mesmo tempo tão próximo.

– Amanhã? – Marlene perguntou, sem disfarçar a contrariedade e a surpresa.

– Foi o único dia que eu consegui encaixar vocês – explicou James. – Na verdade, eu tive que repetir os outros monitores e fazer algumas modificações, já que não vi vocês praticamente a semana toda... – e inevitavelmente, ele se atreveu a perguntar: – Está tudo bem?

– Está sim, James.Comigoestá tudoótimo! – disse ela, forçando uma animação na voz, porém, que não convenceu o grifinório.

– Quero dizer...vocêsestão bem? – insistiu ele.

Ah... Ele queria saber se ela e Severus estavambem.

Ela poderia dizer a verdade: "Ah, estamos sim, James. Está tudo ótimo, veja só: meu namorado mal olha na minha cara quando estamos sozinhos, nunca mais me deu um beijo de verdade e... o que mais? Ah, ele acredita plenamente que eu acho que ele não significa nada pra mim e continua agindo pior do que quando era meunamorado de mentira...". Bem, era o que Marlene poderia responder, mas sabia que se dissesse isso, logo a conversa chegaria aos ouvidos de Sirius e como ela não precisava de mais problemas, improvisou:

– Ah, estamos sim – respondeu ela, tentando demonstrar segurança no que falava. – Acontece que essa semana eu resolvi cuidar da minha outra paixão... – e quando James a olhou confuso, ela explicou: – Isso mesmo, o Quadribol! Então Severus acabou mesmo ficando em segundo plano, assim como eu fiquei pra ele...

– Ah... – murmurou James, meio incrédulo, mas isso não ocupou muito da sua atenção, já que ele notou que sua equipe começara a rumar para o campo. – Bem, era só isso. A gente se vê, Lene! – concluiu ele, afastando-se dela.

– A gente se vê! – gritou ela em resposta, pois ele já estava longe. – Tchau, James!

Na verdade, Marlene não sabia mais que tipo de ronda ia ser aquela, pensou ela, desanimada. Mas havia algo pior: comunicar isso a Severus. Bem, talvez fosse mais fácil fazer isso na hora do jantar, já que era somente na presença das outras pessoas que ele ainda lhe dispensava alguma atenção; fora esses momentos, ele era apenas frieza e desprezo para com ela.

De qualquer forma, ela sabia que realmente havia negligenciado suas tarefas como monitora durante a semana toda e a opção de não ir fazer essa ronda também estava fora de cogitação. Ela apenas esperaria até o dia seguinte.

###

No domingo à noite, a maldita hora da ronda noturna havia chegado. E dentro da sala comunal da Corvinal, Emmeline já estava ficando nervosa com a impaciência de Marlene, que andava de um lado para o outro, preocupada com o momento em que finalmente Severus apareceria. Já fazia pelo menos meia hora que, cansada de ficar sentada, a morena rodopiava, por vezes apoiando ambas as mãos na cintura em sinal de cansaço, lançando olhares ansiosos para a porta.

– Lene, senta um pouco, você está me deixando tonta de tanto dar voltas na minha frente! Se acalme! – Emmeline pediu.

– Como, Emme? – Marlene respondeu nervosa. – Eu não estou aguentando mais essa...situação!

– Eu é que não aguento mais ver você assim! Se você já tivesse falado com Snape, iria se sentir melhor agora – a loira a interpelou. – Mas não, prefere ficar aí, sofrendo...

– Sofrendomesmo! – concordou a morena, com ênfase.

Emmeline ia falar mais alguma coisa, mas naquele momento, seu namorado irrompeu pela porta. Depois de depositar um beijo suave nos lábios da loira, Benjy comunicou à Marlene:

– Oi, Lene – ele disse sorridente. – Snape acabou de chegar aí – e meneou com a cabeça em direção a porta.

Marlene então se agitou mais uma vez e Emmeline voltou a lhe pedir:

– Fala com ele, Lene! – insistiu a loira. – É o melhor a ser feito, eu já disse!

– Eu já nem sei mais o que é melhor... – concluiu Marlene, saindo. – Tchau, Emme! Tchau, Benjy!

– Tchau, Lene – Emmeline e Benjy lhe responderam em uníssono.

Ao abrir a porta, tal qual Benjy lhe dissera, Marlene encontrou Severus no corredor.

– Boa noite – anunciou ele, sem emoção.

– Boa noite – ela repetiu, apática.

Severus então se aproximou dela, e, num movimento disciplinado, beijou-lhe o rosto. Ela ainda tentou alcançar a boca dele, mas ele virou o rosto de imediato.

Marlene grunhiu de raiva. Em todos aqueles dias, essa tinha sido a sua milésima tentativa de dar um beijo de verdade nele... sem sucesso.

– Você não vai nem me dar um beijo? – ela choramingou.

A expressão de Severus não mudou.

– Não há ninguém olhando, então eu não precisofingir –ele disse secamente.

Ela então tentou mais uma vez:

– E... será que você poderia segurar a minha bolsa só um minuto?

– Não sou seu elfo doméstico.

Mais um grunhido de raiva escapou dos lábios de Marlene. Por Merlin! Quantas vezes ela já tinha ouvido isso essa semana? Será que Severus não secansavade tratá-la daquela maneira? Ela presumia que não.

O fato era queelanão conseguia mais suportar todo esse desprezo, todo essedesamordele.

Aquilo era o inferno na Terra. Pior impossível.

Marlene então parou de andar bruscamente e tomou uma decisão impulsiva: estava na hora de acabar com aquilo, fosse mentira, fosse verdade. Porque do jeito que eles estavam, ela não podia continuar. Emmeline tinha razão, ela precisava falar com Severus sobre o que estava acontecendo e não esperaria nem mais um segundo.

Surpreso com a parada intempestiva dela, Severus voltou-se para trás, constatando que Marlene ficara alguns metros em recuo de onde ele estava.

– Qual é o problema agora? – ele quis saber.

Marlene resolveu falar:

– Poxa, você nunca mais me deu um beijo...! – queixou-se ela. – Mal fala comigo quando não estamos na presença de outras pessoas e...

Severus riu sem humor, interrompendo-a.

– Não deveria se importar tanto com isso, se pra você é tudofingimentoele disse impassível; ultimamente, essa era a resposta dele para tudo que Marlene reclamava e ele então sentenciou: – E é assim que vai continuar sendo.

– Eu sei – rebateu ela com firmeza –, e é por isso mesmo que eu não quero mais continuar com você!

SSMMSSMMSSMM

Notas finais
Oi pessoal! A dificuldade continua, por isso reitero o pedido: NÃO MATEM AS AUTORAS! Ainda estamos nos recuperando dos hematomas do capítulo anterior! RSRS
Mais uma vez agradeço a todos que comentaram o capítulo anterior! Isso motiva muito, incentiva muito a gente, de verdade!
Beijos a todos os que leram, e um super obrigado adiantado a todos os que além de ler vão clicar no botãozinho para comentar! Só que o pessoal que não comenta, bem, esses nós nunca vamos saber o que estão achando da fic, suas sugestões, enfim... É para vocês leitoras e leitores que nós escrevemos, então nós queremos muito saber o que vocês estão achando! Qualquer que seja a opinião de vocês sobre a fic, nós vamos adorar ler!