Mugiwara Academy
23 Capitulo 23 - Complicações! Habilidades e problemas diabólicos!
Notas iniciais

Era de manhã. Quando Ana acorda Cátia já havia saído para as aulas.
Vestindo-se preguiçosamente a pequena preparava-se para ir até à cantina para ajudar Sanji. Como estava ainda ferida controlar-se seria mais complicado especialmente porque passaria o dia inteiro com o seu sensei.
Ao chegar à cozinha vê Sanji já a preparar o almoço. Por alguma razão ele parecia mais elegante que o costume.
– Bom dia sensei.
– Ana-chwan! Tens a certeza que já estás bem para me ajudares?
– Sim, tudo bem. Também não me faz bem ficar no quarto o dia todo.
– Se fazes tanta questão podes começar a cortar aquelas batatas.
A rapariga obedece. Estava pensativa. Na noite anterior Cátia viera com uma conversa de querer dominar as suas técnicas e para não a esperar nessa tarde que ia sair. Quando perguntara onde iria a única resposta fora para não se preocupar.
Era injusto., ela também queria dominar a sua habilidade. Depois da armadilha que lhe montaram ela precisava de estar preparada para tudo.
Os seus pensamentos são interrompidos ao sentir Sanji atrás de si.
– Ana-chwan estás bem? Pareces triste.
“Muito perto!”
– Ana-chan?
– Sensei, importa-se que eu vá à casa de banho?
O cozinheiro acena que sim e ela sai a correr. Assim que fecha a porta do WC as orelhas e a cauda saem para fora.
Precisava de arranjar maneira de não se aproximar tanto de Sanji enquanto não conseguisse dominar totalmente a sua Akuma no Mi.
Acabara de se controlar quando a porta abre e Nico Robin entra com um sorriso.
***
Cátia desperta com o barulho de Ana a correr de um lado para o outro, como sempre. Desta vez não sabia onde deixara a escova do cabelo. No final encontrara-a no meio do monte da roupa que tinha em cima da cama.
A aluna de história levanta-se e vai tomar um banho. A ferida na mão ainda lhe doía e a marca no pescoço visível.
No dia anterior chegara quase à hora do recolher e ainda fora atacada pela fúria e curiosidade de Ana.
A porta da enfermaria estava aberta. Ao entrar dá de caras com Chopper, Usopp e Zoro.
O professor de artes torcera um dedo e obrigara Roronoa Zoro a ir com ele até ao médico.
– Bom dia. – Cumprimenta a aluna entrando na arrecadação.
O grito de Tony Tony Chopper faz Cátia correr para a sala.
– Zoro! Onde é que fizeste esse corte no braço?! Aposto que não ias dizer nada! – O médico ralhava com o professor de educação física furioso. – Cátia podes tratar do Zoro por favor?
O pedido apanha a rapariga de surpresa. Contrafeita, mas sem deixar transparecer, ela pega na caixa das ligaduras e desinfectantes e pede ao professor que se sente na maca.
Não era uma situação confortável mas também não existia aquela aura que costumava cercá-los, na verdade pendia mais para o constrangedor. O único pensamento de Cátia era que ninguém aparecesse e visse aquilo.
Estava já a terminar de enfaixar a ferida do braço de Zoro quando o seu telemóvel toca.
Por alguma razão não parecia boa ideia atender.
Fale com o autor