Mugiwara Academy
24 Capitulo 24 - Os segredos continuam! Nascem novos mistérios!
Notas iniciais

Dá-se o toque para a hora de almoço e Cátia abandona a enfermaria. Estava prestes a tirar o telemóvel do bolso quando Usopp e Zoro saem atrás dela. A aluna de história volta a pôr o telemóvel discretamente no bolso e põem-se a caminho da cantina.
– Vais almoçar Cátia-chan? — Perguntou Usopp.
– Sim ia agora para a cantina. – Respondeu a aluna.
– Então nós fazemos-te companhia. Também vamos para lá agora. E além disso o Zoro tem algo para te dizer.
Os dois ficam alguns segundos à espera de uma resposta de Zoro. Não obtendo nenhuma ambos olham para trás à procura do professor de educação física que havia desaparecido novamente.
– Tenho de ir Cátia-chan. Não o posso deixar sozinho. Até depois.
A rapariga compreende e continua o seu percurso até à cantina.
Ao chegar à cantina Cátia encontra-se com Ana mais uma vez. Enquanto a pequena falava sobre os seus impulsos que estavam cada vez mais fortes a aluna de história lembra-se de que não chegou a ver quem lhe tinha ligado mais cedo. Retirou o telemóvel do bolso mais uma vez para ver finalmente quem lhe tinha ligado.
A aluna de culinária reparou que a sua colega ficou estranha quando olhou para o visor.
– Que se passa senpai? Aconteceu alguma coisa?
– Não nada. Porque perguntas?
– Ficaste estranha quando viste o telemóvel. – Um sorriso malicioso forma-se no rosto de Ana. – Não me digas que o Zoro-sensei te anda a perseguir por mensagens também.
Cátia faz surgir uma pequena bola de água na sua mão direita e usa-a para ameaçar a amiga.
– Deves querer tomar banho.
– Mas é que nem tentes. – Avisa pondo as garras pra fora.
Para sorte das duas ninguém reparara naquilo. Pois Franky estava a fazer uma das suas SUPER exibições diárias que apesar de serem todas parecidas sempre cativavam a atenção dos alunos. Especialmente a dos alunos de robótica que idolatravam o seu sensei como se fosse um deus.
Nessa tarde a usuária da Mizu Mizu o mi voltou a sair, mas desta vez não disse nada à sua colega de quarto. Apesar de estar chateada com a amiga, Ana também estava exausta devido ao esforço que fez durante todo o dia para controlar os seus impulsos. Por isso caiu num sono profundo assim que se deitou na sua cama e nem se deu conta da volta de Cátia.
No dia seguinte Ana esperava uma explicação da sua senpai, mas esta nem tocou no assunto.
***
Já era sexta-feira. Normalmente, acordavam as duas à mesma hora nesse dia, mas desta vez algo estava diferente.
Apesar da curiosidade e preocupação o orgulho da usuária da Neko Neko no mi alcançava níveis que nem ela compreendia ainda. As suas emoções estavam a ficar descontroladas e ela sabia disso. A aluna de culinária ignorou a sua senpai e saiu sem ela do dormitório.
Chocada com aquela atitude da sua kouhai Cátia tenta segui-la, mas perde-lhe rasto assim que sai do quarto. No entanto esta sabia que iriam ter aula de educação física juntas depois daquela e tencionava falar com ela nesse tempo.
Chegada a hora da segunda aula as duas encontram-se à entrada do ginásio.
A aluna de história repara que para além dos hematomas que a sua colega já tinha havia mais uma ligadura que não ali estava de manhã.
– O que foi isso Ana-chi?
Pergunta Cátia pegando na mão da pequena que a solta com um puxão de imediato.
– Agora já te preocupas?
– Desculpa, eu ia contar-te.
– Claro que ias. Tal como da outra vez.
– O que se passa contigo? Não tens de te preocupar comigo, pelos visto eu é que tenho de me preocupar contigo. Como é que achas que o teu pai vai ficar quando te vir? Tenta controlar-te Ana-chi, detesto discutir contigo.
Com aquelas palavras a aluna de culinária é invadida pela razão.
– Desculpa senpai, é que esta coisa toda da neko neko no mi está a dar cabo de mim, mal me consigo controlar. Hoje tive de espetar uma faca na mão porque o Sanji-sensei estava perto demais. Não sei o que fazer senpai. E para além disso as outras feridas não passaram. Tu sabes como é o meu pai, eu não quero ser responsável pela destruição de Grand Line.
– Calma eu estou aqui agora.
A rapariga abraçou a sua kouhai tentando acalmá-la, ela sabia o que estava a acontecer com ela.
– “Isto é mau. O que ele disse está mesmo a acontecer.” – Pensou Cátia.
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