Notas iniciais
Gente, este capitulo é bem curto e um pouco confuso. Leiam com atenção.

“Ótimo, meu primeiro dia de aula. O que eu visto? Como vou reagir a conhecer pessoas novas?Grande problema tudo isso.” Meus pensamentos estava mais bagunçados que tudo; e esses pensamentos não é de uma garotinha mimada sem a mamãe. É de uma garotinha confusa e frustrada.

9:15:

Me levantei por falta de sono.

Abri a janela e estava chovendo, coloquei uma roupa bem quentinha e confortável.

(Roupa de Luccy à http://www.polyvore.com/cgi/set?id=114391043&.locale=pt-br)

Peguei minha mochila já, mesmo sendo bem cedo e sai do meu quarto.

“Vou ver se a cantina já esta aberta, se não tiver vou sentar em uma mesa bem pequena e ficar por um tempo.”

Cheguei a cantina e tinha umas faxineiras limpando o chão, passei de modo que não atrapalhasse elas. Tinha uns alunos que era garçons, ou foi porque precisam pagar a mensalidade da escola, ou por castigo.

Tinha um aluno como garçom, com mais ou menos um 1,74 de altura, cabelos preto, branco mais nem tanto; ele estava discutindo com uma velha baixinha por volta de 53 anos...

Pude só ouvir os gritos dela “Sr. Lincoln, já te disse que não vai dar, pare de questionar comigo.” Quando olhei para mim mesma percebi que eu estava parada vendo a discussão; então andei rapidamente e me sentei em uma mesa com apenas duas cadeiras.

Olhei novamente onde estava aquela velha e o tal “Sr. Lincoln” e já não tinha mas ninguém lá.

–Estranho.. Falei baixinho.

Vi no meu relógio e já era 10:3. Logo menos as pessoas iam descer para tomar seus cafés.

–Olá. Uma voz estranho interrompeu meus pensamentos.

–Olá. Era um cara alto de cabelos grisalhos e um terno um pouco amassado cinza. Ele puxou a cadeira e se sentou.

–Você é nova aqui? Perguntou ele.

–Sou sim.. mas, quem é você? Me desculpe.

–Ah sim, que grosseria a minha, deixe-me apresentar. Me chamo Jacobs, mas para você é Diretor Jacobs.

–Ah, tudo bem..

–O que faz acordada logo cedo? Perguntou ele com um tom tão curioso que eu não pude responder sem gaguejar.

–É- é, e- eu ...

–Pelo jeito já conheceu minha amiga Sr.Jacobs. Falou Oliver chegando mais perto de mim.

–Ah sim, muito simpática ela. Não sabia que ela era sua amiga. Com licença. Falou o Diretor Jacobs se levantando e indo embora, as vezes olhando para trás.

–Ele é sinistro né? Falou Oliver já se sentando.

–Estranho, essa é a palavra certa. – Oliver sorriu.

–O que faz aqui tão cedo? Perguntei a ele.

–Não sou de dormir até tarde em dias de aula, e você?

–Estresse me trouxe até aqui.

Ele sorriu.

–E as novas companheiras de quarto?Como são? Se precisar eu bato papo com elas pra elas serem bem legais. Ele disse e piscou.

–São legais. Eu sorri. – Uma se chama Annie.. e a outra... Esqueci.

–Conheço a Annie, ela dava em cima de mim ano passado. Ele riu.

–Muito bonita ela. Sorri. – Jess. A outra se chama Jess. Alias, ela é sua irmã não é?

–Serio que você esta no mesmo dormitório que minha irmã? Que horror.

Eu ri e concordei com a cabeça.

–Se quiser mudar de dormitório fala com o Jacobs, ele vai mudar, aliás ele conhece bem minha irmã. Falou Oliver.

Fiquei pensativa, como assim “conhece bem minha irmã” ou talvez não seja nada de mais.

–Não será necessário. Sua irmã disse que você namora. E disse para mim te deixar em paz. Muito ameaçadora ela, não acha? Falei ironicamente.

Ele me olhou serio e deu u sorriso torto.

–Bem ameaçadora, não acha também? Ele riu e balançou a cabeça em forma negativa. – Não acredite nas bobagens que ela fala, ela é doida.

“ME LARGA CARA.” Ouvi gritos vindo do corredor.

–você ouviu isso? Perguntei me levantando.

–Isso o que? Você esta bem? Oliver se levantou e me olhou serio.

–Vem comigo. Então eu disparei na direção do corredor.

“Droga, me larga” Dessa vez a pessoa que gritou se acalmou, mais eu ainda conseguia ouvir seus gemidos de dor.

“Você não acha isso legal?” “Na próxima vez será bem no peito” O barulho vinha da sala 16. Corri até a sala 16.

Vi um garoto magro, alto e loiro pressionando um garoto na parede. Olhei para o chão e tinha sangue. Quando cheguei mais perto pude ver que o garoto que estava pressionando outro na parede estava enfiando um pedaço de madeira em sua barriga.

–Larga ele. Disparei em sua direção e empurrei ele. Ele era incrivelmente leve, eu consegui jogar ele do outro lado da sala. Oliver olhou assustado para mim. O garoto que estava com uma madeira na sua barriga caiu no chão ainda gemendo de dor.

–Calma, deixe-me tirar isso pra você. Então segurei na madeira e tirei de uma vez. O garoto não gritou,mais gemeu de dor.

–Isso não é entre você, é entre eu e ele. Sai fora daqui. O garoto alto falou vindo na minha direção. Oliver veio na minha frente e me jogou um pouco pra trás.

–Deixa ela em paz Gruver, ela ouviu os gritos do garoto e veio ajuda ló.

–Vai defender ela? Serio? Você viu como ela me jogou? Ela tem forças o suficiente pra lutar comigo.

Oliver balançou a cabeça negativamente.

“Gruver vá embora, eu faço ela esquecer, ela não sabe de nada.” Oliver falou muito baixo, mais ainda consegui ouvir.

Gruver olhou pra mim e depois pro garoto ainda no chão.

–Isso foi só um aviso Mat. E ele saiu da sala batendo a porta.

Cheguei mais perto do garoto ainda no chão e ele estava com a mão em sua ferida.

–Vamos chamar alguém, você pode sangrar até morrer. Falei tentando tirar a mão dele de cima da ferida para analisar.

–Não precisa, eu estou bem.

–CLARO QUE NÃO, VOCÊ ESTA SANGRANDO. Gritei estericamente.

Puxei a mão dele com força de cima de ferida e fiquei boquiaberta.

–Mais o que houve? Eu vi que tinha uma ferida enorme ai. Mas.. – Olha o sangue ao redor do chão..

Me levantei bem rápido de perto do garoto. Não tinha mais nenhuma ferida, e nem cicatriz. Sua pele estava ileso.

–o que você é? Perguntei incredulada.

–Eu resolvo isso. Falou Oliver –Só limpe esse sangue do chão. Vou ajuda lá a esquecer.

Oliver chegou perto de mim, colocou sua mão sobre meu rosto e falou:

–Você vai esquecer disso, a única coisa que você vai lembrar é que Gruver e ele estava brigando, Gruver deu um soco na barriga dele e ele vomitou um pouco de sangue. Mais logo depois você fez Gruver sair de perto dele e ele ficou bem. Então as pupilas dos olhos dele cresceram.

–Uau, belo soco na barriga que Gruver deu nele, não acha? Perguntei e ele concordou com a cabeça.

–Vamos voltar para a mesa que estávamos, logo logo vai ser a hora do café.

Então voltei para mesa com o Oliver me sentei ao lado dele e ficamos em silêncio.

–Me esculpe, não queria te fazer esquecer.

–Esquecer o que? Eu olhei confusa.

–Nada deixa quieto. Ele sorriu.

–Cheguei para a alegria de vocês crianças. Lorenzo sentou em uma mesa grande do lado da nossa e fez com que a gente fosse pra lá.

–Sua pupila esta bem dilatada Oliver. Andou fazendo alguns servicinhos?

Oliver o olhou e ignorou.

–Me conta Luccy, o que você e o Oliver fizeram aqui em baixo? Sua pupila aumentou e eu comecei a responder.

–Gruver e um garoto estava brigando, Gruver deu um soco na barriga dele e ele vomitou um pouco de sangue. E eu fiz Gruver parar de brigar com ele. Só isso.

–Para com isso cara. Oliver falou alterado.

–Espera.. – E como você separou o Gruver do tal garoto?

–Eu joguei ele pro outro lado da sala.

–Com ajuda de alguém?

–Não.

–Bom, Luccy por que você não vai dormir? Você parece muito cansada. Sua pupila aumentou.

–Você tem razão, amanhã eu venho pra aula.

Então subi as escadas e fui dormir.