Notas iniciais
Desculpem a demora pra postar, estive pensando em desistir da fic... Mas aqui vai mais um capítulo, espero que gostem. Boa leitura!

Alguns meses depois, após irem embora de Bogotá e chagarem em Manhattan — Nova Iorque, Emma e Regina passeavam em um parque de diversões juntas, alegremente. – Venham, senhoras e senhores. Tentem a sorte. – Disse o dono de uma barraca de jogo de tiro ao alvo. – Querem tentar a sorte, mocinhas? Tem prêmio! – Perguntou olhando para Regina e Emma. – Tudo bem, vou tentar. – Regina disse sorrindo, deu um beijo rápido em Emma e se aproximou da barraca, pagaram e lhes foram entregue uma espingarda. – Sabe como se segura? – Emma encostou-se no balcão enquanto olhava sua morena, que olhou a espingarda e voltou seu olhar para a loira. – Assim? – Perguntou segurando a espingarda com as duas mãos de um jeito acanhado. – Isso. – Acenou positivamente com a cabeça enquanto fitava Regina se preparar para atirar. Regina segurou a espingarda desajeitadamente e atirou. – Tem que mirar! – Disse Emma quando viu sua morena errando o primeiro alvo. – Estou mirando! – Retrucou sorrindo. – Não ria, posso mata-la. – Ameaçou e riu de si mesma por ter errado todos os alvos. – Você nem piscou. – Disse Emma pegando a espingarda da mão da morena enquanto ria. Segurou a espingarda ao lado do rosto, mirou e atirou, errou apenas um alvo. – Hum... Ganhamos algo? – Perguntou ao vendedor. – Sorte de principiante. – Disse para a morena que a fitava séria. O vendedor entregou a elas um pequeno tigre de pelúcia. – Eu quero tentar de novo. – Disse Regina olhando com um ar gentil e doce para Emma. – Mais uma vez. – Emma disse avisando ao dono da barraca. Regina pegou novamente a espingarda e dessa vez a segurou firme e confiante, levou a espingarda na altura dos olhos, mirou e atirou, acertando todos os alvos. Arqueou as sobrancelhas, sorriu e olhou para Emma soltando um riso.

– Aonde aprendeu atirar assim? – Perguntou Emma enquanto caminhavam juntas pelo parque, Regina segurava em seus braços um grande urso de pelúcia. – Sorte de principiante. – Retrucou. Emma a olhou, sorriu e depositou um beijo na cabeça de sua mulher.

***

– Pare! Só conhece a garota há seis semanas. – Disse um homem de olhos claros, cabelos arrepiados, barba por fazer e com um ar galanteador que estava sentado observando Emma. – Estou apaixonada! Ela é esperta, sexy, desinibida... Ela é espontânea, complicada, é a coisa mais linda que já vi. – Disse Emma enquanto treinava seus golpes contra uma oponente em um ringue de boxe. – Eu só me casei com a Tink depois de dois anos e meio. É preciso ter uma amizade sólida, o resto passa. – Disse se levantando e andando em volta do ringue, ao perceber que havia garotas atrás dele, virou-se para elas e soltou seu sorriso sedutor – Olá. – Disse à elas.

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– Não acha que está acontecendo um pouco rápido? – Perguntou uma mulher alta, morena, de olhos verdes enquanto escalava uma montanha. – Você me conhece, não faço nada sem refletir antes. – Respondeu Regina para a amiga, enquanto procurava o próximo lugar para apoiar e continuar subindo. – O que ela faz? – A morena perguntou. – Construção, é empreiteira bem-sucedida.

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– Se um sistema para de funcionar em Wall Street, lá está ela a postos. – Responde Emma ao seu amigo, enquanto leva uma chave de pescoço de sua oponente dentro do ringue. – Ela é o Batman dos computadores. – Continuou enquanto tentava se livrar do ataque.

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– Ela viaja tanto quanto eu. É perfeito, Ruby! – Regina tentava convencer à amiga enquanto escalava. Ruby a encarou desconfiada.

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– Emma, não vai durar mais do que seis meses. – O homem disse a Emma, sem se convencer da loucura que a amiga estava fazendo. – Killian... Eu a pedi em casamento. – Emma disse enquanto era derrubada por sua oponente. – O que? – Perguntou Killian atônito. – Eu vou me casar! – Emma disse com dificuldade, enquanto era pressionada contra o chão pela oponente. – Como? Não estou ouvindo. – Killian retrucou. – Eu vou me casar! – Tentou dizer de novo, enquanto protegia seu rosto dos ataques de sua oponente. – Não estou entendendo. Pare de bater nela! Ela já está dizendo besteiras. – Killian disse. – Eu vou me casar! – Gritou Emma.

– CINCO OU SEIS ANOS DEPOIS –

Em um típico bairro norte-americano, com ônibus escolar passando para pegar as crianças e leva-las para a escola, pessoas fazendo suas caminhadas matinais e outras recolhendo as folhas derrubadas pelos ventos de outono, entregadores de jornais passando com a bicicleta... Emma sai de sua casa vestida com um robe e com sua caneca com chocolate quente coberto de chantili e com um pouco de canela por cima e caminha até onde está o jornal, agacha e o pega. Olha pra frente e vê seu vizinho fazendo a mesma coisa, o homem acena a cabeça e solta um sorriso para Emma, que retribui com um sorriso de canto rápido e sem jeito, se vira e caminha de volta pra dentro de sua casa. Ao entrar escuta a chaleira soar. Regina termina de fazer seu chá, coloca-o em uma caneca, e sai caminhando pela casa enquanto toma.

Após tomar seu chá, Regina foi até o banheiro escovar os dentes, enquanto lia o jornal que Emma havia pegado. Emma entrou no banheiro, parou em frente a pia, tirou seu robe, e o pendurou no gancho ao lado da pia enquanto se olhava no espelho, o robe caiu no chão, ela o olhou e ignorou, voltou-se para a pia e abriu a torneira. – Precisamos trocar o filtro. – Disse mexendo na torneira. – O que achou do Dr. Whale? – Regina perguntou sem tirar os olhos do jornal enquanto saia do banheiro e ia para o quarto. – As perguntas dele eram meio banais. – Completou Regina enquanto se trocava. – Não tinham muita profundidade. – Continuou Emma, chegando no quarto e começando a se trocar. – E o consultório é muito longe. – Disse Regina colocando os sapatos nos pés. – Vamos pegar o horário de pico, não gosto disso. – Emma disse andando de volta pro banheiro, e antes de sair da vista, olhou para Regina soltando um sorriso e arqueando as sobrancelhas. – Então, está combinado? – Regina perguntou escorando a mão na parede, de frente a porta do banheiro, seu reflexo só de lingerie e saia brancos exposto no espelho. – Ok. – Respondeu Emma.

Já arrumadas e prontas para entrarem no carro para irem ao trabalho, Regina a avisa. – Ah, o jantar será às 19 horas. – Disse enquanto entrava em seu carro. – Sim, estarei lá. Ham, aqui. – Respondeu Emma entrando em seu carro. Logo, ambas saíram ao mesmo tempo, cada uma em seu carro, dirigindo-se ao trabalho.

***

– Se alguém ligar, estou com o chefe. Ligação do chefão, tarefa importante, sabe como é. – Dizia um moço de estatura mediana enquanto andava gingando. – De certo, não sabe. Pode me trazer um café? – Disse apontando para uma moça que estava parada conversando com um homem. – Bastante açúcar. Obrigado. – Continuou andando. – Olá. – Disse para o segurança enquanto seguia para o elevador. – Aonde pensa que vai? – Disse a secretária do chefe, que estava sentada em sua mesa, ao lado do elevador que levava a sala do chefe. – O chefe quer em ver. – O moço disse apontando para o elevador. – Ele já está vendo. – A secretária apontou o dedo indicador para a câmera que havia logo atrás do garoto. – Garoto, gente que trabalha aqui há 25 anos, nunca entrou naquele elevador. Tome. – Sorriu e entregou um envelope ao garoto. Que o segurou, com expressão duvidosa, e o abriu, tirou de lá um pedaço de papel e voltou-se para a secretária. – Esta é a tarefa? – Perguntou, a secretaria acenou positivamente com a cabeça e logo disse. – Agora saia daqui. – O garoto olhou para a câmera, e fez um sinal de positivo com o dedo polegar. Do outro lado da câmera, o chefe registrou o acontecido.

Notas finais
Críticas? Dúvidas? Sugestões? Por favor, não deixem de dizer, é a minha primeira fic, então preciso disso... Espero que tenham gostado... :D That's all, folks! :3