Mortal Love

13 Sequestrada


Notas iniciais
Demorei, mas voltei hahahahaha Primeiramente, queria agradecer e dedicar esse capítulo às pessoas que recomendaram: kiria semipotervorazes, Ficwiter e daniely durão moura u.u Obrigada, pessoas divaaaaaaaaaaaaaas *-* Fico mto feliz hahahaha Ok, podem ler u.u

Annabeth POV's

Fiquei extremamente ciumenta em relação a Rachel e estava pensando que meu ciúmes já estava passando dos limites. Mas eu até que tinha razão, já que depois eu perguntei a Percy sobre ela e ele e ele me disse que ela era uma namorada dele na adolescência e que os dois já haviam tranzado, tanto que foi ele que tirou a virgindade dela e eu o imaginava falando a ela o mesmo que ele disse a mim quando eu o contei que eu era virgem até namorá-lo. O problema não é o fato dos dois já terem se pegado loucamente em cima de mesas, dentro de banheiros químicos ou em motéis baratos, o problema é que os dois agora são melhores amigos e enquanto Percy dormia naquela noite depois de termos mandado ver no banho, peguei o celular dele e lá tinha algumas fotos que Rachel enviara a ele pelo whatsapp. Ok, agora vocês devem estar se perguntando "Mas qual o problema de ela mandar fotos a ele?", e eu respondo: "PORRA! As fotos são dela nua, totalmente nua, arregaçando aquelas pernas e mostrando toda aquela boceta arrombada!"

– Eu peguei seu celular para ver uma foto que havíamos tirado na casa da ilha e encontrei algumas coisas — Falei a ele quando ele acordou.

– Quais coisas? — Ele perguntou, meio desentendido, ainda sonolento porque havia acabado de acordar e eu culpei a lerdeza natural dele, claro.

– Rachel pelada — Respondi secamente e tentei encará-lo, mas ele desviou o olhar e perdeu a cor de seu rosto, assumindo uma palidez incrível.

– Eu tirei aquelas fotos dela quando ainda nos pegávamos às vezes depois do fim do namoro — Ele disse meio sem jeito e se levantou da cama, expondo aquele corpo definido e bronzeado — Vou excluir se isso é um problema — Ele pegou o celular no criado mudo.

– Não, não tem problema se você quer se masturbar com essas fotos ao invés de tranzar com sua namorada — Retruquei.

– Annabeth Chase — Ele se sentou do meu lado e pegou minhas mãos — Você é a menina que eu amo, e é isso que importa. O que eu tinha com a Rachel já acabou, será que você não entende? — Aquelas palavras me pegaram de surpresa — E pra que me masturbar com as fotos dela se eu tenho você em carne e osso? — Ele revirou os olhos e eu me aproximei para beijá-lo, mas ele se levantou com o celular nas mãos — Já excluí, não se preocupe.

Percy entrou no banheiro do nosso quarto da central e eu ouvi barulho de chuveiro elétrico, então ele havia entrado no banho, e agora eu me sentia mais que uma boba ciumenta. Eu me sentia estúpida, perdida, vadia, inútil e... Pecy me amava, eu sei disso, dava para sentir emoção verdadeira em suas palavras, mas às vezes eu não tinha certeza e essa inderteza e insegurança vinham por motivos muito bobos e agora eu devia desculpas a ele.

– Burra, burra, burra — Resmunguei, batendo em minha cabeça e me levantei, enrolada nos lençóis brancos da cama.

Fui até uma cômada com gavetas cheias de roupas para mim e Percy e peguei uma calça branca que ficaria bem agarrada no meu corpo, uma bata azul e calcei um par de tênis All Star preto. Peguei uma escova de cabelos azul que estava em cima do criado mudo e comecei a dar um jeito em meus cabelos louros, até que alguém bateu à porta.

– Pode entrar — Falei.

Quem entrou era ninguém mais, ninguém menos que Rachel, o que me deixou mais nervosa ainda e eu quis tacar a escova de cabelos na cara dela.

– Ah, Annabeth — Ela disse ao me ver — Essa escova de cabelos é minha, é que eu a esqueci aqui ontem de tarde, quando vim deixar mais trocas de roupas para você e para Percy — Ela estendeu a mão para que eu entregasse a escova e eu fiz aquilo rapidamente, querendo me livrar daquele objeto que pertencia a ela — Obrigada — Ela disse com um sorriso lindo e enorme, com dentes brancos, enfileirados e perfeitos e saiu do quarto, fechando a porta.

Resmunguei um palavrão e peguei um livro em cima de um dos criados-mudo e o atirei contra a parede, dando um grito de "Ah" com uma voz grossa. Depois me dei conta de que o livro que eu havia jogado na perede era meu novo exemplar do livro "A Seleção", o que me fez correr em direção a ele e pegá-lo logo do chão. Acariciei a capa do livro e depois cheirei as folhas... Perfeito.

"Sem que eu esperase, um calor me subiu pelo corpo. Ele queria que seu primeiro beijo fosse comigo."

Li aquela primeira frase da página em que eu havia parado e fiquei anciosa para ler o resto. Reli aquela frase, e o fiz novamente e novamente, até que passei para a próxima frase e eu esperava anciosamente um beijo de Maxon e America, mas, quando ia começar a próxima frase, Percy abriu a porta do banheiro.

– Na banheira cabe mais um — Percy falou e eu entendi o recado, largando o livro em cima da cama e indo em direção ao banheiro, onde Percy estava parado totalmente nú à porta, o que me deixou louca e eu já imaginava as coisas que faríamos na banheira.

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Tudo entre mim e Percy se resolveu rapidamente com algumas... Coisas. Se é que me entendem? Tipo, ele é muito bom de cama e acho bem difícil ter alguém melhor, mesmo não tendo experimentado mais nenhum.

– Amanhã eu quero que você fique aqui em segurança — Percy me disse quando eu já estava apenas com um roupão branco, sentada na beirada da cama, passando loção no meu corpo.

– Já falamos sobre isso e eu vou com você — Respondi secamente.

– Não importa, eu é que decido isso. Não Joffrey ou qualquer outra pessoa. Eu que sou seu namorado — Percy insistiu, achando que poderia me impedir de ir ajudá-los.

– Não sou boa o suficiente para ir? — Os burros cedem, os espertos fazem chantagem emocional.

– Você é excelente! Em tudo o que faz! Você é perfeita — Percy sentou-se a meu lado e tentou pegar minha mão, mas eu a tirei de seu alcance e me levantei. Ele não pode me comprar com palavras — Mas é que há grandes chances de eu te perder lá e eu não conseguiria viver sem você — Senti sinceridade na voz dele, mas eu queria ajudar, eu precisava ajudar.

– Mas sou boa em estratégias — Eu não cederia.

– Então vá até uma sala daqui ou à biblioteca e monte uma boa estratégia, depois explique-a a todos e fique aqui.

Aquilo foi o fim para mim. Ele queria que eu ficasse sentada em uma biblioteca, fazendo mapas e desenhos de posigões estratégicas para eles usarem e montando armadilhas e depois passasse para todos eles, para que colocassem em ação enquanto eu esperava pela volta incerta deles assistindo a um programa idiota de televisão ou lendo um livro? Não, eu nunca faria isso.

– Eu vou — Insisti — É a minha vida.

– É A MINHA — Percy gritou com uma voz grossa e esmurrou a parede, me assustando — VOCÊ É A MINHA VIDA, PORRA! — Ele gritou novamente e foi em minha direção, me pegando pelos braços e me sacudindo — É tudo pra mim — Ele me largou e eu toquei seu rosto, dando-lhe um beijo.

– Mas é a minha vida também, e eu decido o que faço — Falei, ainda tocando seu rosto e ele se afastou.

– Acho melhor a gente terminar — Percy sugeriu com uma voz triste e desanimada. Ele não podia estar falando sério; tinha que ser brincadeira. Senti meus olhos margeados por lágrimas prestes a cair e fiz força para não deixá-las rolar agora — Você tem que ir embora.

Eu estava lutando contra mim mesma para que as lágrimas não caíssem agora, mas não aguentei e deixei-as rolar, mostrando todos meus sentimentos do momento nelas, esperando que quando Percy as visse, mudasse de opinião em relação àquilo. Ele estava terminando comigo por quê? Não fazia sentido.

– Nunca mais brinque com o coração das pessoas — Essas foram minhas últimas palavras. Peguei meu livro que eu havia deixado em cima do criado-mudo, minha bolsa com tudo o que era necessário para viver (com exceção de Percy) lá dentro e saí, deixando-o para trás.

– Annabeth — Ele me chamou, tentando me impedir. Mas era tarde demais. Meu orgulho estava ferido — Não é bem isso o que eu quis dizer.

Virei-me para ele, sabendo que meu rosto estava vermelho por causa do nervosismo e não consegui me controlar.

– Não quis dizer o quê? Você me iludiu. É por isso que sempre evito me apaixonar — Peguei um vasinho de flor que estava em cima de uma prateleira do corredor e atirei contra ele, mas ele desviou, não sendo acertado por pouco — Vá se foder! Ou melhor, vá foder Rachel! — Mostrei os dedos do meio e segui em frente.

Acabei esbarrando com Thalia, que ria.

– Uau, Annie! Percy mereceu — Ela brincou, mas aquilo não tinha graça.

– Não era pra vocês rirem — Retruquei e fechei a cara. Não queria ficar ali por mais nenhum segundo.

Logo eu estava do lado de fora da central, eu ligaria para um táxi e voltaria para o acampamento, já que voltar para casa colocaria minha mãe em perigo novamente e ela acreditava que eu estava no acampamento, não sabia de Percy e nem de agentes do FBI.

O táxi não demorou a chegar, o que eu gostei, já que queria evitar Percy, que vinha correndor atrás de mim.

– Eu gostaria de ir para... — Comecei a falar, mas fui interrompida pelo motorista.

– À central Black Bull, mocinha — Uma voz desconhecida e masculina falou.

Olhei para o retrovisor e vi que não era o taxista que eu conhecia que estava dirigindo aquele carro. Gritei, mas ninguém podia me ouvir. Então peguei meu celular e, quando estava digitando o número de Percy, um homem armado apareceu da parte de trás do porta malas e apontou uma arma para minha cabeça.

– Melhor não — Ele disse com um sorriso amarelo e depois pegou meu celular, caindo na risada junto com aquele motorista idiota.

O que realmente me preocupava era que Percy não sabia que eu estava indo para a central e amanhã eles explodiriam aquele local, e talvez eu fosse explodida também. Eu tinha que dar um jeito de pegar meu celular novamente.

Notas finais
Adeeeeeeeeeeus u.u quero no mínimo 8 comentários huahaua