Notas iniciais
Isa-chan: Olá leitores e leitoras!! :33 ( Pensamento: Não me matem, Não me matem) Lynn: ... Isa-chan: '-' *Tutum tutum* Lynn: MATEM-NA!!! Todos: AAAAAAAAAAAAAAAAH *Começam a tacar fruta,ovo, farinha* Isa-chan: NOOOOOOOOOOOOOON!! OH GOSH HELP ME!! Bianca: Melanciaaaa * Taca uma melancia na Isa-chan* Isa-chan: Ótimo agora sou uma refeição completa Ò.Ó Bianca: Quem mandou atrasar? u.u Melina: Hã... Sua cara está redonda e verde Isa-chan... Isa-chan: Ah sério? :> NÃO É MINHA CARA!! É UMA MELÂNCIA! Entendeu?*--* Lynn: Pensei que fosse su... Isa-chan: Pensou que fosse o que? :> Michelle: Eu, hein? Que mau humor é esse pessoa? Isa-chan: Eu? Mau humor?? Que nada! Eu tenho uma melancia na cara, mas não estou com mau humor olha minha cara de felicidade :> :> :> Se é que você PODE VER a minha cara!! Lynn: Você tem que ver mais o lado bom da vida! Ser mais feliz! Isa-chan: Eu não ficaria muito feliz no seu lugar Lynn: Ora porque não?Ah... Eu acho que eu entendi...º-º Melina: Eu também...º-º Michelle: ? Michael e Jack: Olá meninas huhu~ Fenik: ROAAAAAAAAAARRR Michelle: Jack... Porque você trouxe o seu dragão? Jack: Ah Nada não :> Michael: Obrigado Sra. Maria por limpar e polir meu machado *Sorriso fofo* Velhinha: De nada bom rapaz! Todos: . . . *Velhinha vai embora* Todos: MAS O QUE??? Michael: O QUE FOI BANDO DE GENTE PREGUIÇOSA? NÃO TEM O QUE FAZER DA VIDA NÃO? VÃO ARRUMAR TRABALHO, CATAR COQUINHO E NÃO ENCHEM MINHA PACIÊNCIA SENÃO EU CORTO SEUS CÉREBROS AO MEIO! Todos: -Ufa! - Achei que ele tinha endoidado. - Eu também... - Que bom que ele voltou ao normal. - Pois é! Caso contrário teríamos que interna-lo. - Eu tinha me assustado. - O Michael modo fofinho é assustador cara. - Nem me fale! Michael: '-' Bando de gente maluca... ---------- Voltando ao climax----------- Sophie: Olá pessoal o/ Lynn: Fuja Sophie!!! Sophie: Ora... Porque?Acabei de che- *Atropelada pela desesperadas Lynn, Melina* Jack e Michael: VINGANÇA DAS COXINHAS DE FRANGO!!! Rodrigo: Aliás... Como eles voltaram a forma humana? Ou melhor como eles não estão a barriga da Sophie neste exato momento? O.O Isa-chan num cantinho afastado: Eu também fui culpada deles terem virado coxinha, mas a vingança não vai pra mim senão eles perdem o trabalho! Garotos espertos! ;] Bianca: Ah é, é? Vou contar tudo para as meninas! Você vai se ferrar! ;P Isa-chan: PESTINHA! Enfim, Boa leitura! VOLTA AQUI SUA PESTINHA!!

– Não pode ser... – Murmurei inconformado. – Como eu pude deixar escapar uma suspeita sem orelhas de elfo que estava bem embaixo do meu nariz..?

– Êh Lynn! Como foi esquecer das orelhas? Era a parte mais importante do disfarce. – Michelle cruzou os braços em forma de reprovação.

– Fique quieta que você também não tinha notado. – Olhou de lado para ela que deu um assobio fingindo não prestar atenção nas palavras da capitã. – Agora você vai ficar chorando pelo leite derramado ou vai lutar logo comigo? Sabe o dia é curto e quero ir logo pra cama, já trabalhei demais. – Voltou o olhar para mim e em seguida deu um bocejo.

– E hoje eu vou sair com meu namorado. – Disse Michelle fazendo alguma magia para ver o horário.

– E eu estou com fome! – Reclamou Sophie.

– Senti-me super importante agora. – Fui irônico. Como elas podiam ficar tão calmas em frente ao um inimigo? Elas estavam me subestimando?

– Ué, Michelle... Você não estava afim do príncipe? – Lynn perguntou confusa com o comentário anterior da rosada.

– Ah! Se ele me chamar pra sair, eu desmarco com o meu namorado. Problema nenhum.

– Bem... Vamos começar essa luta logo que agora eu também quero ir embora. – Falei dando uma indireta.

A capitã não soltou a voz, apenas mexeu os lábios formulando uma frase que eu entendi por "Mostre me o que sabe" dando um sorriso confiante logo em seguida. Ela realmente estava me subestimando e isso me deixava raivoso.

Preparei minha posição de batalha. Segurando a espada com a mão direita na frente de meu corpo e com os pés afastados. Como um relâmpago, corri em direção da bruxa para logo acertar-la pelo pescoço em um movimento de alçar a espada em punho, mas ela se esquivou facilmente. Com um simples estralo de dedos ela desapareceu bem diante dos meus olhos. Aparecendo logo atrás silenciosamente, pronta para dar o golpe final. Mas eu não era tão burro e o que ela achava que era silencioso para mim era nitidamente notado. Fingi não perceber sua presença por trás e quando ela se preparava para atingir minhas pernas com um item conjurado, eu saltei dando um mortal. E assim ficamos frente a frente outra vez.

– Você realmente tem uma boa audição. – Olhou para mim desanimada.

– Isso complica pra você? – Dei um ar de deboche.

– Sim, significa mais tempo longe da cama. – Falou decepcionada.

– A pior parte está comigo, já que tenho que ouvir suas reclamações desnecessárias. – Me irritei com falta de preocupação da bruxa.

– Hoho Alguém ficou irritado aqui. Achei que vossa ALTEZA fosse mais paciente. – Provocou-me ao perceber minha alternância de voz.

Respira Jack. Respira. Acalma-se. Não dê ouvidos a um ser tão traiçoeiro.

– Não com pessoas mimadas e despreocupadas igual a você.

– Que rude. Pensei que fosse mais gentil com damas. – Falou zoando a minha cara.

– E eu pensei que estava com pressa.

Ela pareceu não gostar do comentário.

– Está bem, está bem. Mas que pena. Se você fosse mais gentil comigo, talvez eu te poupasse.

– Eu não preciso que uma bruxa me poupe. Não preciso da sua misericórdia. Não me subestime, eu não sou novato. Luto desde meus cinco anos de idade. – Respondi seriamente.

– Hunf! Grande coisa. Se achares que míseros treze anos de treino são muita coisa, não deve imaginar o quanto eu... – Fez uma breve pausa. — Já que está tão confiante então, como eu disse antes, mostre-me o que sabe.

Ela mudou o assunto. Hum... Quase que deixa escapar uma informação.

Corri em sua direção velozmente e comecei a dar cortadas com a espada tentando acertar-la a todo custo. Mas não importava qual rápido nunca iria ganhar a magia. Bastava apenas ela pensar em se esquivar que se já se realizava. Não iríamos a lugar algum se continuássemos com aquele ritmo. Já que ela também não conseguia me acertar, pois eu previa o movimento antes dela o fazer. Amo minha audição.

Por um instante ela pareceu ficar perdida em pensamentos e foi aí que eu aproveitei o seu momento de desconcentração e fiz outra cortada com a espada. Quando percebeu o movimento que eu ia fazer, ela rapidamente se esquivou, mas eu acabei fazendo um corte em seu braço direito. Ela contorceu um pouco o rosto com a dor e despertou totalmente de seus pensamentos.

Ela começou a recitar palavras desconhecidas para o meu vocabulário e no instante seguinte dezenas de clones dela apareceram ao meu redor.

– Ah Por favor. Esse feitiço já virou um clichê faz tempo. – Ridicularizei.

– Eu gosto dos clássicos. – Falaram as dezenas de "Lynns" em unisse.

Ela realmente não deveria ter informações a respeito de nós, elfos. Pois se tivesse não teria usado um feitiço tão inútil.

Todos os seres vivos possuem uma aura de presença. E os elfos possuem uma magia básica de defesa que possibilita a percepção dessas auras. Usamos essa magia em situações necessárias, como por exemplo, situações de perigo. Podendo senti-las a uma grande distância para prevenir ataques de surpresa. Cada ser vivo possui um tipo diferente de aura, com freqüência e formatos de ondas variadas. Graças a isso podemos gravar a aura de alguém e consequentemente definir quem é. E o que tudo isso tem haver com a luta? Simples. Clones não possuem auras.

Fechei os olhos e procurei sentir a única aura dentre todos aqueles clones. Captei. Antes de abrir minhas pálpebras pensei se deveria fingir não saber onde ela estava, mas percebi que seria uma ideia ruim. Bruxas são espertas. Ela observa muito bem as feições do adversário. Então ela descobriria que eu sabia seu paradeiro. Levei meus orbes azuis até o local em que garota dos cabelos longos estava, inclinando levemente a cabeça. Passei a mão em meus cabelos negros e dei um sorriso de canto, confiante. Uma mania que tenho quando estou sentindo a vitória.

Em menos de um segundo eu já voava para cima dela. Eu fingi um ataque errado pela sua esquerda, fazendo com que a espada escapasse da minha mão, voando alto e prendendo-se num galho de árvore.

– Esse era seu ataque brilhante, depois de falar para não te subestimar? – Tirou sarro.– Como eu sou alguém muito legal, eu espero você buscá-la.

Não falei nada e comecei a escalar a arvore. Era uma arvore enorme e a espada acabou presa num dos galhos mais altos. Perfeito. Tudo de acordo com o plano.

Eu havia propositalmente atingido a arvore mais alta do lugar para que suas folhas tampassem totalmente a visão da feiticeira sobre mim. Peguei a espada e a coloquei de volta na bainha. Por entre as folhas eu conseguia ver a capitã, mesmo que pouco, era o que precisava para dar o golpe final.

– Arcus – Falei silenciosamente.

Logo um arco blindado dourado apareceu junto com as flechas dentro da aljava atrás de minhas costas. Elfos podem não usar feitiços ou magias de ataques, mas que podemos conjurar armas podemos!

Coloquei a flecha no centro do arco, posicionando-o de forma horizontal como uma besta, puxando a flecha até o limite e depois de respirar fundo e ter a inimiga em minha mira... Soltei-a.

Ela atravessou a folhagem rapidamente e atingiu o alvo em cheio. A perna. A garota soltou um grito agudo e caiu de joelhos no chão. Nesse momento, eu saltei do grosso galho, me arranhando um pouco. Abafei um pouco a queda e fui onde "a presa" estava. Empurrei, derrubando-a de costas para o chão, ficando sobre ela e por fim segurei fortemente seus pulsos a impedindo de realizar magia. Dei meus típicos sorrisos confiantes e disse por fim:

– Venci.

A garota ficou totalmente sem reação, olhando incredulamente para mim e com as bochechas um pouco mais rosadas do que o normal. É igual a todas. Muito fáceis.

Ouço a voz da outra bruxa que assistia a luta.

– Mas o que é isso!! Não é justo! É assédio! – Reclamou Michelle. — Pô Jack! Como pôde fazer isso comigo? – Choramingou.

– Nem vou falar nada... – Meu sorriso de vitória se desfez. Acabou com a alegria.

De repente sinto uma paralisia atravessar meu corpo. Olhei para a bruxa dos cabelos castanhos, ela estava com a mão estendida para frente.

– Ei!! O que está fazendo? – Perguntei nervoso.

– Parece que eu venci. – A líder mudara sua feição para uma debochada.

Larguei os pulsos da bruxa involuntariamente. Estava sendo controlado.

– Isso... Isso é trapaça! – Protestei.

– Você que é muito ingênuo para pensar que lutaria legalmente sendo que estamos em maior número. Saiba que em um campo de guerra não existem regras, e vale tudo quando a questão é sobreviver. – Levantou-se com dificuldade graças ao ferimento.

Senti a raiva se acumular em meu peito. Era como meu pai disse. Como pude ser tão burro a ponto de confiar na palavra de uma bruxa?

– Mas até que você é bem espertinho. Esse ferimento vai torrar uma parte considerável de magia para curar.

– Trapaceira. Eu odeio seres trapaceiros como você. – Olhei raivoso para meus punhos.

– Ah fico lisonjeada. – Levantou meu queixo, sendo obrigado a olhar seus grandes olhos prateados. – Agora você será meu servo. – Levantou.

– Recuso-me!

– Meu "querido" você não tem essa opção. – Sorriu severamente.

Precisava chamar Fenik. Elas não teriam chance com ele. Nenhum ser mágico tem chance contra os dragões. Mas eu estava paralisado por magia, e ainda por cima seria levado para o território delas. Maldição.

– Mas Lynn!! Com essas orelhas enormes que ele tem, se nós o escondermos no nosso navio, eles vão descobrir que você levou um elfo para nossa terra! E se a noticia for levada até Henrietta, vamos ser presas!! – Falou a rosada apavorada.

– Acalme-se Michelle!! Deixa de ser desesperada! Eu confio muito bem na minha tripulação. Eles nunca contariam e outra coisa, a notícia não vai chegar até os ouvidos de Henrietta pelo simples fato dos guardas nunca virem atrás de nós. Existem centenas de tripulações em Morgan Le Fay. Porque viriam justo na nossa?

– Tripulação...? Navio? São piratas agora?– Perguntei confuso.

– Mas é claro que não somos piratas! Endoidou? – Lynn olhou incredulamente.

– Não sabia que bruxas tinham tripulações! Pra mim isso é pirataria! – Defendi-me.

– Você realmente não sabe nada sobre nós. – Balançou a cabeça.

– Ainda acho que não devemos nos descuidar... – Comentou por fim a bruxa dos cabelos cor de rosa depois de pensar um pouco.

– Ela tem razão, Lynn. – Falou agora a bruxa de cabelos castanhos.

– Está bem, está bem! Mas não podemos deixar ele ir, ele viu nossas faces. – Caminhou de um lado pro outro, pensando. – Ah! Já sei! – Parou e olhou para as outras. – Vamos transformá-lo!

– Boa idéia! – Falaram animadas.

– Não estou gostando do rumo dessa conversa...

– Não se preocupe, não vou transformá-lo em sapo. – Andou até ficar a um passo da minha frente. – Sophie, meu grimório.

– S-sim. – A garota foi rapidamente buscar a bolsa e retirou de dentro um livro grosso de capa escura e tinha aparência de ser bem antigo. Entregou à líder que logo abriu as páginas amareladas e recitou as escrituras.

Apareceu um grande circulo mágico ao meu redor. De inicio nada aconteceu só que de repente comecei a me sentir estranho e percebi que a bruxa ficava cada vez maior. Esfreguei os olhos para ver se eu não estava enxergando coisas demais e quando me dei conta...

– Hã? Mas que é isso? Eu tenho pêlos? – Olhei para minhas mãos. – E Patas? Espera aí... Eu virei um gato??

– O que você disse? – Lynn me olhou ferozmente.

– Que eu virei um gato? – Não entendi.

– Como pode dizer isso? Como pode desonrar um ser lendário? Como alguém pode ser tão sem cultura? É o apocalipse! – Respirou fundo. – Não é um gato!! É um gaft! Um ser lendário de pelagem cinza-azul e que tem a capacidade de ler mentes e sentir as emoções de outros seres! – Fez uma pausa. -Diferentemente de vocês elfos, as bruxas têm cultura.

– Sério? Pensei que fosse um gatinho azul. – Michelle foi até minha direção para me acariciar. Sai fora.

– Hã... O que você dizia? – Ri da cara da feiticeira dos cabelos azuis.

– Michelle... Eu vou te socar. – Lançou um olhar mortal para a amiga.

– Credooo!!! Que mau humor! É apenas um gato de pelagem diferente e com super poderes, oras!

– O que? – Seu olhar ficava cada vez mais medonho. Respirou fundo. – Michelle, hoje você está batendo o recorde. Se você disser que ele é um...

– UM SUPER GATO! Ai minha feiticeira, você virou um super herói, sempre quis ver um!

Vou contar um segredo para vocês, leitores. Ela é doida. Acho que nem era um segredo.

– Com licença... – A azulada retirou a espada da bainha presa em minha cintura. Mirou em seu peito. – Sophie, avise ao conselho.

– Como quiser capitã!

Pov. Lynn

– Calma!! Eu só estava brincando! Não precisa se matar Lynn! – Tirou a espada da minha mão.

– Tem razão... É mais preferível que eu te mate.

– Capitã...

– O que foi? – Dirigi o olhar para a morena.

– O príncipe... Ele... Fugiu...

– E daí? – Cruzei os braços. – E daí que ele fugiu? Ele... Ele... ELE O QUEEEEEEEE???

– ELE FUGIU CRIATURA!! – Gritou a rosada.

– EU SEI!! EU OUVI!! – Gritei de volta.

– ENTÃO POR QUE PERGUNTOU?

Controle-se. Controle-se, Lynn. Não acabe matando uma certa rosada.

– AI DEVE TER SIDO ESSA SUA MENTE DESMIOLADA QUE ASSUSTOU ELE!

– Gente... Acho que devíamos procurar por ele... AO INVÉS DE FICAR BRIGANDO POR QUE EU QUERO VOLTAR PRA CASA LOGO E COMEEEEEEER – Enlouqueceu a bruxa espiritual, Sophie, puxando os cabelos.

– Está bem, está bem. Vamos logo. – Caminhei alguns passos. – Ele não deve estar muito longe. Michelle! Procure pela direita e use seus sentidos.

– Certo.

– Sophie! Vá pela esquerda e invoque um dos seus espíritos que percebe auras.

– Como quiser capitã!

– Eu vou pela frente com o detector de batimentos cardíacos. Encontrando ou não, voltem para este lugar quando eu der o sinal.

Assentiram e logo sumiram da minha vista. O céu começava a escurecer. Mal sinal. Os estranhos acontecimentos que ocorrem durante a noite na floresta poderiam acontecer. Precisávamos ser rápidas.

Lancei-me numa magia que era capaz de detectar batimentos cardíacos próximos. Comecei a me locomover sobre a terra úmida. Ouvia batimentos de vários animais presentes na mata. Conheço todos os tipos, assim saber qual era o elfo seria uma tarefa fácil. Como estava transformado em um ser lendário de pequeno porte, e provavelmente correndo, seu coração estaria numa frequência muito alta, cerca de trinta batidas por segundo. Um coração capaz de bater em nanossegundos, ultrapassando até aves como o beija-flor. Nenhum animal daquela floresta poderia chegar a esse nível.

– Aonde você se meteu? – Resmunguei nervosa.

De repente pela primeira vez ouço uma freqüência nunca antes vista por mim. E mesmo sabendo daquele ditado "A curiosidade matou o gato", não pude evitar procurar por onde ela vinha. Quando o barulho começa a ensurdecer meus ouvidos, finalmente ouço uma pronúncia. Mas ela era irreconhecível para meu entendimento. Droga. Agachei ao lado de um tronco velho de arvore caído, e tentei espiar. Havia alguém ali, ou melhor, dois. Conversavam tão quietamente que pareciam falar de algo proibido. Escutei atentamente para poder reproduzir a conversa para a senhora Louhi. Ela deveria saber aquela língua estrangeira. A bruxa mais sábia e poderosa do território Morgan Le Fay.

Um que trajava uma roupa estranha, com armaduras e uma mascara preta deixando apenas os olhos de fora, chegava perto de meu esconderijo, estava sem saída. Se eu levantasse, ele me veria, se ficasse no lugar me veria também. Se dos dois jeitos vou ser vista, a primeira opção parece ser mais atraente. Mas como o azar sempre me persegue, ao fazer o que a primeira opção sugeria meu calcanhar ficara preso no solo.

– Malditas larvas. – Resmunguei ao olhar as larvas que saiam da terra prenderem o meu calcanhar. As chamadas larvas famintas. Se ficar muito tempo sentado num local úmido, ao sentir o cheiro de carne elas vão começar a subir para superfície e te enrolar até que morra para assim elas poderem se alimentar.

Uma história muito boa, não acham? Quem não gostaria de ser comido por larvas?

Mas meu maior problema não era aqueles bichos nojentos.

– James, temos uma pequena visita. – O homem de armadura olhou-me dos pés à cabeça. — De uma adorável bruxa, alias.

– Você está falando minha língua... – Disse num sussurro.

– Sabia que espiar os outros é feio? – O outro homem que aparentava ser mais novo, retirou um objeto metálico da cintura.

Tentei fugir, mas as larvas me apertavam mais ainda. Tentei usar magia para me desvencilhar delas, mas o homem mais velho segurou meus pulsos antes que pudesse perceber. No instante seguinte, o rapaz mais novo estava a cinco passos de distancia. Fechei os olhos, tentando relembrar algum encanto mágico, mas ao sentir uma sensação fria na testa, abri-os rapidamente. Aquele objeto metálico estava encostado em minha testa. E um sorriso infiel encontrava-se no rosto daquele sujeito.

– Atire logo James.

Continua...

Notas finais
Lynn: Achei que eu fosse morrer! Obrigada Rodrigo e Peter por segurarem e acalmarem eles. Peter e Rodrigo: Disponha! ^-^ Bianca: Olha, Lynn... Acho que você... meio que... Perdeu o seu trabalho... Lynn: Hein? Por que?? Bianca: Você vai morrer na história... Então não vai ter mais o seu papel... (Pensamento: E eu vou ser a principal outra vez! Eu sou uma estrela! MUAHAHAHA!) Que chato né? ;/ Lynn: Eu não posso morrer!! Estamos no capítulo 3 ainda! E eu sou a personagem principal feminina desta história! Não é Isa-chan?? Você não vai deixar o pobre do Jack solteiro, né? Jack: O que será que ela quis dizer com isso? Isa-chan: Hã... Eu não sei de nadaa!! Bianca: Mas ta na cara que você vai morrer! Talvez só tenha mais um capítulo e acaba a história... Mas não se preocupe! Você pode entrar com personagem terciária na minha história ^u^ Lynn: O que??? Entrar no World of Dolls?? Dolls?? Ah faça me favor! Que história mais entediante e infantil! Você faz papel de que? Barbie Girl? Hahahaha E o Michael faz de Ken!! Hahahahah Hum... Um Ken um pouco diferente... talvez um mais maniaco por sangue quem sabe... Bianca: '-' O QUE VOCÊ ACABOU DE DIZER SUA SUA SUA BRUXINHA DE MEIA TIGELA!!! A MINHA HISTÓRIA NÃO TEM NADA DE BARBIE!! TEM MALDIÇÕES, BONECAS ASSASSINADAS, E MUITO DRAMA! Diferentemente da sua que conta histórias da mula sem cabeça, curupira, iara! E que tem esses passarinhos fantasiados de dragões, nem são grande coisa! O machado do Michael é muito melhor! Lynn: VOCÊ NÃO TEM CULTURA??? É MITOLOGIA MINHA QUERIDA!! E O DRAGÃO DO JACK PODE MUITO BEM QUEBRAR O LINDO MACHADO DO SEU AMIGUINHO! NÃO É JACK?? Bianca: ANTES DISSO ELE PODE CORTAR O PESCOÇO DO LAGARTINHO COM ASAS QUE O SEU AMIGUINHO TEM! NÃO É MICHAEL? Isa-chan: Na verdade eles não são amiguinhos... Jack e Michael: Nos incluam fora dessa -.-' Michelle: Teremos outra briga! Nunca falta yuupi! * come pipoca* *Isa-chan, Melina, Sophie e Paty olham para o balde de pipoca* Michelle: Nem vem!! É M-E-U!! E de onde a Patricia surgiu?? Paty: Oi! ^^ Lynn e Bianca: AAAAAAAAAAAAAH TOMA ESSA E ESSA!! AAAAAAAAAH Jack: Comentem o que acharam da história!! Mandem reviews por favor!! Senão a Isa-chan entra em depressão e desconta do salário da gente! º-º Até a próxima o/