Mortíferos

13 Capítulo XII – Escapando


Notas iniciais
*u* Obrigada pelos comentários e favoritos

— Acabei de saber que estão cometendo séries de assassinato por toda Xainen. E o pior é que estão culpando os magos com o toque da morte que são fugitivos. — Falou Alec.

— Que horror! — Exclamou Sally.

— Ouvi dizer que estão pensando em nos exterminar. Estão nos desprezando mais do que nunca. — Disse James.

— Estão nos caçando pelo Reino inteiro com os melhores magos. — Falo Alec.

— Então, acho que teremos de fugir. A questão é: fugir para onde? — Disse Sophie.

— O que importa é fugir deles. Fugir deles de todas as maneiras possíveis. — Declarou Thalia.

— Ficarei com Lizzie. — Disse Sally a abraçando.

— Fico com o Alec, que é bem forte para me proteger e o James que pode fazer a gente aparatar. Não que eu precise, é claro, afinal, tenho o poder da invisibilidade. Sophie quer se juntar a nós? — Perguntou Thalia.

— Vou ficar bem sozinha. Além do mais, com muitos magos juntos, seríamos notados.

— Não precisa ficar sozinha, querida. Se quiser, junte-se a nós, assim ficamos em números iguais. — Disse Sally com um ar preocupado.

— Tudo bem, eu posso ficar sozinha. Não se preocupem comigo.

— Temos que ir agora! Eles estão vindo. — Anunciou Thalia.

Todos se apressaram para a saída dos fundos da casa para poder fugir. Porém, Sophie e James permaneceram no mesmo lugar.

— Vai mesmo ficar sozinha, Sophie? Tem ideia do quanto isso é perigoso? Você só pode estar louca. — Disse James com o tom de voz alterado.

— Calma. Será o melhor para todos.

— Com certeza não será o melhor para você. — Ele se aproximou dela. — E muito menos para mim. — Ele sussurrou já muito próximo dela.

O coração de ambos batia aceleradamente naquele momento, os dois se olhavam de forma intensa. Até que ele a beijou, um beijo que precisava ser lembrado pelos dois. Beijavam-se como se fosse a primeira e última vez. Necessitavam daquilo.

— Apenas prometa que ficará segura. Preciso de você segura. — Disse James a abraçando.

— Prometo. — Disse gaguejando um pouco.

— Até mais, Sophie. Isso não é um adeus definitivo. Lembre-se. — Disse beijando sua testa e seguindo para fora.

E Sophie seguiu seu caminho com um sorriso no rosto, mas um aperto no coração.

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— Majestade, nós fomos informados de que está ocorrendo uma série de assassinatos em todo o Reino. Os magos estão desesperados, nunca houve algo assim.

— Só pode ser ato daqueles magos com o toque da morte. Eu sabia que devia ter os caçado e os trancado na instituição. — Disse o rei levantando de seu trono. — Vamos dar o fim nesses magos espoletas, exterminar todos. Desde sempre, eles apenas nos causam problemas. Quero todos sendo queimados vivos. Quero ver o sofrimento estampado em seus rostos. Eles merecem sofrer.

O guarda se assustou com a decisão do rei, mas assentiu e foi dar a ordem ao exército real.

— Soldados, nossas ordens são caçar qualquer mago com o toque da morte e o matar. Devem morrer queimados vivos na presença de nosso rei. Vamos nos dividir em dois grupos. O primeiro fica responsável por ir até a instituição e retirar os magos de lá para serem executados, já o segundo, fica responsável por caçar os fugitivos e os domiciliares. Desses dois grupos serão divididos subgrupos para investigarmos mais rápido. Precisamos de magos qualificados para esta missão, então, já sabem.

— Falhar não é opção. — Disseram em coro.

— Excelente. —Sussurrou o guarda.

Não iriam falhar em seu objetivo.