Momentos Chave De Nossas Vidas
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Bom, aqui está o casamento de Finchel (e Quick). Eu espero que esteja à altura do que foi a história deles em ACPOC... é muita pressão! Hehehehe
Dedico este capítulo à Mari, que foi quem pediu para eu descrever o casório. Espero que goste, xará!
Obrigada SEMPRE por cada palavra de apoio... e boa leitura!
p.s.: algum pedido para um próximo capítulo?
8 de dezembro de 2012
Finalmente o grande dia havia chegado! Seu vestido tinha ficado perfeito, e sua maquiagem e seu cabelo estavam exatamente do jeito que ela queria. Tudo estava pronto e ela estava apenas aguardando que Leroy fosse buscá-la, para conduzi-la até o altar onde um pastor daria a bênção à sua união com o grande amor de sua vida.
Rachel se olhou, mais uma vez, no grande espelho da suíte de hotel e viu, ao lado do seu belíssimo reflexo, o da graciosa garota loira que em poucas horas seria oficialmente sua cunhada, posicionada de lado, e alisando e observando a própria barriga. Riu da imagem e, ao perceber que estava sendo observada e que a outra noiva tinha uma expressão divertida no rosto, Quinn também riu.
"Ainda não dá pra ver, não é?" Quinn perguntou, sem jeito por ter sido pega em flagrante.
"Não." Rachel riu. "Ainda deve faltar mais ou menos um mês para o meu sobrinho ou sobrinha começar a se mostrar para o mundo. Você não precisa se preocupar... o vestido está caindo perfeitamente bem... e não se diz..."
"Não! Eu não me preocupo com isso! Na verdade, eu contei pra quase todo mundo. Eu acho até que eu queria que estivesse aparecendo. Eu queria que o MUNDO soubesse que o meu filho já está aqui dentro de mim... que eu e o Puck já estamos aumentando a nossa família. Eu tenho vontade de gritar que eu tenho tudo que eu sempre quis, agora... e muito mais, na verdade, porque eu vou me casar com o homem por quem eu sou irremediavelmente apaixonada! Eu tenho TANTA sorte!"
"Somos duas mulheres de sorte nesse casamento, então." Rachel observou.
"Muito obrigada, Rachel."
"Obrigada?"
"Não se faz de boba, vai? Obrigada por tudo... por me deixar casar junto com você, por evitar que eu tivesse que passar pelo estresse de organizar um casamento, logo no início da minha gravidez."
"Dizem que os três primeiros meses são aqueles nos quais a gente tem que ter mais cuidado, então eu não fiz nada demais... era o mínimo que eu podia fazer pelo meu sobrinho."
"A vida é muito doida, não é? Eu e o Finn afinal estamos mesmo nos casando na mesma celebração... apenas não um com o outro." Riu. "Quando eu fui pro programa dele..."
"Por favor, Quinn... eu acho melhor não falarmos sobre isso... eu..."
"Não! Por favor! Eu preciso te falar!" Pediu, pegando na mão da futura cunhada. "Não que você precise escutar isso pra saber que eu não represento perigo... já que é mais do que óbvio que o Finn é louco por você. Eu preciso falar pra você saber que eu amo o seu irmão e que eu TAMBÉM não tenho esse tipo de interesse no Finn, assim como ele não tem em mim."
"Ok." Rachel disse, ainda meio hesitante.
"Quando eu fui pro programa, eu pensava que ele poderia me dar o que eu precisava: um homem estável, querendo um relacionamento estável. Eu queria segurança, Rachel... uma família, um cara legal que cuidasse de mim... e de quem eu pudesse cuidar também... eu queria filhos." Suspirou. "Eu não queria o Finn, mas a promessa de tranquilidade que ele representava. Apesar de eu ter ficado até o final do programa, isso nunca mudou. Eu nunca tive realmente nenhuma... queda por ele... eu apenas queria ter! O irônico foi que o programa me deu mesmo tudo que eu precisava e muito mais do que eu poderia esperar. Foi só por causa dele que eu pude ir aos camarins e visitar alguns ídolos meus..."
"Você é fã de MMA?" Rachel franziu a testa e Quinn riu.
"Eu sei que é engraçado, mas sim. Eu namorei um professor de educação física, que dava aulas de luta e... bom, esse não é o ponto. A questão é que eu tinha tipo uma paixão de fã pelo Puck... eu já tinha ido até a LA ver uma luta dele com uma prima minha. E quando a minha paixão impossível me chamou pra sair, em menos de quinze minutos de conversa, nos bastidores do campeonato, eu quase surtei! E quando no primeiro encontro nós marcamos o próximo, e depois outro e mais outro, foi como se..."
"Como se finalmente você estivesse em casa!" A morena completou, vendo no olhar da loira o mesmo sentimento que ela tinha pelo marido, a quem iria reafirmar seus votos em alguns minutos.
"Isso. Como se finalmente eu chegasse a um lar... um lar de verdade, sabe? Sem que eu nem mesmo soubesse que eu tinha um." Falou, maravilhada.
"Prontas?" Perguntou Santana, entrando sem aviso prévio. "Seus pais estão aí na porta... e vocês estão lindas!" Falou, emocionada, e abraçou cada uma das noivas.
"Eu vejo lágrimas nos seus olhos, Santana Lopez?" Questionou Quinn, que tinha passado bastante tempo dentro da mansão com a latina e, depois disso, jamais tinha deixado de ter contato com ela. Nunca considerara a amiga uma pessoa emotiva.
"São os hormônios." Ela disse, dando um sorrisinho de lado sugestivo.
"Não!" Rachel levou as mãos ao peito, em um gesto de afeto. "Eu vou ter mais um bebê pra mimar?"
"Eu passei mal quase todos os nossos escassos cinco dias de lua de mel, então eu fui ao médico ontem e... estou de seis semanas." Santana respondeu, abrindo um sorriso que quase não cabia no rosto, e Rachel e Quinn deram gritinhos, abraçando a garota ao mesmo tempo e formando um abraço triplo.
"Parem com isso que nós vamos ficar todas amassadas." Santie falou, sacudindo o momento de emoção que não era típico dela. "E eu não quero essa história de mimar meu filho, não, Sra. Hudson. Já me basta o Sebastian que está um babão insuportável." Riu, indo em direção à porta e abrindo a mesma.
As noivas foram imediatamente abraçadas por seus pais, que elogiaram muito aquelas que eles veriam sempre como suas garotinhas, antes de finalmente Santana entregar a cada uma delas seu buquê, e os cinco seguirem para o elevador e, então, para o salão do hotel, onde Finn e Puck esperavam ansiosos, junto com familiares e amigos dos dois casais.
"Uma coisa velha?" Santana perguntou, fazendo a última checagem, dentro do elevador.
"Essa pulseira que foi da minha avó." Respondeu Quinn.
"Os brincos... estão na família há alguns anos." Assegurou Rachel.
"Uma coisa nova?"
"Quase tudo... vestido, sapato, lingerie." Disse, ficando nervosa, a morena.
"Idem." Ecoou a loira.
"Emprestada?"
"Minha tiara... a Louise usou no casamento dela." Explicou a já senhora Hudson.
"Meus brincos são da minha mãe." Informou a futura Sra. Puckerman.
"E azul?"
"Lingerie."
"A liga da meia. Além de todas vocês, é claro." Rachel riu, apontando a roupa da Sra. Smythe.
"Ótimo!" Santana se deu por satisfeita e deixou as noivas com seus pais, indo se juntar ao cortejo de madrinhas, formado por ela, por Mercedes, pela melhor amiga de Quinn, com quem ela tinha estudado desde o jardim de infância, e pela melhor amiga de Noah, que tinha ido do Japão para os Estados Unidos especialmente para a cerimônia. Como Rachel não tinha feito nenhum convite a nenhuma amiga ainda, quando a celebração que estivera organizando virou um casamento duplo, os quatro haviam concordado que cada um deveria escolher uma garota.
Quando as meninas entraram, vestidas em seus lindos trajes azuis, e se posicionaram ao lado esquerdo do altar montado em uma parte do salão, Finn e Puck já estavam esperando do lado direito do mesmo, junto com seus padrinhos, Artie e Ravid. Depois vieram as crianças. O pequeno Jensen, filho de um primo de Quinn, carregava uma caixinha com os dois pares de aliança, e a graciosa Sally jogava pétalas de rosa pelo caminho em que passariam, enfim, as noivas.
Leroy e Russell entregaram aos noivos suas eternas princesinhas, e se juntaram a Melanie, nova namorada do primeiro, e Judy, esposa do segundo, na primeira fileira de cadeiras, onde também estavam Carole e seu marido, e o pai de Puckerman com a mulher. Viram, emocionados, o pastor dar sua benção aos casais e o juiz de paz fazer a celebração formal do casamento de Noah e Quinn, e se divertiram e encantaram com os votos feitos pelos apaixonados casais, logo depois da colocação das alianças.
"Minha loirinha linda!" Começou Puck, quando o pastor lhe concedeu a palavra. "Eu não sou bom com palavras... apenas com chutes, socos, chaves de braços e... essas coisas." Falou, fazendo a menina e os convidados rirem. "Mas você sabe o quanto eu te amo... e o quanto eu já amo o nosso filho, que está crescendo aí dentro de você. Você sabe que foi decretado o fim do reinado do grande Puckzilla, no momento em que você pisou naquele camarim... e, graças a Deus, eu já tinha lutado, porque eu não teria nenhuma chance, depois de ter visto você e... falado com você. Você me nocauteou, babe!" Sorriu, secando uma lágrima do rosto de Quinn, que não sabia se ria do jeito palhaço dele ou se chorava por ele estar sendo tão carinhoso, à sua maneira. "Eu te prometo que eu vou cuidar de você... de vocês dois... pelo resto da vida. Que eu vou fazer o que eu puder pra que vocês sejam felizes. Eu te amo... e sou todo seu." Terminou.
"Eu..." Quinn tentava falar, entre lágrimas. "Eu... amo você, Noah Puckerman. Eu já tinha aquela coisa toda de fã por você, antes de te conhecer... você sabe. Mas eu não imaginava o QUANTO eu poderia amar alguém, na minha vida... querer alguém, como eu quero você." Ele voltou a secar as lágrimas dela, que teimavam em continuar a cair. "Como diz a canção, 'Você é a alegria da minha vida e é por isso que eu sempre vou estar por perto... você é a luz dos meus olhos e estará pra sempre no meu coração. Você deve ter percebido que eu estava só, pois você veio me salvar... e eu sei que isso deve ser o céu. Como pode haver tanto amor dentro de você?' Eu te amo, Puck. Eu sou toda sua!"
"Amor... MEU amor!" Finn sorriu, tomando as mãos de Rachel nas suas, quando o pastor indicou ser a sua vez. "Todos os dias, eu te falo o quanto eu te amo... e eu pretendo te dizer e te MOSTRAR isso, a cada dia... pra sempre. Eu não sabia muito bem o que dizer aqui, em público... então eu segui o seu conselho e escolhi algo que eu achasse bonito... significativo. Algo que me lembrasse você." Respirou e continuou, em tom mais solene, subvertendo um pouco as palavras de Elvis Costello. "Você... pode ser o amor, que não pode esperar para durar... pode vir para mim das sombras do passado, de que vou me lembrar até o dia em que eu morrer. Você... pode ser a razão pela qual sobrevivo, o porquê e o motivo de eu estar vivo... a única de quem eu vou cuidar ao longo dos anos, durante as adversidades. Eu vou pegar as suas risadas e as suas lágrimas e farei delas todas as minhas lembranças. Para onde você for, eu tenho que estar lá... pois o sentido da minha vida é... você." Ele encerrou, beijando as costas das mãos dela, que então começou os próprios votos, falando algumas palavras em francês.
"É um trecho da canção La Vie En Rose..." Ela explicou, ao terminar. "...e que dizer 'Noites de amor que não acabam mais... uma grande felicidade que toma seu lugar. Os aborrecimentos e as tristezas se apagam... Feliz, feliz até morrer!' Nós tivemos uma noite de amor em Paris e você me pediu que dissesse algo em francês. Eu te falei que o que eu tinha dito significava alguma coisa relacionada à bebida, se não me falha a memória... mas o que eu tinha realmente falado era que eu não queria que aquele momento chegasse ao fim. Aquela noite chegou ao fim, é claro... mas felizmente você voltou pra minha vida, pra ficar, pouco depois. Nós já tivemos muitas outras noites... e dias maravilhosos... e outros virão... agora eu sei! Uma felicidade sem limites é o que você me faz sentir, Finn! Eu te amo demais!"
Depois de falar apenas mais algumas palavras, o pastor anunciou a chegada do esperado momento de os casais se beijarem e selarem a união com essa expressão tão única de carinho, que alguns povos acreditam ser também o gesto por meio do qual compartilhamos com alguém parte de nossa alma. Eles cumprimentaram pais e padrinhos, saindo atrás deles para que, no final do corredor acarpetado, fossem cobertos por uma chuva de arroz, conforme a tradição. Conforme Kurt explicou a Blaine, enquanto pegavam um saquinho de arroz com a cerimonialista, o costume originou-se com os antigos hindus e chineses, em cujas culturas, o arroz era símbolo de frutificação e prosperidade, por isso acreditava-se que o lançamento de arroz nos noivos era um oferecimento de fertilidade a eles.
Os noivos se dirigiram a uma parte temporariamente isolada do salão de festas, onde tiraram fotografias, por alguns minutos, dentre as quais a da tradicional imagem do casal cortando o bolo junto. Havia um bolo só, mas, como o doce não era cortado de verdade na hora dos cliques, isso não foi um problema. Então vieram os pais, madrinhas e padrinhos, com quem também foram fotografados, e com os quais fizeram o primeiro brinde da noite, antes de os casais serem apresentados pelo DJ e dançarem uma música juntos, abrindo a pista de dança para que os convidados pudessem se divertir, finalmente.
Foi Rachel quem escolheu a canção: A Thousand Years, de Christina Perri, e os agora Sr. e a sra. Hudson e sr. e a sra. Puckerman dançaram a música inteira, trocando carinhos, beijinhos e juras de amor, até o DJ colocar uma segunda balada, e pedir para que Rusell, Leroy, Carole e Judy se juntassem a eles. Noah teve que dançar com a sogra, apesar da pouca intimidade entre eles, uma vez que a mãe não tinha sido convidada para a festa, por motivos óbvios.
Depois disso, a pista não ficou mais vazia. Acompanhante de Artie, com quem estava saindo havia duas semanas, depois de um encontro completamente casual em um bar, Brittany era uma das mais animadas na pista, e tinha quase sempre a companhia de Tina, convidada por ter ficado noiva de Mike, que continuava sendo um dos profissionais de maior confiança de Rachel. Agora trabalhando na televisão, ele não era mais um simples fotógrafo, mas diretor de fotografia de alguns dos mais importantes programas da TVZoom no Ar.
A dança foi interrompida apenas para que os dois padrinhos e os pais das noivas falassem algumas palavras. Artie teceu inúmeros elogios ao melhor amigo e a Rachel, com quem vinha convivendo muito nos últimos meses, não só por ela ser mulher de Finn, como também em razão de alguns programas que ele dirigia na rede GHShow terem o making of exibido pela TVZoom, o que fazia com que fossem necessárias reuniões semanais dele com a presidente do canal. Ravid falou do irmão mais velho, que sempre tinha sido um exemplo para ele, e elogiou a nova cunhada, a quem agradeceu por ter encomendado à cegonha o seu primeiro sobrinho. Apesar de ser padrinho apenas de Puck, também falou sobre a irmã gêmea, implicando com ela, só para não perder o hábito adquirido na infância, e lembrou algumas histórias divertidas que tinham acontecido com ele e Finn, durante sua adolescência. Russell fez Puck prometer que cuidaria bem de seu bem mais precioso, e Leroy chorou ao lembrar que finalmente seu sonho de anos atrás, de ver sua filha casada com o menino que ele tinha como um filho, estava se realizando.
Já estava na hora de as noivas jogarem seus buquês e os quatro recém-casados se despedirem de todos e irem para sua lua de mel, quando Finn surpreendeu Rachel, subindo no palco junto com ela e Quinn, e pegando o microfone. Ele falou alguma coisa com o DJ, rapidamente, agradeceu a presença de todos e tomou um bom gole de seu uísque, antes de pegar um outro microfone e ficar com ele na mão, voltando a usar o seu.
"Antes que as meninas joguem o buquê para as solteiras esperançosas aqui presentes, eu tenho uma surpresinha para a minha linda mulher!" Falou, dando sinais de um pouco de alteração por causa da bebida.
Finn fez um pequeno gesto e o DJ colocou uma música, cuja introdução Rachel conheceu imediatamente. Era uma das músicas da década de oitenta, que ela tinha crescido escutando, porque seu pai era fã do grupo Journey. No entanto, não se tratava de uma música qualquer da década em que ela e Finn tinham nascido, mas da primeira música que ela tinha conseguido convencer Finn a cantar junto com ela, usando o karaokê que ela tinha ganhado dos avós.
"Highway run... Into the midnight Sun... Wheels go 'round and 'round... You're on my mind." Finn cantou a primeira parte da música, deixando-a incrédula, porque ele nunca tinha concordado em cantar nada, a não ser quando estavam apenas os dois.
"Restless hearts... Sleep alone tonight... Sendin' all my love along the wire." Ela continuou, àquela altura já com o microfone que ele havia passado às mãos dela.
Nenhum dos dois era nenhum cantor profissional, mas eles também não eram desafinados. Além disso, eles tinham cantado aquela música tantas vezes que eles tinham aprendido direitinho não só a letra, mas como controlar a voz para não fazer feio. Cantar juntos tinha aproximado os dois na adolescência, quando o que sentiam um pelo outro ainda era segredo, e, quando eles finalmente viraram um casal, as palavras tinham adquirido significado e Faithfully tinha virado a música dos dois. No entanto, eles ainda não a haviam escutado juntos desde seu reencontro, e aquecia o coração de Rachel que ele tivesse se lembrado e estivesse se expondo por ela, vencendo um bloqueio só para declarar, mais uma vez, o seu amor.
Os dois cantaram toda a canção e trocaram um beijo apaixonado, arrancando gritos e aplausos de uma plateia animada pela cena em si e pelo muito álcool consumido. Finn desceu do palco e deixou as protagonistas da festa cumprirem com o último ritual da noite, no qual a namorada de Leroy e uma colega de trabalho de Quinn conquistaram o símbolo da esperança de se casarem em breve.
As malas dos dois rapazes e das duas jovens senhoras já haviam sido enviadas para o aeroporto, então bastou que eles trocassem suas roupas formais por outras mais confortáveis e, em alguns minutos, estavam no carro que os levaria ao aeroporto, enquanto os convidados curtiam a última hora de festa.
Estavam completamente exaustos, mas muito, muito felizes, quando o avião finalmente decolou do aeroporto de Los Angeles rumo ao Brasil...
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