Modified - Interativa.

22 Qual é o plano?


Notas iniciais
Hiye! É, é, eu sei, me desculpem pela demora e blá-blá-blá. Eu tava com preguiça gente. Quando a preguiça me domina, eu não consigo fazer nada. Por isso tentei fazer o capítulo o maior que eu pude, já que troquei de celular e a porcaria do Evernote travou no novo celular, o que resultou: eu perdi o capítulo inteiro. Me revoltei e parei de escrever por dois dias até perceber que eu tenho o Evernote no computador conectado na minha conta, e só precisei reescrever o final do capítulo (o que demorou um dia inteiro pq como eu disse, a preguiça me dominou). Sem falar no dia que minha mãe achou que eu tava com anemia (eu tava com os sintomas) e ela me serviu feijoada e churrasco por uns dois dias, e eu detesto comer comida pesada, mas se me botarem uma torta de doce de leite, o prato é a única coisa que vai sobrar. E eu me deprimi fazendo a pergunta: leio ou não leio BoO? E resolvi não ler. É isso mesmo galera, parei no capítulo 10 e não irei além apenas quando eu estiver pronta para os feels serem completamente destruídos. Então leiam sábagaça aqui e comentem de uma vez ou vou fazer o próximo demorar ainda mais, 3bjos pros haters.

Oliver havia procurado por Catherine no Acampamento inteiro. Mas havia desistido há alguns minutos. Talvez ela tivesse se encrencado e estivesse em uma reunião com os professores. Mas o fato era que não podia ir atrás da amiga porque se sentia mais cansado que nunca. Ele havia se teletransportado três vezes no mesmo dia. Não sabia o que aconteceria se ele se teletransportasse novamente.

Por isso, quando um dos professores se ofereceu para levar Connor a um hospital e ligar para seus pais, ele não ligou muito, apenas assentiu. O professor perguntou se ele queria ir junto, já que os dois eram amigos, mas Oliver teimou em ir. Ainda sentia que Catherine poderia precisar dele, mas o trauma com garras mecânicas era grande demais, então ele concordou. Na verdade, ele já estava sentado no carro da professora Cristina.

– Então Oliver. Como você conheceu Connor Haynes? — Ela perguntou.

"Eu fui atacado por uma louca que se dependura em árvores, a qual brigava loucamente com ele, porque nós três temos super poderes, e ele não queria ser um herói de histórias em quadrinhos".

– Conheci ele hoje. Nós dividimos a mesma barraca. Connor é uma pessoa legal. — Ele respondeu. Connor estava dormindo no banco traseiro.

– Esse acampamento está sendo muito produtivo, então? — Ela perguntou novamente.

"Pra falar a verdade eu só vim pra cá pra poder comer meu chocolate em paz sem que meus pais me regulem como se fossem dentistas".

– Claro. A melhor ideia que o governo teve até agora. — Oliver sorriu desanimado. Juntar 100 adolescentes no meio do mato? Por que não?

– Você é albino, Oliver? — Cristina questionou. Oliver queria dar um tapa na cara daquela mulher.

"Não, imagina, isso aqui é porque eu sou alérgico ao sol, e te cuida, porque é contagioso"

– Sou. — Ele tricou os dentes.

– Olha, eu sei que pode ser difícil, até porque o bullying aqui tá bem grande... Jesus Maria José! — Ela gritou, pisando no freio.

Oliver se não estivesse com o cinto teria voado para frente, mas o tranco o deixou apenas com a cabeça rodando. Estava acontecendo uma guerra ali. Aproximadamente seis carros blindados estavam parados a frente de uma ferrari, um impala, uma suv e um carro capotado. O lado de lá disparava uma saraivada de tiros, que mal conseguia atingir os jovens ali parados, que revidavam com a mesma quantidade de tiros.

Uma morena estava com os braços erguidos, encima do capô da ferrari. Uma ruiva que Oliver reconheceu como Clary parecia dançar no chão, água ao seu redor como um chicote. Ela parecia dançar de acordo com a água, ou o que era mais fácil: parecia controlá-la. Oliver viu Catherine, que tinha uma metralhadora em mãos e atirava nos inimigos ao lado de Andrômeda, Charlie, e três pessoas que ele não reconheceu.

Um tiro assobiou em direção ao carro que Oliver estava. Ele se encolheu no banco e bem na hora a bala passou pelo vidro do carro, o quebrando em pedacinhos e acertando a testa de Cristina. Ah, uma professora a menos no mundo.

Oliver saiu do carro se arrastando e se escondeu atrás do impala que estava a sua frente.

– Catherine! — Ele sussurrou meio gritando. -Catherine!

– Oliver? — Ela sorriu. — Ah, graças a deus.

– Onde você estava? — Oliver abraçou a amiga.

– Dando uma volta, tentando salvar minha própria vida. — Cath engatilhou a arma que tinha em mãos e deu o melhor tiro que poderia dar. Era estranho Ollie conversar calmamente com a amiga enquanto ela calmamente atirava em agentes especiais do país. Mas não havia tempo para ficar se lamentando pela vida.

– Meu nome é Allec. — O garoto ao lado de Cath apertou a mão de Ollie. Tirou uma pistola de algum lugar e deu ao albino. -Sabe usar?

– Só vi uma dessas em filmes. — Ele não sabia se saía correndo de Allec e puxava Cath junto ou se caía duro no chão. Realmente esperavam que ele fosse atirar em alguém? Ele empurrou a arma para Catherine. — Olha, eu nunca na vida pensei em atirar em alguém.

– Oliver, Maison não vai aguentar parar cada bala. Você tem que pelo menos tentar. — Catherine empurrou a arma de volta.

– Tudo bem. — Oliver pegou a pistola e começou a analisá-la. — Qual é o plano?

– Dar um tiro em todos que se mexerem. -Allec respondeu, mirando o próximo alvo.

Oliver engoliu em seco.

~~☆★~~

David estava com uma dor de coluna desconfortável. Depois que Rafael explodiu em uma bola de luz, ele foi jogado violentamente de encontro com uma árvore. Claro que Diana também, mas ela recebeu a ajuda de Hugo. Aliás, David não sabia o que havia entre a irmã e Hugo. Esperava piamente que fosse apenas amizade.

– Então tem o Robert Baratheon, certo? Ele e o Eddard Stark fizeram uma guerra lá e conquistaram o Trono de Ferro, que seria do Robert. Mas então o cara que era a "mão" dele ou coisa assim morre e ele precisa de outro cara, então chama o melhor amigo, o Eddard. No começo ele não queria, o que seria melhor pra ele, porque ela vai perder a cabeça nesse emprego. Literalmente — Diana explicava à Hugo sobre alguma série de TV. O mais irônico da situação era que Hugo estava sério com o assunto, como se realmente estivesse pensando sobre isso.

– Mas o que isso tem a ver com a Daenerys Targaryen e o casamento dela com o Khal Drogo? — Hugo perguntou. Ah, ótimo. Papo de nerd.

– Ah, e é aí que entra a reviravolta da história, porque o Robert não matou todos os Targaryen, já que sobrou o Viserys e a Daenerys. — Diana sorriu, explicando.

– Mas por que...

– Pelamor de deus, dá pra parar com esse assunto? Tá dando nó na minha cabeça! — Rafael protestou. — Estamos no meio da mata, sem água, sem comida, sem roupas e sem o Flash pra nos ajudar. Assunto de séries de TV são desnecessários agora.

– Saudades de casa? — Hugo sorriu, provocando.

– Ah, cala a boca Mulher Invisível. — Rafael se jogou em uma pedra. — E se for? Eu tô com fome.

– Todos estamos. — Lilah se meteu na conversa. — Mas logo Luke vai voltar.

– Isso se ele não estiver perdido. — Grim, que sempre olhava para todos os lados do problema estava sentada em um tronco de árvore. As botas de salto alto estavam completamente sujas, e ela afundava na terra. — Talvez se Rafael impulsionar o brilho das mãos pra cima não seja um aviso pra ele nos encontrar.

– Da última vez que ele fez isso explodiu na nossa cara, então não, obrigada. — Diana cruzou os braços.

– Só as mãos. — Rafael pôs a mão no queixo, pensando no assunto. — Hum... Pode dar certo.

Antes que Hugo pudesse se manifestar contra, Rafael estalou os dedos e o brilho começou a tomar conta.

– Se não conseguir controlar isso, desliga! — Lilah o avisou.

– Não, eu vou conseguir. — Rafael tentava domar o brilho, que já estava na altura dos cotovelos.

– Eu vou me esconder atrás dessa árvore por precaução. — David correu para trás da árvore mais próxima, e todos os outros se esconderam também.

– Nossa, quanta confiança. — Rafael disse, sarcástico. Ele apontou as mãos para o alto e o brilho ficou tão forte quanto um farol. Ele começou a suar e caiu de joelhos no chão, sem o brilho.

– Bem, isso foi um passo, agora só temos que esperar. — Grim foi a primeira a sair detrás da árvore.

– Obrigado. — Rafael recuperou o fôlego.

– Não foi um elogio. — Grim sentou-se novamente em uma pedra.

– Essa doeu. — Rafa brincou.

– Cala a boca Rafael. — Lilah mandou.

– Mas qual o problema com vocês...

– Cala a boca Rafael! — Lilah pulou nele, pondo as mãos na boca dele. — Tem alguém ali, gente.

Todos ficaram em silêncio. Quando Luke apareceu no meio do mato, esbaforido e suado todos inspiraram aliviados.

– Vamos voltar. — Ele anunciou.

– Mas... Por quê? — David protestou.

– Porque... Existem mais pessoas com o mesmo poder que a gente, e eles estão com problemas. — Luke respondeu.

Isso já era o bastante para todos concordarem.

Notas finais
Apresentações Visuais: Pietro Kennedy: http://i.imgur.com/8BbSWIW.jpg (ignorem o alargador q o moleque tá usando, foquem no garoto no geral) Explicações do Capítulo: ELES VÃO TUDO SE ENCONTRAR NO PRÓXIMO! YEEEEEEES! E quem sabe a Mariana (que resolvi fazer a primeira aparição de uma vez) também apareça. Mas talvez não... Lembrando que ela já apareceu aqui, vcs só não se deram conta... mas talvez ela nunca tenha aparecido... ~le eu dando uma de Paladino. Aliás vcs vão gostar da Mariana. A mutação dela é bem legal, vcs vão gostar bastante. Bem, não tenho mais o que falar (oq pra mim é raridade) Até o próximo, que vou tentar não demorar. Bye.