Modified - Interativa.

5 Connor Haynes, Aaron Blackbird, Rafael Williams e Allec Campbell.


Notas iniciais
Oiee pessoinhas. Ontem eu fiquei M-A-L-U-C-A por causa do Teaser Trailer de A Esperança e quase morri do coração ao ver o Teaser Trailer do primeiro confronto do Sam e do Dean Winchester. Resultado: O capítulo saiu meio curto. Mas como são recém as apresentações dos personagens, eu vou recompensar vcs, okay? Okay.

EXPERIENCE X-078

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DAY: 5985

NAME: CONNOR HAYNES

AGE: 16

LIVE IN: ---------------------

– Connor! Connor, acorda! – Jenny acordou o irmão mais velho, pulando na cama.

– Ai, Jenny. – Connor se levantou na cama.

– Desculpe, Connor.

– Tudo bem, pequena. – Connor sorriu e pegou a irmãzinha no colo.

– Hoje vai ser o seu Acampamento! – Jenny se empolgava muito fácil. Connor, dezesseis anos, Beatlemaniac, amava a irmãzinha mais nova. Era a única que mantinha seu lado malvado na linha. – Mamãe está te chamando pra comer o café da manhã. – Jenny se aproximou do ouvido do irmão e sussurrou: — Como você vai passar seu aniversário naquele Acampamento eu pedi pra vovó fazer torta de pêssego.

– É por isso que você é a melhor irmã do mundo. – Connor deu um beijo na irmã e desceu as escadas, de pijama mesmo.

Chegando à cozinha, a mãe, Dona Haynes, ainda arrumava.

– Bom dia, filho. – Ela sorriu para o filho.

– Bom dia. – Connor, sempre educado, sorriu e mordiscou um pedaço do pêssego da torta.

– Jenny já foi te contar sobre a torta, não é? – Dona Haynes riu.

– Pois é. Eu tenho que arrumar minhas malas, mãe. – Connor se levantou da cadeira.

– Já estão prontas, querido. Coloquei tudo o que você vai precisar.

– Obrigado, mãe. – Connor andou até o quarto mesmo assim. A relação com os pais era normal, quase monótona. Ele amava os pais. Eles o deram uma família, um lugar para morar e uma irmãzinha. Mas Connor era assim mesmo. Racional, não emocional.

A mala estava realmente pronta. Suas camisetas do Led Zeppelin estavam em ordem, dobradas e cheirosas. As calças jeans também, e em uma parte separada, alguns pares de tênis. Os livros de clássicos estavam guardados em ordem alfabética.

Quando Connor ouviu os latidos do cachorro, Colt, Connor deixou a mala num canto e se pôs a brincar com o cachorro. Era outra coisa que ele sentiria falta. Colt era o amigo de todas as horas. Connor só esperava fazer amigos neste Torneio.

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DAY: 5985

NAME: RAFAEL WILLIAMS REINHOLZ

AGE: 16

LIVE IN: -----------------------

Assim que Rafael Williams Reinholz se levantou, correu para apagar a luz do abajur. Ele não sabia o porquê, mas sempre que se acordava, as luzes da casa estavam acesas. A mãe, uma arquiteta austríaco-americana sempre reclamava disso, mas também nunca se levantou a noite para ver se o filho adotivo era sonâmbulo.

Colocando uma musica eletrônica bem animada, se sentiu disposto a se levantar da cama e tomar um banho. Rafael tinha seu próprio banheiro, uma vez que o maior quarto da casa era dele. Sete e meia, já vestido e limpo, foi dar uma fuçada no Facebook. Ele sabia que Seth, seu primo de consideração não iria a esse Torneio porque a mãe não havia deixado, mas ele tinha que dar um jeito de arrastar Hugo Bennett, seu outro melhor amigo. Ele sabia que Hugo tinha um relacionamento complicado com o Capitão do time de basquete da escola (Jeremiah havia roubado a “namorada” de Hugo), mas isso não era motivo para não ir. Ele teria que inventar alguma coisa pra fazer Hugo se levantar da monotonia e ir para o Torneio. Ninguém além dos amigos daquele garoto sabia o quanto Hugo era cabeça dura. Rafael então resolveu inventar que Jeremiah havia se quebrado e não poderia ir para o Torneio. Esperava que assim resolvesse a questão. Claro que Hugo iria provavelmente lhe olhar com o pior dos olhares fulminantes de toda a história da humanidade, mas Rafael estava preparado e já estava inventando uma boa desculpa.

– Rafael, desça aqui e beba café com sua mãe! – A mãe ainda tinha um sotaque austríaco. Descendo as escadas, percebeu as luzes piscando. A mãe teria que chamar o eletricista pela terceira vez no mês.

– Onde está o papai? – Perguntou o garoto, enquanto pegava uma xícara de café fumegante.

– Plantão no Hospital. – Sua mãe respondeu. O pai era enfermeiro. – Olha, Rafa, se você quiser não ir, eu vou adorar te ter aqui no seu aniversário, querido.

– Ah mãe, eu já me decidi. Ora, é meu primeiro aniversário longe de vocês, o que pode dar errado? – Rafael sorriu e abraçou a mãe.

– Bem, então pegue suas malas e vá para o Anaximander.

– Eu vou precisar de uma carona. – Rafael suspirou, cansado de pedir um carro para os pais.

– Não se for com o meu. – A Sra. Williams jogou a chave do carro, uma SUV, para o filho, que pegou e ficou encarando.

– Sério? – Perguntou ele.

– Acho que você já tem idade.

– Eu te amo, mãe! – Rafael correu escadas acima até o quarto e pegou a mala. Desceu as escadas novamente sem nem perceber que por onde passava, as luzes se acendiam. Jogando a mala no banco de trás do carro, se despediu da mãe e deu a partida.

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DAY: 5985

NAME: AARON BARTOLOMEU VAN BLACKBIRD.

AGE: 16

LIVE IN: --------------------

O despertador tocou as sete e vinte e finalmente Aaron se levantou. O único garoto do Orfanato que não tinha dado sorte na vida – não fora sido adotado por ninguém. Quando finalmente fizera dezesseis anos, pegou a mala com as poucas roupas que tinha e foi arranjar um emprego. Agora, quase dois anos depois, estava pagando um apartamento pequeno em San Francisco.

O loiro de 1,80 m, sarado e meio punker, era o garoto que dava voltas na praia só para ser admirado pelas garotas, mas era sem compromisso nenhum.

Aaron Bartolomeu Van Blackbird havia tomado o sobrenome emprestado quando saiu do Orfanato. Finalmente ele tinha uma escola, uma casa, um trabalho. Era o que podia se chamar de independente. Só era sozinho. Embora às vezes isso fosse bom, na maior parte do tempo era incrivelmente inconveniente.

Tomando um banho, já revisava mentalmente o que ia levar para a viagem. Roupas, sapatos, jaquetas, dinheiro. Já limpo e seco, requentou a pizza que sobrara da noite anterior e a comeu, sem fazer muito barulho. Aaron já estava acostumado com o silêncio.

Vestindo-se, saiu do apartamento e o fechou com chave. Não sabia porque, mas achava que iria demorar a voltar ali.

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DAY: 5985

NAME: ALLEC CAMPBELL

AGE: 16

LIVE IN: NEVADA, EUA.

– Soco de gancho, defesa, isso garoto! – Allec Campbell, lutador de artes marciais, adorava treinar o irmão mais novo, Pietro. E artes marciais era o que os Campbell sabiam fazer de melhor.

– Allec? – Seu pai, Sr. Campbell chamou o filho mais velho, entrando na “Sala de Luta”, o lugar da casa onde tinha um ringue particular, sacos de boxe, e outras coisas necessárias para diversos tipos de lutas, de kung-fu a Muai-Thai.

– Sim, pai. – Allec deixou o irmão mais novo treinando sozinho e foi em direção ao pai.

– Allec, hoje eu vou te mostrar o meu trabalho. – O homem disse. Allec ficou parado. O trabalho do pai era uma coisa que nem ele sabia.

– Claro pai. – O garoto assentiu, meio confuso.

– Vamos?

– Agora? – Allec ficou boquiaberto. Era muita noticia para uma manhã só.

– Sim. Pegue o casaco. – O homem lhe entregou um casaco preto fino, que Allec pegou e vestiu. O pai deu as costas ao filho sem se virar para ver se Allec o estava seguindo ou não. Estranhando a atitude do pai, Allec não falou nada durante a viagem de carro que durou quinze minutos e também não perguntou nada quando o pai o levou para uma espécie de fábrica abandonada.

– Pai, o que estamos fazendo aqui? – Allec perguntou, ao ver o pai arrombar uma cerca. Ele tinha certeza que isso era ilegal.

– Bem vindo ao me trabalho, Allec. Seja bem vindo a Área 51.

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Notas finais
Bem, devo explicações neste último ponto de vista do Allec. Se perceberem bem, o Laboratório sabe onde ele mora (Nevada, EUA) e esta última frase deixou um ar bem de suspense. Eu não vou dar todos os spoilers deste personagem único que não se encaixa nos VINTE originais. Na verdade, junto com o Allec, dá 21 mutantes. Mas não tem problema. Eu já estava planejando fazer isso desde o começo e finalmente encaixei na história. Esperem e verão os segredos dos Campbell sendo revelados. Agora vamos as explicações normais: infelizmente a apresentação do Aaron foi bem curta pq como viram, ele mora sozinho e realmente não tem como estender diálogos (a não ser que o personagem seja retardado como eu e fale sozinho). O Connor Hayne é um personagem bem racional (como foi descrito), mas é um doce com a irmãzinha Jenny. E o Rafael é bem único. É um Leo Valdez da vida, só que com alguns problemas como verão a seguir nos próximos capítulos. Resumindo: até o próximo. P.S. Gostaram das fotos que eu mandei no último capítulo? Se gostarem eu estou disposta a pôr os links para apresentar os personagens visualmente (aberta à sugestões de atores/atrizes!)