Moça, seu namorado é gay

10 10 – Quando o "gostoso" não está relacionado, literalmente, a uma refeição


Notas iniciais
FANFIC EM FASE DE TESTE Isso significa que ela pode conter erros ortográficos e de concordância verbal. Se achar algum, eu agradeceria muito que anotasse no bloco de notas e mandasse para mellorine189151@gmail.com ou ainda por MP. Não deixem de participar do grupo das minhas fanfics no facebook também (: https://www.facebook.com/groups/494761710616550/ Aviso muito importante nas notas finais, não deixem de ler. ♥

10

A mulher mais velha levou Haruno para o banheiro feminino e lá só estavam as duas, com exceção da mulher que ficava na porta para fazer a limpeza, talvez. Haruno a olhou com mais precisão agora e reparou que ela era um pouco mais alta que ela, além de ter um belo par de peitos que lhe fazia falta. Notavam-se de longe as suas raízes orientais. A moça era dotava de pele alva, cabelos pretos na altura dos ombros, franja e olhos escuros.

– E então, Coração-chan, como se chama na verdade? – Ela expressão um sorriso doce e uma voz num tom amigável. Haruno cedeu em responder:

– Haruno.

– Haruno-chan – a outra testou as palavras em sua boca. Abriu a bolsa que carregava e a esparramou aberta no mármore da pia. – Você também é apaixonada pelo Sasuke, Haruno-chan? – Ela perguntou enquanto pintava os cílios com rímel preto. Ela deu uma assanhada nos cabelos curtos e procurou um gloss dentro da sua bolsa logo em seguida.

– Também?! Apaixonada?! – Haruno não entendeu, ou não quis entender. Só sabia de uma coisa: Shizune não gostava de brincar e era muito direta com seus assuntos, mesmo que de uma forma fluente, imperceptível e doce.

– Eu não sei, ele causa esse efeito nas garotas. – Deu de ombros. – É difícil conhecer uma garota que o conheça e não se apaixone. Eu fui apaixonada por ele quando cursávamos computação juntos, mas hoje a minha ficha já caiu. – Ela terminou de passar o gloss e estendeu a mão para Haruno. – Meu nome é Shizune. – Haruno estendeu e apertou a sua mão no cumprimento. – Sim, esse é meu verdadeiro nome.

– O que quis dizer com isso?

Quer dizer, por que ela não diria seu nome verdadeiro?

– Você piscou o olho quando disse seu nome. Isso indica que mentiu. – Ela riu e se virou para o espelho, apreciando sua aparência. – Sou muito boa para ler as pessoas. No FBI, os nossos computadores monitoram a frequência cardíaca das pessoas para saber se estão mentindo. Eu tenho reparado em outras coisas ao longo desse tempo, elas costumam piscar os olhos freneticamente. Digamos que me tornei ninja no assunto...

– Você também...

– Sim – respondeu. – Eu também trabalho para o FBI e sei hackear computadores, mas não sou tão boa quanto Sasuke. Ele é ótimo! Tipo... Um dos melhores.

– Não vai me dizer que...

– Que Suigetsu também? – Gargalhou e Haruno não entendeu como ela conseguia adivinhar o que ela queria perguntar antes mesmo que dissesse. – Ele não é inteligente o suficiente para isso... Ele é só nosso amigo da época da escola. Não fique chateada com o que ele disse... Ele é assim mesmo. Pega pesado algumas vezes, mas não é má pessoa.

– Por que me tirou de lá, então? – Piscou os olhos, mas confusa.

– Porque Sasuke e ele entraram em atrito de novo. – Shizune suspirou e revirou os olhos.

– De novo?! – Haruno arqueou uma sobrancelha.

– Sim, por sua causa. Antes eles entraram em atrito por conta do ex de Sasuke.

– Karino, claro.

Karino?! Shizuke riu por dentro. Se você prefere chamá-la assim...

– É irmão do Suigetsu.

– Ah... – Haruno concluiu que ali morava um grande problema. – Mas eu não sou homem.

– Eu estou vendo. – Shizune riu.

– Estou dizendo que não há porque se preocupar.

– Há, sim. Bem vi como Sasuke te trata como... Uma irmã. O que Suigetsu disse não é algo que se diga para uma irmã. Sasuke nunca tratou mal o irmão de Suigetsu na frente dele.

– Na frente dele?!

– Você sabe, não se finja de boba. Sasuke era muito frio com ele.

Difícil mesmo era acreditar que Sasuke foi frio um dia. Com ela, era sempre muito caloroso, da sua própria forma.

Na verdade, sabia bem pouco sobre essa relação. Sabia apenas que Sasuke vacilou no passado e isso se devia ao fato de ele ser uma pessoa... Não sabia definir, mas sabia que as mudanças tinham feito bem para ele. Sasuke era frio, egoísta, rodeado por um mundo onde só importavam as coisas que o beneficiassem de alguma forma. Errou quando se apaixonou, porque o amor exige que beneficiemos outra pessoa. Vivemos em benefício mútuo. Pena que Sasuke deu-se conta quando era tarde demais. Ou talvez não seja uma “pena”, porque graças a isso, conheceu Haruno e pôde se apaixonar de novo. Agora teria a chance de fazer as coisas do jeito certo. Mas a vida é sacana e prega peças. Sasuke não podia dar-se ao luxo de ter com Haruno uma vida... Amorosa.

Mesmo que quisesse.

Mesmo que ela quisesse.

Mesmo que todo mundo quisesse.

– Mas ele não foi nada bacana com ele também... Não o perdoou – Haruno disse a Shizune, referindo-se à Karin. Ou Karino, no caso.

– Não é tão fácil quanto você pensa. Não conheceu Sasuke como era antes, teria mudado de opinião.

Aliás, foi nessa época em que Shizune acordou da ilusão. Não queria estar apaixonada por um cara como aquele... Tinha o seu próprio orgulho e, além do mais, ele só a via como amiga. Se a visse de outro modo, passaria a tratá-la da mesma forma que tratava Karin. Gélido.

– Mas eu conheço o Sasuke de hoje.

– O Sasuke de hoje é o motivo de eu ainda ser sua amiga. O antigo Sasuke só nos afastou.

– Ele é gay. – Não entendeu porque disse isso, talvez estivesse tentando dizer “afastar do quê, garota? Vocês deveriam estar afastados sempre. Ele é gay! Não é de garotas que ele gosta”.

– E isso atrapalha alguém de se apaixonar? Você está apaixonada por ele e isso nota-se há quilômetros de distância. Não precisa trabalhar no FBI pra notar. E Sasuke já notou, cuidado com o que faz. – Piscou um olho. Haruno ruborizou.

Podia mesmo Sasuke ter notado?

Não... Isso não. As coisas estariam arruinadas entre eles. A amizade, a cumplicidade, a irmandade. E não havia sequer chance alguma para o amor. Amor?! Quem precisa dele quando se tem amigos como Sasuke? Estava feliz do jeito que estava, tendo ele somente em seus sonhos, coração e pensamento. Na vida real tinha ele como amigo e isso já era o suficiente.

Pelo menos, tentava-se enganar com isso.

Mas queria mais. Muito mais.

– Ele te disse alguma coisa? – Perguntou e o pânico estava impresso em seus olhos.

Shizune sentiu por ela uma mistura de pena com ternura. Era por ela que Sasuke estava apaixonado? Boa escolha. Apenas rezou mentalmente para que ele não errasse tão feio como da outra vez. Ela parecia ser ainda mais ingênua que Karin, mesmo que aqueles olhos fossem tão expressivos e o jeito como se movimentava fosse tão sensual. Essa última qualidade devia à dança, que lhe ensinou a ter postura e classe.

– Ele não precisa me dizer nada. – E Shizune não precisou dizer mais nada... Haruno estava morta por dentro. Petrificada. Inerte como a protagonista de um filme ao notar os passos do vilão se aproximarem e o ranger da porta da frente.

– O que tem contra mim? – Perguntou, porque achou Shizune irônica.

Mas não era. Shizune era apenas uma figura muito esperta, prática e pensadora racional. Mas isso não a impedia de ter sentimentos pelas pessoas. – Nada. Eu gostei de você.

[...]

Suigetsu foi atrás de Sasuke no bar.

– Eu não vou mais tirar brincadeira com a sua garota, tá bom? – Ele se sentou no banco ao lado de Sasuke, onde Haruno estava sentada anteriormente, e usou a sua garrafa, derramando bebida em um copo vazio que estava próximo. Bebeu tudo de uma única vez. – Pra você defendê-la assim é porque deve estar mesmo apaixonado... Eu acho isso uma perda de tempo, mas bem...

– Você achava uma perda de tempo o meu relacionamento com a sua irmã? – Sasuke perguntou sem olhá-lo.

– Sempre achei. E sempre soube que ela sairia magoada... – Ele riu pra si mesmo. – Era o Sasuke, o cara que apostava comigo quantas garotas levaria para a sua cama na mesma noite. O devasso. O cara mais filho da puta que eu conhecia namorando a minha irmã... Claro que isso daria merda no final. – Ele encheu novamente o copo, mas dessa vez bebeu só um pouco.

– Eu amei Karin.

– E ela também te amou, aquela idiota. – Ele falou da irmã com desdém, embora se importasse muito com os seus sentimentos. – Quando eu soube que estavam ficando, a primeira coisa que disse a ela foi que ficasse longe de você. Eu não tive coragem de chegar até você, mas te achei um grande filho da puta por estar saindo com a minha irmã. Você sabia que a Karin era a minha irmã, então por quê?

– Sua irmã é uma pessoa incrível e você sabe que foi ela que terminou comigo. Eu ainda estaria com ela até hoje.

– Você tratava a menina como lixo. – Suigetsu virou a cabeça para encarar Sasuke, mas ele manteve seus olhos fixos no balcão, lamentando mentalmente para ele mesmo a pessoa que foi no passado que não estava assim tão distante.

– Eu sei... E me arrependo disso, você sabe.

– Eu sei... Você ficou mais chato depois disso também. – Suigetsu virou o resto da bebida. – Mas ainda é um cara bacana com quem quero manter contato. Mesmo que tenha ferrado com a vida da minha irmã.

Sasuke riu e lamentou.

Suigetsu continuou: – Mas e aí, está mesmo apaixonado pela menina que pinta os cabelos de rosa?

– Você pinta os cabelos de branco, de quem é que está falando? – Sasuke deu um tapa na cabeça de Suigetsu e pronto, estavam os dois amigos rindo de novo. Pazes feitas. – Gosto dela.

– Já rolou alguma coisa entre vocês?

– Esqueceu que eu sou "gay"?

– Como pude me esquecer desse detalhe? – Perguntou a si mesmo, e depois respondeu: – É que ainda não vi nenhum negão comendo a sua bunda, mas fica tranquilo, eu acho que vi o Marcão por aí. Se eu falar com ele, acho que não se incomoda de tirar a sua virgindade anal.

– Esse tipo de virgindade eu faço questão de conservar pra sempre.

Do outro lado, estavam Shizune e Haruno sendo arrastada por ela. Pararam de frente a um grupo de exibicionistas que estavam tapando a passagem para tirar a blusa e rodar acima da cabeça, dançando de um modo frenético, como se estivessem bêbados. Alguns bebem álcool e urinam o cérebro, disse Shizune a Haruno, lamentável. Elas tiveram cuidado ao passar por eles, porque não queriam ganhar nenhuma piadinha tosca e Shizune não queria ver-se obrigada a usar a força, porque sim, ela tinha força para derrubar um metido a machão no chão.

Haruno concluiu que em até mesmo boates de luxo as pessoas deixavam a classe de lado e abdicavam do senso do ridículo para se divertirem. Mas não podia reclamar de muita coisa, pois o efeito do álcool que ingeriu estava começando a fazer efeito e já começava a ficar com a visão turva. Tropeçou quando desceu três degraus e Shizune a segurou antes que caísse no chão. – Ei, você está bem?

– Estou, sim, não se preocupe. Eu só não enxerguei os degraus. Está escuro aqui, não é mesmo? – Riu sem graça.

– Cuidado, não queremos que a irmãzinha do Sasuke se machuque. Ele acabaria com todos nós. – Ela piscou o olho só pra ver como Haruno corava toda vez que jogava na sua cara a estranha relação dos dois. Ou melhor, o seu amor por ele. – Vamos...

– Espera. – Haruno parou Shizune porque havia deixado cair sua bolsa no chão. Quando levantou, deu de cara com as costas de um homem. Arrependeu-se amargamente por isso, era um dos que estavam no grupo de baderneiros bêbados. – Desculpe... – Ela tentou desculpar-se e inconscientemente fechou os olhos.

– Espera... Eu conheço você. Haruno? – Haruno abriu os olhos e viu que também o conhecia e não fazia nem mesmo um dia em que isso aconteceu. – Olha só, parece que o destino está a nosso favor. Nem mesmo seu marido e filhos vão nos impedir de ficar juntos.

– Haruno-chan, quer uma ajuda? – Shizune se aproximou dos dois com cara de poucos amigos, fuzilando Deidara como se fosse dissecá-lo.

– Não é preciso, Shizune, é só mais um idiota sem valor.

Ela tentou fugir, mas Deidara puxou-a pelo cotovelo. – Idiota sem valor?! Haruno-san, que coisa prepotente de se dizer.

– Você não merece mais que isso.

– O que você tem de errado? – Ele quase gritou por cima da música. – Nenhuma garota me trata assim!

– Meu santo Deus! Será que essa boate está cheia de caras idiotas como você? Me poupe! – Ela fez uma carranca e deu as costas para ele, indo embora.

– Quem é? – Shizune perguntou.

– Como eu disse, só mais um idiota.

– Ok – Shizune avistou Sasuke e Suigetsu conversando juntos no bar –, acho melhor irmos procurar Juugo por aí. – Ela quis deixar os dois amigos a sós.

– Quem é esse?

– O outro cara que veio conosco, você não viu? Ele deve estar nos procurando... Ele fica muito entediado quando Sasuke e Suigetsu estão brigando. Digamos que ele é o mais controlado e neutro do grupo.

– Hum...

– E é o meu gato também. – Shizune piscou o olho.

– Vocês namoram?! – Haruno ficou surpresa.

– Nada sério como um namoro, nada tão à toa quanto um casinho passatempo.

– Não vai me dizer que ele também é do FBI...

– Não – ela abriu um sorriso enorme –, ele é ex-presidiário.

– QUÊ?

[...]

Minutos depois Shizune achou Juugo e Haruno achou melhor deixá-los à sós com a desculpa de que estava com sede e que iria comprar uma bebida. Nem se economizasse muito Haruno conseguiria comprar uma bebida daquele lugar, e não era porque estava pobre, mas porque, como dito anteriormente, o lugar era para quem podia pagar caro. Ficou pensando se iria mesmo se meter no meio de Suigetsu e Sasuke, mas resolveu ir mesmo assim.

– Olá de novo – ela chegou junto de Sasuke e disse meio tímida.

– Olá, Coração. – Sasuke passou um braço pela sua cintura.

– Olá, Coração-chan. – Suigetsu levantou a mão e cumprimentou Haruno, que ainda estava chateada e não respondeu. – Desculpe por hoje mais cedo. Isso não vai mais acontecer, eu te juro.

Haruno olhou incerta para Sasuke. Sasuke beijou o topo da sua testa e ela sentiu o cheiro de álcool. Estava meio letárgica, mas não chegava a estar bêbada. Sasuke, por outro lado, mesmo depois de muita bebida, mantinha-se sóbrio.

O ritmo da música de fundo passou de uma balada agitada para um rap/rock agitado. Suigetsu virou um copo com vodca com energético, balançou a cabeça e gritou “essa é uma música do caralho, porra!”.

– Falou vocês, estou indo dançar com as gatas. Sasuke, eu espero que algum gatão venha aqui oferecer muito amor ao seu traseiro. Boa sorte para você também, Coração-chan.

Haruno fez uma careta quando ele partiu e Sasuke o chamou de filho da puta.

– Ele é sempre assim? – Haruno perguntou sorrindo. Não estava mais chateada.

– Ele fica pior quando está bêbado.

– Jura que ele não está bêbado?

Os dois riram.

– Olha só essa bebida, tem gelo picado, uísque, vermute branco doce, angustura e cerejas ao marasquino. Prova. – Sasuke ofereceu.

– Não, não, não. É melhor não, Sasuke. Minha vista está turva.

– Mas você está comigo agora e... – Ele puxou a cadeira de Haruno e as pernas de ambos se tocaram, causando uma sensação de impulso elétrico. – Eu não vou deixar você sair de perto de mim – ele quase sussurrou na sua boca.

O que era isso? Estava blefando com ela?

Hipnotizada, talvez pelo seu olhar, Haruno bebeu.

– Não é gostoso? – Ele perguntou transpirando pura malícia.

– Sim... – Ela respondeu, mas não se referiu à bebida.

Notas finais
O meu quinto período na faculdade começou e minha rotina ficou organizada da seguinte maneira: Só terei livres as tardes de quarta e sexta-feira, mas são os dias em que eu uso para trabalhar (para a universidade, aliás). Em vista disso, os horários disponíveis que eu terei para escrever fanfics serão as noites (e normalmente isso não dá certo, porque eu sempre chego em casa muito cansada e cansada eu não consigo escrever nada que preste para ser lido, às vezes eu faço trabalhos para entregar no outro dia também, sem chances!) e os finais de semana. O sábado pela manhã não conta (às vezes os professores pegam esse horário para adiantar a disciplina ou pagar aulas que ele não deram), porque acordo super tarde. Mais do meio dia. Porque, afinal, acordar 6 da manhã todo dia não é fácil. q Sábados e domingos, a manhã pra mim não existe. Fica o sábado à tarde e o domingo à tarde. Esses dois horários serão usados para a família, amigos, namorado (???????), comer, respirar, assistir, pentear os cabelos, pintar as unhas e outras coisas normais que eu acabo deixando de fazer porque universitário não é um ser normal. Principalmente quando o curso do universitário em questão é integral (os dois horários) como o meu. As noites de sexta, sábado e domingo ficaram livres. Pra quê? Pra fazer trabalhos, seminários, estudar para provas, elaborar projetos e mais outras coisas que também são da faculdade. -_- Aí vocês me perguntam: "Mellorine, porra, quando é que você vai escrever fanfics? Eu respondo: "Também estou procurando a resposta para essa pergunta..." Eu vou usar os intervalos de aulas e a volta para casa no busão, é o jeito! Se isso vai dar certo ou não, só o tempo me dirá. Nosso cronograma ficou mais ou menos assim: MNG - postagens mensais (desculpem, pessoas, tenho várias outras fics para dar conta e estou sem tempo para escrever. Vamos tentar as postagens mensais e ver no que isso vai dar) na TERCEIRA QUARTA do mês (vocês escolheram o dia de quarta na enquete do grupo do facebook). Para checar quando serão postadas outras fanfics minhas que acompanham, não deixem de checar o meu perfil do Nyah! e manter-se atualizado. M♥.