Notas iniciais
Não atrasei o capítulo, palmas pra mim! ♥ ÇSA]~Ç -nnn
Temos leitora nova, então temos capítulo novo. q ~S~ÇA~]SÇ
Leeeeeeiam ♥

Jolene estava no mínimo se segurando o máximo para não urinar nas próprias calças e eu tentava da minha forma recuperar o fôlego, mas eu sentia que iria morrer se ele continuasse. Connor pôs a mão na cintura, fez um bico engraçado e começou a mexer os quadris, rebolando.

– They tried to make me go to rehab but I said 'no, no, no' – fez o sinal negativo com o dedo indicador, ainda mexendo os quadris – Yes, I've been black, but when I come back you'll know-know-know

A toalha negra que fazia uma imitação do cabelo da falecida cantora caiu, cobrindo o seu rosto e atrapalhando completamente a sua performance. Jolene que estava sentada no braço do sofá acabou caindo em cima de mim por tentar controlar a risada. Connor gargalhou também e tirou a toalha que estava enrolada na sua cabeça, porém agora estava um pouco mais frouxa.

– Vocês estão rindo da Amy? Nem imitei a Beyoncé ainda – gargalhou.

– PELO AMOR DE DEUS NÃO – os olhos de Jolene lagrimejavam – Preciso respirar, por favor.

Jolene se levantou e foi até ao filtro d’água que tinha por perto e encheu do conteúdo incolor, eu apenas observava as expressões infantis de Connor ficarem levadas e quando Jô estava com a boca cheia d’água, ele rodopiou, levantou a perna direita e pôs a mão em seu sexo, ficando nas pontas dos pés. A água que estava na boca de Jolene, saiu pelo nariz, o que me fez perder todo oxigênio de tanto rir.

Ele fez o “aaow” do cantor mais famoso da face da terra e deslizou seus pés para trás, ainda com a mão no sexo e rodopiou novamente, contraindo os lábios, com uma expressão “brava”. Jolene já havia cuspido toda água pelo chão e estava agachada no chão, com a mão na barriga.

– Con..nor – tentei respirar, mas ele estava rebolando novamente – pare...

– É tão bom ver vocês rindo dessa forma – finalmente parou de fazer qualquer movimento engraçado e se sentou no meu colo, observando com um sorriso no rosto a minha pessoa tentando recuperar o fôlego – É tão bom ter você por perto.

Com o tempo – muito tempo, aliás – conseguimos nos recompor e eu anunciei a minha ida, pois tinha que passar na psicóloga e meu horário seria em quarenta minutos. Connor fez o mesmo procedimento de sempre; fez um imenso bico e muita manha, entretanto Jô o cortou rapidamente, falando que “o papai vai voltar do trabalho”.

– Vejo vocês qualquer dia – pisquei para os dois.

– Boa consulta – os dois disseram ao mesmo tempo.

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– Bom dia Senhor Kluivert – A Dra. Rosseau sorriu e eu entrei na sala – Sou Dolores Rosseau.

– Me chame apenas por Sebastian, por favor. – Me sentei no local onde ela indicou.

– Não gosta de formalidades? – ela se sentou também.

– Me dão um título de poder desnecessário. – respondi rapidamente.

Ela apenas afirmou com a cabeça e pegou alguns papéis que estavam em uma mesa perto dela, passando os olhos nele rapidamente. Depois de um silêncio no mínimo desconfortável, ela começou o diálogo rapidamente.

– Bom Sebastian... Eu estava vendo rapidamente o seu histórico da London, você é uma pessoa bem tranquila e amável, como todos lhe descreviam por lá.

Apenas cocei a cabeça, senti que aquela porra ia adiantar nada de nada.

– Faço o que eu posso. – cocei o nariz.

– Bom, por que não começamos por você me contando um pouco sobre a sua infância? Já que está escrito que o seu grande problema é a sua irmã.

Suspirei e pensei; o que eu poderia dizer sobre a minha infância? Que ela foi perfeita e que eu zerei Zelda tantas vezes que não consigo me lembrar ou poderia dizer que meu problema só começou quando Iullia foi concebida, apesar de que as duas coisas eram verdades.

– Consideravelmente tranquila. – Respondi calmo – Não tive problemas com ela e nunca sofri nada.

– Nem falta de atenção? Ciúmes excessivos? – ela perguntou cautelosa.

– Aí você já está descrevendo Iullia – Dolores estreitou os olhos – Eu sou o mais velho, eu que deveria ter sido deixado de lado com o nascimento dela, entretanto ela sempre foi as chaves esquecidas em cima da mesa. Sempre fui mimado, mesmo não gostando muito disso.

Pausei levemente, escolhendo um pouco o que poderia falar, mas ela me interrompeu antes.

– E sua relação com seus pais?

– Boa, nunca tive nenhum desentendimento com eles, quero dizer... Não antes de ela morrer. – ela ficou calada, esperando minha continuação – Depois que ela se suicidou começou a ficar desagradável ficar em casa, minha mãe praticamente ficou incapaz de exercer a profissão que tanto amava e meu pai parou todos os seus projetos para ficar com ela, pois ele achava que minha mãe ia fazer o mesmo que Iullia. Ela tinha... dezessete anos apenas...

Achei que já havia me lembrado dela o suficiente.


Notas finais
Gostaram? Gostaram? Hm, hm, hm? Cês num sabem o que espera Sebastian. q
Parando com os spoilers, reviews? *-* ♥
Até segunda~~!!!