Mirai no Monogatari
44 Capitulo 33 – Nova Geração.
Notas iniciais

Capitulo 33 – Nova Geração.
(6 meses após a guerra)
– É com imenso prazer que declaro o inicio do ano letivo da academia shinobi! – dizia Naruto com enorme satisfação.
Os professores e outros funcionários batiam palmas enquanto Naruto assinava o registro de alunos, diante dele 90 crianças que seriam divididas em três turmas, essa era a nova geração de alunos que se fossem bem sucedidos em 5 anos seriam novos gennins.
As crianças com idade entre 7 e 8 anos (e raríssimos mais jovens) observavam o Hokage como se estivessem diante de um deus, muitos ali sonhavam em ser como ele, outros tinham o desejo de agradar seus pais ou simplesmente colocarem seu nome na história.
– Eu quero que saibam que de hoje em diante vocês trabalharão duro para receberem suas bandanas – dizia Naruto – se esforcem, deem o melhor de si, mas também se divirtam, vocês são crianças e precisam aproveitar a vida.
– Hokage-sama, não incentive a serem como você era – dizia Iruka de braços cruzados.
– hahahaha foi mal, muito bem crianças, estudem bastante, obedeçam seus professores e não desistam – continuou Naruto – mesmo que encontrem dificuldades, mesmo que pareça impossível, apenas acreditem em vocês mesmo.
Os olhos das crianças brilhavam de felicidade, a mensagem do Hokage tocou todos elas.
– Ah sim, este ano o meu filho Boruto está ingressando na academia também – começou Naruto – eu espero que todos vocês se deem bem, mas não precisam trata-lo de forma especial, isso vale para os professores também.
– Papai baka! – disse Boruto todo envergonhado.
As outras crianças olharam para Boruto, muitos ali sonhavam em ser do mesmo time que ele, algumas garotas já suspiravam por ele, mas o menino apenas escondia a cara de vergonha.
Naruto desferiu um olhar para Sarada, ela também faria parte dessa geração, na verdade quase todos os filhos dos seus antigos amigos o fariam, com isso Naruto estavam ansioso para ver que tipo de novos gennins Konoha produziria daqui a alguns anos.
Com o fim da cerimônia de entrada os alunos foram dispensados, divididos em três turmas eles foram guiados para suas respectivas salas, o primeiro dia costumava servir apenas para apresentação e introdução ao que viria dali em diante.
– Como se sente trazendo seu filho à academia pela primeira vez? – perguntou Iruka cumprimentando Naruto.
– É o tipo de coisa que se lembra pro resto da vida, quem diria não é? – respondeu Naruto.
– O moleque que reprovou três vezes hoje é o Hokage, e trouxe seu filho para a academia – dizia Iruka – isso prova que nada é impossível!
– Você falando assim parece deprimente – reclamou Naruto – e quando seu filho vai entrar na academia?
– hahahaha muito em breve, ele parece ter dificuldades com as matérias básicas – respondeu ele.
– Bem, uma nova geração entra hoje, e mais uma está saindo – dizia Naruto orgulhoso – mal posso esperar para ver quantos serão aprovados.
Naruto se referia a outra cerimonia hoje, os gennins que estudaram ao longo dos anos saberão se foram ou não aprovados, e caso sejam eles finalmente receberão o título e a bandana de gennins da folha, serão encaminhados para um jounin sensei e receberão missões.
Uma hora após a cerimônia de entrada foi a cerimonia de nomeação, dos 90 alunos que começaram apenas um terço chegou ao último ano, os outros por reprovarem nos testes práticos ou escritos ficaram para trás, mesmo assim nem todos os alunos que chegaram até aqui seriam aprovados.
– Muito bem, todos o que forem chamados venham até aqui para receberem as bandanas – dizia Iruka sentado em sua mesa – os outros devem se retirar, mas lembrem-se que mesmo que não sejam aprovados agora terão outra chance daqui a 6 meses.
Iruka começou a chamar os nomes daqueles que foram aprovados, como ele chamava fora de ordem a expectativa era enorme, pouco a pouco os alunos iam buscar suas bandanas e voltavam com elas em suas testas, alguns faziam planos de personaliza-las.
– Vamos lá, ainda tenho chance – rezava um dos alunos.
– Vejamos... Sarutobi Akane – chamou Iruka.
– her! Eu sabia que a pequena gênio ia conseguir – disse uma menina com um certo desprezo.
Sarutobi Akane era a filha de Yuuhi Kurenai com o falecido Sarutobi Asuma, com apenas 10 anos ela recebia a sua bandana de gennin, um feito considerado impressionante mesmo nos dias de hoje.
– Parabéns Akane-chan, seu pai ficaria orgulhoso – elogiava Iruka com uma certa emoção.
– Eu tenho certeza que sim – disse alguém na porta da sala.
Todos olharam para a porta e viram Nara Shikamaru, o conselheiro do Hokage havia vindo em pessoa para a sala.
– Conselheiro Nara! A quê devemos a honra? – perguntou Iruka levantando-se.
Algumas pessoas achavam essa situação engraçada, mas os conselheiros da vila recebiam mais honrarias e respeito que o próprio Hokage, alguns achavam que isso se devia ao fato dos conselheiros terem um atmosfera mais respeitável e serem muito mais sérios enquanto que o Hokage tinha um jeitão de idiota e atrapalhado, de qualquer forma Naruto não ligava para formalidades.
– Eu não quero atrapalha-lo, eu só vim falar com a Akane – explicou Shikamaru – pode empresta-la por um momento?
– Sem problema, ela já pode sair – disse Iruka – mais tarde eu avisarei à Kurenai-san em que time ela ficou.
– Quanto a isso, deixe o nome dela por último na lista – pediu Shikamaru – vamos Akane.
– Sim tio! – disse ela pegando suas coisas e seguindo-o.
Iruka não entendeu o pedido dele, deixar o nome dela por último na lista significava que ela poderia ficar de fora da formação de times, se isso acontecesse ela teria que esperar mais 6 meses para uma nova prova.
Mas confiando no conselheiro Iruka fez o que ele pediu, depois disso Iruka chamou por outros dois nomes na lista, assim que estes receberam as bandana Iruka fechou o caderno, ele encerrara a chamada dos aprovados e agora começaria a formar os times com os aprovados.
– Espere um pouco diretor! E quanto a mim!? – perguntou um menino aflito.
– Yosuke não é? Você ficou abaixo da média tanto nas provas escritas como praticas – respondeu Iruka sério – como esperava que você fosse aprovado?
Os outros alunos riram do menino, ele realmente era muito ruim nas provas apesar de bem determinado.
– Eu soube que o Naruto era o pior aluno da academia, mesmo assim ele foi aprovado e hoje é Hokage – justificava ele – e que foi o senhor mesmo que o aprovou!
Iruka suspirou tentando juntar paciência, como explicar as condições em que o Naruto foi aprovado? Como explicar que ele não duvidava do potencial dos alunos, mas que não poderia aprova-los sem resultados? Por falta de habilidades básicas Naruto sempre se ferrava mas conseguia seguir em frente com uma vontade que nem todos tinham.
– Yosuke-kun, o Naruto falhou três vezes até conseguir, você terá outra chance daqui a 6 meses – disse Iruka – todos que não foram chamados por favor saíam, os outros aguardem para saber em que time foram colocados.
No total 13 dos 30 alunos foram reprovados nesse semestre e deixaram a sala, com o restante Iruka formou 5 times completos, sobraram apenas dois sem time nenhum, um deles seria mandado para um time que tivesse uma vaga sobrando, e o ultimo era a Akane que ficaria em espera até Shikamaru dizer o que pretendia fazer.
Mas na saída Yosuke não estava disposto a desistir, ele dizia a si mesmo que seria aprovado custe o que custar.
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– hun... tio Shika? Eu fiz alguma coisa errada? – perguntava Akane preocupada.
– Claro que não, só estamos indo conversar com sua mãe – respondeu ele – é um assunto importante.
Mas dizer isso não tranquilizava a menina, na verdade a deixava mais curiosa e preocupada, quando chegaram na residência de Kurenai a jounin veterana cumprimentou Shikamaru, ao ver sua filha com a bandana da folha ela sorriu emocionada.
– Parabéns querida, você já é uma gennin – dizia ela orgulhosa.
– E com apenas 10 anos, muito mais genial do que eu – brincou Shikamaru.
– Você sempre foi preguiçoso demais para fazer os testes de avanço rápido – repreendeu ela – mas eu já ia me arrumar para busca-la na academia, porque se deu ao trabalho de ir busca-la?
– Na verdade eu tenho alguns motivos para isso, podemos conversar?
Ela sabia que Shikamaru nunca fazia nada sem proposito, convidando-o para entrar ela o deixou a vontade na sala, com sua filha ela foi para a cozinha preparar chá enquanto a menina preparava alguns biscoitos, logo eles tinham tudo para uma conversa casual.
– As notas da Akane-chan foram as melhores da sua turma, mesmo sem experiência ela já é uma gennin completa – dizia ele enquanto bebia um pouco do chá.
– Foi graças as aulas do tio Shika, e aos treinos com o Kono-nii – dizia ela meio envergonhada.
Quando entrou para a academia Akane teve muita ajuda, ela recebia aulas do Shikamaru sobre estratégias e treinamento físico com seu primo Konohamaru, além disso os ex-alunos de Kurenai ensinavam muita coisa a ela.
– A minha filha tem um enorme potencial, assim como o pai dela – respondeu Kurenai orgulhosa
– Por isso eu quero investir no potencial dela, eu decidi toma-la como minha discípula – informava ele – eu já conversei com o Naruto para me dispensar do posto de conselheiro e retornar para minha função de jounin.
Kurenai ficou sem palavras sobre isso, um jounin especial como Shikamaru podia escolher um gennin em particular, e depois disso toma-lo como discípulo, em vez de um time ele treinava um único gennin para missões especiais, e quase sempre esse escolhido se destacava acima dos demais.
– Espere um pouco Shikamaru! Tomar uma decisão dessas é precipitado! – argumentou a outra – como conselheiro você é vital para a vila, ainda mais nessa fase ruim que estamos passando!
– Quer dizer que o tio Shika não pode ser meu sensei? – perguntou Akane confusa.
– É justamente por estamos em crise que precisamos de um talento natural como ela – respondeu ele – faz anos que um gennin assim não sai da academia, com as baixas que sofremos na guerra precisamos de cada jounin disponível.
O que ele dizia era verdade, por causa da ultima guerra Konoha perdeu quase metade dos seus ninjas, todos os jounins disponíveis estavam pegando times de gennins para treina-los e aumentar o efetivo, para repor o que foi perdido eles precisavam urgentemente de talentos novos.
– Mesmo sem mim o Naruto tem o Kakashi e a Tsunade – explicava Shikamaru – Konoha não precisa de três conselheiros mas de um jounin a mais.
Akane acompanhava a conversa tentando entender o assunto, mesmo sendo genial essas coisas estavam acima do seu nível.
– Voltando à ativa Konoha ganha mais um jounin, e se eu treinar a Akane corretamente em poucos anos a vila ganha mais um – dizia ele – isso é mais vantajoso do que fazer trabalho de escritório.
– E a divisão de inteligência? – perguntou Kurenai.
– Por enquanto farei trabalho de campo coletando informações, o Ibiki vai ser o diretor por enquanto – explicou Shikamaru – você está entendendo Akane-chan?
– Eu não sei se entendi direito, mas o tio Shika quer me fazer sua ajudante? – perguntou ela.
– Você será minha discípula, a única gennin que vou treinar – respondeu ele – mas esse papel exige muito mais, as missões serão mais difíceis e nenhuma falha será tolerada.
– Eu entendo, eu estou preparada – respondeu Akane séria.
– Muito bem, então amanhã sairemos em nossa primeira missão – disse Shikamaru se levantando – esteja preparada.
Shikamaru agradeceu a hospitalidade e saiu, depois que ele se foi Akane abraçou sua mãe, mesmo preocupada Kurenai estava muito orgulhosa, o talento da sua filha foi reconhecido.
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– Muito obrigado por terem atendido o chamado – dizia Yosuke cruzando os braços – para esse reunião que vai decidir nosso destino.
– Por que diabos você está falando tão seriamente? – perguntou a menina chamada.
Três crianças se reuniram no sótão de uma casa abandonada, com refrigerantes e salgadinhos eles haviam combinado uma reunião de emergência, além do Yosuke uma garota chamada Homura e um menino chamado Makoto.
– Eu os chamei porque assim como eu vocês reprovaram no teste – explicou Yosuke – nos três tiramos as notas mais baixas da turma.
– Por favor não me lembre disso, o meu pai quase arrancou o meu couro – dizia Makoto sentindo calafrios.
– Eu queria que meus pais tivessem se importado mais – resmungou Homura chateada.
– Desde o inicio estávamos em desvantagem, nossa sala estava cheio de gênios – argumentava Yosuke – até mesmo aquela menina que pulou dois anos, a Akane.
Era um fato que crianças nascidas em famílias comuns sofriam desvantagem em meio aos herdeiros de famílias ninjas, os testes atuais eram mais difíceis que a uma década e visavam desenvolver habilidades ninjas ainda na academia.
– Mas não temam, não precisamos esperar seis meses para tentar de novo – dizia Yosuke vitorioso – se completarmos o teste secreto vamos ser aprovados na hora!
– Teste secreto? – perguntaram os outros dois.
– O teste que Uzumaki Naruto completou para ser aprovado – Yosuke falava como se fosse um sábio – ele mostrou suas incríveis habilidades roubando o pergaminho de kinjutsu da vila.
Os dois ficaram impressionados, se conseguissem fazer algo tão incrível com certeza seriam aprovados, tendo o apoio deles Yosuke começou a explicar seu plano, no final cada um deles elaborou um plano para obter o pergaminho secreto.
– Mas onde estará esse pergaminho secreto? – perguntou Makoto.
– Com certeza no prédio Hokage, onde nenhum inimigo pode entrar – dizia Yosuke – mas nós somos ninjas da folha, eles nem vão saber o que os atingiu!
– her... ainda não somos ninjas – corrigiu Homura.
– Detalhes, o importante é que temos que trabalhar juntos – dizia Yosuke – escutem o que vamos fazer agora.
Os três saíram para reunir o que precisavam, em pouco tempo estavam se dirigindo para o prédio Hokage, lá eles colocariam em ação a primeira parte do plano.
Enquanto eles se preparavam Naruto estava em seu escritório, além do original outros 10 bunshins executavam todo tipo de trabalho, quando ele finalmente assinou a ultima folha caiu exausto em sua cadeira.
– Ai droga, eu sempre fico com dor de cabeça – reclamou Naruto depois de desfazer os bunshins.
– Mas pelo menos você conseguiu terminar tudo que estava pendente – comentou Shizune.
– Pelo menos até chegarem os relatórios da tarde – dizia Naruto sofrendo – eu vou pra sala de descanso, acho que consigo tirar um cochilo por uma hora.
– Pode ir, se acontecer alguma coisa eu te chamo – respondeu ela.
Naruto levantou-se e saiu para uma outra sala, já Shizune permaneceu no escritório organizando a papelada, se nada acontecesse o resto da tarde seria tranquila.
Enquanto isso do lado de fora um agente da ANBU estava sobre um telhado próximo, ele observava um menino que estava em outro telhado mais a frente, nisso um companheiro chegou do seu lado.
– O que aquele menino está fazendo? – perguntou o segundo agente.
– Aparentemente espionando o escritório do Hokage-sama – respondeu o primeiro – está fazendo isso a meia-hora.
– E não lhe ocorreu de manda-lo embora? – perguntou o segundo.
– Olhe pra ele, estamos a 10m de distância e nem nos notou – justificou o primeiro – ele sequer vale o esforço?
Os dois ficaram observando Yosuke no outro telhado, o menino estava concentrado olhando pro escritório do Hokage, através de um binóculos ele via a movimentação no escritório e sorriu ao ver o Hokage saindo.
– Makoto-kun, é a sua chance agora! – alertava Yosuke pelo rádio – ele está saindo, você já sabe o que fazer!
No telhado do prédio Hokage o pequeno Makoto se preparava, ele fez os selos e usou o henge no jutsu assumindo a forma do Naruto, de forma meio desajeitada ele desceu as escadas e seguiu para o escritório, do lado de fora Yosuke monitorava tudo.
Na porta do escritório Makoto engoliu em seco, se por acaso Naruto estivesse pra voltar a Homura iria atrasa-lo o máximo possível, se as coisas ficassem feias o Yosuke iria avisa-lo, por isso tudo deveria correr bem.
Ele abriu a porta do escritório surpreendendo Shizune, ela sabia que ele tinha ido tirar um cochilo, por isso era estranho ele voltar assim, mas ela bateu o olho nele e logo fez uma expressão de desconfiança.
– b-bo-boa ta-rde Shizune-san – dizia ele todo nervoso – eu esqueci de fazer algumas coisas.
– “O que ele está pensando? Os movimentos e o tom de voz estão horríveis” – pensava Shizune com uma cara de decepção – “fora isso ele está 15cm mais baixo, é um completo amador!”
Além dos detalhes físicos havia a assinatura de chakra, o chakra do Naruto era único e mesmo os não rastreadores poderiam senti-lo se concentrassem os sentidos um pouco, mas Shizune conseguia sentir um chakra muito fraco vindo do impostor, com certeza era uma criança.
– Que bom que voltou Hokage-sama, temos alguns problemas pra resolver – começou ela entrando no jogo.
– Antes disso você não gostaria de tirar o dia de folga? – perguntou Makoto lembrando do que ensaiaram – se tiver um problema eu posso resolver sozinho!
– Não temos tempo para folga, uma crise se aproxima! – Shizune o segurou pelo braço e o levou para a mesa.
Makoto ficou pálido e perdido, o plano não incluía trabalhar como Hokage, a ideia era se livrar da secretaria e procurar o pergaminho o mais rápido possível.
Shizune o fez sentar na poltrona do Hokage, depois disso colocou vários pergaminhos sobre a mesa, eram relatórios sem importância e que já deveriam ter sido descartados.
– Recebemos relatórios de todas as outras vilas, um perigoso inimigo apareceu! – dizia ela encenando tudo – se não fizermos nada outra guerra pode começar, você precisar analisar tudo e enviar respostas para os outros kages!
O queixo de Makoto parecia prestes a cair da cara, ele olhava para aqueles pergaminhos como se o destino do mundo repousasse em suas mãos, suando frio e com o estomago se revirando ele tremia muito.
– Não temos tempo a perder Hokage-sama – pressionava Shizune.
– e-e-e-e-ee- eu preciso ir no banheiro!! – gritou Makoto se levantando.
– Claro, mas por favor não demore – disse Shizune abrindo caminho pra ele.
O menino saiu rapidamente do escritório, depois que ele se foi Shizune começou a rir, ela meio que se arrependia por deixar uma criança doente de nervosismo, mas acreditava que isso ensinaria uma lição a ela.
Algum tempo depois Makoto encontrou-se com Homura do lado de fora, ela o viu em um péssimo estado e se perguntava o que acontecera com ele, o menino realmente precisou ir no banheiro e agora voltava completamente derrotado.
– Não da, é demais pra mim – dizia Makoto sem forças.
– O que diabos aconteceu? Você estava lá dentro! – reclamou Yosuke juntando-se a eles.
– Eu quase comecei uma guerra! – respondeu Makoto aterrorizado – eu definitivamente não quero ser Hokage.
Yosuke esfregou a mão na cara e quase gritou de raiva, mas nesse momento tudo o que Makoto queria era tomar algo pro estômago, enquanto eles saíam dali Homura se empolgava um pouco.
– Bem, acho que é a hora de usarmos o meu plano! – disse ela erguendo o braço.
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– Himawari-sama, por favor espere! – implorava a mulher correndo pela rua.
– Por aqui! – gritou a menina acenando.
A empregada do clã Hyuuga suspirou cansada, era o dever dela acompanhar a herdeira do clã pela vila, infelizmente Himawari tinha energia demais e não parava quieta em lugar algum.
– Umi-san, eu quero aqueles doces! – dizia Himawari apontando para a vitrine.
– Hinata-sama foi bem direta, ela disse para não deixa-la comer qualquer coisa – avisou a mulher.
– ãh? Mas eu quero aquele doce... – os ombros dela foram ao chão de desanimo.
– Aqui está – disse alguém estendendo a mão para ela.
Himawari olhou para a mão com o doce ofertado, depois olhou para quem entregava, Homura usava seu sorriso mais encantador para conquistar a menina que aceitou o doce.
– Himawari-sama! Não se deve aceitar doces de estranhos! – reclamou a acompanhante.
– Mas eu não sou estranha, eu sou a Homura – respondeu a outra inocentemente.
– Muito obrigada onee-chan – agradeceu Himawari pondo o doce na boca.
Do alto de um telhado Yosuke e Makoto observavam a aproximação, eles viam Homura conversando descaradamente com Himawari, enquanto isso a acompanhante suspirava pelo tempo que estava perdendo.
– A Homura é muito boa em enrolar os outros não é? – perguntou Makoto.
– E também ela é ótima pra pregar peças e pegadinhas – respondeu Yosuke.
Enquanto isso Umi via Himawari conversando animadamente com a nova “amiga”, ela não tinha problema em acompanhar a herdeira, mas odiava perder o programa da TV que ela comprou recentemente, vendo o quanto a mulher estava impaciente Homura decidiu atacar.
– Na verdade o Iruka-sensei me pediu para procurar o Boruto – disse ela – pra entregar o caderno que ele esqueceu.
– “Que historia mal contada é essa?” – perguntava-se Umi.
– Um caderno do nii-chan? Vamos entregar pra ele! – disse Himawari arrastando Homura pela mão.
– es-espere Himawari-sama!! – gritava Umi correndo atrás dela.
Mas a empolgação de Himawari era insuperável, Homura correu junto com a menina e em pouco tempo estavam na porta do clã Hyuuga, seu plano era aproximar-se dos filhos para descobrir o segredo do pai.
– “Eu fico amiga da Himawari, com ela eu me aproximo do Boruto” – pensava Homura satisfeita – “ele com certeza sabe onde está o pergaminho, talvez até possa me levar até ele!”
De certa forma seu plano deu certo, com Himawari ela conseguiu entrar no clã Hyuuga, em pouco tempo ela estava na porta da casa do Naruto, ela ficou impressionada com o lar do Hokage.
– O que pensa que está fazendo trazendo qualquer um pra cá mocinha? – reclamou Umi após alcança-las.
– Algum problema Umi-san? – perguntou Hinata que aparecia na porta.
– Ela não quer deixar eu trazer a amiga do nii-chan – respondeu Himawari.
– Amiga do Boruto? Você? – perguntou Hinata olhando para a garota ao lado da filha.
Homura ria sem jeito enquanto suava frio, Himawari dizia que ela tinha vindo entregar um caderno do irmão, mas Hinata sabia que seria impossível Boruto ter uma amiga com quase o dobro da sua idade.
– Está tudo bem Umi-san, está dispensada – disse Hinata liberando-a – o Boruto está lá no quintal, vocês duas podem se juntar a ele.
Himawari saiu arrastando Homura em direção ao quintal, Hinata deu de ombros e foi preparar alguma coisa para as crianças lancharem.
– Hinata-sama, aquela menina está...
– Mentindo obviamente, mas eu não sinto hostilidade vinda dela – respondeu Hinata – vamos deixar rolar, além disso ela está subestimando aquela dupla.
O sorriso cruel de Hinata assustou Umi que saiu logo, enquanto isso no quintal Himawari apresentava Homura para Boruto que fez uma cara estranha.
– Nunca vi essa aí – disse o menino com a cara fechada.
– Iruka-sensei mandou entregar o seu caderno – disse ela rápido para mudar de assunto.
– Esse aí não é o meu caderno – disse ele olhando a capa.
– Sério!? Acho que ele se enganou – Homura ria sem graça tentando disfarçar – mas o que vocês estão fazendo?
– Vamos brincar de ninja! E já que você está aqui vai brincar também! – disse Boruto empolgado.
– “Brincar de ninja? Mas eu já sou praticamente uma ninja” – pensou Homura envergonhada – tudo bem, o que vamos fazer?
As duas crianças sorriram maldosamente e Homura sentiu um calafrio, fora do clã Hyuuga Makoto e Yosuke sentiam que sua amiga corria perigo, e na cozinha Hinata se divertia vendo a menina pagar pela sua travessura.
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– Uma criança se passando por você? – perguntou Shikamaru.
– Foi o que a Shizune disse, e um dos ANBU da guarda mencionou um menino espionando o meu escritório – respondeu Naruto – mas parece que era algum gennin querendo aprontar alguma coisa.
– Passamos por uma guerra a 6 meses, e hoje a guarda está relaxada o bastante para deixar crianças passarem – comentou Shikamaru.
– Relaxa, a criança passou mal só de ser pressionado, com certeza não tinha intenções ruins – respondeu Naruto – além disso é o tipo de coisa que eu fazia quando criança, vamos deixar pra lá.
Shikamaru fez como ele disse e deixou o assunto de lado, eles voltaram a falar sobre o Shikamaru voltar a ativa, como ele estava deixando a central de inteligência Naruto decidira relocar Sasuke para lá temporariamente.
– Talvez assim eu consiga faze-lo ficar em Konoha – dizia Naruto – aquele cara não para quieto!
– Pelo visto mesmo em paz o Sasuke não consegue relaxar – comentou Shikamaru – ele é do tipo que acha que se relaxar uma tragédia pode acontecer.
Naruto chegou no portão do clã Hyuuga, despedindo-se do seu amigo ele foi pra casa, assim que ele chegou viu Hinata terminando de guardar a caixa de primeiros socorros.
– Alguém se machucou? – perguntou ele preocupado.
– Não foi nada sério – disse Hinata contendo o riso – as crianças arranjaram uma babá nova.
– Cuidar desses dois é classificado como missão rank B – disse o Naruto.
– Como foi o seu dia? Você não parece tão cansado como de costume – perguntou Hinata.
– Foi um dia tranquilo, sem incidentes nas missões ou na vila – respondeu ele – eu terminei o serviço rápido para dormir em casa hoje.
– Que bom! Então vamos chamar as crianças – disse Hinata empolgada – e aí podemos conversar juntos.
Enquanto a família se reunia um outro grupo também se reunia bem longe dali, Makoto e Yosuke olhavam para Homura, ela parecia ter tido a vida arrancada do corpo e lutado contra um bijuu, seu corpo estava cheio de curativos.
– O que aconteceu com você? – perguntou Yosuke.
– Aqueles dois... são demônios em forma de gente – disse Homura ofegante – quase não sobrevivo...
– Mas você conseguiu a informação não conseguiu? – perguntou Yosuke preocupado.
– O Boruto mencionou que viu um pergaminho enorme no prédio Hokage – respondeu Homura – parece que fica na sala onde o Hokage descansa.
– Então estava mesmo lá, mas em outra sala – disse Makoto – vamos mesmo fazer aquilo?
– Exatamente! Vamos pegar o pergaminho – disse Yosuke confiante – e quando completarmos o teste secreto seremos mais incríveis que os gênios da nossa turma!
Os três se viram como gennins ostentando orgulhosamente suas bandanas, diante disso valia o risco que correriam, com vontade renovada eles planejaram o próximo passo.
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Os agentes da ANBU eram assustadores mesmo para outros ninjas, o consenso geral é que eles não tinham alma ou sentimentos, que eram assassinos frios e mestres espiões.
Quando não estavam em missões de assassinato, sabotagem ou espionagem eles tinham outra função: guardar locais importantes dentro da vila, todos sabiam que os pontos importantes da vila eram vigiados por uma ou mais equipes da ANBU.
Por isso o agente designado para o exterior do prédio Hokage ficou confuso, ele viu três crianças esgueirando-se a noite pelos becos, do jeito que se moviam via-se que tinham nível gennin, mas aparentemente nem um pingo de noção de como ser furtivo, a medida que se aproximavam ficava claro que o alvo deles era o prédio Hokage.
– Hokage-sama, desculpe incomodar mas temos uma situação incomum aqui – disse o agente usando o jutsu de comunicação.
Em sua casa Naruto acordou resmungando, ele sabia que a ANBU só usaria esse jutsu se fosse algo importante, mesmo assim ser acordado à meia-noite era extremamente irritante, Hinata ao seu lado acordou também mas ele disse que ela podia continuar dormindo.
– Uma situação incomum? Do quê está falando? – perguntou Naruto pondo a mão na testa.
– Três crianças da nossa vila estão tentando escalar o muro, muito mal por sinal – respondeu ele – eu duvido que eles representem uma ameaça, o que devemos fazer?
– Você é o Rofu não é? Eu gostaria que fizesse algo incomum por mim – disse Naruto – descubra o que essas crianças querem, e depois dê o maior susto da vida deles, sem machuca-los é claro.
O agente com máscara de coruja entendeu as instruções, depois disso ele avisou os outros ao redor do prédio, mesmo estranhando as ordens do Hokage eles sumiram na escuridão abrindo caminho.
Enquanto isso os três finalmente escalaram o muro, Makoto se amaldiçoava por não aprender direito o jutsu de grudar nas paredes, os outros dois tiveram que ajuda-lo nisso.
Finalmente eles estavam no pátio do prédio Hokage, eles procuravam se esconder nas sombras mas eram péssimos para fazer isso, também eram péssimos para perceber que meia-dúzia de pessoas estavam vigiando cada passo que davam.
– Foi mais fácil do que pensei – disse Yosuke – mas não se descuidem, deve ter guardas por toda parte.
Os três se esconderam embaixo de uma janela, Homura pegou seu kit e começou a forçar a tranca da janela, demorou um pouco mas ela conseguiu destranca-la, depois de abri-la os três entraram e logo em seguida Rofu atrás deles.
– Aposto que está cheio de armadilhas pra pegar intrusos – disse Makoto olhando tudo atentamente.
– “Que tipo de pessoa coloca armadilhas num lugar onde todo mundo transita?” – perguntou-se Rofu perplexo com a burrice deles.
Graças a preocupação exagerada deles levaram meia-hora pra andar do primeiro ao terceiro andar, Rofu os seguia cuidadosamente enquanto os outros já tinham perdido o interesse neles.
Os três finalmente chegaram ao objetivo, a sala que os Hokage usam pra descansar ou conversar com visitantes informalmente, na porta da sala Homura mais uma vez começou a trabalhar na tranca.
– “Esse sim era um lugar onde alguém colocaria uma armadilha” – pensou Rofu imaginando essas crianças morrendo horrivelmente.
Homura finalmente destrancou a porta com seu kit, eles abriram e avistaram o seu alvo num suporte preso à parede, mas na verdade era algo completamente diferente.
– Conseguimos! Encontramos o pergaminho de kinjutsu! – comemorou Yosuke.
– Finalmente vamos nos tronar gennins! – disse Homura vibrando de alegria.
– O papai vai ficar tão orgulhoso de mim... – Makoto quase chorava de felicidade.
– “Então era isso o que eles queriam? Mas aquele é o pergaminho do contrato que o Hokage-sama possui” – Rofu observava da porta – “é completamente inofensivo, por isso está num lugar assim!”
Rofu cansou de observar e decidiu agir, agora que ele sabia o objetivo das crianças era hora do susto, sem discrição ele usou henge no jutsu e disfarçou-se como um membro da akatsuki, mudou sua máscara para algo aterrorizando e surgiu numa nuvem de fumaça na porta, as crianças tomaram um susto como ele queria.
– kukukuku muito obrigado por abrirem caminho para mim – disse Rofu com uma voz sinistra.
– q-qu-quem é você!? – perguntou Yosuke assustado.
– Aquele é o manto da akatsuki, os vilões que destruíram a vila uma vez! – disse Makoto pálido de medo.
– Não pode ser! Ele estava nos seguindo? – perguntou Homura igualmente assustada.
– Exatamente! Vocês tornaram tudo mais fácil – dizia Rofu interpretando – e com esse pergaminho eu poderei destruir a vila mais uma vez, agora entreguem pra mim!
Eles dava passos lentos na direção deles para criar o efeito desejado, as três crianças se encolheram de medo e recuavam devagar, mas encurraladas naquela sala não havia pra onde fugir, seus braços e pernas tremiam, mas diante daquele monstro Yosuke trincou os dentes e apertou os punhos.
– Vá se ferrar! Nem morto que eu entrego isto! – disse ele prendendo o pergaminho nas costas – eu não vou deixar um vilão qualquer destruir a vila!!
Mesmo morrendo de medo os outros dois reagiram a essas palavras, na cabeça deles eram os únicos que podiam salvar a vila agora, Rofu ficou estupefato com a ignorância deles diante de tal perigo.
– Vocês são mais sem noção do que imaginei – disse ele – eu só...
– Pra cima dele! Se um de nós sair precisa chamar o Hokage-sama! – ordenou Yosuke.
– Espera, o quê...
As três crianças pegaram o que tinha por perto, fosse um abajur ou uma cadeira, juntos eles saltaram encima de Rofu que sequer entendeu o que estavam acontecendo, logo uma quebradeira começou na sala bagunçando tudo, em seguida só se via três crianças assustadas correndo pelos corredores, na sala Rofu estava caído no chão coberto de coisas quebradas.
– Aqueles pestinhas... – disse ele se levantando.
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– Já mandei informar os pais de vocês – disse Naruto sentado em sua mesa – mais tarde converso com eles.
As três crianças estavam de pé em frente a mesa dele, Rofu estava num canto quieto e Shizune segurava o riso, as crianças mostravam um imenso arrependimento e Naruto suspirava decepcionado.
– Eu não sei onde ouviram falar de teste secreto, mas isso não existe – disse Naruto – o que aconteceu no passado foi algo muito diferente e que quase me custou tudo!
– Me desculpe Hokage-sama, fui eu que tive a ideia – disse Yosuke – os outros só fizeram o que eu mandei!
– Makoto, uma transformação de nada vale se não for perfeita, se você for descoberto a missão já era – repreendia Naruto – no mínimo você seria capturado, e na pior da hipóteses seria morto ou colocaria outros em perigo!
– Eu sinto muito – disse o menino verdadeiramente arrependido.
– O mesmo vale pra você Homura, enganar para obter informações pode se voltar contra você – disse Naruto – o inimigo pode lhe entregar informações falsas, ou pode fazer você entregar informações.
A menina baixou a cabeça, ela realmente usou muito mal a informação que pegou com o Boruto e quase colocou seus amigos em perigo.
– Yosuke, invadir uma base inimiga requer muito planejamento e preparo, você precisa estudar o alvo até ter certeza de todos os detalhes – repreendeu Naruto – é vital saber o que há lá dentro e mais ainda ter uma rota de fuga!
Ele estava completamente arrependido, se isso fosse uma missão todo o time poderia ter morrido, Naruto se certificou de deixar isso bem claro para eles.
– O sensei tinha razão em nos reprovar – disse Yosuke contendo as lagrimas.
– Acho que acabou pra gente – disse Homura decepcionada – depois dessa vão nos banir da academia.
Naruto suspirou e colocou uma caixa sobre a mesa, nela podia-se ver três bandanas da folha, as crianças ficaram sem entender o que isso significava.
– Vocês tiveram as ideias certas, mas fizeram tudo errado – explicava Naruto – vocês conseguiram por em pratica um plano ousado como esse mesmo sem ter experiência alguma.
– Hokage-sama? Isso significa que...
– Não seria justo bani-los quando eu fiz algo parecido no passado, além disso vocês possuem habilidade – respondeu Naruto – vocês permaneceram unidos e reagiram frente ao perigo, seguiram com o plano e agiram de acordo, e o Yosuke ainda tentou protege-los, esse é o requisito para ser gennin.
As três crianças vibraram de alegria, Shizune entregou as bandanas as eles que imediatamente as colocaram, Naruto via neles a expressão máxima de felicidade, e isso o lembrou de quando ganhou sua bandana.
– Mas não pensem que eu vou pegar leve com vocês, vão passar um bom tempo cumprindo as piores missões como castigo! – avisou Naruto – e eu também vou descontar do pagamento o custo dos reparos da minha sala.
Mas elas nem ligavam para isso, estavam felizes demais vendo o sonho de suas vidas se realizar, Naruto sorriu e explicou que amanhã eles deveriam ir à academia, lá eles conheceriam o jounin que iria treina-los.
Depois de todas as explicações Naruto liberou as crianças, enquanto elas saíam pulando de alegria Naruto olhou para Rofu que estava no canto o tempo todo.
– Sério? Você apanhou de crianças assustadas? – perguntou Naruto.
– Por favor me poupe, os outros já estão rindo de mim – disse ele – eu não imaginei que eles iriam atacar daquele jeito.
– Vai ter um bom tempo para conhece-los, eu vou designa-lo como sensei do time 6 – avisou Naruto – você começa amanhã mesmo.
– Tá brincando comigo não é? – perguntou o ANBU desesperado.
– Um time a mais em ação vale mais que um ANBU de vigilância – respondeu Naruto – boa sorte com eles, vai precisar.
Sem opções Rofu curvou-se e foi para casa, ele precisava de um novo uniforme de jounin e criar uma identidade nova, em seu escritório Naruto trabalhou pela manhã cantarolando, ele estava muito feliz com essas crianças, ele sentia que finalmente estava formando uma nova geração.
Continua.
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