Minha vida com você

11 Luke e Thalia, o Nico e o Leo sabem, mas principalmente os dois primeiros


Notas iniciais
Chegayney! Ain que eu adoguei escrever esse capitulo, dei até uma choradinha em uma parte, vocês vão saber qual, eu comentei de uma musica triste da Avril e coloquei para tocar e comecei a chorar. Boa leitura, Diamonds, vejo vocês lá embaixo.

Eu já comentei muito em como os pais fazem as coisas em momentos errados, mas eu nunca comentei em como a Annabeth abre a porta como se o quarto fosse dela. Ainda bem que ela nunca fez isso de noite, vocês sabem que eu tenho que ter um momento íntimo com o Percynho, tudo bem que a maioria das vezes eu penso nela (- Maioria das vezes? Todas às vezes.) (- Ninguém te chamou, senhor Percy!) (- As fãs gostam mais de mim, então não preciso ser chamado, é só eu aparecer que eu divo!) – eu não mereço – enfim e talvez ela não gostasse do que visse, ou até gostasse e nós poderíamos acabar os dois fazendo sexo, se bem que a empresa pornográfica é mentirosa! *Momento Dramático*

Mas desta vez ela entrou no meu quarto em um momento até mais íntimo do que o momento da auto-tocação a Annabeth já me viu nu e me ver nesse momento só nos deixaria quites. Ela surgiu no momento que eu estava fazendo o que o senhor Percy queria: estava tentando dançar “I am the Best” da 2NE1.

Eu estava arrasando, aprendi a coreografia até que rapidinho, eu era a Minzy, e caso você não saiba quem ela é, ela tem cabelos curtos e rebola mais do que uma cantora de funk, só que a Minzy é linda e muito sexy. E o pior, só percebi que ela estava ali quando eu estava acabando de dançar. O senhor Percy estava se divertindo e não posso mentir que eu também não estava. De qualquer modo, só percebi que Annabeth estava me assistindo quando a música acabou e ela gritou:

– UHUL GOSTOSA!

Eu olhei para trás, na direção da porta e ela tava lá sorrindo de orelha a orelha com o celular na mão, apontando para mim. Eu me virei para ela, sabia que se começasse a correr, ela corredia também, mas não consegui me conter, comecei a correr atrás dela, Annabeth riu e correu também, ela fechou a porta do meu quarto, fazendo-me bater de cara na mesma e depois abri-la e seguir a nerd macumbada escada a baixo. Annabeth ria e me mandava ficar longe. Annabeth ficou atrás do balcão da cozinha enquanto eu ficava do outro lado.

– Annabeth, me dá esse celular. – ordenei com a mão esticada.

Annabeth ria sem parar segurando o celular contra o próprio peito, protegendo-o.

– Annabeth! – falei nervoso.

– Você… – ela tava até sem ar de tanto rir – estava… tão… fofo.

Fiz cara feia.

– Não estou achando graça agora me dá esse celular.

– Não!

Eu dei a volta no balcão para pegar Annabeth, ela gritou e no desespero subiu no balcão para passar para o outro lado do mesmo. Porém antes dela conseguir atingir seu objetivo agarrei seu pé e a puxei para mim. Annabeth gritou e tentou me chutar, mas eu segurei os pés dela com força e a puxei. Annabeth ficou sentada no balcão a minha frente, estava entre as pernas dela. Annabeth levantou o braço para deixar o celular fora do meu alcance.

– Annabeth!

Peguei o braço dela e puxei para baixo, quando consegui tocar na mão dela, olhei para ela. Annabeth estava com o rosto próximo ao meu, ela estava sorrindo, eu nunca tinha notado, mas as bochechas da Annabeth são sutilmente rosadas e o sorrisinho dela é muito adorável. Os lábios dela se aproximaram dos meus, e eu não consegui resistir. Nossos lábios se uniram com calma e nossas línguas brincaram de um jeito lento e sedutor. Annabeth abraçou meu pescoço e as minhas mãos acabaram segurando a cintura dela.

Annabeth mordeu meu lábio e puxou fazendo meus olhos revirarem. Depois ela sorriu e começou a beijar meu pescoço, eu já estava me esquecendo do universo quando eu lembrei que Annabeth tinha me filmado dançando. Afastei-a e estendi a mão, Annabeth colocou o celular sobre a mesma. Eu procurei o vídeo e não tinha nada, nenhum vídeo comprometedor meu, de comprometedor só tinha os vídeos do Grover quando ele estava bêbado ou quando tinha um ataque de hippie que o Leo deve ter passado para a Annabeth.

– Você não me filmou? – perguntei.

Annabeth sorriu malandra.

– Não. Eu só fiquei assistindo você dançar.

– Então porque você fez aquela cena toda?

– Para ver o pânico! – ela riu.

Eu revirei os olhos e me afastei de Annabeth, ajudei-a a descer do balcão e dei um selinho nela. Annabeth deu um tapa na minha bunda e me chamou de “gostosa”. Um dia eu ainda pego a Annabeth só para ficar dando tapinhas na bunda dela e ficar a chamando de “nerd gostosa”, vai ser um dia feliz.

… NO DIA SEGUINTE, DURANTE A AULA …

Era a primeira aula, e era de história. O professor Quíron tinha acabado de entrar, ele ajeitou as coisas dele sobre a mesa e depois olhou para mim e sorriu.

– Então, Percy, não sabia que você gostava de k-pop e nem de dançar. – comentou ele rindo fazendo meus amigos e Annabeth rirem.

– O que você fez? – perguntei a Annabeth.

– Eu? Nada, só passei o vídeo para o Leo e ele fez o resto. – respondeu ela.

Eu olhei para o Leo e ele deu um sorrisinho e depois mandou um beijo. Quando aquela safada tinha mandado sendo que depois do beijo eu não tinha achado mais o vídeo? O beijo! Aquela safada usou a leve adoração que eu tenho por aquela boca para mandar o vídeo para o Leo e depois apagá-lo. Ela me usou, Annabeth se aproveitou de mim (- Senhor Percy, não fique pensando que a Annabeth te usou… isso me dá ideias sórdidas e como eu sou só um subconsciente não tem problema se caso o guerreiro acordar, mas o seu vai chamar atenção, então vá pensar em pôneis.) (- É melhor, o meu guerreiro é muito avantajado, vai assustar as meninas. “Ai uma anaconda gigantesca!”.) (- Menos, senhor Percy.).

–… Então nós vamos para lá – o professor aparentemente estava dizendo enquanto eu tinha uma conversa com o senhor Percy, ele estava andando pelas carteiras, deixando um papel sobre elas – em uma excursão esse final de semana, eu preciso que vocês peçam aos seus pais para assinarem se querem ir, nós ficaremos em um hotel fazenda e vamos conhecer alguns lugares histórico, ver casas mal assombradas e um teatro antigo. Esse final de semana não seremos só nós, haverão duas outras escolas conosco, então vocês vão poder conhecer outras pessoas e fazer amigos, eu considero isso uma coisa boa.

Ele chegou na minha mesa, colocou o papel nela e se aproximou de mim, se inclinando na minha mesa como se ele fosse explicar algo para mim.

– “Naega jeil jal laga / Naega jeil jal laga”. – cantou o professor como se fosse engraçado, ele ainda deu uma reboladinha fazendo a classe rir. Eu afundei meu rosto na carteira e fiquei, sentindo minhas bochechas queimarem de vergonha – Enfim, vocês tem até quinta para entregarem esses papeis assinados.

… DE VOLTA A CASA …

Bom, eu vou naquela porcaria de excursão porque já que a Dona Certinha vai, eu vou ter que ir também, vou ser obrigado a ir. Era a segunda coisa que ela fez que me deixou nervoso. Primeiro ela me enganou e usou a minha fraqueza masculina por seios para me humilhar e depois me obriga a ir na excursão. Ãh, na verdade, eu não me importei muito com essa história do vídeo na verdade, e nem foi ela que me obrigou a ir, foi meu pai que disse que eu ia sim que eu precisava aprender alguma coisa que fosse diferente de usar minhas próprias mãos para autossatisfação. Mas mesmo assim, eu vou utilizar isso a meu favor para poder dar uma aproveitada naquela loira.

Quando nossos pais voltaram ao trabalho, eu parei de fingir que estava jogando e fui para o quarto de Annabeth. A desgraçada estava usando um roupão de seda e estava com o cabelo preso em um coque, quando ela me viu entrar, ela deu um sorrisinho culpado e fechou a porta por mim. a desgraçada estava com o roupão muito mal amarrado, ou seja, estava todo mole no corpo dela, eu conseguia ver a curvinha dos seios dela e a calcinha roxa que ela estava usando.

– Olha, Percy – ela disse, eu fechei a boca que eu nem percebi que estava aberta e tentei desviar meus olhos dos seios dela para os olhos, mas eu sempre voltada para a área da alegria – desculpa ter passado o vídeo para o Leo. Eu não queria que você ficasse triste, ou envergonhado ou zangado, achei que você não se importaria.

A desgraçada estava fazendo isso de propósito, ela havia saído do banho naquele momento de propósito, para me mostrar aquela pele macia e cheirosa e me deixar todo mole e não ficar mais nervoso para descontar a minha raiva de mentira em tapinhas na bundinha dela. A macumbada teve coragem de pegar um creme com cheiro de jasmim e começar a passar na perna, subindo até a cocha, a mostrando para mim, praticamente dizendo: Ei, venha me apertar.

– Você me perdoa? – perguntou ela, esfregando a própria coxa.

Annabeth nunca passa creme no corpo, ela já é cheirosa naturalmente, mas ela nunca passa creme que eu sei.

– Lógico que sim. – murmurei.

Annabeth sorriu e me deu um abraçinho.

– Que fofo que você é. – disse ela – Sabe? – ela se afastou de mim e sorriu maldosa – Você está me devendo uma massagem.

Ela me deu o creme e abriu o roupão, deixando-o deslizar pelos seus braços revelando seus seios nus e a calcinha roxa que tinha um lacinho na frente. Revirei os olhos.

– Você só me usa. – resmunguei batendo o pé no chão falando como uma garota.

Annabeth deu um tapa na minha bunda e mordeu o lábio inferior.

– Você gosta. – murmurou ela no meu ouvido.

Suspirei derrotado a observando deitar-se na cama, descaradamente exibindo aquele traseiro lindo para mim. Subi na cama, não subi pelas pernas de Annabeth para começar a massagem porque primeiro, eu puxei a calcinha dela e a tirei.

– Ei! O que você está fazendo? – perguntou Annabeth quando eu terminei de tirar a calcinha.

– Estou te deixando mais confortável. Confie em mim.

Me posicionei direito e coloquei um pouco de creme na mãos e esfreguei na outra e comecei a passar pelas costas de Annabeth, ela soltou um gemidinho aprovando enquanto minhas mãos massageavam as costas dela e desciam em direção a base das costas dela e voltavam acariciando a cintura dela, com aquela curva maravilhosa. Fiz esses movimentos indo e voltando algumas vezes até que eu decidi ir mais safado com isso.

Minhas mãos desceram para a bunda dela e depois voltaram para cima, apertando as nádegas com vontade.

– Percy. – não sabia se ela estava reprovando a minha atitude ou estava gemendo.

Voltei a apertar a bunda dela fingindo que ainda queria massagear as costas dela.

– Você quer dizer que você pode bater na minha bunda e apertá-la descaradamente, e eu nem posso massagear a sua?

– É.

Nós rimos e ela acabou soltando outro gemido quando eu comecei a levar a massagem para o interior das coxas dela. Apertei-as, voltei à bunda e passando pela cintura fui até os ombros dela. Quando minhas mãos voltaram para o interior das coxas dela, desta vez eles não voltaram para os ombros dela. Elas foram em direção ao sexo de Annabeth, o qual acariciei, dedilhando com a ponta dos meus dedos, Annabeth estava levemente excitada e quando meus dedos começaram a trabalhar naquela área, os músculos dos ombros dela se tencionaram, os dedinhos do pé dela enrolaram levemente e ela soltou um gemido enquanto ela já começava a melar os meus dedos.

– Vire-se. – sussurrei no ouvido dela em seguida dei uma mordidinha.

Annabeth fez o que eu pediu e ficou de barriga para cima. Voltei a ficar sobre ela e comecei a acariciar os ombros dela e desci em direção aos seios dela. Annabeth gemeu quando meus dedos fecharam-se em volta deles e apertaram. Massageei-os e desci para a barriga, apertei a cintura dela e voltei às mãos para os seios dela. Dei um beijinho na barriga de Annabeth e tracei uma trilha com a minha língua desde o lugar que eu lambi até os seios dela. Annabeth respirava com força. Ela agarrou meu cabelo quando eu chupei o mamilo ereto dela. Chupei um, depois o outro e voltei a massagear os seios dela e voltei a descer até o sexo dela o qual eu novamente acariciei.

Desci meus lábios ao sexo dela e dei um beijo no clitóris dela primeiro e depois comecei a chupá-lo com mais vontade e penetrei dois dedos nela. Annabeth se contorceu, rebolou nos meus lábios e agarrou meus cabelos, esfregando-se nos meus lábios. Annabeth estava excitada e logo estava tremendo. Na primeira tremida, eu me levantei, lambi meus lábios e os dois dedos. Annabeth rosnou frustrada.

– Aonde você vai? – perguntou ela.

– Isso é por ter feito aquilo comigo. Você merece. – respondi indo para a porta, sorrindo vitorioso, achando que já tinha ganhado.

– Tudo bem. Pode ir. – Annabeth afirmou.

Eu devia ter ido embora, mas eu me virei para encarar Annabeth e me fudi em querer parecer desinteiriçado. Ela estava deitadinha e uma das mãos dela estava sobre o próprio seio o qual ela deu uma beliscada no mamilo e a outra estava entre as próprias pernas e ela acariciou o próprio sexo gentilmente e gemeu. Ela abriu os olhos, me encarou e sorriu safada, gemendo mais alto.

Se eu já estava duro antes, agora eu estava sofrendo. Annabeth continuou com aquilo até tremer com força e gozar. Eu fiquei assistindo a tudo, a ela se tocar, gemer e chamar o meu nome.

– Eu odeio você. – afirmei.

Annabeth ajeitou-se, ficando apoiada nos próprios cotovelos, respirava com dificuldade, ela sorriu e chupou os próprios dedos que estavam melados, e isso olhando para mim sem desviar seus olhos do meu.

– Eu sei. – disse ela sorrindo.

Rosnei nervoso porque eu sou um fraco e fui até ela, jogando-me na cama e comecei a beijá-la. Eu sou um fraco mesmo, lá vou eu me entregar ao desejo carnal que eu tenho por ela. Quando eu vi, nós já estávamos gemendo juntos e nos beijando e nos mordendo e nos satisfazendo. (- Às vezes, ser um fracote, é uma coisa boa, senhor Percy. Você viu no que deu ser um fracote.) (- É, tem suas razões. EI! Eu não quero falar com você! Você me fez dançar fabulosamente! Eu não quero falar com você mais!) (- Eu sou seu subconsciente, você não vai conseguir ficar sem conversar comigo por muito tempo.) Ele é que pensa.

… NO FINAL DE SEMANA …

Eu fui sentado ao lado do Tyson na viagem de ônibus até o hotel fazendo da cidade infernal do conhecimento que o professor Quíron nos fez ir. O professor de biologia estava junto, Pan. Ele é tipo o Grover, um hippie ativista. Inclusive o Grover não ficou sentado com a namorada, ele estava junto do Pan conversando sobre salvar a natureza ou qualquer coisa que hippies conversam. O fundo do ônibus, onde eu estava com os meus amigos e Annabeth com as amigas dela, era o mais barulhento, a gente não parava de falar e de rir, até cantamos.

Leo até fez um polidance. A porta do ônibus era só na lateral e tinha uma espécie de cano de apoio que descia ao lado do último degrau da escada para entrar no ônibus. E foi lá que o Leo se revelou e se encontrou.

– Aquele pole tá me chamando pra dançar. – comentou ele divando, falando como uma garota mimada.

– Leo! Leo! Leo! – Annabeth começou o coro e de repente todo mundo estava gritando por ele também.

Ele se aproximou de Calypso, que estava bicuda por causa dos ciúmes que tem do Leo, deu um selinho nela fazendo o ônibus todo aplaudir e gritar.

– Essa é pra você. – murmurou ele pra ela.

Calypso ficou vermelha de vergonha e depois de um segundo ela pegou o celular do Leo do bolso dele, Leo olhou para ela fazendo cara de malicia, acho que ele achou que ela queria apertar a bunda dele, mas acho que ela queria era filmá-lo divando no polidance.

– Eu preciso de uma música! – Leo realmente tinha se encontrado na vida.

Annabeth se apressou em achar uma, a melhor do universo devo dizer ainda mais para um momento desses. “Lady Marmalade”. Logo a festa começou, as meninas tiraram dinheiro dos bolsos e começaram a chacoalhar para cima, alguns meninos também. Leo estava virando uma Elfa Gostosa talvez? Ele tentou subir no pole e não deu muito certo, ele desceu com uma graciosidade nula que chegava a cegar. Ele rebolou, até o professor Quíron jogou dinheiro nele.

Quando Madame Christina começou a dar o ar da graça Leo se liberou, dublou, bateu cabelo tudo que tinha direito e o que não tinha porque ele fingiu lamber o pole, ainda bem que foi só fingido, ele ia acabar com alguma doença.

Quando acabou, ele foi aplaudido e ficaram gritando que ele era gostoso. Quando Leo voltou a sentar-se e percebeu que Calypso estava com o celular dele e estava mexendo freneticamente com um sorriso diabólico, ele foi para cima dela, querendo tirar o celular da mão dela, acho que ele nunca teria se libertado assim se soubesse que alguém estava filmando. O Tyson e o Luke o seguraram e só soltaram quando a Calypso terminou de postar onde quer que ela tenha postado.

– Eu nunca pensei que tinha tantas divas na minha sala. – disse o professor Quíron que se sentou no encosto de braço da cadeira de Annabeth – Temos o Leo, o Percy, quem é o próximo?

– O Luke! – Hazel exclamou alegre.

– Sério? – perguntou Quíron olhando para Hazel que estava na janela do acento a frente dele, ou seja, atrás do da Annabeth e da Thalia.

– Ele sabe cantar todas as músicas do Grease, ele já fez a peça na escola, na terceira série. – afirmou Ella.

– Vocês calem as suas bocas grandes. – ordenou Luke.

Quíron olhou para ele.

– Você já fez o Danny Zuko então Luke?

– Na verdade… – começou Frank rindo.

– Ah, não! – Luke resmungou afundando no banco – Era trabalho da aula e eu tive que aceitar…

– Ele fez a Sandy e a Thalia era o Danny. – terminou Frank.

Quíron riu alto jogando a cabeça para trás.

– É estranho, mas até que faz muito sentido. – disse Quíron – Mais alguma diva?

– Bom, o Grover quando fica bêbado faz umas coisas aí que incluem casar com uma árvore. — comentei.

– Eu tenho uma coisa de uma diva. – disse Tyson.

– O que? – perguntou Quíron interessado.

– Um vídeo do Nico. – respondeu ele mexendo no próprio celular.

Nós olhamos para o Nico e rimos, ele parecia indiferente quanto a isso.

– Eu dublei “Call me Maybe”. – avisou ele, apesar de tentar parecer indiferente, as bochechas dele estavam ficando rosadas, ele estava ficando um fofo, pelo menos foi o que a Silena disse antes de se jogar nele e apertar as bochechas dele.

– Dublou? – perguntou Quíron pegando o celular e começando a ver o vídeo.

– Mas não foi qualquer dublagem. – disse Charlie.

Realmente não foi. A gente teve que lavar carros para a escola e estávamos competindo com as meninas, então para chamar mais atenção o Nico disse para colocarem a música que ele se virava com o resto. Ele imitou a Carly lavando o carro enquanto cantava. A gente ganhou, um monte de gays surgiram de não sei onde e começaram a dançar também com o Nico enquanto lavávamos os carros. O mais engraçado é que eu nunca tinha visto o Nico sorrir daquele jeito para ninguém, e depois que o último gay foi embora ele fez a cara usual dele e foi embora com as mãos no bolso.

– Então se eu quiser aprender a cantar as músicas do Grease, Luke e Thalia sabem e podem me ensinar. Se eu quiser aprender a dublar enquanto lavo um carro, o Nico sabe e pode me ensinar – (- Se ele quiser fingir que é uma das mulheres de propagandas do FX é só chamar a gente, né, senhor Percy?) (- Lógico.) – E se eu quiser fazer polidance, o Leo sabe e pode me ajudar com isso.

– E se quiser casar com uma árvore é só chamar o Grover que ele te arruma uma planta de vazo que é juíza de paz. – disse, Quíron me olhou sem entender depois rir.

– Eu vou me lembrar disso quando encontrar a árvore da minha vida. – disse ele.

Quando chegamos ao hotel fazendo o outro ônibus da outra escola já estava lá, enquanto descíamos, víamos as pessoas das outras escolas e uma das pessoas era o… que rufem os tambores (*Tambores rufando* — Tá bom, senhor Percy?) (- Maravilhoso.)… Will Solace, sim, o meu querido Finnick Odair. EHHH! Que alegria! Desgraçado, ele olhou para Annabeth e sorriu, a chata deu um tchauzinho para ele e depois olhou para mim me desafiando a fazer alguma coisa, mas eu não podia abraçá-la com todos os meus amigos vendo, eles nunca mais me deixariam em paz.

… UNS DEZ MINUTOS DEPOIS …

Todo mundo estava guardando as coisas nos lugares que deviam guardar e conhecendo o lugar, mas eu estava querendo fazer outra coisa. Eu fui explorar o lugar pelo lado contrario ao dos outros, eles foram aos estábulos e eu fui me aventurar para dentro daquele hotel.

O hotel era branco e azul claro por fora, era grande na diagonal e tinha mais um andar só, mas cabia bastante gente, tinha duas piscinas, um celeiro cheio de cavalos e pôneis e toda essa coisa alegre de hotel fazenda, parecia mais um acampamento com uma imensa casa grande. Lá para dentro do hotel, no coração dele, havia uma sala de música, com violões e guitarras por ali e um piano imenso de cauda no centro. Sentei-me no banquinho do piano e fiquei olhando para as teclas até ser surpreendido.

– Você sabe tocar? – perguntaram, olhei para trás e lá estava Annabeth, sorrindo apoiada na moldura da porta.

Fui um pouco rude com aquela traidora afinal ela ficou trocando sorrisinhos com o inimigo e não só quando chegamos, quando estávamos entrando também.

– Eu arranho. – comentei.

Ela sentou-se ao meu lado.

– Também não queria ver os cavalos? – perguntou Annabeth.

– Não.

– Você também não gosta?

– Até gosto, desde pequeno eu cavalgava com meu pai, ele ama cavalos.

– Minha mãe não. – ela riu e eu continuei na mesma – Toca para mim.

Eu dei de ombro e comecei a apertar as teclas aleatoriamente porque eu não sabia tocar realmente e fui cantando “I’m with you”, da Avril Lavigne, eu fiz Annabeth gargalhar e eu acabei sorrindo também. Ela tirou as minhas mãos do piano.

– Você é péssimo. – afirmou ela.

– Eu disse que arranhava, não tocava. – eu acabei esquecendo que estava com raiva dela – E você, toca?

– Toco sim.

Eu fiz uma cara de malicioso.

– Hmmmm, sua safada.

Annabeth riu e deu um soco no meu ombro.

– Toca aí. – pedi.

Annabeth estralou os dedos e pigarreou. Ela começou a tocar “When you’re gone”, também da Avril, talvez ela tenha seguido a minha linha de raciocínio musical. Mas quando ela começou a cantar baixinho junto com a música foi um pouco triste, ela cantava com sentimento. Eu senti vontade de chorar, juro que senti. Quando ela chegou no refrão, ela soltou uma lágrima e não conseguiu continuar, parou abruptamente no “missing you”, fungou limpou as lágrimas e riu.

– Desculpa. – pediu ela, toquei o rosto dela e tirei o cabelo dele o levando para sua orelha – Meu pai me ensinou a tocar… eu acho que sinto falta dele. – ela ia começar a chorar dava para ver, mas ela disfarçou rindo e limpando os olhos – Desculpa.

– Não precisa se desculpar, está tudo bem. – afirmei trazendo ela para perto de mim, ela deitou a cabeça no meu ombro e a abracei com um braço, fiquei acariciando o braço dela e dei um beijo na testa dela.

Annabeth levantou o rosto sem desaproximar do meu e deu um sorrisinho, eu limpei as lágrimas que desciam pelas bochechas dela e dei um beijinho na ponta do nariz dela. Annabeth aproximou seu rosto do meu e me deu um pequeno selinho e depois de afastou novamente querendo ver se eu estava disposto a corresponder aquele beijo. E eu correspondi. Dei um beijo nela e só paramos de nos beijar porque ouvi um barulho estranho, como aqueles barulhos que celulares fazem quando estão tirando uma foto.

Olhei na direção da porta, Luke e Thalia estavam lá, ela estava batendo nele falando que ele devia ter deixado o celular no mudo e ele estava tentando se defender que tinha esquecido enquanto ainda apontava o celular para mim e para Annabeth. Eu e a nerd nos levantamos.

– O que vocês estão fazendo? – perguntou Annabeth.

– Estávamos tendo um momento feliz vendo nosso shipp favorito acontecer, mas o retardado do Luke não tirou o som da câmera. – respondeu Thalia.

– Vocês têm que apagar essa foto. – afirmei.

– Por quê? – perguntou Luke – É tão bonita, parece coisa de filme.

– Ninguém pode ficar sabendo disso. – disse Annabeth – Foi algo do momento, eu estava um pouco vulnerável e o Percy estava aqui…

– A gente não vai mostrar para ninguém. – afirmou Thalia.

– Por favor, Thalia, apaga. – pediu Annabeth.

– Vocês sabem que apagar a foto não vai fazer a gente esquecer, né? – perguntou Luke.

– Sabemos, mas foi só um beijo, nada de mais, apaguem a foto e não contem para ninguém, por favor.

Luke e Thalia se entre olharam sorrindo alegremente e deram de ombros.

– Tá bom, a gente apaga e não vamos contar para ninguém. – disse Luke mexendo no próprio celular.

– Não! A gente vai apagar! – afirmei – Eu já fui muito enganado com celulares, você vai acabar passando essa foto para Thalia e apagar no seu celular.

Eu estava traumatizado por causa da Annabeth.

– Tudo bem. – Luke disse contrariado e deu o celular para Annabeth – Você precisa confiar mais nos outros, Percy.

– Não preciso, não. – disse.

Annabeth olhou para a foto um pouco e eu também fiquei curioso e olhei. Era até que muito bonita a foto, eu e Annabeth nos beijando na frente do piano era até que uma foto bem artística, mas ela logo apagou. Olhamos para a Thalia e para o Luke e eles estavam sorrindo alegremente. É, eu acho que o Luke e a Thalia sabem.

Notas finais
Então? Vocês gostaram? Foi exagerado? Curtiram o Nico falando que dublou Call Me Maybe? Vocês imaginaram como seria? Perdão para as fãs e maridas do Nico, eu não fiz por mal, eu amo ele, e só fiz que ele estava dublando porque ele não tem cara de alguém que faria algo assim, e por isso é engraçado. E o Will apareceu de novo, vixi, sinto cheiro de treta. Comentem Diamonds e me digam o que acharam do capitulo. Beijinhos, amo vocês, até mais.