Minha vida com você

22 Então o relógio não originou o mundo?!


Notas iniciais
CHE-NICO! (ahsusdaufnausnhd eu manjo das piadinhas marotas) Postei porque a Diamond-Brubs não parava de me encher ¬¬' Diamond LadyMccormick seu comentário foi lindo, divo absoluto, com glitter, obrigada. Valesca diva total na música nova, essa molier é diva demais, caralho, me come, *tesoura loka pfvr* {Ta pra nascer Homem que vai mandar em mim, ouçam *------------*} Boa leitura, pessoas lindas do meu core.

Beijei Annabeth com vontade, nossas línguas brincavam maravilhosamente, parecíamos que não tínhamos nos tocado na noite passada porque estávamos muito afoitos. Deitei Annabeth na cama e olhei seu rostinho cansado e pensei que ela merecia um momento só dela como havia me dado na noite passada. Tirei sua linda blusa nova da Corvinal enquanto beijava seu pescoço e mordia sua pele. Annabeth se remexia querendo que eu me apressasse e logicamente não fiz o que ela queria. A blusa dela foi para o chão junto do seu sutiã branco. Beijei o colo dos seus seios com paciência, acariciando-os com as mãos.

– Percy…

Suspirei contra sua pele, ouvi-la gemer meu nome era tão melodioso. As mãozinhas dela foram para os meus cabelos e enquanto acariciava meu cabelo ela ia descendo minha cabeça em direção aos seus seios. Sorri apertando-os com minhas mãos e os colocando na minha cara apertando-os contra ela. Beijei a pele quente e macia enquanto meus dedos brincavam com os bicos os preparando para serem chupados.

Meus lábios migraram pelo seio esquerdo dela beijando toda a pele até chegarem em seus mamilos. Beijei-o e depois chupei com vontade, apertando-o entre meus lábios e esfreguei minha língua nele. Eu tentava colocar o máximo que conseguia na boca e Annabeth apenas gemia, agarrava meus cabelos e gemia remexendo seus quadris querendo esfregar-se em mim.

Passei para o outro seio apertando e beliscando o mamilo do seu seio esquerdo enquanto me ocupava com o direito. Minhas mãos desceram para as pernas de Annabeth, acariciei suas coxas sem tirar seu peito da minha boca, coloquei meus dedos dentro do seu short e da calcinha esfregando seu sexo úmido e quente.

– Percy…

– O que, nerd? – perguntei apertando seu mamilo com os dedos de uma mão enquanto a outra esfregava seu sexo fazendo Annabeth morder os lábios e se contorcer.

– Eu quero…

– Quer o que, minha nerd?

Annabeth morder os lábios e seu quadril se jogou contra minha mão.

– Eu quero… ah… a sua boca… em mim…

– Como se diz? – perguntei. Eu estava sendo malvado, a coitadinha nem conseguia falar e eu ficava obrigando-a a pedir com educação.

– Por favor, Percy…

Sorri abertamente e puxei seu short e sua calcinha pelas suas pernas. Abri as perninhas de Annabeth e beijei suas coxas, descendo minha boca por elas distribuindo não só beijos como mordidas também. Beijei o sexo melado dela e passei minha língua por todo seu sexo lambendo todo o seu mel. Annabeth agarrou meus cabelos novamente e esfregou seu sexo contra meus lábios. Meu olhos se reviraram. Ela era tão doce e seus gemidos eram tão melodiosos, apesar de baixos, não queríamos ouvir Leo atrás da porta, implorando para entrar e filmar, afinal era Percabeth. Eu quero muito, um dia, ficar sozinho em um lugar grande com a Annabeth, a nossa casa talvez, para eu poder transar com ela em todos os cômodos e ouvi-la gritar por mim.

– Percy… – sussurrou ela sem voz – mais…

Gemi aprovando e chupei seu clitóris com mais força. Annabeth se contorceu e apertou mais os fios do meu cabelo. Queria falar para ela diminuir na força, não queria ficar careca, meu cabelo é muito sexy quando fica balançando na brisa para ser arrancado, mas quem disse que eu queria parar de chupá-la? Passei a estocar meus dedos dentro dela enquanto minha boca e língua se ocupavam com seu clitóris. Os gemidos de Annabeth se misturavam com suas arfadas e sua falta de ar. Annabeth não conseguia parar quieta, seus quadris remexiam-se freneticamente, esfregando seu sexo em meus lábios.

– Percy! – Annabeth gemeu mais alto.

Senti seu interior apertar meus dedos, segundos depois, os dedos dos pés de Annabeth se enrolaram, suas pernas ficaram rígidas, ela tentou soltar um gemido, mas estava sem voz, seu peito subia e descia rapidamente, sua mão relaxou e soltou meu cabelo. Lambi todo o seu sexo o deixando limpinho e chupei meus dedos. Subi meu corpo pelo de Annabeth, que nem conseguia manter os olhos abertos de tanto cansado.

– Você gostou, minha nerd? – perguntei beijando o pescoço dela.

– Sim… Eu to com soninho. – murmurou ela.

Sorri subindo meus beijos para a orelha dela. Mordi o lóbulo e puxei, fazendo a minha nerd suspirar. Ajeitei a cama, deitei-me e puxei Annabeth para mim, acariciando seu cabelo.

– Então vamos dormir. – disse lhe beijando a testa.

– Você tem que parar com isso. – murmurou ela com a voz sonolenta e os olhos fechados.

– Parar com o que?

– De me fazer carinho para eu dormir. Eu vou acabar acostumando…

– É bom acostumar, porque eu ainda quero fazer muito isso… Eu sei que nada é para sempre, mas eu gostaria que isso que nós temos durasse muito, porque eu gosto disso tudo, muito. E você…

Quando ia continuar, ouvi um ronco bem sonoro. Revirei os olhos. Eu mereço?

– Eu aqui abrindo meu coração para você e você dorme? – perguntei, meus olhos caíram sobre ela. Annabeth dormia no meu peito, fazendo biquinho, ela era tão fofinha. Como eu pude ficar bravo com ela por ela não me ouvir? Eu sou um monstro. Olha essa coisa fofa dormindo! Sorri – Boa noite, nerdzinha. – murmurei beijando sua testa.

… NA MANHÃ SEGUINTE …

Desta vez estávamos na van com Hefesto. O volume do rádio estava no último, eu estava agarrado a Frank, pois o carro ia de um lado para o outro ziguezagueando as ruas de Londres como se não houvesse predigo nenhum. Leo e seu pai cantavam a plenos pulmões “Conga” da Gloria Estefan, felizes da vida gritando e dançando.

Come on, shake your body baby,

Do the conga

I know you can't control yourself any longer

Come on, shake your body baby,

Do the conga

I know you can't control yourself any longer.

Come on, shake your body baby,

Do the conga

I know you can't control yourself

Any longer

Feel the rhythm of the music

Getting stronger

Don't you fight it till you've tryied it

Do the conga beat

– VOCÊS AÍ ATRÁS! CANTANDO! – gritou Hefesto.

– A gente vai morrer. – Frank murmurou só para que eu pudesse ouvir – Foi bom te conhecer, Percy.

– Digo o mesmo, grandão. – disse – Se é assim, vou confessar: eu que escondia os biscoitos da sua mãe antes de irmos para o intervalo na quarta série! – Frank me olhou nervoso – Perdão! ELES ERAM TÃO BONS! E MEU PAI TAMBÉM QUERIA! MAS EU COMIA TUDO E NÃO DAVA PARA ELE!

– Porque você não me falou, Percy? Eu dividiria, não precisava roubá-los de mim. Eu briguei com a minha mãe porque ela não me mandava lanche. – disse ele suspirando em seguida.

– Desculpa. Pode confessar algo também, vamos morrer mesmo.

– Eu não tenho o que confessar. Nunca fiz nada.

– Maravilha. Agora eu estou culpado.

A música chegou ao seu fim quando Hefesto deu um cavalo de pau e parou o carro. Desci tonto e Frank foi na frente. Eu sempre fiquei com essa mentira presa na minha garganta, eu era só uma criança e o Hermes ia muito lá em casa, ele uma vez roubou minha meia… sem tirar o meu sapato. E ele me ensinou técnicas para fazer coisinhas e eu usava contra os biscoitos do Frank, nunca gostei de fazer isso, porque o Frank é um fofo, contudo os biscoitos eram tão bons. (- Eu lembro deles… *suspiro* As gotas de chocolate eram cremosas e o biscoito tinha gosto de… amor de mãe…) (- Eu acho que nós roubávamos os biscoitos mais por saber que havia sido feito por uma mãe do que por ele ser bom, senhor Percy.) (- Também acho, senhor Percy. O Senhor Papai já tentou fazer biscoitos para nós, lembra?) (- Lembro…) Sorri (- Tinha gosto de piche.) (- Ahhh… bons tempos, coisas boas.).

Fui atrás de Frank. Ele parecia magoado. Merda, porque eu não falei que sei lá, peguei cinco centavos dele uma vez, aquilo era coisa de mãe e Frank já passou pelo medo de perdê-la, há alguns anos, ela teve uma doença séria e ficou dias e dias no hospital, tinha poucas chances de sobreviver, contudo conseguiu melhorar, Frank se recusa a brigar com ela desde então, porque ele não sabe quando vai ser seu último dia com ela.

– Frank, desculpa. – pedi correndo atrás dele.

– Tudo bem, Percy. – disse ele.

Não, não está tudo bem, ele está triste comigo. Ai caralho. Ele ia saber um dia, mais cedo ou mais tarde, que fosse por mim então, melhor do que ouvir de outra pessoa e ficar com ódio de mim por mentir por tanto tempo. Eu vou resolver isso, mas agora estava na hora do passeio.

Estávamos na frente do Big Ben, aquele relógio imenso. Annabeth estava falando um pouco dele e sobre o ano que ele foi criado e tudo mais enquanto meu pai e a mãe dela tiravam fotos do relógio. Quando ela parou de falar, fiquei olhando-a e esperando que falasse mais uma coisa. O crucial.

– O que foi? – perguntou ela.

– To esperando você falar como esse relógio criou o mundo. – respondi.

Annabeth uniu as sobrancelhas e depois gargalhou.

– Você tá falando da Teoria do Big Bang? – perguntou ela sorrindo.

– É. Igual ao seriado. – eu sentia minhas bochechas corarem, sentia que tinha falado merda.

– Você não existe. – disse Annabeth me dando um beijo na bochecha – Esse Big Ben não tem nada a ver com a Teoria.

– Então o relógio não originou o mundo?! – exclamei espantado – Como assim?! Minha vida é uma mentira! Pai! – chamei.

Ele me encarou sem tirar seus braços da cintura de Atena.

– Fala, filho. – disse ele sorrindo.

– Esse relógio não criou a Terra! – exclamei.

Meu pai arregalou os olhos, Atena revirou os seus.

– Como assim?! – perguntou ele.

– Sério, como vocês conseguiram sair da primeira série? – perguntou Atena esfregando a testa.

Eu e meu pai nos olhamos, ambos estávamos corados. Balbuciávamos palavras e não dizíamos nada. Atena e Annabeth se olharam e riram negando com a cabeça, como se não acreditassem nos homens que tinham em suas vidas. Bom, vivendo e aprendendo, né?

Fomos até a London Eye, a roda-gigante perto do Palácio Westminster, na beira do Tamisa, perto do relógio que agora eu sei que é só um relógio. Eu e Annabeth ficamos juntinhos quando fomos na roda-gigante, tiramos muitas fotos nossas e do lugar, trocamos muitos beijinhos, somos tão fofos. Chega a parecer mentira. Quando saímos da roda-gigante, começamos a andar pelo lugar para esperar o rosto do pessoal ir também. Andávamos distraidamente, conversando sobre nada em particular quando Annabeth trombou com uma moça enquanto me olhava conversando comigo.

– Desculpa. – pediu ela afastando-se. A moça encarou Annabeth e ela encarou a moça. Eu podia até estar louco, mas essa moça é a Hermione que eu imaginei na minha cabeça, e ela estava acompanhada por dois caras, um Draco e um Harry, algo está errado – Oi. – Annabeth sorriu, e a moça também – Alguém já te disse que você parece com a Hermione?

A moça sorriu sem entender.

– Eu sou a Hermione. – afirmou ela tocando o próprio peito, como se mostrasse que era ela mesma.

Annabeth uniu as sobrancelhas.

– O que? – perguntou a minha nerd.

– Eu não sei se nos conhecemos, mas eu me lembraria de encontrar a Annabeth, você é como eu a imaginava. – disse a moça.

– Ãããhhh… Eu sou a Annabeth. – disse ela rindo confusa – O que está acontecendo?

– E você é o Percy perfeito. – disse a suposta Hermione, sorri vaidoso.

– Eu sei que sou perfeito. – gabei-me e Annabeth me deu um tapa no peito, fazendo Harry rir e Draco apenas encarava-nos sem mover um músculo, homenzinho estranho.

– Você deveria ter sido chamado para fazer o Percy no filme quando era mais novo. Seria muito melhor. O filme é uma porcaria. – disse Hermione – Mas fora isso – ela sorriu –, olhe vocês, Percabeth acontecendo me deixa até orgulhosa.

– Que conversa de louco é essa? – perguntei – Que filme é esse? Uma fanfic do Leo virou filme?

– Leo? – perguntou ela animada – Ele tá aqui? Ele é tão fofo!

– Mione, acho melhor irmos, temos um karaokê para dominar. – disse Harry todo feliz.

– Certo. – ela desviou seus olhos do amigo e nos olhou novamente – Foi ótimo conhecê-los, vocês estão perfeitos, deveriam fazer mais cosplays assim em eventos. De qualquer modo, tchau.

Ela sorriu e acenou, cruzou seus braços um com o braço de Harry, que nos deu tchau sorrindo e acenando, e o outro no de Draco, que apenas no encarou e se despediu com um movimento de cabeça.

– O que acabou de acontecer? – perguntou Annabeth.

– O Leo precisa parar de fazer fanfics sobre nós, estamos conhecidos. – respondi – Acharam que estávamos de cosplay. Somos os verdadeiros, querida!

– Só eu que achei ela muito igual a Hermione nos livros?

Peguei na mão da minha nerd dando meia volta para voltarmos à roda-gigante.

– Ela é como eu imagino. E aqueles amigos dela? Eram o Harry e o Draco.

– O que o Harry está fazendo tão perto do Draco? – perguntou ela.

– Talvez Dramione esteja finalmente acontecendo e Harry é como um intermédio para o shipp. – respondi dando de ombros.

– Pode ser, é uma boa teoria, mas nunca será melhor que a Teoria do Big Bang.

Senti minhas bochechas esquentarem.

– Pare de falar sobre isso! – ordenei fazendo biquinho.

Annabeth riu.

– Você é muito fofo. – afirmou ela beijando minha bochecha.

– Eu sei.

Ela me deu um tapa no ombro.

– Exibido.

Roubei um beijo dela e paramos na frente da London Eye e esperamos até todos estivessem reunidos. Passeamos mais, vimos vários lugares velhos e bonitos de Londres, Annabeth sorria e contava histórias, mas não a veria mais feliz do que no Making Of Harry Potter disso eu tenho certeza. Pensando nisso, talvez aqueles três fossem dublês do Harry, Draco e Hermione que trabalham no estúdio para entreter as pessoas. Pena que não os vimos lá com as roupas e tudo mais, poderíamos ter tirados muitas fotos. Eles devem ter dias específicos para ir, ou talvez estivessem de folga, vai saber.

Voltamos para casa à noite, eu tomei conta da cozinha para fazer uma coisa que eu deveria ter feito à muito tempo. Cozinhei, sujei o lugar todo, porém estavam feitos. Biscoitos caseiros à La mamãe do Frank.

– Alguém mais tá sentindo cheiro de biscoito de mamãe do Frank aqui? – perguntou Leo farejando enquanto eu me aproximava.

A mãe do Frank riu. E me olhou sorrindo e piscou cúmplice. Eu pedi a receita dos biscoitos dela para fazer para Frank e como era pela amizade a mãe dele aceitou, porque essa receita ela não dava a ninguém. Cheguei perto de Frank com um prato azul cheio de biscoitos. Frank olhou o prato e depois me olhou.

– Desculpa. – pedi novamente.

Ele riu.

– Eu falei que tava tudo bem, Percy. – disse ele.

– Eu sei, mas eu queria fazer isso, sabe? Pela amizade. – ofereci o prato a ele – Vai, prova.

Frank pegou e dividiu o biscoito ao meio e deu um pedaço para mim.

– Pela amizade, certo? – perguntou ele sorrindo. Porque ele tem que parecer um urso fofo?

Eu sorri e me joguei nele, abraçando aquele garoto fofo. Frank riu e eu fiquei agarrado a ele.

– Você é tão fofinho! – exclamei – Eu quero morder você.

Frank riu novamente. Todos comeram os biscoitos e ficamos mais algum tempo juntos na sala, tínhamos que dormir mais cedo, porque iríamos pegar um avião na manhã seguinte para irmos para Paris. Sabe o que isso significa? SEXO COM VISTA PARA A TORRE EIFFEL! Ai que emoção. Annabeth não parecia estar nem ai para isso. Ela gosta de fazer isso, fingir que não ama quando estamos nus numa cama. O jeito que ela se contorce e geme delatam o quanto ela gosta. Fazer o que? Eu sou bom e dar orgasmos a garotas. O que é isso? É um coro? São as garotas gritando “Percy! Gostoso! Lindo! Maravilhoso! Me engravida”? Calma, meninas, calma, eu sou compromissado. Não! Não se matem! Ai meu deus!

… NO DIA SEGUINTE …

Ai caralho. Mais um avião. Fiquei grudado no meu pai de novo. Tenso como se fosse ir para a forca. Zeus estava apagado como se estivesse numa incubadora. Esse homem fazia os acentos dos aviões parecerem confortáveis de tão bem que ele dormia.

Annabeth conversava com o fofo do pai do Tyson, eu quero morder aquele homem. Será que eu posso? NÃO! O AVIÃO VAI SUBIR! EU VOU MORRER!

– Filho, eu te amo. – disse meu pai em pânico.

– Lá vamos nós de novo. – disse Atena entediada.

– Fui eu quem riscou seu DVD do High School Musical, toda vez que você ia para a escola eu assistia, um dia ele riscou, eu coloquei de volta na capa e fingi que nada aconteceu e coloquei a culpa na fada do DVD.

– Quer dizer que não existe essa fada? – perguntei chorando.

– Não.

– Eu confiei em você! – disse.

– Me desculpe, filho, lembre-se, essa merda vai cair!

– Verdade. Tudo bem, pai, eu te perdoo. E eu te amo, seu velho besta.

– Eu também te amo, seu jovem besta.

Eu e meu pai começamos a choramingar e só deu para ouvir a conversa de Atena com Annabeth quando o avião se estabilizou, ou seja, paramos com a frescura por um tempo, mas sem nos desgrudar.

– O que estamos fazendo com eles mesmo? – perguntou Atena.

– Eu nem sei, mãe.

– Vocês nos amam que a gente sabe. – disse meu pai.

Atena riu.

– Verdade.

– É. Adoramos os bobos. É mal de família. – disse Annabeth.

– Caso esse avião caia…

– Não vai cair. – afirmou Atena convicta interrompendo meu pai.

– De qualquer modo. Nós amamos vocês, meninas, se sobreviverem ou foram para a ilha de Lost, digam a Kate que eu amo ela. – disse meu pai.

– Pode deixar. – disse Atena.

– ISSO É UMA CONFIRMAÇÃO QUE ISSO VAI CAIR?! – perguntei desesperado – Ai, pai, eu te amo. A gente se encontra do outro lado certo?

– Tudo bem, filho.

Ele beijou minha testa e nos abraçamos com mais força. Acho que não temos jeito, vamos ter medo para sempre de aviões. Passamos o resto da viagem abraçados, não nos soltamos nem para comer, enquanto isso, Zeus roncava, parecendo mais som de trovão do que de ronco, mas mesmo assim, ele dormia como se estivesse em coma. Essa bicha loka ama um avião, não é possível.

Notas finais
QUEM AMA CONGA?!?!?!?! EEEEEUUUUUUU!!!!! Bom quem não lê a fanfic Dramione não vai entender certa parte, ai como eu sou do mal. Fanfic Jelsa Diamonds (GRAVATAS!): http://fanfiction.com.br/historia/546495/O_Chefe/ Então, Diamonds? Gostaram? Comentem e me digam se vocês querem um Percy para vocês gritem: PERCY ME ENGRAVIDA! Lembrem-se: Com grandes poderes, vêm a força estar do seu lado e a vida longa e não prospera é dada azinimigas da Capitol e com um Avada Kedavra vão todas para o Tártaro sofrer no labirinto depois de serem taxadas como sem facção. Beijinhos, Diamonds, amo vocês, até a proxima, tchau.