Minha vida com você
8 Nossa primeira noite juntos
Notas iniciais
Annabeth deu um sorrisinho malicioso.
– Chega.
Isso! Chega! Ai que felicidade! Nunca pensei que iria ficar feliz por estar prestes a ir para a cama com a Annabeth, quando meus amigos insinuaram uma coisa dessas eu ri na cara deles, agora eu estava ali no quarto de Annabeth com ela pendurada na minha cintura, e ela esfregava o próprio sexo contra a minha ereção. Acho que não pode rir de praga de amigo, se bem que ir para a cama com a Annabeth não é bem uma praga é mais uma benção. A desgraçada era cheirosa e tinha a pele tão macia. Capturei os lábios dela e beijando-a levei-a até a cama. A língua de Annabeth brincava atrevida com a minha, de um jeito mais sedutor e mais provocante. Deitei-a na cama e a ajudei a ficar entre os travesseiros ficando sobre ela.
Ajoelhei-me na cama e ela se sentou, só desgrudei meus lábios dos dela e interrompi aquele beijo deliciosamente quente para tirar a blusa dela. Era hoje que eu finalmente via o que eu não vi na outro dia quando ela pagou a aposta porque eu sou um imbecil! EHHHH!
Minha respiração não estava nada boa. Afastei-me somente um pouco para poder observar melhor depois de ter tirado o short de Annabeth. Ela se ajoelhou também e ficou sentada no meio das pernas e olhou para mim mordendo os lábios. Suspirei. Agora era meu momento de poder observar cada detalhe daquele corpo lindo. As curvas eram tão bem definidas. Ela estava sem sutiã. Os seios dela eram perfeitos, nem muito grandes, nem muito pequenos, eram perfeitinhos e redondos com os biquinhos rosados já eretos. A cintura dela era simplesmente linda, tinha uma ondulação de deixar qualquer um boquiaberto, que era o que eu devia estar no momento.
Finalmente, o quadril. Finalmente, a tatuagem. Começava no meio das costas e continuava ondulando pelo quadril até um pouco menos da metade da barriga dela. Envolta da linha que seguia ondulada havia lindas flores avermelhadas, em alguns pedaços dentre as flores saiam pequenas espirais mais abertas, e na ponta da linha havia um pequeno passarinho delicado e bonitinho que era transparente com sombreados azuis, o passarinho tinha suas asas apontadas para cima, pronto para voar. As flores que ficavam exatamente na linha da lateral do quadril subiam um pouco até a cintura dela e só. Era a tatuagem mais linda que eu já tinha visto em uma garota.
Annabeth sorriu quando eu levantei o rosto para ela, ela parecia feliz por eu ter gostado. Voltei a avançar nela, segurando o rosto dela, beijei-a com gosto tentando demonstrar o quão excitado eu estava naquele momento, o quão grande era o meu tesão por ela.
Annabeth sorria durante o beijo e agarrava meu cabelo, tentando trazer-me para mais perto. Aquela loirinha nerd esfregava com força seu sexo, ainda coberto pela calcinha, contra o meu membro, ainda coberto pela calça moletom. O atrito era mais rude, era melhor ainda.
Separei meus lábios dos de Annabeth apesar de não querer, ambos estávamos arfando, ela me deu um sorrisinho e acariciou meu rosto. Desci meus lábios para o pescoço dela e comecei a dar pequenos beijinhos em toda parte, me ocupando primeiro em sentir aquele cheiro delicioso que só ela tinha. Depois de me divertir com o cheirinho dela comecei a levar a brincadeira a outro nível, comecei a dar leves mordidinhas onde dava vontade acariciava a área mordida gentilmente roçando meus lábios na área. Annabeth gemia e suspirava e às vezes se esfregava na minha perna que estava entre as suas, estrategicamente colocada ali para que ela fizesse exatamente isso ou eu mesmo esfregasse-a contra o sexo de Annabeth.
Uma das minhas mãos desceu para o seio dela enquanto eu dava beijos na clavícula e no colo do busto dela. Minha nuca se arrepiou. O seio dela era macio e de aparecia tão frágil, mal toquei e ele ficou arrepiado.
Enfim desci meus lábios aos seios dela, dei um beijinho no bico do seio direito fazendo Annabeth suspirar enquanto minha mão acariciava o esquerdo. Cobri o biquinho ereto com meus lábios e dei uma leve chupada e depois uma lambida. Annabeth soltou o primeiro gemidinho, e eu logo me descontrolei, comecei a lamber com mais pressa e a chupar com mais força, nada que machucasse lógico, mas foi o suficiente para elevar o gemido dela que logo ela tratou de abafar mordendo o próprio lábio, não quero que nossos pais apareçam, nem ela. Eles iam acabar com a diversão, além de muito provavelmente eu ia ser culpado disso tudo porque Annabeth é uma santa e não uma demônia loira provocadora do corpo gostoso e de inteligência que a deixa completamente perfeita.
Passei meus lábios para o outro seio quando me dei por satisfeito com o direito, depois de deixá-lo levemente avermelhado deixando-o ser acariciado. Annabeth agarrou meus cabelos gemendo baixinho. Deixei o seio esquerdo vermelhinho, então levantei um pouco o tronco para apreciar a visão. Minha respiração ficou pesada, aquilo era demais para mim. Era uma visão muito linda. Enfiei a minha cara no meio dos seios dela, dei um beijinho e fui descendo meus beijos. Pela barriga, dei uma mordidinha no umbigo dela a fazendo rir baixinho e eu acabei sorrindo pela sua reação tão espontânea, desci mais ainda até finalmente chegar à calcinha. Primeiro acariciei sobre o tecido e dei um beijinho sobre o clitóris, ela estava completamente melada.
Ao invés de tirar a calcinha para manter o afoitamento de Annabeth que era a coisa mais adorável, puxei-a para o lado e assoprei a região fazendo a nerd gostosa se contorcer. Dei uma longa e dedicada lambida, fiz isso duas ou três vezes, estava perdido com o gosto perfeito dela direto na minha língua e aquele clitóris durinho em contato com a mesma. Cobri o sexo dela com os lábios e fui fechando pelo clitóris o puxando suavemente, fui fazendo isso repetidas vezes, Annabeth gemia baixinho apreciando as linguadas fortes que eu dava acariciando meu cabelo.
Ela respirava com força.
– Percy... – gemeu ela baixinho.
Sorri e suguei com mais força ainda o clitóris dela. Annabeth rebolou nos meus lábios e forçou minha cabeça de encontro com seu sexo, ela queria que eu a engolisse, só podia. Segurei a calcinha dela para o lado com a mão direita, o meu braço direito abraçava a coxa grossa dela. Já minha mão esquerda começou a levemente acariciar a entrada enquanto minha língua castigava o clitóris duro e melado dela. Annabeth rebolava tentando fazer meus dedos entrar dentro de si.
Chupei o clitóris dela com força e afundei logo dois dedos dentro dela. Annabeth se contorceu e mordeu a própria mão para abafar o gemido. Usava meu braço direito para segurá-la já que ela não parava de se mexer e ficava difícil chupá-la e estocar meus dedos.
– Mais forte. – pediu ela num sussurro sem ar.
Obedeci e comecei a estocar com mais força com a língua e chupei o clitóris dela com mais vontade. Estoquei meus dedos curvados, lambendo e chupando o clitóris dela cada vez mais rápido. Annabeth se controlava para não gemer muito alto, rebolava e mexia o corpo todo com força, empurrando minha cabeça contra seu sexo. O corpo de Annabeth tremeu e o primeiro espasmo dominou seu corpo, no segundo eu senti o prazer dela escorrer pela minha língua. Tirei meus dedos de dentro dela e lambi tudo a deixando limpinha depois chupei meus dedos limpando-os igualmente.
A mão de Annabeth que segurava meus cabelos estava sobre a barriga dela, ela estava com os olhos fechados respirando com dificuldade os lábios entreabertos e os cabelos jogados sobre o travesseiro exatamente como estava quando a peguei se masturbando pensando em mim.
A lembrança de ela ter feito isso me deixou um pouco louco, joguei-me sobre ela e capturei seus lábios acabando de vez com o fôlego dela, a pobrezinha gemeu e tentou respirar enquanto me beijava, mas parecia impossível. Ela inclinou o tronco para frente, ela se sentou e eu fiquei sobre meus joelhos e tudo isso desgrudar nossos lábios. Ela pegou minha blusa e puxou para cima, deu um selinho na minha boca e começou a acariciar meu peito com suas mãozinhas delicadas. Ela observava cada detalhe do meu peito nu e mordia os lábios.
Os lábios quentes dela começaram a beijar meu pescoço, ombros e foram descendo pelo meu peito. Minha respiração desta vez se descompensou. Ela apertou levemente meu membro sobre a cueca enquanto beijava a minha barriga. Ela começou a abaixar a minha calça, me afastei um pouquinho dela e levantei, ficando ao lado da cama e desci minha calça e minha cueca de uma vez. Annabeth mordeu os lábios quando meu membro saltou ereto apontando para ela.
Voltei a me ajoelhar na cama e Annabeth se deitou de bruços sobre a mesma ficando com o rosto muito próximo ao meu membro. Da minha posição eu tinha uma visão privilegiada da bundinha dela e da espiral esverdeada da tatuagem linda dela.
Annabeth segurou meu membro com sua mãozinha macia. Suspirei inclinando a cabeça ligeiramente para trás apreciando o leve toque. Annabeth fez movimentos de vai e vem lentos no meu membro e ao voltar a olhar para ela, gemi acariciando o cabelo dela, ela deu uma lambidinha na extensão e depois deu um beijinho na cabeçinha do meu membro. Ai merda. Os lábios dela eram tão delicados e quentinhos, estavam me fazendo suar frio. Acariciei levando o cabelo dela para trás e o segurei em um cabelo de cavalo.
Annabeth sorriu e engoliu aos poucos meu membro. O calor úmido ia me envolvendo lentamente, deixando-me totalmente sem fôlego. Ela começou com movimentos lentos de cabeça que aos poucos foram ficando mais rápidos. Às vezes ela me olhava meu corpo todo ficava arrepiado, aqueles olhos cinza pareciam tão maliciosos. Às vezes ela soltava um gemido enquanto engolia meu membro que me deixava alucinado e doido para gemer alto e rosnar, uma pena eu ter que me controlar.
Ela me tirou todo da boca e chupou a cabeça do meu membro com força. Depois passou a masturbá-lo enquanto lambia e dava baixos nos meus testículos. Eu nunca havia recebi um oral melhor. minhas pernas chegavam a estarem tremulas, além de Annabeth ser boa no que fazia, ela escolheu a melhor posição para fazê-lo, ver a bundinha dela e os pezinhos dela apontados para cima era demais para mim.
Um pouco do meu pré-gozo escapou pela ponta do meu membro, Annabeth lambeu toda a base desde os testículos até a fenda na ponta do meu membro e lambeu o pré-gozo e depois achatou a língua ali me fazendo gemer mais alto do que deveria.
– Annabeth – murmurei – chega, por favor.
Ela fez biquinho enquanto me masturbava.
– Mas eu quero que você goze na minha boca.
Provocadora desgraçada. Eu senti uma dor muito grande quando me recusei a fazer a vontade dela. Peguei-a pelos ombros e a deixei de joelhos e a beijei enquanto a inclinava para trás, deitando-a na cama. Annabeth acariciou meu cabelo e separou nossos lábios.
– Eu gosto de ficar por cima. – sussurrou ela beijando minha mandíbula.
– Eu também.
Já estou até vendo nós dois começarmos a brigar para ver quem iria ficar por cima.
– Nós revezamos, tá? – Annabeth assentiu, tentei apaziguar as coisas para não começarmos a brigar enquanto eu estava de membro ereto e ela nua só iria ser mais fácil de ela ganhar a briga – Você tem camisinha?
– No criado-mudo. – respondeu ela apontando para o móvel ao nosso lado esquerdo.
Abri-o e peguei o pacotinho lá dentro, rasguei a embalagem e desenrolei a camisinha no meu membro. Annabeth se ajeitou nos travesseiros e sorriu abrindo as pernas para mim. Parecia um sonho ela naquela posição, nua só para mim. Suspirei e me posicionei sobre ela. Annabeth abraçou meu pescoço e me deu um beijo, gemendo nos meus lábios enquanto eu ia penetrando lentamente. Quando fiquei todo dentro dela, parei por uns segundinhos para Annabeth se acostumar, mas aquela garota afoita começou a rebolar me forçando a começar a estocar. Saí lentamente e voltei com força, fiz isso várias vezes, até que a saída lenta se tornou impossível de se manter e os movimentos alucinados se tornaram constantes.
Annabeth passou a usar meu pescoço para abafar seus gemidos, eu utilizei a sua ideia também. Fiquei com a testa apoiada nos travesseiros gemendo no pescoço dela. Os gemidos dela me arrepiavam, eram tão harmoniosos e as baforadas quentes no meu pescoço eram deliciosas.
Annabeth rebolava com vontade e apertava meu membro de propósito tencionando os músculos. Essa nerd gostosa nunca desistia de me provocar.
Em determinado momento Annabeth usou a sua força descomunal para me jogar na cama e ficar por cima. Ela afundou meu membro dentro de si e começou a rebolar enquanto subia e descia por ele. Parecia que nessa posição eu entrava mais fundo. Annabeth se segurava para gemer. A posição era muito boa, além de ser prazeroso para nós dois, eu tinha uma visão privilegiada do rosto de Annabeth contorcendo-se de prazer e os seios dela pulando enquanto ela se movimentava. Sentei-me e agarrei a cinturinha dela, abraçando-a com uma mão enquanto a outra segurava um dos seios dela, o qual eu levei aos lábios e comecei a chupar.
Annabeth agarrou meus cabelos e gemeu pela primeira vez livremente, mas foi só uma vez depois voltou a se controlar, tendo o corpo dominado por espasmos.
– Eu vou gozar, Percy… – murmurou ela.
Mordi os lábios gemendo contra os seios de Annabeth tendo meu membro apertado fortemente por seu interior. Annabeth gemeu mais uma vez e seu corpinho tremeu com força. Meu membro foi tão pressionado que eu também não aguentou. Annabeth continuou os movimentos para que eu chegasse ao meu ápice, rapidamente eu o atinge tendo ela em cima de mim, tremula e arfante porque eu a deixei assim. Preenchi a camisinha tremendo todo.
Annabeth me tirou de dentro dela e deitou-se ao meu lado de olhos fechados e arfante. Tirei a camisinha, dei um nó e fui até o banheiro jogando-a no lixo. Ao voltar para o quarto, ao invés de me deitar ao lado de Annabeth para relaxar, deitei-me sobre ela ficando com a cabeça entre seus seios. Ela começou a acariciar meu cabelo de um jeito relaxante, eu estava quase dormindo no meio dos seios dela.
Foi então que eu notei. Que merda era aquela? Eu estava tendo o cabelo acariciado enquanto relaxava no meio dos seios dela. isso parecia coisa de casal apaixonado depois de ter feito amor. Credo. Eu estava gostando. Levantei-me num pulo, tentando parecer o mais calmo possível e comecei a me vestir.
– Aonde você vai, peixinho? – perguntou ela sentando-se na cama.
– Vou para o meu quarto. – afirmei colocando a calça – Não quero correr o risco de levantar e dar de cara com um dos nossos pais.
Annabeth assentiu e ficou me observando terminar de me vestir abraçada aos joelhos. Olhei para o chão, diante dos meus pés estava a calcinha dela. Dei um sorrisinho e a peguei colocando no bolso. Annabeth arqueou as sobrancelhas.
– É minha agora. – afirmei dando um tapinha no bolso que eu coloquei a calcinha dela.
Annabeth sorriu. Aproximei-me dela e lhe dei um selinho. Finalmente, eu tinha feito o que a muito queria fazer com ela e agora podia parar com a minha paranoia. Era só relaxar agora. Poderia ver Annabeth andar para lá e para cá exibindo seu corpo de deusa e não seria afetado. Já tinha visto e decorado cada pedaço dela, não era mais uma misteriosa coisa a ser descoberta.
– Boa noite, nerd. – murmurei.
– Boa noite, peixinho dourado.
Dei outro selinho nela e logo saí, se eu ficasse mais acabaria aprofundando o beijo. Saí do quarto dela me sentindo um vitorioso. (- Eu definitivamente me sinto vitorioso, senhor Percy.) (- Ora, vejam só, o senhor Percy resolveu voltar. Então, você gostou, senhor Percy? Vai começar a ficar mais calmo na presença da Annabeth?) (- Eu gostei muito. Mas… ãh… Como você pretende se manter calmo quando aquela loira gostosa aparecer? Porque eu quero mais, então você também quer.). Entrei no meu quarto. (- É só se concentrar, e nós conseguimos ficar com Annabeth no mesmo recinto sem querer jogá-la contra a parede e possuir o corpo dela.) (- Acho que não vai dar certo.) (- Eu acho que vai.). Não acho não. Annabeth é uma tentação com aquelas curvas delineadas e aquele sorriso sedutor.
Deitei-me na cama e fiquei sentindo falta de algo. Parecia que não estava certo. A cama estava vazia demais. Levantei-me e saí do quarto. (- Viu, senhor Percy, você não vai conseguir resistir.) (- Escuta aqui, senhor Percy, eu sou forte, poderoso, majestoso, sobrevivo, eu vou resistir.) (- Então porque está parado na porta do quarto de Annabeth, prontinho para entrar?) (- Por que… porque eu quero ver se a cama dela é melhor que a minha.) (- Você mente tão mal às vezes.) (- Eu só…) (- Só quer ficar junto dela essa noite.) (- Exato, e só essa noite, vou dormir junto dela e depois volta tudo ao normal. Eu e Annabeth só iremos brigar e nada mais de sofrer a dor da tentação.) (- Você é quem diz. Eu quero ela de novo.) (- Eu sei… só espera que eu vou arrumar outra garota e você vai se esquecer de Annabeth.) (- Mas como?! Como você pretende esquecer dos gemidinhos dela e da carinha que ela fazia enquanto estava tendo um orgasmo?) (- Com muito pornô?) (- Você não existe, senhor Percy.)
Ignorei-o e entrei no quarto. Annabeth estava deitadinha sob as cobertas, estava novamente vestida, mas algo me dizia que ela não havia pegado uma calcinha nova. Ela se sentou na cama e me olhou.
– O que foi, peixinho? – perguntou ela.
– Nada, só percebi que acho que quero correr o risco de ser pego.
Ela sorriu. Acabei sorrindo também e fui me deitar ao lado dela. Não a abracei nem nada, contudo confesso que puxei o puxei o corpo dela para o meu a fazendo deitar a cabeça no meu peito. Só isso, não a abracei ou fiquei fazendo carinho nas costas dela, apenas alisava o cabelo dela lentamente, só pra… você sabe… deixar o quarto mais cheiroso porque Annabeth cheira bem. (- Você mente muito mal, senhor Percy.). Ignorei novamente e fechei os olhos. Logo estava dormindo sentindo o cheiro de Annabeth entrar pelo meu nariz e a mãozinha dela acariciar levemente meu pescoço.
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