Minha vida com você
10 Eu gosto de arco-íris
Notas iniciais
Impressionante que se você estiver morrendo em casa, você está sozinho, porque seus pais decidiram ir na casa do vizinho ver a cadeira nova que eles compraram. Porém quando você quer ficar sozinho em casa, eles não vão para a casa do vizinho. Eles não notam que eu quero abusar sexualmente da Annabeth? Atena e Poseidon decidiram ser bons pais, sei lá, queriam ficar mais tempo conosco, pelo o que eu entendi eles queriam que eu e Annabeth tivéssemos uma amizade, então eles ficavam passando um tempo com nós dois para ver no que dava. Se eles soubessem o quão próximos queríamos estar, eles me mandariam para a Antártida para ser comido por ursos e a Annabeth ia parar em um convento.
Meu pai e a mãe de Annabeth revezavam momentos comigo e com ela. Um dia, por exemplo, assistíamos a um filme com o meu pai, ele sempre dormia no meio do filme ou às vezes no começo, não porque o filme era chato era porque ele dorme fácil, é só deitar ou sentar em um lugar um pouco mais escuro que ele dorme. Enquanto estávamos vendo um filme com o papai, a mãe de Annabeth dava um jeito nas coisas da festa de casamento que foi adiada por um bom tempo porque o salão não tinha dias para encaixar a festa deles.
Annabeth aproveitava que meu pai estava dormindo e abusava de mim. A mãozinha dela se infiltrava no cobertor que eu usava para ficar confortável para ver o filme e ficava acariciando meu membro. Eu pedia para ela parar, mas a safada fingia que não me ouvia.
– Annabeth, para. – gritei sussurrando para ela, querendo demonstrar que não estava gostando muito daquilo. (- Mentira, senhor Percy, você está gostando sim.) (- Tudo bem, eu estou gostando, mas meu pai está no outro sofá.).
Ela me olhou e mordeu os lábios bonitos e se inclinou na minha direção. Annabeth mordeu o lóbulo da minha orelha e depois contornou a minha orelha com a ponta da língua fazendo meus olhos revirarem.
– Você quer mesmo que eu pare, Percy? – sussurrou ela, chupando o meu pescoço enquanto apertava meu membro.
– Não. – sussurrei com um gemido.
Ela deu um risinho e se afastou de mim sorrindo maldosamente e voltou a prestar atenção no filme. Rosnei desaprovando.
– O que foi, Percy? – perguntou ela sorrindo – Porque você está bravo?
Olhei para o meu pai, ele estava dormindo profundamente, com a cabeça enfiada no sofá. Peguei a nuca de Annabeth e puxei aquela provocadora para mim, dando-lhe um beijo delicioso, enquanto uma das minhas mãos que segurava a nuca de Annabeth desceu pelo seu pescoço até chegar ao seio o qual eu apertei levemente, a minha outra desceu para o meio daquelas pernas, comecei a acariciar a coxa dela enquanto nossos lábios e línguas brincavam. Annabeth rebolou afoita e soltou um gemidinho nos meus lábios quando meus dedos acariciaram seu sexo.
– Não, Percy. – murmurou ela, sem fôlego, contra os meus lábios.
– Você quem começou. – disse.
– Eu não…
– Você gosta de me provocar, não gosta, Annabeth? – perguntei no ouvido dela, raspando meus dentes de propósito no seu lóbulo.
Annabeth jogou a cabeça para trás e soltou um gemidinho enquanto meus dedos a acariciavam levemente sobre o short.
– Você gosta? – repeti.
Ela sorriu e me encarou com aqueles lindos olhos brilhantes.
– Você nem sabe o quanto.
Sorri. Eu ia beijá-la novamente, mas a mãe de Annabeth resolveu aparecer. Ela chegou gritando até assustou meu pai, e isso tudo só porque ela conseguiu o bufe que tanto queria. Eu olhei para Annabeth e ela disfarçava que não se importava com a minha presença. Enquanto nossos pais estavam distraídos conversando um com o outro, dei um beijo surpresa na nuca dela a fazendo arrepiar. Ela me olhou com raiva. Coitada, tinha que parecer santa perto da mãe.
– Você tem que vir comigo para experimentar a comida. – disse Atena ao meu pai, chamando a minha atenção.
– Experimentar comida é comigo mesmo. – disse meu pai todo animado.
Eu fiquei pensando um pouco. Se eles iam sair para provar comida, então eu e a Annabeth iríamos ficar sozinhos em casa. Então iríamos provar comida também, se é que você me entende. (- Senhor Percy, essa foi ridícula) (- Perdão, eu sei.).
… ALGUNS MINUTOS DEPOIS DOS NOSSOS PAIS SAÍREM …
Annabeth estava tomando banho ela foi fazer isso quando nossos pais estavam se preparando para sair. Eu sentei na pia e fiquei esperando pacientemente ela sair do chuveiro, cheirosa e com a pele quentinha. Annabeth parecia estar lavando o cabelo, porque eu senti o cheiro de shampoo enquanto ela se lavava. Sim, eu ainda vou esperar, Annabeth vale a pena à espera. Nunca pensei que iria pensar uma coisa dessas sobre Annabeth.
(- Senhor Percy?) (- Oi, querido.) (- Você está ouvindo isso?). Prestei atenção no que o senhor Percy estava querendo dizer e comecei a ouvir um cantarolar baixinho. Annabeth estava cantarolando adoravelmente. Eu conhecia aquela música, não lembro da onde.
Under the sea
Under the sea
Darling it's better
Down where it's wetter
Take it from me
Merda, que linda, ela estava cantando “Under the Sea”. Teria algo que seria mais bonitinho para ela cantar baixinho e devagar daquele jeito? Se ela começasse a cantar “A Whole New World” eu cantava junto.
Up on the shore they work all day
Out in the sun they slave away
While we devoting
Full time to floating
Under the sea
Não resisti ficar ouvindo só, tinha que fazer alguma coisa sobre aquilo. E não, eu não comecei a cantar também feito um fanático pela Pequena Sereia (- Eu amo a Pequena Sereia, senhor Percy. Eu assisti umas quinhentas milhões de vezes.) (- Cala a boca, senhor Percy.). Desci da pia e fui na direção do box, abri-o assustando Annabeth, ela estava de costas para a porta do box, ela virou o tronco para me ver e arqueou a sobrancelha. A bundinha dela é tão linda (- Acorda, senhor Percy! Pare de babar por causa da bunda da Annabeth e deixa de dar uma de retardado e entra logo nesse chuveiro.) (- Sim, senhor!).
Obedeci o senhor Percy, porque ele é muito esperto. Entrei no box e abracei a cintura de Annabeth, puxando-a para mim.
– O que você está fazendo, Percy? – perguntou ela baixinho com a boca perto da minha.
Eu sorri e puxei a nuca dela para mim, dando um beijo nela. Eu estava ficando todo molhado e não estava pouco me fudendo. Annabeth abraçou meu pescoço e eu apertei sua cintura, trazendo aquele corpo quente e molhado para o meu. Separei meus lábios dos dela e beijei a mandíbula dela e depois o pescoço dando uma mordidinha na pele fazendo as pernas da nerd tremerem.
– O que eu estou fazendo? – repeti – Estou fazendo o que queria ter feito na sala… e na cozinha… na piscina… e no meu quarto… – subi meus lábios ao ouvido dela e sussurrei: – no quarto dos nossos pais…
Ela suspirou.
– Percy… isso é loucura…
– Quem disse que eu vou te levar para o quarto deles? – perguntei chupando a água do pescoço dela enquanto minhas mãos desciam para a bunda dela e apertavam a carne – Não vou fazer isso… não agora.
Mordi o ombro de Annabeth a fazendo gemer. Annabeth pegou a minha blusa encharcada e puxou para cima, jogando pela porta. Depois foi a vez das minhas calças e da minha cueca. A minha cueca demorou um pouco mais para ser tirada, porque Annabeth estava ocupada olhando para meu membro sob o pano molhado e um pouco transparente com cobiça.
Annabeth se ajoelhou diante de mim e foi puxando a minha cueca para baixo enquanto me olhava. Ela sorriu e jogou minha cueca pela porta do box e o fechou. A mãozinha delicada dela tocou meu membro fazendo o cabelo da minha nuca arrepiar-se. Toquei os cabelos molhados dela e tirei do rosto dela, a água caia pelas costas dela. Annabeth engoliu vagarosamente meu membro soltando um gemidinho. Minha respiração ficou pesada ao sentir a língua dela deslizar no meu membro.
A nerd lambeu a lateral do meu membro, chupou a cabeça e lambeu e beijou meus testículos. Minha respiração não estava nada bem. Ainda segurando os cabelos de Annabeth, ditei os movimentos de acordo com a minha vontade movimentando a cabeça de Annabeth delicadamente. Aquela safada ficava me olhando enquanto engolia meu membro depois deslizava os lábios até a cabeça e chupava-a.
Puxei delicadamente a cabeça de Annabeth tirando a boca dela de mim e a puxei pelos ombros. Annabeth limpou o cantinho dos lábios com o indicador e me encarando sedutoramente chupou-o. Suspirei e capturei os lábios dela. Annabeth mordeu meu lábio e o puxei antes que eu pudesse aproveitar perfeitamente a briga das nossas línguas.
Girei a loira a deixando de costas para mim, peguei-a pela cintura e a puxei grudando suas costas no meu peito. Meus dedos desceram para o sexo de Annabeth e tocaram seu clitóris, Annabeth gemeu. Chupei a água das costas de Annabeth e a inclinei ligeiramente para frente. Annabeth apoiou as mãos na parede e rebolou contra meus dedos. Levei meu membro à entrada dela e não me mexi. Annabeth se remexeu inquieta e gemeu impaciente.
Annabeth repeliu os quadris, querendo que eu afundasse logo nela. Mas eu também gosto de provocar.
– Que garotinha mais malvada… – murmurei reprovando a atitude afoita dela.
– Percy, por favor…
– Por favor o que?
– Por favor…
Ela nem conseguiu completar a frase já que eu dei uma estocada forte. Deslizei meu membro vagarosamente para fora dela e voltei com força e rapidez. Annabeth gemeu comigo. Fiquei fazendo esses movimentos mais algumas vezes enquanto aproveitava aquele corpo. Meus dedos brincavam com o clitóris de Annabeth, a deixando cada vez mais afoita e a fazendo rebolar cada vez mais rápido. A minha outra mão ou acariciava em volta do mamilo dela ou apertava-o. Meus lábios chupavam a água do pescoço dela deixando marcas deliberadamente.
– Percy… – gemeu ela – mais…
Como eu poderia dizer não para aquela vozinha sôfrega em suplica? Mordi o pescoço dela e comecei a estocar com mais força, apertando com força seu seio e acariciando mais avidamente seu clitóris. Annabeth gemeu junto a mim, uma de suas mãos agarrou a minha nuca e puxou para ela roubando-me um beijo enquanto gemia cada vez mais alto. Nossa respiração já estava um pouco rala depois daquele beijo ficou pior. Annabeth gemeu engasgada e tremeu apertando meu membro.
Annabeth gemeu e apertou meus cabelos puxando meu rosto para que ficasse o mais próximo ao dela. Ela gemeu longamente e finalmente gozou apertando meu membro com força. Annabeth me tirou de dentro dela e se ajoelhou na minha frente engolindo meu membro. Annabeth chupou-o com vontade o deixando todo babado, suas mãos a ajudavam, uma delas segurava a parte que não cabia em sua boca e a outra acariciava meus testículos. Em poucos segundos, eu já estava entregue, tive que me segurar na parede para não cair. Logo eu gozei nos lábios macios e quentes de Annabeth. Gememos juntos. Annabeth engoliu tudo e se levantou.
Ficamos abraçados sob a água quente esperando para ficarmos mais calmos. Depois de nos secarmos fomos juntos, ficamos trocando alguns beijos calmos, ainda nus e sem sair do banheiro.
Engraçado eu estar gostando disso tudo. Minhas mãos abraçavam a base da cintura de Annabeth e ela acariciava meus cabelos molhados. Suspirei e catei minhas roupas molhadas indo para meu quarto enquanto Annabeth se trocava no banheiro.
… NA SEXTA-FEIRA QUE EU DEVIA ESTAR SAINDO COM MEUS AMIGOS …
Eu estava me preparando para lavar o carro do meu pai. Era de tarde e eu podia estar na casa do Nico, mas não, meu pai me mandou lavar o carro dele. E como ele me convenceu a fazer isso?, você deve estar se perguntando. Bom, tudo começou com o megafone.
– Percy Jackson, Percy Jackson. – meu pai me chamou usando aquele megafone do inferno. Eu estava tentando ser destemido e andar no meio dos zumbis enquanto o meu nível de vida está critico – Você tem que lavar o meu carro agora.
– NÃO! – gritei para a porta aberta do meu quarto.
– Eu estou usando um megafone, eu sou importante! Eu sou poderoso! – vociferou meu pai, ele provavelmente estava no pé da escada usando aquele negocio.
– NÃO É NÃO!
– Annabeth! – agora a mãe da Annabeth estava usando o megafone, aquela coisa tinha que se suicidar – Você vai ajudar!
Eu parei o vídeo game na hora. Eu e Annabeth teríamos que mexer com água e sabão? Isso significa que a Annabeth vai ficar com a roupa colada sob a luz do sol e com as pernas cheias de sabão? (- Acho que sim, senhor Percy.) (- Eu já sinto o cheiro do sabão.) (- Você é um tarado, senhor Percy, eu gosto disso.).
– TÁ, TANTO FAZ. – gritei não querendo parecer alegre como um pássaro.
– E você, Annabeth? – perguntou meu pai.
– PODE SER.
EBA! (- EBA! Loira gostosa lavando um carro, parece até propagando do FX.) (- Eu vou ficar limpando o interior do carro enquanto a Annabeth limpa o capo.) (- Muito esperto da sua parte, senhor Percy.) (- Obrigadinho, senhor Percy.).
Eu fui todo alegrinho lavar o carro do meu pai. Annabeth estava na lavanderia ela estava colocando sabão em dois baldes cheios de água. Eu devia estar sorrindo com um idiota porque ao me olhar, Annabeth riu, revirou os olhos e entregou os baldes para mim.
– Seja macho e leva essas coisas para fora. – ordenou ela.
Annabeth segurava aqueles baldes com tanta facilidade, estava muito pesado, gente. (- Você é um fracote, senhor Percy. Suas mãos só servem para segurar o Percynho noite a fora.) (- Cala a boca, senhor Percy. Você também se diverte enquanto eu seguro o Percynho durante a noite.) (- Me divirto mais quando a Annabeth que segura.) (*suspiros coletivos meu e do meu lindo subconsciente*).
Levei os baldes para fora e Annabeth foi ajeitar a mangueira. Ela estava usando um shortinho jeans e uma blusa branca e o cabelo estava preso em um rabo de cavalo, ela estava linda.
– Porque você está olhando para Annabeth com essa cara de idiota? – perguntou meu pai surgindo do chão, fazendo-me dar um saltinho assustado e um gritinho de menina – Se assuste como um homem, Percy!
Dei um grito de Loki fabuloso e meu pai sorriu.
– Percy, eu vou sair com a Atena dar um jeito na festa de casamento. Vocês lavem o meu carro, voltaremos em uma hora ou mais, sei lá, quanto tempo essa coisa levar. – meu pai sorriu e foi com Atena até o carro dela – Se tornem amigos. Tchauzinho.
Ele me manda ser macho e dá “tchauzinho” com aquela cara de alegre? Todo o sentido. Fiquei observando meu pai ir embora com a mãe de Annabeth e quando eles sumiram na rua eu senti aquele jato de água nas minhas costas. Olhei para Annabeth, ela estava olhando para a rua com cara de paisagem e ao me olhar, ela riu.
– Você vai se arrepender de ter me molhado. – #ameaçay.
– O que você vai fazer? – perguntou ela rindo, segurando a mangueira como se fosse uma arma.
Eu ri, abaixei-me para tentar pegar o balde com sabão e ia jogar nela, mas era muito pesado, eu só fiz Annabeth rir de mim. Peguei a bucha que Annabeth colocou lá dentro do balde e fiz um movimento para jogar o sabão e água em Annabeth, mas ela se escondeu atrás do carro e ainda conseguiu atingir a minha pessoa com água da mangueira.
Nós dois riamos. Eu comecei a persegui-la em volta do carro, Annabeth ria e dava gritinhos. Na frente do capo do carro consegui agarrá-la e a joguei contra o mesmo, Annabeth deu um gritinho e ficou rindo tentando me impedir de espremer a bucha na cabeça dela.
– Não, Percy, por favor. – pediu ela gargalhando.
Coloquei a bucha ao lado da perna de Annabeth e me estiquei para que meus lábios se aproximassem dos dela, Annabeth sorriu e tocou o meu rosto abaixando o próprio para que nossos lábios pudessem se tocar, nosso beijo foi calmo dessa vez. Não sei porque, mas estava tão fofo o momento que parecia aquelas cenas de filmes de romance que as mulheres ficam todas malucas e se espremendo na sala de cinema quando o casal principal esta tendo aquele momento todo fofo enquanto lava o carro. Mas eu estava gostando, o beijo dela era tão gostoso quando era aquele beijo afoito, agora que era esse beijinho calmo e terno era mais gostoso ainda. Nunca pensei que gostaria de ter um momento tão romântico com uma garota.
Annabeth abraçou meu pescoço e me deu um selinho. Pôs a mão sobre meus olhos e logo eu senti a coisa meio gelada e cheirosa descer pelos meus cabelos. Annabeth riu e depois passou a mão pela minha testa para limpar o sabão e depois arrastou pelo meu cabelo, e começou a rir de novo muito provavelmente por causa do meu cabelo. (- Eu quero aprender a dançar como aquelas asiáticas fofas.) (- Ãh, senhor Percy, você tá vem?) (- Tô ótimo, senhor Percy, só comentei.) (- Tudo bem… eu não estou assustado… nem um pouco.).
Annabeth me afastou delicadamente e desceu do capo, mas ainda estávamos próximos o suficiente para eu ficar feliz.
– Vamos lavar o carro. – disse ela.
Assenti e segurei o queixo dela e dei um selinho demorado nela. Eu e Annabeth começamos a lavar o carro por trás e quando finalmente chagamos a frente eu fiquei todo alegre, era hora da propaganda do FX, a loira gostosa lavando o carro, só que é de verdade, e a loira gostosa mora na minha casa. Eu sou muito sortudo. (- Sério, aquelas asiáticas dançam muito bem, eu queria dançar daquele jeito, elas fazem parecer tão fácil aí você tenta e quebra um dente.), acho que o senhor Percy não tem o que falar então está falando esse tipo de coisa, tadinho, faz um tempo que eu não falo direito com ele.
Eu ia entrar no banco da frente do carro, mas Annabeth entrou primeiro. Ela me olhou com uma cara de safada de zueira e ligou o rádio, “Don’t Cha”. Eu ri junto de Annabeth, ela fez uma cara de paranoica, um sorriso imenso e forçado e arregalou os olhos e começou a levantar as sobrancelhas de forma sugestiva.
– Vamos, Percy! Seja a minha morena gostosa! – exclamou ela animada me fazendo sorrir.
Ela aumentou o volume, tirou um copo de coca-cola com um canudinho do assoalho do carro e um saco com pipoca e se aprumou no banco do motorista.
– Você sempre pensa em tudo, não é? – perguntei.
Annabeth colocou uma pipoca na boca e sorriu fazendo cara de eu sou demais, eu sei, e ainda deu de ombros tentando demonstrar que era algo até natural. Eu balancei a cabeça rindo, tudo bem, eu posso ser a morena gostosa. (- E uma asiática morena fofa dançando…?) (- Nem termina, senhor Percy. Você está obsecado por asiáticas.) (- Só quero saber como elas dançam daquele jeito, senhor Percy.) (- Elas praticam.) (- Podemos praticar também.) (- Tá, tanto faz. Agora licença que eu tenho que ser a morena gostosa.) (- Nossa, senhor Percy, como você é estranho.) (- Você que está querendo dançar como uma asiática.)… O senhor Percy ia responder, mas Annabeth buzinou me acordando.
– Vamos! Ensaboa esse carro, delícia!
Annabeth mudou de música, acho que ela tinha um CD das Pussycat Dolls, agora era “Buttons”, mas era melhor para sensualizar.
Peguei um balde que estava com menos água e joguei contra o carro, atingindo um pedaço do teto, do vidro da frente e o capo. Aí que eu virei #aLoka. Subi no capo, ficando de quatro sobre ele e fiz uma cara sexy brincando com Annabeth, eu parecia mais uma velha louca, fiquei vesgo e arreganhei os dentes, ela riu jogando a cabeça para trás. Fui fazendo caretas enquanto passava a bucha no capo. Annabeth só enquanto comia a pipoca. Tentei bater cabelo, não deu certo. Fiz aquelas cenas no carro que sempre tem quando uma mulher lava um carro, ela usa os seios de bucha, esfregando ele no vidro do carro, como era o que eu queria que Annabeth fizesse para mim, fiz para ela.
Espremi a bucha na minha camisa branca e Annabeth ficou saltitando dentro do carro, divertindo-se. Ela olhou para as próprias pernas e fez uma careta de culpada, como um homem quando tem uma ereção indesejada. Eu ri e continuei a sedução. Esfreguei meu peito contra o vidro, foi meio complicado, porém eu consegui. Annabeth ria de se matar, logo estava soluçando. Eu também estava, nunca me imaginei fazendo algo assim, como é Annabeth quem está me observando deixa tudo mais engraçado.
A música acabou. Annabeth estava jogada no banco, ela tentava controlar os próprios soluços, desligou o rádio e limpou as lágrimas saindo do carro. Ela fechou a porta.
– Foi maravilhoso. Eu nunca vou superar esse orgasmo.
– Eu sei, querido. – eu pompozeei como uma garota fazendo Annabeth rir mais.
– Eu vou tirar o sabão e você vai tirar a sua roupa e me esperar na cama. – Annabeth deu um tapa na minha bunda e colocou a língua para fora como a Miley Cyrus, eu dei um gritinho feminino quando recebi o tapa.
– Você só me usa. – bati o pé no chão, ainda falando como uma garota.
– Você não estava reclamando enquanto gozava na minha boca. – disse Annabeth pegando a mangueira.
– Bom, porque aquilo eu gostei. – falei com a minha voz natural olhando para baixo enquanto coçava a minha nuca.
Annabeth me molhou as costas novamente porque ela foi no direção da frente do carro e eu continuei ao lado da porta.
– Se você acha que eu só te uso encha a banheira que eu já estou indo. – afirmou ela jogando água no carro, a água formou um arco-íris bonito e eu acho que eu gosto de arco-íris ainda mais quando a Annabeth está toda molhada atrás desse arco-íris.
– Sério? – perguntei por precaução.
– Sério. Vá lá que eu já estou indo.
Eu pulei alegrinho e fui para o quarto dos nossos pais. Comecei a encher a banheira redonda e maravilhosa deles e coloquei uns saisinhos de banho na água quente, estava um cheiro delicioso de lavanda. Quando a banheira estava quase cheia, comecei a tirar a minha roupa úmida. Desliguei a torneira e entrei, a água estava quentinha, eu relaxei ficando de olhos fechados enquanto esperava Annabeth chegar.
Durante o meu momento, eu quase dormi, só não dormi porque uma mão forte me afundou na água. Sem me desesperar, peguei os braços do meu agressor e joguei dentro da água, lógico que o agressor era a Annabeth. Ela submergiu com o cabelo na cara, parecia a Samara loira mais gostosa que eu já vi. O corpo dela estava grudada, e olha que novidade: ela estava sem sutiã. Ela ajeitou o cabelo e se levantou, eu fiquei boquiaberto enquanto observava a água quente deslizar pelo corpo bonito dela. Annabeth tirou a roupa, daquele jeitinho na minha frente, me deixando ainda mais boquiaberto.
– Fecha a boca, Percy, você vai transbordar essa banheira com a sua baba. – pediu Annabeth sentando-se do outro lado da banheira, eu sorri timidamente, limpei o canto da boca de maneira discreta, Annabeth esticou os braços para mim – Vem cá. Eu vou ser um bom cara, um cara que todos os héteros deviam ser e farei uma massagem em você, isso depois de ter te dado aquele orgasmo noite passado, e na noite anterior e no chuveiro no começo da semana.
– Não seja tão metida. Eu também sou bom em te dar orgasmos.
Annabeth deu de ombros enquanto eu deitava minhas costas no peito dela.
– Você pode até ser bom, ou muito bom talvez – eu dei um sorrisinho vaidoso – não sorria – eu continuei a sorrir – enfim, mesmo assim eu ainda não ganhei a minha massagem.
– Na próxima vez.
– Acho bom.
Ela começou a deslizar delicadamente as mãos nos meus ombros, massageando-os. Sabe aquele momento em que até o seu polegar do pé fica dormente de tão relaxado que você está? Talvez não, mas eu estava sentindo aquilo no momento, foi muito gostoso. Annabeth sabia o que estava fazendo. As mãos dela massagearam a minha nuca e desceram pelo meu peito fazendo certo soldado acordar de seu sono. As mãozinhas dela massagearam as minhas coxas e subiram pela minha barriga, foram para as minhas costas e voltaram para os ombros.
A massagem foi a outro nível quando ela começou a dar beijos cálidos e maravilhosos no meu pescoço. Meu membro estava ficando cada vez mais duro. Pais tem um timing tão perfeito que chega a ser ridículo. Eu e Annabeth iríamos realizar um maravilhoso sonho, que era meu, que consistia em sexo em uma banheira.
– Percy! Filho! – gritou meu pai.
Merda. Olhei para Annabeth preocupado, ele estava muito perto. Annabeth me afastou fazendo-me voltar a sentar-me do outro lado e se afundou no momento exato que meu pai surgiu pela porta.
– Oi, filho. Curtindo a banheira? – perguntou ele.
Eu me segurei para ficar mais calmo e quietinho possível quando Annabeth segurou meu membro e moveu a mão lentamente. O que ela queria? Ser pega?
– Estou sim, é gostoso. – disse sorrindo tentando mandar ele embora com o olhar, meu pai adora conversar.
– Use-a antes que eu a use… se é que você me entende. – ele fez uma cara de safado sorrindo e eu quase vomitei na água da banheira – Enfim, onde está a Annabeth?
Bom, a roupa dela está bem perto do seu pé.
– A última vez que a vi ela estava na cozinha.
– Eu vou lá ver se ela está lá.
Isso vai, some. Ele saiu e eu puxei Annabeth para cima. Ela estava com as bochechas vermelhas por causa do esforço, mas deixar o meu membro quieto ela ainda não deixou, sua mãozinha ainda estava nele. Ela se levantou, pegou uma toalha, rapidamente secou o corpo, colocou-a no cabelo e nua mesmo saiu correndo para fora. Acho que ela foi ao outro banheiro, para fingir que estava tomando banho. Annabeth correndo nua era ridiculamente sensual.
Fiquei deitadinho só que ouvi meu pai voltando e fiquei alarmado, puxei as roupas de Annabeth e sentei em cima, ficando deitadinho, fingindo estar relaxando. Meu pai entrou novamente e sorriu.
– Olha, Percy, eu vou deixar você relaxar, só para avisar. A festa é só daqui um mês e seis dias. Então chame seus amigos, garotas bonitas e tem um lugar escondido naquele salão que você pode…
– Poseidon! Nada de ensinar coisas erradas para ele. – disse Atena, eu me afundei até a boca, caso Atena se aproximasse do banheiro.
– Só estou ensinando ele a pegar garotas… a não ser que ele goste de garotos. Você gosta, filho? – perguntou meu pai me olhando, esse homem dúvida de mim demais – Porque deve ser fácil pegar garotos, eu posso ensinar se esse for o caso.
– Pai, vai dançar Cancan com a torradeira. – pedi fazendo cara de desgosto.
– Ei! Aquilo foi só uma vez! – afirmou ele.
– Uma vez quando você bebeu demais e ligou o rádio e a música para Cancan começou, porque quando começou aquela música romântica você lindamente dançou com aquela cadeira. Você e o Grover são perfeitos um para o outro.
Meu pai bateu o pé no chão, todo nervosinho e finalmente me deixou sozinho. Eu queria ainda estar recebendo aquela massagem perfeita da Annabeth, eu tinha ficado tenso muito rápido depois de ficar relaxado e de guerreiro em continência. (- Senhor Percy?) (- Oi?) (- Eu quero dançar “I am the Best” igual as garotas do 2NE1.) (- Agora não, senhor Percy, me deixe relaxar depois a gente aprende a dançar.). Ele ficou quietinho, deve ter aceitado.
Eu dormi na banheira. Fui acordado pelo meu pai quinze minutos depois. Ele pegou a minha cabeça e tentou me afogar. Bom eu acordei e joguei água nele e ele em mim até Atena chegar e me fazer dar um gritinho de garota e cobrir meus mamilos como uma menina. Ela balançou a cabeça e foi para trás devagar, tentando não nos assustar com movimentos bruscos, nem sei o que ela pensa que nós iríamos fazer. Só sei que eu quero a Annabeth.
Fale com o autor