Minha redenção

37 O prelúdio de uma tormenta.


Notas iniciais
Olá gente >.< Olha a hora, postando cedo hoje XD Isso se deve a autoras ansiosas demais para saber as reações das leitoras, não desperdicem está chance, hein? Nós mostrem o quanto querem nos esganar heuehuehuehueheuh Bem como as notas finais estão mais importantes do que as iniciais, não vou me demorar aqui, leiam o capítulo e as notas, e por favor não nos odeiam :'( Boa leitura! Chibi Lord~

Às vezes a verdade não deve ser revelada.

Desejos, estes, por mais fortes não devem ser realizados.

Mentiras causam mágoas, desejos causam dor.

O quanto de mim pode ser subjugado.

Quem nesse mundo eu devo ser…?

Devo cego continuar a te seguir, ou devo meus olhos abrir?

Quem me protegerá?

Quem de mim cuidará…?

Oh meu amor, não sei quem mais está disposto a exercer está função.

Cabe a você não mais maltratar meu coração, então.

~Chibi Lord

Sebastian

As costas já me doíam pela mesma posição.

Eu estava em meu escritório. Problemas da empresa tomaram minha tarde inteira e eu ficara preso à frente do computador.

Suspirei cansado, esfregando os meus olhos que já ardiam pelas horas seguidas em frente à tela. Olhei em meu relógio de pulso, lembrando-me de meu encontro inesperado com a doutora Durless. Eu fugia de minhas consultas com ela há algum tempo e a encontrar, ainda mais estando com Ciel, a princípio foi assustador.

Depois eu relaxei, notando que nenhum segredo seria revelado enquanto bebíamos nossos chás e comíamos fatias de tortas.

Mas houve algo naquele encontro que me encheu de medo, Angelina novamente me aconselhou a levar Ciel a um psicólogo. Quando eu liguei avisando que me afastaria das nossas consultas ela já havia me sugerido isto e novamente ela mencionara este assunto. Desta vez entregando ao próprio Ciel um de seus cartões para que ele entrasse em contato com ela se assim desejasse.

O fato dela não confiar em mim, entregando ao meu menino o seu cartão me fazia temer que ela desconfiara de algo. Não sei, talvez uma pequena suspeita... eu não sei.

Eu, na verdade, tinha receio de levar a Ciel em um psicólogo. A função destes era de fazer você entender.

Entender de onde vem os seus problemas, entender o que é que está de errado em sua vida.

E eu temia tantas coisas. Temia que minha criança viesse a compreender que eu também era um monstro. Que Ciel, no fim, entendesse que o nosso relacionamento era extremamente errado. Pela diferença de idade, por sermos homens e parentes. Ele já sofrera tanto em sua curta vida. De uma maneira errônea eu tentava a qualquer custo manter a frágil inocência que a criança ainda tinha.

Ciel sabia que o que nós tínhamos deveria ser mantido em segredo. Mesmo assim quando eu olhava nos olhos de meu menino era alegria o que eu enxergava.

Ciel mantinha aquele olhar vívido de quem é inteiramente e puramente feliz e isso só por estar ao meu lado. Se meu pequeno fosse a um psicólogo talvez ele percebesse que, assim como eu mesmo, ele era doente.

Por amar a alguém de uma forma deturpada.

Ciel deveria me amar como tio e não como amante.

Acho que eu nunca lidei bem com a culpa. Eu sabia como o mundo me olharia caso soubesse o que eu sentia por meu irmão. Eu passara minha vida toda me lamentando. E eu não quero isso para meu menino.

Eu não deixaria que ninguém abrisse os olhos de minha amada criança para a realidade imunda na qual vivíamos.

O toque do ramal despertou-me de meus pensamentos. E, como uma enorme coincidência, Meirin avisou que se tratava da Doutora Durless ao telefone querendo falar comigo. Até imaginei que eu seria mais uma vez cobrado por minhas faltas e para marcar novas consultas, mas pelo tom de voz da mulher soube que era algo bem mais grave.

“Sebastian, algo estranho aconteceu. Meu consultório foi invadido na noite de ontem e meus documentos foram todos revirados. Chamei a polícia e terminamos agora a pouco de verificar se algo foi levado. Nada foi roubado além de um único arquivo sobre um de meus pacientes. Sebastian... Era o seu histórico de consultas.”

Eu nem sequer soube muito bem como aquela ligação acabou, não me lembrava de ter me despedido ou mesmo de ter respondido algo a ela. Deixei abandonado o telefone fora do gancho. Meu peito doía.

Eu precisava desesperadamente ir para casa.

Ciel

A velha governanta ralhava com o cão. Sky destruíra mais uma das almofadas do sofá.

Eu ri da traquinagem do meu companheiro peludo.

–Não ria! É por isso que este cachorro é tão mal educado. Ciel, leve-o para o castigo. O coloque na lavanderia

– Mas, Vitoria, ele não fez por mal. – eu tentei defender o cão. Fazíamos ambos cara de culpados. Afinal, eu ajudara Sky a rasgar a almofada. Puxei de um lado enquanto ele puxou do outro.

– O cão vai para a lavanderia e você, menininho, se entenderá com o seu tio.

Ela falou e, apesar da fala brava, sua expressão era calma.

Afinal, acho que por toda a sua vida ela tivera que lidar com crianças mimadas e cachorros bagunceiros.

Enquanto eu levava meu amigo para a lavanderia, que ficava numa área fechada, eu resmungava o quanto era injusto que ele precisasse ficar lá até a hora de meu tio chegar. Porque com toda a certeza eu me entenderia com o tio e, portanto, Sky e eu estaríamos livres do castigo.

Depois de deixar Sky lá, com comida e água, eu acariciei meu cão sussurrando que logo ele estaria livre de sua prisão e subi para o meu quarto. Pelo menos até ele chegar eu estava oficialmente de castigo.

Já estava em meu quarto há algum tempo quando ouvi a porta da entrada bater com toda a força. Achei muito estranho e desci para ver o que poderia ser.

– Tio Sebastian?

O silêncio era total. Caminhei pelo corredor e cheguei ao Hall de entrada.

– Vitória? Onde você está? Meu tio chegou? — perguntei.

Eu comecei a sentir um mal pressentimento. Alguma coisa estava errada. Arrepios desceram pela minha espinha.

– Vitória? — Eu fui até a sala procurando por ela e então eu ouvi aquela voz.

– Ciel... há quanto tempo... eu senti tanto a sua falta...

Meu coração parou no meu peito. Foi como se uma garra gelada se cravasse no meu estômago. Aquela voz que eu rezei para nunca mais ouvir. A voz que povoava meus pesadelos mais terríveis. Virei -me e o vi.

Ele estava em nossa casa! Como um horrendo sonho que se torna realidade.

Professor Faustus.

Ele estava na sala e imobilizava a nossa governanta com o braço. Uma arma na cabeça da pobre senhora. Eu queria gritar mas a voz não saía. Senti minhas pernas fraquejarem e caí e joelhos no carpete. A respiração acelerada, o sangue latejando nos ouvidos. Eu olhei para ele, o pânico fazendo toda a cena parecer em câmera lenta.

– Vejo que não se esqueceu de mim, meu passarinho... — Eu o ouvi dizer, rindo — Aah... Você continua tão lindo. Vejo que cresceu um pouco mas ainda é o meu doce pássaro bicolor.

Engoli com dificuldade, respirar era difícil. E me ouvi balbuciar.

– Como?! Você estava preso... Como você...? !

– Ora, eu quis te ver e vim para isso. Não acreditou realmente que eu te deixaria, acreditou?

– Ciel, Ciel, corra! — A Vitória choramingou — Chame a polícia. Fuja!

E então eu vi o professor Faustus a sacudir e apertar o braço que a prendia.

– Cala a boca! Você fica quietinha. Eu não tenho paciência com velhas.

– Não a machuque! — eu gritei — Por favor!!

– Quieto! — ele respondeu de volta, ameaçadoramente — Se gritar de novo eu a matarei. Não duvide!

Ela começou a chorar e eu arfei, meu coração explodindo no meu peito.

– Não! Eu fico quieto... Por favor... Por favor... nos deixe ir... — as lágrimas desciam pelo meu rosto livremente agora — Por que não me deixa em paz...? O que eu fiz pra merecer isso?

Ele riu e me olhou dos pés à cabeça.

– Você nasceu para ser meu... apenas isso. Você existe para mim... Você é a encarnação das minhas fantasias... — sua voz era cruel.

Eu era um objeto para ele.

– Levante! Venha!

Ele se aproximou de mim, eu levantei rápido e recuei instintivamente. Ele deu uma coronhada na cabeça da sra. Coburgo e a jogou longe. Ela caiu com um grito e um instante depois ele me agarrou. Foi tudo muito rápido ou eu que, paralisado pelo horror, não consegui me defender. Ele me deu um soco forte no estômago e eu perdi o ar. A dor me cegou. Caí inerte em seus braços. Ele agarrou meus pulsos e os amarrou com algo. Era uma gravata do meu tio que estava sobre o sofá. Ele passou o braço pela minha cintura e de repente eu não sentia mais o chão sob meus pés. Ele se virou para a entrada. Eu, nada mais que uma coisa que ele carregava.

Tudo acontecia a uma velocidade vertiginosa agora. Desorientado e ferido, ouvi a Vitória gritar. Ela estava agarrando o braço do professor. Olhei para ela e meu pânico aumentou: havia muito sangue escorrendo de um ferimento na cabeça dela.

– Largue-me, velha inútil!

E ele desferiu outra violenta coronhada nela. A vi tombar na porta da entrada. Eu gritei horrorizado.

Ele a matara?!

Ele correu, me levando. Fui jogado no banco traseiro de um carro.

– Deite-se e fique quieto está me ouvindo?! — Ele rosnou entre dentes — Se você se mover ou fizer um único ruído eu vou matar o seu tio. Você me ouviu? ! Eu vou esperar por ele e estourar a cabeça dele! !

Todos os meus pesadelos em que eu via ele matar meu tio voltaram à minha mente. Senti uma vertigem horrenda e um enjôo terrível. Arfei tentando respirar, o ar me faltava.

– Não o machuque... eu fico quieto...! Por favor... não o machuque...! – sussurrei num fio de voz.

Ele riu e entrou no carro. Deu a partida e sumimos na noite.

Sebastian

Eu tinha o coração aos pulos, a respiração sôfrega. Tentei ligar inúmeras vezes para casa na esperança de quem alguém atendesse, mas foi em vão. O telefone só chamara. Ninguém atendia. O meu interior se revirava em uma agonia... Eu temia o pior. Sim, eu era pessimista.

Fechei meus olhos ao desligar o carro em frente a sua casa.

Eu rezava.

Pedi a Deus, pedi aos céus, que meus temores não estivessem certos. Que ao entrar em minha casa tivesse a graça de ser recebido pelo meu pequeno, sorrindo doce para mim. O cão ao lado, abanando a cauda, e a velha governanta reclamando o quanto ambos, garoto e cão, aprontaram durante o dia.

Uma realidade que eu amava. A realidade que eu vivia há menos de dois anos e com a qual eu já me acostumara.

Mas... A realidade era outra.

Eu tonteei, levando a mão a boca impedindo que um grito de puro sofrimento me deixasse. A porta da casa escancarada. No hall de entrada, logo depois da porta, estava a Senhora Coburgo, estirada no chão.

Havia sangue ao lado de sua cabeça e eu temi pela vida da mulher.

Me agachei, virei a idosa e bati suavemente em seu rosto, chamando por seu nome. E quando ela abriu os olhos, eu a bombardeei de perguntas: "O que aconteceu? Onde Está Ciel? Onde está meu menino? "

Desesperado, eu nem ao menos consegui me preocupar com a pobre mulher. Meu medo era egoísta. Meu medo era real. Meu medo era perder meu pequeno céu.

– Um homem... — a mulher balbuciou — Um homem de terríveis olhos dourados o levou...

Eu a sentei no chão e coloquei as mãos na minha cabeça, também me sentando, encostando as costas na parede...

Eu estava tendo um ataque de pânico, queria gritar, queria chorar, mas nada, nada acontecia. Tudo que eu conseguia imaginar era que, naquele momento, minha vida tinha acabado.

E então meu celular tocou e observei o nome que piscava na tela.

"Ciel".

Eu peguei o aparelho nas mãos trêmulas e o coloquei no ouvido...

– Olá titio... — aquela voz... eu nunca esqueceria aquela voz... A voz daquele monstro! Apenas pude soluçar em resposta.

– Eu estava ansioso para pegar o que é meu por direito. – ele continuou.

– Eu vou matar você! Eu vou matar você, seu desgraçado! Onde está meu sobrinho? — eu perguntei, desorientado e furioso.

Ouvi uma asquerosa risada.

– “Sobrinho”? — a voz do outro lado da linha repetiu o que eu acabara de falar em um tom cínico de pergunta. — “ Sobrinho”, Sebastian? Você é tão doente...

As lágrimas molhavam o meu rosto enquanto ele continuava.

– Seu desgraçado... eu esperei tanto pra pagar o que você me fez — ele ria — e paguei da melhor forma possível.... eu revelei a ele o seu segredinho nojento...

– Do que você está falando?! Seu maldito! Cadê meu sobrinho? ! Cadê o Ciel?!

– Ora, ele está bem aqui comigo... Ele está chorando tanto... Você destruiu este pequeno, seu anormal... imundo... abusou do próprio sobrinho fantasiando com seu irmão...

Congelei ao ouvir aquilo!

Fora mesmo ele quem invadira consultório e roubara o arquivo. E ele... ele contara tudo a Ciel! !

– Ei, o sobrinho quer falar com o titio...

Meu coração se apertou quando ouvi a respiração sôfrega do outro lado da linha.

– Vamos, meu querido... fale com ele...

Eu esperei e do outro lado da linha fez-se silêncio, quebrado apenas por soluços abafados. Soluços do meu pequeno.

– FALE, OU EU VOU MATAR VOCÊS DOIS!! ME OBEDEÇA! ! — ouvi Faustus gritar ao fundo.

– Se tocar nele eu te mato, desgraçado!!! — gritei no telefone — Está me ouvindo? !

– Tio...?

– Ciel?! Ciel, você está bem?! Ele te machucou? Me fala! Por favor!

– ... Por quê? – Eu ouvi Ciel soluçar – Por que mentiu pra mim? Por que mentiu que me amava... Por quê? Você amava o papai...

Sebastian sentiu seu mundo ruir... Ciel sabia a verdade.

– Foi tudo mentira...? — o menino chorava na linha — Você me usou pensando nele...? Eu fui só isso...?

– NÃO! NÃO, Ciel! Eu amo você! Eu posso explicar tudo. Me perdoe! Não escute o que ele diz! Ele está mentindo pra você! Eu te amo sim!! Onde você está? Me fala! Eu vou te salvar! E vamos conversar! ! Por favor!!

Ciel soluçou mais uma vez, gemendo doloroso e eu podia imaginar seu rosto retorcido em agonia. Eu não conseguia dizer mais nada eu estava entorpecido. Foi então que ele sussurrou.

"Brilha tanto quanto meus olhos".

Antes que eu pudesse responder alguma coisa, qualquer coisa, outra voz atingiu meus ouvidos, vil e maléfica.

–Você é realmente alguém cruel, Sebastian... Usar assim a uma pequena e fragil criança... tsc, tsc. Um menino que já sofreu tanto, Sebastian... – ele zombava, havia riso no tom de sua voz.

– Não... por favor, não o machuque... — Eu murmurei perdido em meio a lagrimas. A mulher à minha frente respirando com dificuldade, me observando em silêncio, tão preocupada quanto eu com a segurança da nossa criança.

– Eu? Eu o machucar? — Claude gargalhou alto — Sebastian, tenha dó! Eu o quero pelo o que ele é. Foi você quem o enganou, foi você quem abusou de um menino só porque ele se parece com o seu irmão morto. Você, Sebastian, você!!

Ele riu alto mais uma vez e continuou.

–Eu fui chamado de monstro e, no entanto, você é muito pior que eu. – sua voz estava cheia de uma alegria cruel — mas fique tranquilo, eu vou cuidar muito bem do nosso menino... muito bem... e eu vou fazer ele gostar muito. Talvez eu grave pra você ouvir depois... sim, seria delicioso...

– Se você tocar nele eu te mato. Se você fizer qualquer coisa com ele eu vou-

– Primeiro você tem de nos achar... – ele zombou mais uma vez — e eu não sou um sujeito previsível. Bem... Vou desligar... Hoje eu vou ter uma noite especial, deliciosa... Será que você ensinou tudo a ele? Acho que ainda posso ensinar coisas muito interessantes ao nosso pequeno.

E ele desligou e eu senti como se o inferno me engolisse.

Notas finais
Oi, aqui é a Miyuki-ki ( desvia de todas as pedras facas e bombas que estão jogando além dos tomates e laranjas ). De um hora para outra todo o mundo de Minha Redenção parece ter ruído, não é? Quando mencionávamos o quanto esse amor e essa felicidade era frágil. Sebastian, de repente, tem o seu maior segredo revelado ao seu sobrinho amado. Isso tudo além de ter a razão de sua vida roubada por aquele criminoso. Ciel vê seu pior pesadelo se realizar. Está novamente nas mãos de um louco obsessivo e sádico que o elegeu como objeto de sua “afeição” perturbada. Se isso por si só já não fosse horrendo o bastante o nosso menino descobre uma verdade sobre o seu amado que ele jamais esperou. Antes que vocês gritem que vão parar de ler Minha Redenção por medo do que está por vir eu pedirei apenas uma coisa a vocês: Confiem em nós. Minha Redenção é tão especial para nós quanto é para vocês então confiem em nós. Não posso dizer mais nada sem dar spoiler, apenas peço que continuem a nos acompanhar para ver o que vai acontecer.  Quero agradecer a todos os maravilhosos reviews e por todos os favoritos. É muita emoção pra nós ler as suas opiniões pelo capítulo. Um obrigado mais que especial para Miellanny, Nanna e Mariana por seus reviews enormes e lindos e aos leitores que decidiram comentar pela primeira vez também. E os leitores que estão comentando todos os caps... ah, seus lindos, se sintam abraçados por nós :´) Beijos e até a próxima semana. Olá a todos, aqui é Chibi Lord. Gostaram do capítulo de hoje? *se abaixa das pedras* Miyukiki já falou sobre ele ali em cima, então não é sobre isso que vou falar. Quero primeiro dizer que algumas pessoas vieram até mim e me acusaram de ser a mente maléfica por detrás da volta do Claude. Claro porque eu sou uma pessoa sádica e Miyukiki é uma uke fofinha e incapaz de cometer atrocidades. Eu não... eu sou uma seme má e dominadora. Claro que sou eu por detrás de ideia tão horrível, né, Nanna? (cutuca XD ) Mas eu vou me defender aqui, a idéia não foi minha tá legal? Diferente do que a maioria pode pensar quando eu menciono ser seme, não sou eu que mando, eu sou tipo o tio Sebastian, um seme que não manda em nada ¬¬ Pois bem, minha idéia era terminar a fic depois do lemon, um ou dois capítulos a mais e terminar de forma fofa e feliz, mas minha uke e co autora, ah! até mesmo eu fiquei surpresa. Seus olhos brilharam em um brilho amedrontador (eu imagino, porque na verdade não vi. Mas tenho uma imaginação bem fértil XDDD) e ela me disse: “E se… o Claude fugisse da prisão? Ele é um vilão e vilões se vingam.” Tá eu admito, ter amado a idéia, não sou só bondade como podem percebem. Então é isso, é culpa da Miyukiki XD Agora tenho outra coisa para falar, todos devem saber que eu estou em casa, com o tornozelo quebrado, entediada e sem poder sair da cama, a não ser para ir no banheiro, então… Quando eu fico entediada eu escrevo, eu não sei se alguém aqui conhece e/ou gosta de bts, mas eu escrevi uma fic deles, outra? Sim outra, essa vai ter quatro capítulos e já tem dois postados, quem quiser ler: https://socialspirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-bangtan-boys-bts-com-quem-eu-quero-estar-4657982 Escrevi também uma one de Kuroshitsuji, dessa vez é sobre Undertaker e seu ''amor'' por Vincent, porque eu simplesmente me babo de amores pelo papi, acho que todo mundo, né? Enfim para quem quiser ler: https://socialspirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-kuroshitsuji-quando-a-morte-ama-4670437 . Agora sem mais, comentem por favor, queremos saber o que acharam do capítulo e saibam que amamos vocês e seu comentários. E confiem em nós. Chibi Lord.