Minha Querida Francesa Anastasia

4 Cap 4 - O Que Há Em Mim


Notas iniciais
Olá leitores e leitoras! Queria dizer primeiramente que a Tia Ginger está muito feliz com o feedback de vocês! É cada comentário, é cada mensagem... Uma melhor do que a outra! Não sabem como isso me motiva a continuar escrevendo pra vocês! MUITO obrigada! Estou tão feliz que estou liberando mais esse capítulo para vocês! Dedico esse capítulo à recomendação de Janete, que já é leitora fiel e catalogada! CRIAMOS UM GRUPO NO WHATSAPP PARA FALAR SOBRE A FIC, lá eu tenho liberado alguns SPOILERS e até uns trechinhos do CAPÍTULO antes de liberar! Então venham, é só amor! É só acessar o link que vocês caem direto no grupo: https://chat.whatsapp.com/HsLLhHr0xf7AhbqHM0FCll

POV CHRISTIAN

— Vai ficar para jantar, Elliot? – É tudo o que consigo dizer para no mínimo afastar da minha cabeça o que havia acontecido. Katherine havia descoberto a descendência de Ana e agora eu preciso tomar meu lugar como marido. Preciso me impor para que o pior não aconteça com a minha pequena.

Katherine desaparece subindo as escadas apressadamente após o tapa que dei em seu rosto. Não podia permitir que ela falasse assim de Ana. Eu fico maluco e não me controlo! Além do mais, precisava saber o que estava acontecendo, não de um show de histeria.

— Vou ficar para o jantar sim, Chris – diz Elliot, fazendo-me voltar para a realidade.

Ao olhar para a minha pequena, vejo que estava ajoelhada ao chão, catando delicadamente entre a salada de rúculas os pedaços do prato de cristal que Kate havia quebrado e colocando-os dentro de um saco de papel. Vejo que está fungando e então sei que está chorando.

— Ana... – Vou até ela, seguro em suas mãos e digo de uma forma acolhedora – O que houve?

— Minha mãe se foi, Christian... Se foi sem se despedir nem nada... – Percebo que Ana se perde em pensamentos enquanto fala comigo. Mas entendo que esteja perdida.

Elliot se ajoelha e fica ao outro lado de Ana, repousando sua mão enxerida em suas costas, isso me faz rosnar mentalmente. Meu lado possesivo grita “tire suas mãos dela”, mas entendo que nesse momento, Ana precisa de suporte, então me controlo.

— Não fique assim, Ana! Sei que sua mãe era o que restava dos seus laços sanguíneos, mas nós somos seus irmãos também! Somos sua família e pode contar conosco, sabe disso! – Elliot fala com ela de forma otimista e extremamente assertiva, pois após falar reparo que minha pequena diminui um pouco o choro.

— Isso mesmo Ana, e eu vou cuidar de você. Eu prometi isso a você quando éramos pequenos e vou continuar cumprindo como tenho feito. Vou proteger e zelar você, pequena – digo com firmeza na voz, mostrando a ela que estaria ali por ela.

Fico um pouco assustado assim que sinto seu pequeno e frágil corpo se jogar em meu colo e afundar o rosto em meu peito. Não estou acostumado com esse tipo de contato, sempre mantive as pessoas longe de mim e não sou um cara de contato amoroso. Meu contato físico é destinado à luta ou a sexo, sem meio termo.

Meio sem jeito, a abraço, acolhendo-a em meus braços, tentando mantê-la calma e confortável.

— Eu vou terminar de juntar essa sujeira... – diz Elliot assim que percebe que sobrou. Sorrio de uma forma convencida ao pensar nisso.

Prossigo abraçando minha pequena e minha cabeça é um turbilhão de pensamentos imaginando o que Ana está pensando sobre o que Kate falou. Nada contei a ela sobre o que está acontecendo lá fora. Será que devo contar-lhe a verdade?

Melhor outro momento, ela está sensibilizada com o sumiço da mãe. Espero que Karla esteja bem e que chegue a algum lugar seguro sem ter que passar por nenhuma revista.

Se a revistarem e confiscarem seus documentos, saberão quem é e sabe lá o que farão com ela... Pobre Karla...

Aos poucos, minha pequena ia se acalmando até que parava de chorar e desvinculava nosso abraço enquanto limpava seus olhos.

— Obrigada, Christian... Obrigada Elliot – Diz olhando pra cada um de nós.

Elliot é pego de surpresa com o que falava Ana enquanto jogava no lixo os restos da salada e do prato de cristal.

— Estamos aqui pra você, não se preocupe – digo com firmeza.

— Viu a sorte que você tem garota? Dois caras bonitões fardados e dispostos a te proteger e te cuidar! – Diz Elliot com marra e diversão enquanto fazia uma pose após limpar aquela bagunça.

— Cala boca, Lelliot! – digo sério, mas não consigo evitar um riso. Meu irmão me arrancava algumas risadas de vez em quando por mais que suas piadas fossem de mal a pior.

Vejo minha menina rindo com aquela brincadeira, e logo já estava de pé. Levanto junto com ela e fico parado ao seu lado, cuidando dela com os olhos.

— Sou muito sortuda mesmo. Bom, vou servir o jantar de vocês... – diz Ana passando as mãos em sua saia e em seu avental, limpando-os e indo lavar as mãos para refazer a salada.

— Vamos pra sala, Elliot... – Digo quando certifico de que Ana está bem. Pego as coisas que Kate deixou jogadas na cozinha e vou levando comigo enquanto ando em direção à sala de estar.

Elliot vai se acomodando no sofá da sala enquanto eu vou até o hall para deixar os pertences de Kate no armário ao lado da porta de entrada.

Quando volto para a sala, abro minha caixa de charutos, pego um para mim e ofereço outro ao meu irmão. Trato de deixar um dos meus discos clássicos rodando em minha vitrola em um volume ameno, sento-me em minha poltrona de couro, ascendo meu charuto e relaxo por alguns instantes.

— Como Kate descobriu sobre Ana, Elliot? – digo o encarando. Ele não veio aqui à toa. Minha mente estrategista funciona como um foguete percorrendo os fatos. Ele estava na mansão enquanto Kate estava lá e ele raramente aparece para o jantar a não ser que seja convidado. Ou foi Elliot que contou ou ele sabe que o fez.

— Como você sabe que...

— Que eu sei que você sabe? Eu sempre sei... – interrompo meu irmão, e logo que concluo minha fala, já trago novamente meu charuto.

— Que seja... – diz Elliot após tragar o charuto demoradamente – Foi mamãe quem contou. Estava descendo as escadas da mansão assim que ouvi o que estava sendo dito. Mamãe pensou que Kate sabia e falou com toda inocência. Quando sua mulher saiu completamente transtornada da mansão, mamãe pediu para que eu fosse atrás pra evitar que acontecesse o pior. Mas ainda bem que você estava aqui para acalmá-la daquela forma tão eficaz.

— Está se referindo ao tapa que eu dei? – Digo enquanto me direciono a cristaleira da sala de estar, pegando dois copos e os servindo com o meu Whisky Macallan 30 anos.

— Sim, eu jamais teria pensado nisso. Foi a forma mais eficaz para o momento! Katherine estava fora de si!

— Ela estava completamente maluca gritando aos quatro ventos... – ofereço um dos copos ao meu irmão e logo volto para minha poltrona, virando todo o líquido para dentro da minha garganta, sentindo-a arder e rasgar com o sabor e a força da bebida.

— Você sabe que ela não vai parar por aí, não sabe? – diz Elliot antes de beber sua dose.

— Ela precisa me respeitar e entender quem manda nessa casa. Se eu souber que ela fez ou fará algo, ela estará perdida – digo com firmeza, concluindo a conversa.

— Já sabe o que fará no seu aniversário, Christian? – pergunta Elliot mudando de assunto.

— Nem me fale nessa merda... – digo após tragar meu charuto.

— Soube que Kate que marcar um brandy com os rapazes aqui... – comenta Elliot e percebo sua hesitação.

— E? – digo, servindo mais um copo de whisky para mim.

— O que pretende fazer com Anastasia? – diz Elliot com um pouco de receio.

Só de pensar naqueles homens de olho na minha pequena já sinto meu corpo amortecer de raiva e meus olhos ficarem cegos de ira. Além de que não podem sequer saber dela aqui.

— Ela vai ficar no porão. Ninguém vai sequer vê-la. Vou contratar outra pessoa para nos servir.

— Com licença, o jantar será servido agora – Ouço a voz suave de Anastasia ao lado da passagem entre a sala de estar e a de jantar.

~*~

Comemos em silêncio durante todo o jantar. Não me importava em comer dessa forma já que falar era o que menos me interessava enquanto me deliciava com a comida de Anastasia.

Katherine estava com seu roupão vermelho de seda por cima de sua camisola acompanhados de sua tremenda cara de cão sem dono. Eu já sei o que me esperava no andar de cima mais tarde: seu jogo fajuto de sedução para fazermos as pazes.

Elliot comia feito um morto de fome. Servia-se indiscriminadamente e comia como se não houvesse amanhã.

Após nos servir, disse para Ana que estava dispensada e que podia deixar os pratos para serem lavados no dia seguinte. Penso no que ela estaria fazendo em seu porão...

Ao terminar o jantar, reparo no horário e percebo que está tarde.

— Elliot, durma aqui. Está tarde. O quarto de hóspedes está arrumado. Anastasia sempre o deixa preparado – digo ao meu irmão.

— Se o café da manhã for tão bom quando esse jantar eu fico com certeza! – diz Elliot com seu tremendo bom humor.

~*~

Katherine fez um jogo de sedução ridículo e totalmente entregue a mim. Pediu-me desculpas pelo que falou e fez, prometeu que iria guardar segredo e despiu-se para mim.

— Eu sei bem o que você quer, Katherine... – digo enquanto vou me desfazendo de minhas roupas.

Minha mulher pode ser insuportavelmente chata em algumas ocasiões e a situação de nosso casamento ser arranjado não me agrada. Mas não posso negar que sou tarado em seu corpo escultural e o quão bom é fodê-la.

Na cama com ela eu faço o que bem entendo. Fodo como eu quero, na posição que eu quiser e na intensidade que eu quiser. Katherine aguenta bem minha disposição e sente prazer em der dominada por mim.

— Porra, Katherine, parece que foi ontem que eu te desvirginei! – Foder sua buceta ainda machuca meu pau. Kate continua apertadinha mesmo com suas pernas bem abertas pra mim, e meu membro é um tanto grande também.

~*~

Após foder minha mulher, sinto muita sede e nossa moringa está vazia de água. Pego a mesma, coloco minha cueca e desço as escadas. Assim que chego ao andar de baixo, ouço risos vindos da cozinha.

Deparo-me com Ana lavando a louça vestida com seu roupão grosso e suponho que está de camisola por baixo e Elliot sentado em uma das cadeiras da cozinha ainda vestido com sua farda, só que sem o casaco, apenas com camisa, calça e coturnos.

Assim que chego no ambiente, ambos ficam quietos.

Ana olha para mim e vê a moringa em minhas mãos.

— Oh, está vazia? – E ela a pega de minha mão, enchendo-a de água para mim.

— Já não está na hora de você ir dormir, Elliot? Amanhã você acorda cedo – digo de uma forma autoritária.

— Tem razão, boa noite Ana! – Diz Elliot que pega uma maçã e a morde antes de sair da cozinha, já subindo as escadas.

Vejo Ana de costas pra mim e não consigo deixar de reparar em suas curvas. Principalmente em sua bunda que me deixava maluco toda vez que a via...

Lembro do sufoco que me fez passar hoje pela manhã...

FLASHBACK ON

Saindo do me quarto, dou de cara com Ana em seu roupão. Posso ver seus seios contornando o tecido e isso me chama atenção logo de cara.

— WOW! Er... Bom dia, senhor! – diz Ana assustada ao me ver.

— Já falei pra me chamar de Christian, Ana... E bom dia! – A olho de cima a baixo nesse momento reparando em seus mamilos ressaltados no roupão, mas não consigo parar de pensar nessa merda de senhor que ela me chama...

— Eu vou correndo preparar seu café! Desculpe, eu demorei muito no banho! – Ana fica corada e vejo que fica ansiosa e desajeitada com seus pertences em mãos.

— Fique calma, eu acordei mais cedo. Tenho que analisar alguns documentos antes de ir para a SS. Deixe-me ajuda-la, você está muito desengonçada – digo rindo enquanto pego algumas de suas coisas. Acho muito engraçado o jeito perdido de Ana ás vezes.

Minha menina começa a descer as escadas e eu me ponho a descer atrás dela. Reparo em sua incrível bunda que ressalta no tecido de seu roupão, me fazendo respirar fundo para controlar uma ereção.

— Er... Obrigada. Vai querer algo em especial para o café hoje? – ela pergunta com inocência enquanto meus pensamentos são sujos e pervertidos.

Porra, Ana! Queria você no meu café da manhã! Mas respiro fundo, me recomponho e respondo com certa credibilidade.

— O de sempre, Ana. Só peço que traga o meu café antes – pra que essa ereção tenha um fim!

— Forte como sempre?

— E sem leite – senão eu relaxo e posso acabar não me concentrando. Tenho uma ligação importante para fazer. Devolvo suas coisas e já vou tomando meu rumo para o escritório. Lá consigo me recompor com mais sucesso.

FLASHBACK OFF

Porra, Ana...

Vou me aproximando dela enquanto ela enche minha moringa e espero, já sabendo o que iria fazer. Não consigo mais me controlar.

Assim que ela se vira para devolver-me a moringa, envolvo sua nuca com minha mão firme e a puxo para um beijo, pressionando seus lábios macios contra os meus.

Finalmente a beijo.

Notas finais
E então????? Muitas emoções!!!! Finalmente um beijo, como será que Ana vai reagir? O que estão achando do rumo da história? Próximo capítulo já está prontíssimo e vocês já sabem a regrinha: 15 comentários e 1 recomendação ♥ Vamos lá colocar esses dedinhos em ação! Espero o feedback de vocês ♥