Minha Querida Francesa Anastasia

30 Cap. 29 - Suíte Francesa


Notas iniciais
Olá meus amores! Dedico esse capítulo a todos que estavam desesperados por hots do casal mais queridinho. E lembrando, CRIAMOS UM GRUPO NO WHATSAPP PARA FALAR SOBRE A FIC, lá eu tenho liberado alguns SPOILERS e até uns trechinhos do CAPÍTULO antes de liberar! Então venham, é só amor! É só acessar o link que vocês caem direto no grupo: https://chat.whatsapp.com/HsLLhHr0xf7AhbqHM0FCll Bom, vamos ao capítulo:

POV CHRISTIAN

Já faziam mais de 1 hora que Ana e Elliot haviam partido para os campos naquela ideia estapafúrdia da minha pequena em ajudar aqueles corpos.

Bom, não tão estapafúrdia assim... Ela e Elliot tem razão. Eu cheguei aqui para invadir, matei muitas pessoas para conseguir meu objetivo e estava completamente tomado pela adrenalina focada na minha missão.

Como eles vieram logo atrás, viram todas as consequências que uma guerra tem: morte, devastação, sofrimento... E sem dúvidas, aqueles homens que matei são pessoas importantes para alguém que tem o total direito de velar e enterrar seus entes queridos.

Havia finalizado completamente a relocação de alguns soldados e após o almoço, a maioria das tropas iria seguir para dar continuidade à invasão. Algumas tropas haviam invadido pelo centro leste, já nós invadimos pelo nordeste da França. As tropas precisam encontrar-se em sintonia em Paris, por isso precisa haver continuidade aos ataques.

Fixarei minhas tropas aqui, pois Menz é um local estratégico para receber soldados e estocar mantimentos.

Após elaborar um plano de invasão a ser seguido nas próximas cidades, libero as tropas para o almoço e fico no aguardo de Anastasia e Elliot, que ainda não haviam voltado.

— Merda, Elliot... – resmungo ao olhar no relógio e ver que os quinze minutos de tolerância estavam se esgotando.

De repente vejo a moto de Elliot retornar juntamente com Anastasia em sua garupa, e isso me faz respirar aliviado.

— Voltamos, meu bem! – diz Anastasia saltando da moto com sua roupa repleta de sangue e sujeira.

— Por favor, me diga que esse sangue na sua blusa é dos mortos... – digo aflito.

— E de quem mais seria? Ninguém nos machucou, tá tudo bem! – e ela beija meu rosto com ternura tentando me acalmar, porém eu não sou tão convencível assim.

— Elliot me disse que você respondeu mal à Madame Lincoln e agora acha que um beijo vai me fazer esquecer o fato de você ter chego no seu limite de tempo, mocinha? – questiono-a com firmeza.

— Calma, Christian. Os bons senhores ofereceram leite e bolo pela ajuda que prestamos... – diz Elliot defendendo Anastasia.

— Você está todo sujo também, vá tomar um banho – digo olhando para as vestes de Elliot todas sujas de sangue.

— Ok, onde eu vou ficar? – pergunta.

— Na casa do lago conosco – digo com certeza.

— Vou dormir aonde? – pergunta novamente.

— No quarto, no sofá, no tapete, na bancada da cozinha, onde você quiser! Mas vai banhar-se em outro lugar por hora – digo impaciente, pois estava doido para ensinar uma lição para Anastasia.

— Ok, já entendi... – diz Elliot caminhando em direção aos outros soldados e antes de se afastar ele diz – Ah, e de nada por ter feito tudo o que pediu viu? – e depois segue seu rumo junto das tropas.

Anastasia olhava para mim com desentendimento e eu a encarava no fundo dos olhos.

— Vamos, temos que conversar – digo já subindo na minha moto oficial que havia disponibilizado à Elliot.

— Você é muito mandão, sabia? – diz Anastasia após subir na moto e abraçar-me.

— Eu sei – digo antes de acelerar a moto em direção à casa de Madame Lincoln para termos privacidade.

~*~

— E então, que história é essa de tratar mal quem está nos dando abrigo? – digo assim que entramos na casa do lago, já fechando a porta.

— Christian, ela me tratou com desdém quando eu vim requerer seus aposentos e ela ainda perguntou pra mim se eu era a sua puta! Como ela se atreve?! – diz Anastasia tirando sua blusa repleta de sangue, colocando-a dentro de um balde com água e sabão.

— Mas... E você não é a minha puta, Anastasia? – digo com um sorriso pervertido nos lábios enquanto vou tirando meu casaco e desabotoando minha camisa, andando até minha pequena que logo tirava suas calças sujas e colocando dentro do mesmo balde, ficando de sutiã e calcinha só pra mim sem ao menos perceber minhas intenções.

Anastasia me olha sem reação com o que eu digo e eu me aproximo cada vez mais dela, espreitando, só esperando o momento certo para dominá-la e tê-la pra mim.

— Você pensa que eu esqueci aqueles trinta tapas que eu te prometi? – questiono-a com um olhar ainda mais pervertido, porém autoritário, enquanto já tirava minha camisa, ficando com minha regata de baixo, retirando o cinto da calça logo em seguida.

— Se eu fosse você tomava cuidado. Eu atiro muito bem, viu? – diz Anastasia de forma humorada, entrando na minha insinuação.

— Eu vou te comer todinha, Anastasia! – digo com imposição ao jogar meu cinto no chão, pegando Anastasia pela cintura e colocando-a em um dos meus ombros, deixando sua bundinha bem arrebitada ao lado do meu rosto.

— Ai, Christian! – resmunga Anastásia, mas depois a ouço rir, gostando do que eu fazia.

— Shh, quieta – dou um tapa bem acertado naquela bunda branca e delicada como porcelana, já marcando a mesma – Restam 29 tapas ainda! Se eu fosse você preparava essa bunda!

Anastasia ri completamente pervertida enquanto encolhe as pernas em nervosismo. Esse jeito meigo e safado dela me enlouquece e me faz só querê-la mais e mais.

Ao chegar no quarto eu a coloco direto na cama sem perder tempo e me impressiono com a atitude de Anastasia. Ela se põe de joelhos na cama e agarra minha regata, a puxando para cima, se desfazendo da mesma.

Auxilio ela a tirar minha regata e a olho impressionado, porém gosto da sua atitude. Ela sorri pra mim e logo fica séria observando meu olhar besta para ela. Ela simula duas armas com sua mão e atira em mim de forma muito sugestiva.

— Bang bang, você morreu! – ela sorri pra mim enquanto eu vou andando até ela e a seguro pelos cabelos, puxando seu rosto contra o meu com certa brutalidade, procurando seus lábios com muita fome.

Anastasia segura minha nuca com suas mãos delicadas e arranha-me com fogo, me fazendo arrepiar. Entrelaçávamos nossas línguas aos montes enquanto eu buscava cada vez mais o gosto da sua boca naquele ritmo insano que estabelecíamos.

Levo minhas mãos até as pernas de Anastasia, puxando-as para mim, fazendo com que ela deitasse na cama. Sem demora vou por cima de seu corpo e direciono minha boca para o seu pescoço e me perco no perfume de sua pele inebriante.

Ouço Anastasia gemer em desejo ao ter minha boca insana em seu lindo pescocinho enquanto suas mãos vão diretamente para minha cintura, onde ela arranha, marcando-me a pele com desejo.

Enquanto dedicava-me ao seu pescoço para ouvi-la gemer manhosa para mim, levo uma de minhas mãos para o meio de suas pernas, puxando sua calcinha de uma vez só para baixo e levo meus dedos até sua intimidade, que já estava úmida.

Ela geme ainda mais manhosa ao sentir meus dedos brincando com a parte externa de sua intimidade juntamente com minha boca que atacava seu pescoço até sua orelhinha delicada. Anastasia sem demora já vai abrindo suas lindas pernas para mim sem ao menos hesitar.

— É isso o que você quer né? E ainda fica brava quando dizem que não és a minha puta... Mas é só minha! – digo de forma dominadora olhando nos olhos de Ana mantendo o ritmo dos meus dedos em sua intimidade delicada a qual eu ia desfrutar logo.

— Você não vale nada, sabia? – diz Anastasia olhando cheia de desejo para meus olhos entre gemidos deliciosos.

— Nunca disse que valia algo – digo com um sorriso sacana enquanto sentia Anastasia ficar ainda mais melada em meus dedos, o que me deixava mais louco ainda.

Sentia meu volume apertar em minhas calças de tão rígido que estava, porém me dedicava à Anastasia.

Surpreendentemente, percebo as mãozinhas de minha pequena indo diretamente à minha calça, a qual ela desabotoava e empurrava para baixo juntamente com minha bermuda de baixo.

Não consigo evitar um olhar surpreso assim que sinto aquelas mãozinhas delicadas pela extensão do meu membro. Ela tenta fechar as duas mãos ao redor do meu pau e começa a provoca-lo com aquela superfície macia.

— Caralho, Anastasia! – ofego alto de prazer. Era uma sensação única ter aquelas mãos em meu membro me oferecendo aquela punheta delicada e apertada.

Reviro os olhos tentando me controlar, mas ao encontrar os olhos de Anastasia, percebo que ela não está para brincadeira, pois me olha de forma bem provocante.

— Porra! – ofego com intensidade, tirando as mãos de Anastasia de mim, pois se ela continuasse eu certamente gozaria, mas eu quero estar dentro dela agora – Você quer inovar é? – questiono-a pervertido.

Afasto-me de Ana e a seguro pela cintura, colocando facilmente seu corpo delicado de quatro para mim. Uma belíssima visão e uma ótima posição para meter e esbofetear essa bundinha gostosa.

Seguro em meu membro já completamente rígido e procuro espaço em sua entrada apertadinha e completamente melada com minha glande, que já estava inchada de desejo.

Assim que sinto a glande escorregar para dentro de Anastasia, eu empurro com força pra dentro dela, que geme alto enquanto aperta a superfície da cama.

— Oh, Christian! – geme deliciosamente o meu nome e eu não consigo evitar em esbofetear sua bunda.

— Porra, 28 agora! – sinto o interior úmido e apertado de Anastasia. Seu interior é tão convidativo pra mim que... Caralho...

Sem conseguir ficar imóvel dentro dela, inicio os movimentos, só que dessa vez um tanto quanto brutos e firmes, me colocando dentro dela com imposição.

— Isso! – ouço Anastasia aprovar o que eu fazia, e isso me faz sorrir completamente vidrado naquela foda pervertida.

— É assim que você me quer dentro de você? – Meto com ainda mais força dentro dela, alcançando a parede do seu útero tão delicado e a ouço gemer com tesão pra mim – Gostosa! – e dou mais um tapa naquela bunda, percebendo que sua pele já mudava de cor.

Ver as costas perfeitas de Anastasia me deixava completamente alterado. Sua cintura perfeita acomodava uma de minhas mãos a qual eu puxava seu corpo contra o meu, e minha outra mão dedicava-se nos tapas que eu desferia em sua bunda branquinha que já se tornava vermelha.

Em nenhum momento Anastasia se mostrava incomodada, pelo contrário. Ela gemia extremamente receptiva e pedia mais daquilo. Minha pequena é tão pervertida quanto eu.

Continuo metendo contra seu interior delicado e apertado o qual eu fazia questão de arrebentar o quanto podia, e a cada metida mais brusca, eu a sentia ainda mais melada, me convidando para continuar aquela foda depravada.

Perdia-me em seu interior e ficava cada vez mais alterado com aquilo. As metidas ficavam cada vez mais profundas e os gemidos provocantes de Anastasia ecoavam pela casa em uma sintonia perfeita.

— Oh, Christian! Isso! – dizia com perversão pra mim. Tenho que confessar que não me controlo quando a ouço gemer o meu nome. Sem demora, a mão que estava em sua cintura vai diretamente para os seus cabelos os quais eu puxava com força contra mim, fazendo Anastasia ficar de joelhos na cama, grudando minha barriga contra suas costas e a fodia com ainda mais força.

— É assim que você gosta então, minha puta? – digo de forma autoritária no pé do ouvido de Anastasia enquanto dava mais tapas na lateral de suas nádegas e fodia sua buceta deliciosa em um ritmo profundo e rápido, levando minha mão de seus cabelos para o seu pescoço, segurando-o firmemente.

Anastasia faz que sim com a cabeça e gemia ainda mais insana quando eu apertava seu pescoço com ainda mais força enquanto eu mantinha o ritmo daquela foda.

Sentia o interior de Anastasia ficar mais e mais apertado, fechando contra o meu pau, e então sei que ela vai gozar. Tenho que confessar que quando aquela bucetinha contrai no meu cacete, minha vontade de gozar multiplica.

— Vai gozar né? Vem Anastasia, goza pra mim! – digo autoritário sem parar de meter naquele interior, onde eu me perdia completamente.

Sem demora, minha pequena começa a se contorcer e retrair, indicando que chegava ao orgasmo, me fazendo enlouquecer naquilo. Dar prazer à Anastasia era o que mais me realizava e o que mais me dava excitação. O seu jeito único e sincero em demonstrar prazer, me deixava maluco.

Sentia que o gozo de Anastasia se derramava dentro dela, envolvendo o meu pau deliciosamente. E isso me fazia gozar imediatamente, preenchendo o seu interior com minha porra quente.

— Caralho, Anastasia! – dou mais um tapa naquela bunda gostosa antes de soltar seu pescoço e liberá-la do meu domínio.

Anastasia mantém-se de joelhos por alguns segundos enquanto suspira alto após gozar e nós dois caímos deitados na cama em sintonia.

Caímos deitados de modo em que meu corpo está por de trás do de Anastasia e eu podia sentir o cheiro do seu cangote já que meu nariz estava em contato direto com seus cabelos.

Puxava seus cabelos para o lado, liberando seu pescoço, o qual eu dou beijos carinhosos, demonstrando carinho e apreço pela minha menina, que ainda ofegava.

— Foi muito gostoso, Christian... Uau... – diz Anastasia dando um suspiro, recuperando-se da nossa foda depravada.

— Você é muito safada, Anastasia... Só não sabe disso... – digo sorrindo com a descoberta do lado pervertido de Anastasia.

Meu pau ainda estava rígido e dentro da buceta melada dela. Não resisto: seguro uma de suas pernas e levanto-a, abrindo espaço para que eu me acomodasse entre suas pernas, fodendo-a por trás bem devagarzinho.

Sem demora, Anastasia geme gostoso em resposta a minha nova investida.

— Hmm, isso é bom! – diz Anastasia enquanto uma de suas mãos alcança meus cabelos, segurando-o e incentivando-me a continuar.

— Gostou, é? Aguenta mais uma? – digo sorrindo enquanto já investia ainda mais forte contra o corpo delicado de Anastasia.

— Só não para de fazer isso! – diz Anastasia tomada pelo desejo.

— Isso o que? – questiono para tirar palavras pervertidas da boca de Anastasia enquanto eu já a fodia profundamente.

— Isso! Meter em mim! Não para! – exclama Anastasia com certo desespero, pedindo mais da minha foda pervertida.

— Seu pedido é uma ordem – digo num tom quente enquanto já me dedicava a fodê-la com ainda mais força, pressionando meus dedos contra sua perninha levantada, segurando-a com firmeza, mantendo-a bem abertinha só pra mim naquela posição que a deixava ainda mais apertada.

~*~

Após passarmos uma tarde toda fodendo em todos os cantos daquela suíte, estávamos suados, ofegantes e exaustos.

A luz daquela tarde quente entrava no quarto por entre a fresta da cortina que cobria a janela e ela incidia diretamente na pele perfeita de Anastasia que estava de costas para mim ofegando e descansando. Podia ver sua bunda e a parte interna de suas coxas completamente vermelhas de tantos tapas que eu desferi contra ela. Sentia certa satisfação em vê-la daquela forma, mas depois sentia uma leve culpa.

Uma de minhas mãos apoiava minha cabeça e a outra contornava a cintura perfeita de Anastasia a qual a leve luz do sol incidia harmonicamente.

— Tá tudo bem, minha pequena? Quer água? – pergunto preocupado.

— Está tudo perfeito, Christian – diz Anastasia com um sorriso no rosto – e eu aceito água sim! – diz virando o rosto para mim com interesse.

— Vou pegar – beijo a testa de minha pequena e logo levantava e ia em direção à cozinha com o corpo completamente nu já que não havia ninguém na casa.

Sirvo um copo com água e quando voltava para o quarto ouvia alguém bater na porta da entrada principal.

Entro no quarto e estendo o copo na direção de Anastasia, e ela o pega e bebe a água com sede.

— Pequena, tem alguém na porta. Fique aqui e não se preocupe – digo com calma já colocando minha bermuda de baixo, andando em direção à sala.

Chegando lá, pego a minha pistola que estava no estojo preso ao cinto que eu havia tirado e, portando-a, vou até a porta.

Quando abro, vejo uma senhora com porte elegante, alta e posso dizer que é daquele tipo de pessoa que não damos a idade que tem. Posso então concluir que é Madame Lincoln.

— Boa tarde. És Gruppenfüher Grey? – questiona-me enquanto me analisava de cima a baixo. Então percebo suas intensões, quer dizer, suas segundas intensões para comigo.

— Sim, e você é Madame Lincoln – digo com certa educação já que ela cedeu essa casa maravilhosamente fodível pra mim e minha pequena.

— Exato. Bom, vim saber se as instalações estão apropriadas para você e... – diz sem saber como terminar a frase.

— As instalações são ótimas, mas devo dizer que não gostei muito do que falou para Brienna. Não foi nada educado da sua parte. Aliás, foi bem baixo para uma senhora que aparenta ser tão importante – digo com um tom de superioridade frente à ela. Essa mulher tem que entender que está sob o meu domínio e sua cidade está tomada pela minha tropa.

— Tens razão, não devia ter sido tão intrometida – diz de forma educada enquanto me analisa de cima a baixo novamente. Acho que essa senhora gosta do que vê. Por Deus, cadê o homem dessa mulher?

— Sabe Madame Lincoln...

— Elena, me chame de Elena – diz interrompendo-me.

— Ok, Elena... Você não precisa gostar do fato que eu e minha tropa estejamos aqui, mas convenhamos, se o exército do seu país fosse bom o suficiente, não teríamos furado sua defesa com tanta facilidade. É só uma questão de aceitar o fato de estarmos aqui e conviver com isso. Estamos entendidos? – imponho-a os fatos. Não posso perder minha autoridade, senão perdemos nossa credibilidade.

— Estamos entendidos sim. Sinto-me tão envergonhada pelo que fiz e gostaria de pedir desculpas à sua...

— Minha nada. À Senhorita Brienna – digo com autoridade.

— À Madame Brienna. Espero que eu possa consertar aquele mal entendido oferecendo um chá a vocês – diz Elena com um sorriso convidativo.

— Falarei com Brienna e ver se ela tem interesse de acompanhar a senhora em um chá – digo impassível de modo que essa senhora tem que entender que Anastasia não é uma mulher qualquer.

— Claro. Então prazer em conhecê-lo, Gruppen e nos vemos por aí – diz Elena dando-me uma ultima olhada antes de caminhar para fora da casa.

— Boa tarde, madame – e fecho a porta suspirando fundo.

Era só o que me faltava, uma anfitriã promiscua e extremamente oferecida.

Notas finais
E aí, o capítulo tirou o fôlego de vocês? Pois certamente de Ana e Christian certamente tirou, hihihi :3 E Elena conheceu o nosso Gruppenfüher, e parece que gostou MUITO do que viu. E agora? Comentem, recomendem e favoritem!